Érika Leal era uma jornalista que deixou sua marca não só com reportagens, mas também com sua maneira gentil de ser. Ela faleceu aos 47 anos em Brasília, deixando saudades e lembranças para colegas, amigos e familiares. Sua vida foi dedicada ao jornalismo, mas seu legado maior foi o de humanidade, generosidade e amor pela profissão.
Érika trabalhava na Record Brasília desde 2019 e estava internada há cerca de dois meses em coma, depois de um acidente em casa. Durante sua carreira, ela mostrou compromisso com a informação e tratava as pessoas com delicadeza. Atuou em vários temas, como política, economia, cultura e entretenimento, sempre com dedicação e paixão.
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Érika também era mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Fluente em inglês, trabalhou na televisão, rádio, internet, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Além disso, apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça.
Um sorriso marcante
Jessica Nascimento, colega que conheceu Érika na Band e reencontrou na Record Brasília, lembra seu sorriso grande e seu bom humor. Mesmo enfrentando uma rotina intensa e horários difíceis, Érika estava sempre sorrindo e encarava seu trabalho como uma paixão, aprendendo com cada pauta, mesmo as mais difíceis.
O papel mais importante: mãe
Além do jornalismo, Érika era muito dedicada às suas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17 anos. Ela falava muito delas e era uma mãe muito presente e amorosa. Também era conhecida por ajudar colegas, compartilhar conhecimento e tornar o ambiente de trabalho mais leve e acolhedor.
Jessica ressalta que Érika se destacava pelo compromisso com causas sociais, especialmente na luta contra o racismo, defendendo essa pauta com sensibilidade e firmeza.
Um legado que não se apaga
A morte de Érika Leal deixa tristeza, mas também uma lembrança da verdadeira essência do jornalismo: informar com sensibilidade, ouvir e respeitar cada história. Sua trajetória é exemplo de profissionalismo e humanidade, um legado que continuará presente na memória da imprensa do Distrito Federal.
