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Estudo do Brasil identifica remédio com eficácia de 94% contra coronavírus

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Medicamento de baixo custo teve resultados positivos nos exames em laboratório feitos no Brasil e agora será testado em pacientes humanos

Teste em laboratório: pesquisadores brasileiros identificaram medicamento com alta capacidade de reduzir a replicação do vírus (Lucas Landau/Reuters)

Pesquisadores brasileiros irão começar os testes em pacientes de um medicamento que, nos testes in vitro, demostrou ter 93,4% de eficácia em combater a infecção causada pelo novo coronavírus Sars-Cov-2. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 15, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC).

Segundo o Ministério, serão testados cerca de 500 pacientes em cinco hospitais militares no Rio de Janeiro, em um hospital em São Paulo e em um hospital em Brasília.

O nome do medicamento é mantido em sigilo para evitar uma corrida às farmácias. Segundo o MCTIC, se trata de um medicamento já conhecido e comercializado. Ele tem baixo custo e é encontrado amplamente em todo o território brasileiro. O medicamento também não causa efeitos colaterais graves, ao contrário de outros remédios em estudo contra o novo coronavírus, de acordo com o ministério.

“Temos boas perspectivas que os resultados dessa pesquisa possam ser positivos e assim poderemos ajudar não só o Brasil, como outros países no combate à covid-19”, disse o ministro Marcos Pontes, do MCTIC, em comunicado.

A pesquisa sobre o novo medicamento foi retratada em uma reportagem da edicão mais recente . Cientistas do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, utilizaram um método conhecido como “acoplamento molecular” (ou molecular docking) para simular em computador a interação de moléculas de medicamentos com as proteínas do novo coronavírus.

Mais de 2.000 medicamentos foram testados nesta simulação e seis remédios apresentaram resultados promissores, sendo que dois deles reduziram significativamente a replicação viral e, segundo os pesquisadores, tinham maior viabilidade comercial de serem usados no tratamento contra a covid-19.

Os medicamentos então foram testados em laboratório, para analisar como as células tratamas com o medicamento se comporta na presença do vírus. De acordo com o MCTIC, a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) deu autorização na terça-feira, 14, para o início dos testes clínicos do medicamento.

“A expectativa é que os testes clínicos que serão conduzidos por nossos parceiros na Rede Vírus MCTIC gerem dados robustos e positivos”, diz Rafael Elias, pesquisador do CNPEM que participa do estudo. “Assim como toda a sociedade, esperamos que os resultados muito promissores encontrados nas pesquisas do CNPEM, in silico e in vitro, sejam confirmados nos testes clínicos, combatendo a doença dos pacientes.”

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MPDFT: norma que institui homeschooling no DF é inconstitucional

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Na avaliação dos promotores de Justiça, o ensino domiciliar é incompatível com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

A Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), publicou, em 5 de agosto, entendimento sobre o ensino domiciliar e a Lei Distrital nº 6.759/2020. De acordo com os promotores de Justiça, a norma que institui o ensino domiciliar no Distrito Federal é inconstitucional por contrariar a Constituição Federal e a legislação aplicável ao tema. O documento revoga nota técnica anterior da Proeduc sobre a matéria.

Na avaliação dos promotores de Justiça, o ensino domiciliar é incompatível com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que estabelece, para pais e responsáveis, o dever de matricular as crianças na educação básica a partir dos 4 anos. Da mesma forma, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina a obrigatoriedade da matrícula na rede regular de ensino.

Além disso, a Lei nº 14.333/2022 insere na Lei de Diretrizes e Bases da Educação a obrigação de se observar “padrões mínimos de qualidade do ensino, definidos como a variedade e a quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem adequados à idade e às necessidades específicas de cada estudante, inclusive mediante a provisão de mobiliário, equipamentos e materiais pedagógicos apropriados.”

A Proeduc também considerou o enunciado conjunto e a nota técnica publicados pelo Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça (CNPG). De acordo com esses dois documentos, o ensino domiciliar ministrado pela família não é meio adequado para o cumprimento do dever de educação. Além disso, o texto constitucional é expresso sobre a educação infantil ao afirmar que essa etapa de ensino deve ser ofertada em creche e pré-escola.

O assunto também vem sendo debatido pelo Judiciário brasileiro. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é “necessária lei formal, aprovada pelo Congresso Nacional, para regulamentar o ensino domiciliar”. Atualmente, existe projeto de lei em tramitação sobre o tema.

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Serasa faz renegociação de dívidas com parcelamento de até 36 vezes sem juros

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Ação é em parceria com 45 empresas de diferentes setores; consumidor também pode obter descontos de até 90%; veja como fazer.

Serasa realiza ação com parcelamentos e descontos de até 90% no valor de débitos — Foto: Michel Gomes / g1Goiás

A Serasa iniciou uma nova campanha para negociação de dívidas, com parcelamento em até 36 vezes, sem juros. Ao todo, 45 empresas de diversos setores – como bancos, supermercados, lojas e telefonia – fazem parte da ação (veja quais são mais abaixo).

As negociações vão ocorrer durante todo o mês de agosto e a estimativa é fazer acordos envolvendo cerca de 80 milhões de dívidas. O consumidor também pode obter descontos de até 90% no valor total do débito.

“Quando um inadimplente renegocia o débito, a dívida sai do seu nome logo após pagar a primeira parcela, o que o auxilia a retomar crédito. A ação foi a maneira que as empresas envolvidas encontraram para conter a alta da inadimplência”, diz a gerente do Serasa Limpa Nome, Aline Maciel

Empresas que participam da ação de renegociação de dívidas

  • Claro
  • Ativos
  • Atlântico
  • Banco BMG
  • Banco Digio
  • Banco Inter
  • Banco Losango
  • Banco Neon
  • Boticário
  • Bradescard
  • Bradesco
  • Bradesco Financiamentos
  • BTG +
  • Carrefour
  • Crediativos
  • Credsystem
  • Digio
  • DmCard
  • Eudora
  • FortBrasil
  • Grupo Tracker
  • Havan
  • Hoepers
  • Intacto
  • Ipanema
  • Itapeva
  • Itaú
  • MGW Ativos
  • Money Plus
  • Multi Crédito
  • Nalin
  • Net
  • Nextel
  • Recovery
  • Renner
  • Riachuelo
  • Santander
  • Sascar
  • Sicoob
  • Sorocred
  • Uze
  • Via Varejo
  • VoxCred
  • Zema

 

De acordo com a Serasa na renegociação das dívidas não são aplicados juros sobre o acordo de parcelamento, mas a dívida negociada pode conter os juros de atraso do pagamento. O consumidor pode conferir se tem parcelas sem juros disponíveis por meio dos seguintes contatos:

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GDF: 1º debate dos candidatos

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Governador Ibaneis Rocha, na ocasião o candidato à reeleição do GDF disse que o debate é importante para a população e que é preciso tratar a chance com seriedade

Ao ser questionado sobre a participação no primeiro debate dos candidatos ao GDF nas eleições de 2022, Ibaneis Rocha (MDB) comentou que a oportunidade é muito importante, mas precisa ser tratada com mais seriedade.

Sete candidatos participaram do evento na TV Band na noite do último domingo (7/8). No debate, os postulantes ao Buriti apresentaram propostas e questionaram os adversários. Ibaneis falou sobre o assunto em reunião com empresários do Grupo Oliveira.

“No primeiro a gente via muita gente querendo se colocar como um real opositor e deixando de debater as propostas com a seriedade que merece o Distrito Federal. A gente espera que a coisa melhore”, concluiu.

Ele ainda ressaltou a relevância da oportunidade e disse ser uma chance de mostrar tudo o que a sua gestão fez nos últimos anos.

“É importante para a população entender quem são as pessoas. No nosso caso é uma oportunidade de mostrar tudo o que nós fizemos. Muitas vezes a pessoa mora em determinada região e não tem conhecimento do que está acontecendo no todo”, pontuou o atual chefe do Palácio do Buriti.

O governador reuniu-se com empresários e funcionários do grupo Oliveira, responsável pelo gerenciamento de diversas marcas no Distrito Federal, para um café da manhã nas primeiras horas desta terça (9).

Ao lado da candidata ao Senado na chapa majoritária do emedebista, Flávia Arruda (PL), Ibaneis ouviu as demandas do setor e discursou aos colaboradores.

“Não é segredo para ninguém o tanto que sofremos durante a pandemia, muita redução de equipes e o grupo Oliveira não demitiu quase ninguém. A retomada tem sido importante e isso mostra que as pessoas estão acreditando na cidade, na contratação de pessoas e na expansão dos negócios”, comentou o chefe do Palácio do Buriti.

Na oportunidade, o chefe do Buriti destacou também que tem feito a política da paz no Distrito Federal e falou sobre as obras em andamento na cidade. “Pouquíssimas vezes você me viu falando mal de alguém. Eu não olho pelo retrovisor. Não falo mal dos governos que passaram. Encarei a luta e as dificuldades. Para quem mora em qualquer região dessa cidade tem um serviço prestado.”

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GDF vai oferecer R$ 370 milhões para comprar o Centrad

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Inaugurado às pressas em 2014, o Centrad nunca foi utilizado pelo governo. Atual gestão elabora um plano de ocupação

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai oferecer até R$ 370 milhões à Caixa e ao Santander para quitar o financiamento referente à construção do Centrad. Esse é o valor do empreendimento, segundo avaliação da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap).

Idealizado como um novo centro administrativo para abrigar órgãos do GDF, o Centrad foi erguido em um terreno público pelas empresas Odebrecht e Via Engenharia, por meio de financiamento com os bancos. Inaugurados às pressas no fim do governo de Agnelo Queiroz, em 2014, os prédios nunca tiveram utilidade.

Em maio de 2022, o governador Ibaneis Rocha (MDB) formalizou a anulação do contrato de Parceria Público-Privada (PPP) com o consórcio. Orçada em R$ 660 milhões, a obra executada pela Via Engenharia e a Odebrecht custou cerca de R$ 1 bilhão.

O Centrad jamais chegou a funcionar por apresentar uma série de irregularidades apontadas pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas locais – o que só se agravou após a delação premiada do alto escalão da Odebrecht na Lava Jato.

Após o fim do contrato com as construtoras, o GDF prevê pagar pelo prédio, mas diretamente para os bancos que fizeram o financiamento. A oferta de R$ 370 milhões será feita em reunião marcada para esta quarta-feira (10/8).

Obras

O assessor especial do gabinete do governador, Marcelo Galvão, disse à coluna que o GDF não dará dinheiro às empresas. O imóvel, hoje, já está sob a gestão do governo local.

“Estamos fazendo um plano de ocupação e vendo quais são as atividades mais vocacionadas para o local e para o imóvel, que é importante. Estamos dependendo de alguns detalhes que são relevantes, como a finalização de 5% da obra e resolução da questão viária, com construção de um viaduto bem em frente ao Centrad”, afirmou Galvão.

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CLDF homenageia empreendedores do Distrito Federal, nesta terça (9)

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A solenidade destacará o papel dos empreendedores para a economia do DF

Nesta terça-feira (9/8), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) vai realizar uma sessão solene para homenagear empreendedores e empreendedoras do Distrito Federal e Entorno. A celebração, proposta pelo deputado Reginaldo Sardinha (PL), tem início previsto para 19h, no Plenário da Casa.

A sessão solene tem como objetivo “comemorar e reconhecer o importante papel desempenhado pelos empreendedores do Distrito Federal e Entorno para a economia da Capital”, conforme apontado pelo parlamentar. Entre as questões a serem abordadas, está o empreendimento durante a pandemia.

 O evento será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da TV Câmara Distrital.

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Primeiro debate ao governo do DF reúne sete candidatos

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Concorrentes responderam a perguntas feitas por adversários e jornalistas, neste domingo (7).

Candidatos ao governo do DF em debate — Foto: Afonso Ferreira/TV Globo

Sete candidatos ao governo do Distrito Federal participaram, na noite deste domingo (7), do primeiro debate da disputa eleitoral, realizado pela TV Bandeirantes.

Estiveram presentes nos estúdios da emissora o governador Ibaneis Rocha (MDB), o senador Izalci Lucas (PSDB), a senadora Leila Barros (PDT), o ex-secretário de Educação Rafael Parente (PSB), o deputado distrital Leandro Grass (PV), a conselheira tutelar Keka Bagno (PSOL) e o ex-governador Paulo Octávio (PSD).

O debate foi dividido em cinco blocos:

  • Primeiro bloco: candidatos responderam a perguntas escolhidas pela produção do debate.
  • Segundo bloco: candidatos fizeram perguntas entre si.
  • Terceiro bloco: jornalistas fizeram perguntas e escolheram quem responderia e quem comentaria a resposta.
  • Quarto bloco: candidatos fizeram perguntas entre si.
  • Quinto bloco: considerações finais de cada candidato.

No primeiro bloco, cada candidato teve um minuto e meio para responder a uma pergunta escolhida pela produção do debate. Os temas discutidos foram saúde pública e desigualdade entre escolas públicas e privadas.

No segundo bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si sobre assistência social, filas nos Centros de Assistência Social (Cras), segurança pública, desemprego, inadimplência e transporte público.

Já nos terceiro e quarto blocos, o debate tratou de temas como investimentos no Entorno do DF, educação, pandemia de Covid-19 e privatizações.

Considerações finais

Ao final, cada um teve oportunidade de fazer as considerações finais. A ordem de fala foi definida a partir de um sorteio.

Leandro Grass afirmou que, como deputado distrital, fez aquilo que a população esperava dele. Segundo o candidato, o programa de governo é composto por “propostas reais para os verdadeiros problemas que essa cidade enfrenta” e que, caso eleito, seu objetivo é “recuperar os empregos, reduzir as desigualdades, combater a fome que tomou conta da capital do país”.

Keka Bagno declarou que pretende priorizar trabalho, renda, saúde, educação e direitos da população LGBTQIA+. “Acreditamos que poderemos sair do mapa da fome. Queremos que crianças e adolescentes não estejam sofrendo com adoecimento de saúde mental, que as mulheres estejam em segurança e não sejam vítimas de violência doméstica e feminicídio”, disse a candidata.

Ibaneis Rocha defendeu o seu mandato como governador do DF e afirmou que avançou em diversas pautas citadas na campanha anterior. “Tínhamos delegacias fechadas, não existiam obras nas ruas, não tínhamos desenvolvimento social. Temos a certeza de que fizemos um governo que merece do eleitor a confiança. Merece pela força de trabalho que imprimimos nesses três anos e oito meses.”

Izalci Lucas disse que seu governo irá oferecer “saúde de verdade; emprego para todos, em especial para os jovens; transporte digno; oportunidades para todos. Vamos trabalhar durante todo o governo 24 horas [por dia], cuidando das pessoas, principalmente daquelas que mais precisam e foram esquecidas neste governo”.

Paulo Octávio afirmou que vai apresentar 50 metas para a gestão, entre elas a criação de 10 mil vagas de emprego, no final de janeiro do ano que vem. “Eu quero acabar com o analfabetismo em Brasília. O presente de fim de ano vai ser zerar [o índice]. Quero doar um projeto de hospital para Valparaíso, para que a população de lá não tenha que vir a Brasília usar nossos hospitais”, disse o candidato.

Leila Barros defendeu a atuação como senadora pelo Distrito Federal. “Nesses quatro anos no Senado, meu mandato foi um dos mais eficientes, com 15 leis que impactaram de forma decisiva, seja na saúde, na educação, para mulher, assistência social.” Barros afirmou que enviou mais de R$ 115 milhões ao DF em emendas parlamentares, algumas realizadas e outras não.

Rafael Parente apontou a educação como ponto importante para mudar a realidade da capital. “Acredito que só com educação a gente consegue acabar com a reprodução da miséria. Depois aprendi que as grandes transformações são feitas pelos governos. Precisamos das decisões dos governantes para fazermos um trabalho sério”, disse o candidato.

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