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segunda-feira, 20/07/2026

Érika Leal: Jornalismo com missão e gentileza

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Em Brasília

Érika Leal era uma jornalista que deixou sua marca não só com reportagens, mas também com sua maneira gentil de ser. Ela faleceu aos 47 anos em Brasília, deixando saudades e lembranças para colegas, amigos e familiares. Sua vida foi dedicada ao jornalismo, mas seu legado maior foi o de humanidade, generosidade e amor pela profissão.

Érika trabalhava na Record Brasília desde 2019 e estava internada há cerca de dois meses em coma, depois de um acidente em casa. Durante sua carreira, ela mostrou compromisso com a informação e tratava as pessoas com delicadeza. Atuou em vários temas, como política, economia, cultura e entretenimento, sempre com dedicação e paixão.

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Érika também era mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Fluente em inglês, trabalhou na televisão, rádio, internet, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Além disso, apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça.

Um sorriso marcante

Jessica Nascimento, colega que conheceu Érika na Band e reencontrou na Record Brasília, lembra seu sorriso grande e seu bom humor. Mesmo enfrentando uma rotina intensa e horários difíceis, Érika estava sempre sorrindo e encarava seu trabalho como uma paixão, aprendendo com cada pauta, mesmo as mais difíceis.

O papel mais importante: mãe

Além do jornalismo, Érika era muito dedicada às suas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17 anos. Ela falava muito delas e era uma mãe muito presente e amorosa. Também era conhecida por ajudar colegas, compartilhar conhecimento e tornar o ambiente de trabalho mais leve e acolhedor.

Jessica ressalta que Érika se destacava pelo compromisso com causas sociais, especialmente na luta contra o racismo, defendendo essa pauta com sensibilidade e firmeza.

Um legado que não se apaga

A morte de Érika Leal deixa tristeza, mas também uma lembrança da verdadeira essência do jornalismo: informar com sensibilidade, ouvir e respeitar cada história. Sua trajetória é exemplo de profissionalismo e humanidade, um legado que continuará presente na memória da imprensa do Distrito Federal.

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