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Economia

Eletrobras apresenta lucro de R$ 5,5 bilhões no segundo trimestre de 2019

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O resultado é 350% superior ao lucro de R$ 1,3 bilhão do mesmo período de 2018. O dado positivo ocorre após privatização da Amazonas Energia, que tinha patrimônio líquido negativo

(foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)

A estatal de energia elétrica Eletrobras apresentou lucro líquido de R$ 5,5 bilhões no segundo trimestre de 2019, divulgou a companhia no início da madrugada desta terça-feira (13/8). O resultado é 305% superior ao lucro de R$ 1,3 bilhão obtido no mesmo período de 2018.
O desempenho é composto por operações continuadas de R$ 301 milhões e pelo lucro líquido de R$ 5,2 bilhões, referente à privatização da distribuidora Amazonas Energia, com reversão do patrimônio líquido negativo da ex-subsidiária.
A receita operacional líquida apresentou crescimento de 12%, passando de R$ 5,9 bilhões no segundo trimestre de 2018 para R$ 6,6 bilhões no segundo trimestre 2019, com destaque para a agregação de receita da Eletrobras Amazonas Geração e Transmissão (GT) de R$ 727 milhões e também relativa às concessões renovadas de cerca de R$ 250 milhões.
O Ebitda (“Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) recorrente da companhia cresceu 8%, passando de R$ 2,8 bilhões no segundo trimestre de 2018 para R$ 3,1 bilhões no segundo trimestre de 2019.

Resultado semestral

No primeiro semestre de 2019, a Eletrobras apresentou lucro líquido de R$ 6,9 bilhões, o que representa um aumento de 272% em relação ao lucro líquido de R$ 1,8 bilhão obtido no primeiro semestre de 2018.
A receita operacional líquida apresentou crescimento de 9,2%, passando de R$ 11,9 bilhões no nos seis primeiros meses de 2018 para R$ 13,09 bilhões no primeiro semestre de 2019, com destaque para a entrada em operação da Usina Termelétrica Mauá 3 da Eletrobras Amazonas GT. Excluindo os efeitos não recorrentes, o Ebitda se manteve em linha no acumulado, passando de R$ 6,1 bilhões no primeiro semestre 2018 para R$ 6,03 bilhões no primeiro semestre 2019.
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Economia

Bolsa avança e recupera 100 mil pontos com exterior benigno

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Às 10:18, o Ibovespa subia 0,98%, a 100.031,85 pontos

B3: bolsa paulista mostrava ganhos nesta sexta-feira (Amanda Perobelli/Reuters)

São Paulo — A bolsa paulista mostrava ganhos nos primeiros negócios desta sexta-feira, embalada pela melhora nos mercados no exterior, com as ações da JBS e da BRF entre as maiores altas do Ibovespa, que recuperava os 100 mil pontos.

 

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Economia

“Sim” à reforma tributária mostra que Câmara está madura, diz autor da PEC

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Texto que muda regras dos tributos foi aprovado na CCJ da Câmara

Baleia Rossi: Rossi afirmou ainda que o parlamento e o Executivo têm “que ter a capacidade de não brigar por protagonismo” (Luis Macedo/Agência Câmara)

O deputado Baleia Rossi, autor da reforma tributária que está na Câmara dos Deputados, disse nesta sexta-feira, 16, acreditar que a Casa está madura para discutir o tema.

Ele citou a aprovação rápida da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 45, na Comissão de Constituição e Justiça, com baixa resistência. “Todos os partidos apoiaram a PEC na CCJ, com exceção do PSOL. Tivemos apoio de partidos de esquerda, centro e direita. Isso demonstra que Câmara está madura”, disse durante evento do Lide, em São Paulo.

Rossi afirmou ainda que o parlamento e o Executivo têm “que ter a capacidade de não brigar por protagonismo”.

Hoje, além da PEC 45, há ainda uma proposta no Senado, um texto sendo elaborado pelo governo e outro com o apoio de empresários do Instituto Brasil 200. “Queremos resultado na aprovação de uma reforma tributária”, disse.

Idealizador da PEC 45, o tributarista Bernard Appy destacou no mesmo evento que, com exceção da proposta do Instituto Brasil 200, que é um modelo completamente diferente, todas as outras que estão hoje na mesa apontam na mesma direção, do estabelecimento de um imposto único sobre valor agregado, conhecido como IVA.

Rossi afirmou ainda que conversou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e que este teria feito elogios à PEC 45. A crítica do governo é que será difícil aprovar uma reforma que inclua também estados e municípios. “Mas essa é uma discussão política que precisamos enfrentar”, disse.

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Economia

BC: economia opera abaixo da capacidade em todas as regiões do país

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Comentários constam no Boletim Regional, publicado nesta sexta pela instituição na internet

O Banco Central avaliou nesta sexta-feira, 16, por meio do Boletim Regional, que “a evolução dos indicadores de atividade sugere possibilidade de retomada do processo de recuperação da economia.”. De acordo com o BC, “regionalmente, observou-se, na margem, maior convergência nas trajetórias de indicadores de atividade no curto prazo, refletindo processo generalizado de acomodação”.

Também segundo o relatório, a economia está operando com alto nível de ociosidade dos fatores de produção, como máquinas e mão de obra, em todas as regiões do país e com inflação em níveis confortáveis.

Os comentários constam no Boletim Regional, publicado nesta sexta pela instituição na internet. No documento, o BC analisa a atividade nas regiões com base em dados até maio deste ano.

Na última segunda-feira, 12, o BC divulgou seu Índice de Atividade (IBC-Br) referente a todo o País, em junho de 2019, que indicou alta de 0,30% ante abril, na série com ajuste sazonal. Em relação a maio de 2018, houve queda de 1,75% pela série sem ajuste.

Segundo a publicação, “o nível da atividade econômica no Norte recuou no trimestre encerrado em maio, interrompendo o crescimento observado nos dois trimestres anteriores, reflexo do fraco desempenho da indústria extrativa no Pará, parcialmente compensado pelo comércio regional e pela produção do Polo Industrial de Manaus”.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central – Região Norte (IBCR-N) caiu 0,3% no período, em relação ao trimestre encerrado em fevereiro (1%), de acordo com dados dessazonalizados, ou seja, foram excluídos os efeitos de variações típicas de cada período.

No Nordeste, diz o BC, a atividade econômica continua a evidenciar acomodação do ritmo de crescimento. De acordo com o BC, o cenário recente é resultado da “combinação de elevação no volume de serviços prestados e, principalmente, nas vendas do comércio, com a retração da produção fabril”.

“O desempenho mais fraco da economia repercutiu sobre o mercado de trabalho, sendo a única região a apresentar eliminação de postos de trabalhos formais”, diz o boletim. O IBCR-NE variou -0,1% no trimestre encerrado em maio, considerados dados com ajuste sazonal.

Segundo o BC, a atividade econômica no Centro-Oeste registrou recuo no trimestre encerrado em maio, após cinco trimestres consecutivos de elevação, impactada, em especial, pela contração nos setores industriais, com destaque para segmentos da transformação e de energia e saneamento.

“A perspectiva de desempenho positivo nas safras de inverno tende a favorecer a retomada do crescimento na região, principalmente pelos desdobramentos na indústria de alimentos e no setor de transportes”, diz o boletim. Adicionalmente, acrescenta o BC, o mercado de trabalho mostrou sinais positivos bem como o crédito às famílias, o que favorece o crescimento da economia. O IBCR-CO decresceu 0,5% no trimestre até maio, em comparação ao finalizado em fevereiro, na série isenta de sazonalidade.

A economia da região Sudeste manteve trajetória de recuperação gradual, evidenciada por aumentos consecutivos do índice de atividade econômica do Banco Central, desde dezembro, na avaliação trimestral. Nos últimos meses, entretanto, alguns dos principais parâmetros de atividade sugerem arrefecimento do ritmo de recuperação, notadamente a produção industrial – impactada principalmente pela atividade extrativa –, e o volume de serviços.

O IBCR-SE variou 0,1% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, quando crescera 0,7% na mesma base de comparação, considerados dados dessazonalizados.

De acordo com o BC, a evolução dos principais indicadores econômicos da região Sul reforça o processo de acomodação da atividade no primeiro semestre do ano, em linha com a trajetória observada no país. “No entanto, em horizonte mais longo, a região apresenta crescimento mais intenso do que a média nacional. A indústria desempenha papel fundamental nesse processo, com maior disseminação da recuperação entre as atividades, embora permaneça a elevada ociosidade da capacidade instalada”.

No mercado de trabalho, por um lado, acrescenta o BC, o emprego com carteira assinada dá sinais de arrefecimento no ritmo de expansão, por outro, o recuo da taxa de desocupação e a expansão da massa de rendimentos sugerem a ampliação da demanda nos próximos trimestres, que deverá ser ampliada pela liberação de recursos das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O IBCR-S variou 0,2% no trimestre encerrado em maio, na comparação com o finalizado em fevereiro.

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