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Filho de Mourão é promovido a assessor da presidência do BB

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Ele é servidor da instituição financeira há 18 anos e vai auxiliar em questões ligadas ao agronegócio

Antonio Hamilton Rossell Mourão (Foto/Reprodução)

O filho do vice-presidente Hamilton Mourão, Antonio Hamilton Rossell Mourão, foi promovido a assessor especial do novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, que assumiu o cargo nesta segunda-feira (7). Servidor da instituição há 18 anos, ele vai receber cerca de 30 mil reais.

A nomeação foi confirmada pelo BB, que destacou que o cargo está previsto no estatuto da instituição e é de livre provimento de seu presidente.

Rossell Mourão já atuava como assessor da diretoria de Agronegócios do banco há 11 anos e vai auxiliar Rubem Novaes nas questões vinculadas ao setor, no qual tem uma pós-graduação.

Procurado, Mourão disse que não iria se manifestar. Fonte: Portal Veja

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Brasil

Bolsonaro responde a Lula e diz que governo não é de cachaceiros

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Petista havia dito em entrevista que o Brasil é governado por ‘um bando de malucos’

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) rebateu neste sábado, 27, declaração feita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia anterior. O petista afirmou que o Brasil é governado por um “bando de malucos”.

Segundo Bolsonaro, “pelo menos não é um bando de cachaceiros” que está à frente da administração federal. Ele também criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar a entrevista que Lula concedeu a dois veículos de imprensa. O petista foi condenado no processo do tríplex do Guarujá e está preso em Curitiba há mais de um ano pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

“Pelo menos não é um bando de cachaceiros, né?”, disse Bolsonaro a jornalistas. “Olha, eu acho que o Lula, primeiro, não deveria falar. Falou besteira. Quem era o time dele? Grande (parte) está preso ou sendo processado”, declarou.

“Eu acho que foi um equívoco, um erro da Justiça ter dado o direito de dar uma entrevista. Presidiário tem que cumprir sua pena”, acrescentou.

Em entrevista aos jornais Folha de S.Paulo e El País, o ex-presidente disse que o Brasil precisa fazer uma autocrítica. “Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é esse país estar sendo governado por esse bando de malucos que governa o país. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”, disse Lula.

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Aconteceu

Deputado Daniel Donizet sobe a tribuna da Câmara e enquadra Administradora do GAMA

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O Deputado indicou uma emenda parlamentar de 1 milhão, destinado para a educação do gama. Donizet reafirmou que falta competência da administradora em executar o serviço e que não vai admitir ameaças.

Em menos de seis meses de trabalho, o deputado que faz parte da bancada da renovação no DF, tem se destacado por participar de debates polêmicos ao utilizar os microfone da CLDF.

Em fevereiro deste ano ocorreu um episódio polêmico, o suficiente para marcar Daniel Donizet como o deputado do presidente Bolsonaro na CLDF.

O primeiro choque

Foi no dia 26/2/2019, em que o deputado Chico Vigilante (PT), mais conhecido como o defensor dos corruptos, resolveu abrir a boca para chamar o presidente Bolsonaro de Presidente Capiroto e informar dados estatísticos não confiáveis. A informação do petista fez com que Donizet levantasse da cadeira e o confrontasse, veja o vídeo:

 

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Uma publicação compartilhada por Daniel Donizet (@deputadodanieldonizet) em

O desconforto com a administradora do Gama

Hoje não foi diferente, Daniel Donizet subiu a tribuna para mandar um recado direto para a Administradora do Gama e reforçou que a administradora além de limitar as ações dos parlamentares na região, vive ameaçando assessores do parlamentar.


O Governo do DF vai criar uma Agenda de Obrigações para os administradores regionais. As regras estão em elaboração pela Controladoria-Geral (CGDF). A ideia surgiu em razão de existirem milhares de leis e decretos que devem ser cumpridos pelos agentes públicos, mas que a maioria deles desconhece. Além disso, não existe nenhum documento consolidado deste tipo para a consulta. O problema é que não se vê nenhuma ação do governo para barrar as crises políticas de administrador querendo ser o futuro deputado e de deputado querendo mostrar trabalho na região que obteve o voto.

Enquanto isso, as administrações continuam com as danças das cadeiras, pouca eficiência e muita promessa a se cumprir. Não é necessário escrever uma matéria detalhando a ineficiência das administrações, basta andar nas ruas das cidades satélites, a propaganda do SOS não está convencendo a população do DF.

Vamos aguardar para ver se haverá novos Daniel Donizets, ou se a CLDF se silenciará por haver acordos políticos.

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É Destaque

Deputada Celina Leão protesta contra a aposentadoria da mulher

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Na quinta-feira (11), a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Mulher, da qual a deputada federal, Celina Leão (PP/DF), é coordenadora, fez o seu primeiro ato em apoio à ala feminina. A ação aconteceu na Câmara dos Deputados, em Brasília e reuniu cerca de 300 pessoas.

O evento foi em defesa da aposentadoria das mulheres. O projeto apresentado da reforma da previdência não atende as mulheres e principalmente as trabalhadores rurais, professores e servidoras. As medidas exigirão mais sacrifício das mulheres do que dos homens.

“Esse movimento é apartidário. Todas as leis que protegeram as mulheres estão sendo rasgadas na reforma”. Precisamos, sim, de uma reforma diferenciada. Nesse ato, não estamos falando de partidos políticos, estamos falando da mulher rural, das professoras. Um país onde não se valoriza o professor, vai se valorizar o quê? Se eles querem votar a Previdência temos que deixar claro que alguns pontos são inflexíveis. E o direito das mulheres é um deles”, afirmou a parlamentar.

Os pontos criticados:

A reforma prevê que ela subirá de 60 para 62 anos (trabalhadoras urbanas) e de 55 para 60 anos (trabalhadoras rurais). Para os homens, serão mantidas as idades mínimas atuais: 65 anos (urbano) e 60 (rural).

Outro ponto que atinge as mulheres é a mudança nas regras sobre pensões. A reforma vai diminuir os valores e dificultar o acesso às pensões por morte, além de restringir o acúmulo de benefícios. Ela também prevê endurecer as regras do BPC (Benefício de Prestação Continuada), pago aos idosos de baixa renda. Em todas as situações, as mulheres são o público majoritário e serão, por isso, mais atingidas do que os homens.

Mais um destaque é a perda do bônus de cinco anos que atualmente as nossas professoras tanto do ensino público é particular perderam com nova reforma. Não levaram em conta o intenso desgastes físicos e psicológicos pelos quais essas profissionais passam diariamente, principalmente a tripla jornada ( aulas, atividades extras-classe e afazeres domésticos).

“ É preciso, sim de uma reforma! Mas uma reforma justa para todos!”, finalizou deputada Celina Leão.

 

 

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