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GDF autoriza uso do PDAF para comprar EPIs nas escolas; sindicato defende criação de verba extra

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Recurso usado para manutenção das unidades de ensino é repassado em duas parcelas ao ano. Há pagamento pendente a 45 diretorias.

Sala de aula vazia após suspensão do ensino presencial na rede pública do Distrito Federal — Foto: TV Globo/Reprodução

A Secretaria de Educação do Distrito Federal autorizou as escolas públicas a usarem recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) – verba para manutenção das unidades de ensino – na compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e papel de impressão para alunos que não têm acesso à internet para as aulas online, que começam na segunda-feira (22), em fase de teste, sem contar presença para os alunos, e no dia 29 de junho, de forma regular.

O uso do PDAF para compra de EPIs gerou críticas por parte do Sindicato de Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), que defende uma “verba extra” para esse tipo de despesa. Gestores escolares relatam dificuldades no recebimento e uso do recurso, que está pendente em 45 das 701 unidades da rede (saiba mais abaixo).

Para o diretor do Sinpro, Samuel Fernandes, o uso do PDAF para despesas decorrentes da pandemia é como “jogar toda a responsabilidade para os diretores das escolas”.

“A verba que é paga atualmente não é suficiente pra realização destas compras. Isso quando não há atraso no repasse desses recursos, o que deixa muitas escolas sem nenhum real no caixa.”

O GDF informou ao G1 que “as empresas terceirizadas contratadas para a realização da limpeza das escolas têm fornecido álcool em gel para as unidades escolares. Por isso, a compra tem sido necessária apenas em casos excepcionais” (veja nota na íntegra ao final da reportagem).

Recurso para reparos

O PDAF é pago em duas prestações ao ano, diretamente às unidades escolares. O objetivo é dar mais autonomia aos gestores sobre como usar a despesa. Para receber, as escolas precisam apresentar a prestação de contas à Secretaria de Educação, que deve aprovar esses relatórios.

Até o mais recente balanço da pasta, a secretaria contabilizava R$ 35,8 milhões do total de R$ 37,7 milhões previstos para este ano. Os valores foram pagos a 656 das 701 unidades.

Mesmo com as aulas suspensas desde o dia 12 de março, os gastos nas escolas do DF não pararam. De acordo com gestores ouvidos pela reportagem, o dinheiro foi usado para resolver outras necessidades.

Profissionais de limpeza continuaram fazendo a manutenção das escolas públicas do DF após suspensão das aulas devido à pandemia — Foto: TV Globo/Reprodução

Profissionais de limpeza continuaram fazendo a manutenção das escolas públicas do DF após suspensão das aulas devido à pandemia — Foto: TV Globo/Reprodução

A vice-diretora da Escola Classe 303, Camila Mateus, discorda que o PDAF seja suficiente para comprar os equipamentos de proteção individuais necessários para conter a pandemia do novo coronavírus. Ela afirma que o recurso recebido neste ano, inclusive, “nem existe mais”.

“O PDAF chegou esse ano para suprir demandas da escola durante todo o ano letivo. Então, comprar álcool em gel e kit de EPI com esse recurso é totalmente inviável.

“O cenário é semelhante Centro de Ensino Fundamental 33, em Ceilândia. O diretor da unidade, Amadeu da Silva Neto, afirma que o recurso que recebe “é pouco”.

“Assim que [a verba] cai, a gente já faz as manutenções que precisam, já compra o que precisa, seja apagador, material de expediente, materiais pedagógicos, gás e as coisas da manutenção.”

Regras

Segundo a Secretaria de Educação, o dinheiro do PDAF só pode ser utilizado em obras de menor proporção. Nas grandes reformas, a verba sai direto da pasta. É o caso de 82 das 600 escolas públicas do DF que estão em obras durante a pandemia.

Os recursos do PDAF podem ser usados para:

  • Aquisição de materiais de consumo
  • Contratação de serviços de manutenção preventiva e corretiva nas instalações físicas das unidades escolares
  • Compra de gás
  • Pagamento de serviços contábeis
  • Tarifas bancárias para manutenção de conta, despesas com talão de cheques, dentre outras
  • Ressarcimento de despesas, previsto em legislação, de alimentação e transporte com voluntários (Educador Social Voluntário)
  • Despesa cartorária
  • Transporte de alunos, exclusivamente para participação em eventos culturais e projeto pedagógico

O que diz a Secretaria

Questionada pela reportagem sobre quem está frequentando as escolas durante a suspensão das aulas, a Secretaria de Educação citou as equipes terceirizadas (cocção, limpeza e vigilância) e os gestores escolares.

“Apenas aqueles que se enquadram no grupo de risco e os que apresentam atestado médico são afastados”, diz a pasta.

Ainda de acordo com a secretaria, as empresas terceirizadas estão fornecendo álcool em gel nas escolas.

Veja nota na íntegra

“As equipes terceirizadas da Secretaria de Educação (cocção, limpeza e vigilância) continuam o trabalho normalmente. Apenas aqueles que se enquadram no grupo de risco e os que apresentam atestado médico são afastados. Com relação aos servidores, apenas gestores de unidades escolares têm comparecido presencialmente, com exceção daqueles que se enquadram no grupo de risco e dos que apresentam atestado médico. Os demais somente devem trabalhar de forma presencial em situações excepcionais, observando revezamento e seguindo os protocolos de segurança em saúde. A SEEDF adotou o teletrabalho para todos os servidores.

As empresas terceirizadas contratadas para a realização da limpeza das escolas têm fornecido álcool em gel para as unidades escolares. Por isso, a compra tem sido necessária apenas em casos excepcionais.

A partir de 29 de junho, com acesso para todos e a obrigatoriedade da frequência, a Secretaria de Educação espera a adesão massiva da rede. Estudantes que não tenham acesso por falta de equipamento e/ou de sinal em suas regiões receberão material impresso. A frequência e a avaliação serão feitas pelos professores por meio da realização de atividades.”

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Justiça determina suspensão de decreto que permite reabertura de comércio e escolas no DF

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Juiz mandou GDF apresentar estudos científicos que justifiquem flexibilização do isolamento. Governo disse que vai recorrer.

Governador Ibaneis Rocha — Foto: TV Globo/Reprodução

O juiz Daniel Eduardo Branco Carnachioni concedeu uma liminar, nesta quarta-feira (8), determinando a suspensão do decreto do governo do Distrito Federal que permitiu a reabertura de academias, salões de beleza, bares e restaurantes e escolas.

Na decisão, o magistrado dá prazo de 24 horas para que o GDF publique um novo decreto suspendendo os efeitos do anterior. A medida vale até que “apresente estudos técnicos e científicos de profissionais da área de saúde pública, médicos, sanitaristas ou cientistas, que respaldem as medidas de flexibilização do isolamento e distanciamento social”.

A determinação prevê multa diária de R$ 500 mil e suspensão direta do decreto pela Justiça em caso de descumprimento. A Procuradoria-Geral do DF disse que vai recorrer.

A medida é resultado de uma ação popular movida pelo advogado Marivaldo Pereira, o jornalista Hélio Doyle, o cientista político Leandro Couto e o integrante do Conselho de Saúde Rubens Bias Pinto. Como justificativa, o juiz afirma que, no momento, há “ausência de respaldo técnico e científico capaz de justificar a flexibilização acentuada do isolamento e distanciamento social”.

“Em todos os países do mundo que foram bem sucedidos no controle desta grave pandemia, as únicas medidas eficientes capazes de conter a proliferação do vírus foram o isolamento e o distanciamento social.”

Atualmente o DF contabiliza 789 óbitos por Covid-19 e 62.867 infectados. Com aumento dos casos, a situação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) tem se agravado. Até o início da manhã desta quarta, a taxa de ocupação da rede privada era de 95,59%. Já nos hospitais públicos, o índice era de 83,33%.

‘Aumento exponencial’

Nos autos, o juiz também traça um paralelo entre o aumento de infecções na capital e a série de flexibilizações autorizadas pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Somente nas últimas 24 horas, a capital registrou 22 mortes por Covid-19.

“Na medida em que o isolamento e o distanciamento social eram flexibilizados por sucessivos decretos, na mesma proporção, os casos aumentaram exponencialmente e o Distrito Federal passou a flertar com uma grave crise sanitária e o risco iminente de colapso no sistema público e privado de saúde”.

Em relação à economia, a decisão cita ainda que a reabertura total das atividades deve estar pautada em estudos técnicos, científicos e planejamento sanitário. Além disso, ações econômicas, no entendimento do juiz, devem estar associadas às medidas de saúde já que o aumento do número de casos “também poderá comprometer o patrimônio público”.

Segundo o magistrado, com o avanço da doença, o Distrito Federal terá de realizar “gastos extraordinários” para aumentar o número de leitos de UTIs e, assim, absorver a demanda que certamente virá com as medidas de flexibilização”.

Reabertura total

O decreto que autorizou a reabertura total do comércio e a volta das aulas presenciais em escolas e universidades foi publicado no dia 2 de julho. As atividades estavam suspensas na capital desde 11 de março.

Com a medida, as academias e salões de beleza puderam reabrir nesta terça (7). Segundo o decreto, bares e restaurantes estão autorizados a funcionar em 15 de julho. Já as aulas presenciais em escolas e faculdades particulares estavam previstas para 27 de julho e, a partir de 3 de agosto, atividades em escolas e universidades públicas.

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Toffoli nega pedido de suspeição contra Moraes feito por extremista em inquérito sobre atos antidemocráticos

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Presidente do STF afirmou que suspeição foi provocada pela própria extremista Sara Fernanda Giromini.

 

O ministroDias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de suspeição feito pela extremista Sara Giromini contra o ministro Alexandre de Moraes no inquérito sobre atos antidemocráticos que tramita na Corte.

O juiz é considerado suspeito, por exemplo, quando for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes, recebe presentes antes ou depois de iniciado o processo ou ainda aconselha alguma das partes sobre a causa, entre outros.

Segundo a defesa, Moraes age como “juiz e vítima” no procedimento e estaria usando seu cargo de ministro para “perseguir implacavelmente” a investigada.

Sara Giromini alegou que Moraes é seu “inimigo declarado” e citou a representação criminal feita pelo ministro contra ela junto à Procuradora-Geral da República (PGR).

Os advogados pediram a suspensão de todos os atos praticados por Alexandre de Moraes nesse inquérito e também no que apura ameaças a ministros da Corte, chamado inquérito das fake news. O ministro é o relator das duas investigações.

Na decisão, Toffoli afirma que a suspeição foi provocada pela própria extremista, que “logo após sofrer medidas processuais de busca e apreensão, propalou críticas e ameaças à Sua Excelência [Alexandre de Moraes] por vídeo postado em redes sociais”.

Segundo Toffoli, a lei impede a alegação de suspeição por quem a provoca. “Somente a inimizade capital autoriza o afastamento do juiz da causa por suspeição”, citou.

“A simples malquerença, antipatia ou inconformidade de opiniões ou de sentimentos não constituem motivos de suspeição de parcialidade do juiz”, conclui a decisão.

Sara Giromini é apontada como chefe de um grupo de extremistas que apoia o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O movimento se define como militância organizada de direita e foi responsável por um acampamento, com cerca de 30 pessoas, montado na Esplanada dos Ministérios, no início de maio, e já desmobilizado.

Em junho, ela foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por injúria e ameaça contra Alexandre de Moraes, após representação feita pelo ministro alegando que ela cometeu crimes contra a Lei de Segurança Nacional.

Sara Giromini foi presa no início do mês passado no âmbito do inquérito que investiga atos antidemocráticos e deixou a prisão no último dia 24, sob monitoramento de tornozeleira eletrônica (veja no vídeo mais abaixo).

As investigações do STF apontam que o grupo extremista se diz contrário a uma intervenção militar e propõe uma intervenção popular.

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Frio faz governo do DF estender campanha do agasalho até 15 de julho

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Postos da Polícia Militar, Administrações Regionais e agências do Trabalhador recebem doações de roupas, cobertores e sapatos. Veja como ajudar.

Lua vista no céu sobre a EPTG, no DF — Foto: Léo Caldas/Arquivo pessoal

Com as baixas temperaturas ocasionadas pela chegada do inverno, o governo do Distrito Federal (GDF) decidiu estender a campanha do agasalho solidário até o dia 15 de julho. A iniciativa foi lançada em maio e arrecadou, até a última semana, 5.020 itens para pessoas sem-teto.

Cobertores, roupas e sapatos podem ser entregues nos postos da Polícia Militar, nas Administrações Regionais e em 15 Agências do Trabalhador (veja locais abaixo).

Por causa da pandemia do novo coronavírus, as doações devem ser lavadas, secadas e entregues em embalagens plásticas transparentes – para facilitar a identificação.

Kits da campanha do agasalho solidário no Distrito Federal — Foto: Agência Brasília/Divulgação

Kits da campanha do agasalho solidário no Distrito Federal — Foto: Agência Brasília/Divulgação

O que doar?

  • Roupas
  • Sapatos
  • Meias
  • Toucas
  • Cachecol
  • Cobertores

Onde doar?

  • Postos da Polícia Militar
  • Administrações Regionais
  • Agências do Trabalhador

Endereços:

  • Agência Plano Piloto
    SCS Quadra 06, Lote 10/11 Antigo CDL
    Contato: (61) 3255-3813, 3225-3815 e 3225-3732
  • Agência Taguatinga
    C4 Lote 03, Av. das Palmeiras
    Contato: (61) 3255-3849, 3255-3754 e 3255-3735
  • Agência Ceilândia
    QNM 18/20, Bloco B
    Contato: (61) 3255-3843, 3255-3847 e 3225-3804
  • Agência 112 Sul – Atendimento à Pessoa com Deficiência
    Estação do Metrô Quadra 112 Asa Sul
    Contato: (61) 3255-3800 e 3255-3801
  • Gerência do Trabalhador Autônomo
    SCS Quadra 06. Lote 10/11 Antigo CDL
    Contato: (61) 3255-3797 e 3255-3798
  • Agência Brazlândia
    SCDN Bloco K, loja 01/05
    Contato: (61) 3255-3869 e 3255-3868
  • Posto da Câmara Legislativa do DF
    Contato: (61) 3348-8295
  • Agência Estrutural
    Setor Regional Administrativo/ AE n° 08
    Contato: (61) 3255-3808 e 3255-3809
  • Agência Gama
    AE S/N Setor Central ADM
    Contato: (61) 3255-3820 e 3255-3821
  • Agência Guará
    QE 23 AE N° 01 – Lote Único – Cave Adm. Regional Guará II
    Contato: (61) 3255-3873 e 3255-3872
  • Agência Itapoã
    AE N° 04, Quadra 878, Conjunto A, Del Lago
    Contato: (61) 3255-3857 e 32553856
    Posto do Paranoá
    Administração Regional do Paranoá
    Contato: (61) 3255-3857 e 32553856
  • Agência Planaltina
    Av. Uberdan Cardoso, Quadra 101 A/E Adm. Regional
    Contato: (61) 3255-3829 e 3255-3715
  • Agência Recanto das Emas
    Quadra 602 – Área Especial
    Contato: (61) 3255-3842 e 3255-3864
  • Agência Riacho Fundo II
    Endereço: QC 1 Conj. 05 Lt 02 (próximo da Adm. Regional)
    Contato: (61) 3255-3828 e 3255-3827
  • Agência Samambaia
    Centro Urbano Samambaia Sul
    Contato: (61) 3255-3832 e 3255-3833
  • Agência Santa Maria QCE 01, Conj. H Área Especial Galpão Cultural 09
    Contato: (61) 3255-3836 e 3255-3837
  • Agência São Sebastião
    Quadra 104 Conj. A Lt. 09 – Residencial Oeste São Sebastião
    Contato: (61) 3255-3840 e 3255-3841
  • Agência Sobradinho
    Quadra 08 Área Especial 03
    Contato: (61) 3255-3824 e 3255-3825

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GDF Presente repara estacionamento comercial em Sobradinho II

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Trabalhos antecedem retorno de atividades de salões de beleza e academias

 

Onde estacionar era a pergunta mais frequente de comerciantes e frequentadores do comércio da DF 420, em Sobradinho II, na altura do condomínio Serra Azul. Eles reclamavam do estado de conservação dos bolsões de estacionamentos da rua, que passa no meio da cidade, tem inúmeras lojas e é uma região comercial muito frequentada pelos moradores.

Nesta segunda-feira (6), porém, as equipes do Polo Norte realizaram reparos nos três bolsões de estacionamento da área comercial que são pavimentados com asfalto de má qualidade e estavam cheio de buracos.

Dono de uma barbearia na região, Josenilton Cunha, 35 anos, contou que os clientes reclamavam que não conseguiam encontrar uma vaga no comércio, o que influenciava no movimento da loja. “Até fiquei surpreso quando vi o pessoal trabalhando. A melhoria vem em boa hora, estamos nos preparando para retomar as atividades”, disse Josenilton.

Os trabalhos do polo em Sobradinho II serão finalizados nesta terça-feira (7), quando as equipes seguem para a Fercal.

Mobilidade aos moradores rurais

Nesta semana, o Polo Oeste inicia os trabalhos em Brazlândia levando uma série de benfeitorias para a cidade. Além de limpeza das ruas, recolhimento de galhos e inservíveis, a agenda de ações inclui a recuperação de estradas rurais da região. As máquinas patrolaram as vias de terra do Núcleo Rural Radiobrás, do Rodeador e da DF-435 que estavam em péssimas condições. As últimas chuvas, que foram abundantes, causaram várias erosões que dificultavam a passagem de veículos. Segundo a Administração de Brazlândia, a manutenção foi feita em uma extensão de cinco quilômetros.

Vias esburacadas

Os moradores da área urbana também são beneficiados pelo GDF Presente. As operações de tapa buracos continuam sendo feitas por todo o Distrito Federal. No Setor de Oficinas Norte foi preciso oito toneladas de massa asfáltica para deixar as vias sem buracos. Já no Gama, as equipes trabalharam nas quadras 10 do Setor Sul e 10 do Setor Oeste com dois caminhões, atendendo a uma reivindicação dos moradores. Um total de 17,5 toneladas de massa asfáltica foi usada só nas ações desta segunda-feira (6). “Enquanto o GDF Presente está na cidade estamos fazendo tapa-buracos todo dia”, ressalta a administradora, Joseane Monteiro.

Nesta terça-feira (7), os funcionários da administração, em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), vão começar a revitalização do Parque Vivencial do Gama. A pista que passa dentro do parque receberá tapa-buracos, as árvores serão podadas, a grama roçada, a pista de cooper e o campo de futebol serão iluminadas e os meios-fios pintados. Os trabalhos devem demorar 20 dias para serem concluídos.

Limpeza na Feira dos Importados

O GDF Presente fez uma grande operação de limpeza e manutenção na Feira dos Importados, no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA) nesta segunda-feira (6). Ao todo, duas caçambas de caminhão ficaram cheias de entulho, retirado dos arredores da feira. Além disso, a equipe do programa, em conjunto com a administração regional, lavou o sistema de águas pluviais do local para evitar alagamentos.

A administradora do SIA, Luana Machado, afirmou que o reforço do GDF Presente é muito importante nas ações. “A nossa equipe faz um mapeamento das localidades que apresentam mais problemas”, disse. “As obras ajudam a causar menos transtornos para a população, principalmente em épocas de chuva”.

Presidente da Feira dos Importados, Damião Leite Soares, elogia o trabalho. “Quanto a limpeza não tenho do que reclamar. Toda segunda-feira limpam os arredores da feira”, diz. Para ele, o local limpo melhora a aparência da feira, aumenta o fluxo de clientes e melhora o dia-a-dia dos feirantes.

O Polo Central Adjacente I continua o trabalho de limpeza dos arredores da Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Planalto. Dois caminhões de pneus-velhos e quatro de lixo e entulho foram retirados do local. A área de atendimento da tenda que dá apoio à UBS e atende casos suspeitos de Covid-19 foi varrida e lavada, assim como o estacionamento da UBS.

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Saúde recebe 30 respiradores do governo federal

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Os aparelhos serão distribuídos para cinco hospitais da rede pública

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal ganhou mais 30 respiradores (ventiladores pulmonares) para reforçar a estrutura dos hospitais públicos do Distrito Federal e ampliar a capacidade de atendimento da rede. O repasse foi feito nesta segunda-feira (6) pelo Ministério da Saúde e beneficiará cinco unidades hospitalares.

Os aparelhos são essenciais para o tratamento de pacientes com a Covid-19, uma vez que realizam a função que deveria ser feita pelos pulmões.

Em junho, a Secretaria de Saúde recebeu 200 respiradores do Ministério da Saúde só para atender aos casos graves de Covid-19. Os equipamentos foram distribuídos em 13 hospitais públicos e já estão ajudando pacientes acometidos pela doença.

“Novamente, o governo federal e o ministro Eduardo Pazuello reforçam a saúde pública do Distrito Federal com mais essa entrega. Essa aquisição será de extrema importância para enfrentar o pico da pandemia e garantir um atendimento de qualidade à população”, afirmou o secretário de Saúde, Francisco Araújo.

Os equipamentos entregues pelo Ministério da Saúde costumam ser divididos entre os modelos mecânico ou de transporte e emergência. Desta vez, todos os 30 ofertados são mecânicos.

A distribuição

Hospital de Base (HB) – 10

Hospital Regional de Samambaia (HRSam) – 7

Hospital Regional de Taguatinga (HRT) – 6

Hospital Regional da Asa Norte (Hran) – 6

Hospital Regional do Guará (HRGu) – 1

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Bolsonaro sonda Major Vitor Hugo para Ministério da Educação

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Apesar de criticado pelos parlamentares, Vitor Hugo se mostra na Câmara um homem de confiança do governo e cumpridor de tarefas

Major Vitor Hugo: deputado é o líder do governo na Câmara (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) entrou na lista de cotados para assumir o Ministério da Educação (MEC). O parlamentar recebeu no domingo ligação do presidente Jair Bolsonaro para sondar a possibilidade. Na segunda-feira, 6, os dois tiveram um almoço, fora da agenda, no Palácio do Planalto, em que discutiram a educação do País.

Entre os assuntos, falaram sobre educação básica e profissionalizante, temas que Bolsonaro quer atenção especial. O presidente não quer abrir mão das pautas ideológicas para o País mas tem ressaltado que essa bandeira não precisa ser algo beligerante, como era tratado pelo ex-ministro Abraham Weintraub.

Apesar de criticado pelos parlamentares, Vitor Hugo se mostra na Câmara um homem de confiança do governo e cumpridor de tarefas. Além disso, o deputado informa ter mestrado e é sempre elogiado por Bolsonaro, por ter sido o 1º colocado em sua turma na formação militar.

Major do Exército, Vitor Hugo é mestre em operações militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e é formado em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras e em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio, entre outros títulos. Bolsonaro disse a interlocutores que vai sentir a receptividade do nome de Vitor Hugo para o MEC entre os apoiadores.

Até agora, a resistência tem partido de dentro do governo. O fato de o deputado não ser general, a patente mais alta, tem gerado resistência da ala militar, que queria alguém mais velho. Vitor Hugo tem 43 anos.

O MEC está sem titular desde a saída de Weintraub, no último dia 18, após o governo ser pressionado a fazer um gesto de trégua ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-ministro chamou integrantes da Corte de “vagabundos” em reunião ministerial. Bolsonaro chegou a escolher o professor Carlos Alberto Decotelli para a pasta. O governo, porém, pediu que ele deixasse o cargo após questionamentos a seu currículo.

No domingo, o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, avisou que não vai ser ministro após convite de Bolsonaro. Conforme o jornal O Estado de S. Paulo revelou, o presidente foi pressionado pela ala ideológica do governo e por militares para não colocar Feder no comando do MEC.

Encontro

Antes do almoço com Vitor Hugo, Bolsonaro recebeu pela manhã Aristides Cimadon, reitor da Universidade do Oeste de Santa Catarina. O encontro não foi registrado na agenda oficial, mas confirmado por fontes do Planalto e pessoas ligadas ao reitor.

Cimadon também entrou na lista de cotados no último final de semana, com apoio do senador Jorginho Mello (PL-SC), mas saiu do gabinete presidencial sem garantia de que será o escolhido. Outros candidatos que já haviam sido sondados antes da nomeação de Decotelli, voltaram a ser considerados.

Entre eles, Marcus Vinícius Rodrigues, que presidiu o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) , e do reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Anderson Correia. Ele chefiou a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os dois são próximos a militares e atuaram na gestão do ex-ministro Ricardo Vélez. Também seguem cotados Sérgio Sant’Ana ex-assessor de Weintraub, e Ilona Becskeházy, secretária de Educação Básica do MEC. Ela, porém, perdeu força na ala ideológica do governo, por ter atuado na campanha presidencial de Ciro Gomes (PDT).

Há ainda o evangélico Benedito Guimarães Aguiar Neto, que foi reitor da Universidade Mackenzie e hoje é presidente da Capes.

 

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