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‘Exército não matou ninguém’, afirma Bolsonaro sobre morte de músico no RJ

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‘O Exército é do povo. A gente não pode acusar o povo de assassino’, disse o presidente, seis dias após os 80 tiros contra o carro de Evaldo dos Santos Rosa

O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante cerimônia de inauguração do espaço Integridade da Ouvidoria da Presidência da República – 05/04/2019 (Marcos Corrêa/PR)

Depois de seis dias de silêncio, o presidente Jair Bolsonaro comentou nesta sexta-feira, 12, o fuzilamento do músico Evaldo Rosa dos Santos, de 46 anos, por militares do Exército no Rio de Janeiro. Em entrevista durante inauguração do aeroporto de Macapá, o presidente classificou o assassinato de Rosa como um “incidente”, declarou que o Exército “não matou ninguém” e que a instituição não pode ser acusada de ser “assassina”. Dez militares dispararam 80 tiros contra o carro dirigido pelo músico, que levava sua família a um chá de bebê na tarde do domingo 7.

“O Exército é do povo. A gente não pode acusar o povo de assassino. Houve um incidente. Houve uma morte. Lamentamos ser um cidadão trabalhador, honesto”, afirmou.

O veículo dirigido por Evaldo Rosa transitava por uma rua de Guadalupe, na zona norte do Rio, quando supostamente foi confundido com um automóvel em que estariam criminosos e alvejado 80 vezes. O músico morreu no local e duas pessoas ficaram feridas. O sogro, Sérgio Gonçalves de Araújo, foi baleado nas costas e no glúteo. Os disparos atingiram também um homem que tentava socorrer a família.

Dez militares foram presos em flagrante, dos quais nove tiveram as prisões convertidas em preventivas pela 1ª instância da Justiça Militar na quarta-feira 10. Nesta quinta-feira, 11, eles entraram com um pedido de liberdade no Superior Tribunal Militar (STM). O habeas corpus foi sorteado para o ministro Lúcio Mário de Barros Góes, general do Exército. O teor do pedido de liberdade não foi divulgado.

“Está sendo apurada a responsabilidade. No Exército sempre tem um responsável. Não existe essa de jogar para debaixo do tapete” afirmou Bolsonaro.

Na terça-feira, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, tinha dado a única declaração em nome da Presidência: “O presidente confia na Justiça militar, no Ministério Público militar e, a partir desse pressuposto, ele identifica e solicita até dentro da possibilidade, já que há independência de poderes, que esse caso seja o mais rapidamente elucidado”.

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Nathalia, primogênita de Fabrício Queiroz, retoma rotina nas redes sociais

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Sugada pelo escândalo que envolveu ainda a irmã e a madrasta — todas as três com a quebra de sigilo bancário requisitada —, ela submergiu por uns tempos

SEGUE O BARCO –  Nathalia no Rio: reaparição nas redes e na praia (Marcos Tristão/.)

Em 8 de janeiro deste ano, Nathalia Queiroz foi chamada ao Ministério Público do Rio de Janeiro para prestar esclarecimentos sobre o caso no qual o pai, Fabrício Queiroz, aparece como executor do esquema que movimentou ilegalmente vultosas verbas do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. Ela não compareceu. Sua ausência foi justificada pelo advogado: Nathalia estaria cuidando do pai em São Paulo, onde ele, que também não atendeu à convocação do MP, se tratava de um câncer. Sugada pelo escândalo que envolveu ainda a irmã e a madrasta — todas as três com a quebra de sigilo bancário requisitada —, a primogênita de Queiroz, que submergira por uns tempos, ressurgiu nas redes sociais e nas areias da Barra da Tijuca, na Zona Oeste carioca, onde voltou à ativa como personal trainer.

Nat, como se apresenta nas redes, já teve no portfólio globais como Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso; hoje não mais. Depois de seis meses sem dar o ar da graça na internet, retornou despejando reflexões em posts como o de 17 de abril, data de seu aniversário de 30 anos. “Me transformei em uma mulher cheia de atitudes, que encara a vida de peito aberto, sem medo de nada nem de ninguém”, escreveu. No último registro, em 9 de junho, pedia “paz” e “notícias boas”. Ela se declara solteira nos perfis. Está separada há três anos do dono da academia onde iniciou a carreira, como recepcionista. “Soube do envolvimento dela e da família no escândalo pela imprensa”, limitou-se a dizer o ex-marido Amauri Marcello, 60 anos.

 Nathalia não esclareceu como conciliava as funções atléticas com o trabalho nos gabinetes de Flávio, de 2007 a 2016, e de Jair Bolsonaro, onde oficialmente foi secretária parlamentar até outubro de 2018. Pediu à reportagem que procurasse seu advogado, Paulo Klein, que informou: “Ela já foi ao MP”. Em ambos os empregos, Nat não tinha crachá e, sob as asas de Flávio, repassava ao esquema liderado pelo pai até 99% do salário. Não me sinto à vontade para falar disso. Essa história já prejudicou muito a minha vida”, disse. E desapareceu a toda em uma moto de 50 cilindradas.

 

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Onyx diz ter ‘certeza’ que STF julgará procedentes decretos de armas

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Ministro participou de uma audiência na CCJ da Câmara para explicar propostas do governo sobre o tema

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira, 18, “ter certeza” de que o Supremo Tribunal Federal irá julgar procedentes os decretos editados presidente Jair Bolsonaro para facilitar a aquisição, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo.

“Tenho certeza que o Supremo vai reconhecer a legitimidade do presidente de regulamentar, que na regulamentação não há nenhum ato inconstitucional e vai ser validado pelo STF um ato do Poder Executivo”, disse. Onyx participou, nesta terça-feira, de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em que foi convocado para explicar os decretos sobre as armas.

Na semana que vem, o STF irá julgar cinco ações que questionam as alterações promovidas por Bolsonaro nas regras para se ter e portar armas. As ações foram movidas pelo PSB, Psol e pela Rede Sustentabilidade. O Psol acusa o decreto de usurpar competências que seriam do Congresso Nacional e alega que a flexibilização nas regras coloca em risco iminente a vida dos brasileiros e de quem vive, trabalha ou passeia no país.

Para a Rede, o decreto é um verdadeiro “libera geral”, “põe em risco a segurança de toda a sociedade e a vida das pessoas” e vai favorecer “poucos abastados que podem pagar para se armar até os dentes”.

Onyx afirmou ainda que o governo respeitou a Constituição ao editar os decretos e que está disposto a discuti-los em qualquer fórum.

(Com Estadão Conteúdo)

 

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Líder do PSL joga toalha e contabiliza derrota das armas na Câmara

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Derrota acachapante

Diante da acachapante derrota ontem no plenário do Senado, o governo já conta com novo revés do decreto das armas na Câmara.

“Perdeu o povo brasileiro aqui e vai perder lá também” – disse o líder Major Olímpio.

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