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Durante isolamento social, Senac-DF oferece cursos a distância de graça; confira ofertas

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São 20 cursos diferentes e certificados valem para todo país. Entre as áreas estão: educação, gestão, saúde, logística e alimentos.

Jovem usa computador, em imagem de arquivo — Foto: Reprodução/EPTV

Com a necessidade do isolamento social, para impedir a propagação do novo coronavírus, o Senac do Distrito Federal abriu, nesta quarta-feira (25), as inscrições para 20 cursos a distância. Entre as áreas de formação, educação, gestão, alimentos, empreendedorismo e saúde (veja lista abaixo).

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site do Senac. Os certificados têm validade em todo país.

Cursos disponíveis

Estudante faz cursos online no Espírito Santo, em imagem de arquivo — Foto: Divulgação/ Secti

Estudante faz cursos online no Espírito Santo, em imagem de arquivo — Foto: Divulgação/ Secti

  1. Docência e mediação pedagógica online
  2. Elaboração de materiais didáticos com recursos tecnológicos
  3. Produção de Conteúdos para EAD
  4. Estratégias de Negociação Internacional
  5. Gestão das Potencialidades Humanas e Avaliação de Desempenho
  6. Logística Internacional e Operações Globais
  7. Primeiros Passos para Empreender
  8. Planejamento Estratégico Orientado ao Setor Público
  9. Supply Chain Management
  10. Envelhecimento Cerebral e Saúde Mental na Velhice
  11. Administração do Tempo
  12. Aproveitamento Integral de Alimentos
  13. Congelamento de Alimentos
  14. Desenvolvimento de Equipe
  15. Estilo e Imagem Pessoal
  16. Finanças Pessoais – planejamento e controle
  17. Fundamentos para o Relacionamento Interpessoal
  18. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais
  19. Líder Coach
  20. Planejamento e Organização de Eventos Sociais
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Setor de serviços pode ter até 11 mil demissões na capital federal

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Enquanto a ajuda prometida pelo governo não chega à economia real, os trabalhadores das micro e pequenas empresas já sentem o impacto da recessão econômica

(foto: Cícero/CB/D.A Press)

O setor de serviços já sente os impactos da crise econômica causada pelo novo coronavírus no Distrito Federal. Segundo informações do Sindicato Patronal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), desde o início da quarentena foram dispensados mais de 3 mil empregados, incluindo aqueles que estavam em contrato de experiência. A estimativa é de que as dispensas se intensifiquem, chegando a aproximadamente 11 mil demissões até 5 de abril, data prevista para o término da paralisação, que pode ser prorrogada.

Enquanto a ajuda prometida pelo governo não chega à economia real, os trabalhadores das micro e pequenas empresas já sentem o impacto da recessão econômica. “Precisamos de alento, perceber que o governo local está preocupado. Até o momento, tivemos decisões em nível federal, do fundo de garantia. Já nos antecipamos na nossa convenção coletiva de trabalho, assinada em conjunto com o sindicato dos empregados. Previmos a antecipação das férias, possibilidade de colocar em férias sem a necessidade de aviso prévio, parcelamento”, disse o presidente do Sindhobar, Jael Antônio da Silva.

Os empresários cobram uma medida provisória e consideram que os recursos anunciados não são suficientes para impedir o segmento de afundar. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Beto Pinheiro, se o quadro se estender até o final de abril, cerca de 50% dos 110 mil empregos diretos podem ser dizimados. “Estamos pleiteando junto ao GDF uma moratória para o adiamento de impostos, pedindo de quatro a seis meses para quitar essas obrigações até que os empregos e a economia voltem a girar.  Seria um caos social essa quantidade de desempregados. Mesmo se não ajudarem, essa conta chegará para o governo de qualquer jeito, seja com seguro desemprego ou saques do FGTS”, afirmou.

Crédito de R$ 1 bi
O Banco de Brasília (BRB) anunciou a liberação de até R$ 1 bilhão em crédito orientado para empresas, de todos os portes, afetadas pelos impactos econômicos do coronavírus. Para o sindicato, a medida não é suficiente, já que 90% são micro e pequenas empresas, grande parte concentrada nas regiões administrativas, e não teriam condições de assumir o compromisso. “Essa medida já é um feito, mas precisamos saber também a capacidade desse pequeno empresário em pegar esse dinheiro, se estão negativados, se todos estão bem comprometidos. Estamos buscando empréstimo subsidiado a custo zero, não adianta só suspender a questão da oratória, mas como sobreviver sem receber nada, precisamos de um empréstimo para que volte a normalidade”, afirmou o presidente do Sindhobar.

Mesmo considerando o isolamento importante, os empresários temem a catástrofe em cadeia. “Acredito que o GDF acertou em antecipar [medidas de prevenção] e temos a expectativa de que, após o prazo do fim do decreto da quarentena, o comércio seja liberado a funcionar aos poucos. O setor não tem condições de manter essas despesas como aluguel, imposto, e até mesmo o próprio salário dos empregados, sem estar funcionando. Já trabalhamos com uma margem muito apertada, vendendo com recebíveis e girando para o pagamento. Um mês parado é um desastre”, pontuou o presidente da Abrasel.

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Covid-19: Distrito Federal tem nove casos de transmissão comunitária

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Levantamento da Secretaria de Saúde mostra que a forma de contágio pelo novo coronavírus no Distrito Federal evoluiu de local e importada para comunitária. A pasta ainda informa que a maioria dos casos está no Plano Piloto e no Lago Sul

(foto: AFP)

O Distrito Federal tem nove pessoas infectadas pelo novo coronavírus que não sabem dizer onde contraíram a doença. Levantamento da Secretaria de Saúde mostra que a forma de contágio evoluiu de importada e local para comunitária. Até então, a maioria dos diagnósticos era de pacientes que voltaram de viagens internacionais ou que entraram em contato com esses viajantes. Após 21 dias do primeiro caso, a capital contabiliza, oficialmente, 203 notificações confirmadas da Covid-19, no entanto, informações do gabinete de crise do Governo do Distrito Federal (GDF) indicam que são 206 casos da doença.

Do total de contaminados, 47, a maioria, mora no Plano Piloto, segundo balanço da Secretaria de Saúde que avaliou o quadro da doença na quarta-feira. Em segundo lugar, vem o Lago Sul, com 34 registros da doença. Uma moradora dessa região administrativa, uma mulher de 52 anos, foi a primeira pessoa no DF a testar positivo para a Covid-19, em 5 de março. Desde então, ela segue internada na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e está em estado gravíssimo.

Apesar de o Lago Sul estar em segundo lugar no ranking, a região administrativa é proporcionalmente a primeira colocada. A incidência da doença é de 112,14 por 100 mil habitantes. Em seguida, vem o Sudoeste que, com 17 pacientes diagnosticados, registra incidência de 30,76 por 100 mil habitantes. Em terceiro lugar, fica o Plano Piloto, que o valor da incidência por 100 mil habitantes é de 20,41.

Em algumas regiões administrativas, ainda não há presença do coronavírus. Recanto das Emas, Varjão do Torto, Candangolândia, Riacho Fundo II, Estrutural, Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), Fercal, Santa Maria, Itapoã e Brazlândia não têm casos confirmados da doença. Além disso, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, Sobradinho II, Paranoá, São Sebastião e Ceilândia têm apenas um caso cada de coronavírus.

(foto: -)

Infectados
Dados divulgados ontem pela Secretaria de Saúde mostram que dos 203 casos confirmados de coronavírus no Distrito Federal, 12 estão em internação hospitalar, sendo seis graves e seis críticos. Os demais são consideradas infecções leves ou estão em investigação, mas não exigem que o paciente fique em unidades de saúde. Conforme informações do gabinete de crise do GDF há 206 pessoas com a Covid-19 no DF, sendo  121 homens e 85 mulheres.

O levantamento da pasta também considerou a faixa etária dos infectados. A maior incidência da doença acontece em pessoas entre 31 e 40 anos, totalizando 58 casos. Em seguida, com 55 diagnósticos, vem o grupo de 41 a 50 anos. A taxa de infecção é menor em crianças e adolescentes entre 11 e 20 anos, que representam sete notificações da Covid-19.

(foto: -)

Quarentena
Especialistas alertam: com a transmissão comunitária, a velocidade de contágio é muito maior. Luciano Lourenço, clínico médico e coordenador do pronto-socorro do Hospital Santa Lúcia explica que o fator de infecção do coronavírus é de 2,5, o que quer dizer que, em média, cada paciente com a doença pode transmiti-la a mais 2,5 pessoas. “O H1N1, por exemplo, responsável pela pandemia de 2009 conhecida como gripe suína tem esse índice em 1,5”, comenta Luciano.

Agora, mais do que antes, o isolamento se mostra importante. “Tudo o que está sendo recomendado é para evitar a disseminação de um número muito grande de pessoas infectadas em um curto intervalo de tempo. Aqui no Brasil, nós temos a oportunidade de aprender com os erros e acertos de outros países”, ressalta. “A China, inclusive já está publicando estudos para orientar o mundo inteiro”, destaca. Ele lembra que a taxa geral de letalidade está subindo. Antes esperada em 2,5%, hoje está entre 3,5% e 4%. Para idosos, pode chegar a 15%.

Na análise do médico, o fato de, no DF, grande parte dos infectados residir em regiões como Plano Piloto e Lago sul, está diretamente associada ao poder aquisitivo dos moradores. “A maioria desses casos chega importado por pessoas que tiveram viagens recentes a regiões endêmicas. Mas, sem dúvida, o vírus vai se alastrar e quem trabalha para esses pacientes e moram em outras cidades vão levar a doença. Esse é o motivo do isolamento: evitar que a contaminação aconteça em velocidade desproporcional”, alerta Luciano.

Para o especialista em doenças infecciosas e médico do Hospital de Base e das Forças Armadas (HFA), Hemerson Luz, a transmissão comunitária era esperada pelos profissionais da saúde. “Essa variação de números não significa que a situação esteja fora de controle. Em algum momento, o tipo de transmissão mudaria. Por isso, é importante manter os cuidados de higiene, principalmente no transporte público e com objetos compartilhados”, frisa.

De acordo com o estudioso, a quantidade de casos confirmados no DF está abaixo das curvas matemáticas esperadas pelos especialistas. “Geralmente, o que acontece é um crescimento exponencial. O estimado era de que a cada três dias o número de casos dobrasse. Então, estamos dentro do previsto”, analisa. Hemerson ainda reforçou que a discussão sobre os cuidados pessoais são necessárias para impedir que os números aumentem.

Sobre a maior incidência de infecção em homens, o infectologista acredita que seja algo relacionado ao comportamento. “A dengue, por exemplo, atinge mais mulheres. O Aedes aegypti é domiciliar e, como, geralmente, há mais mulheres dentro de casa durante o dia, elas ficam mais expostas. No caso do coronavírus, pode haver falta de cuidado por parte do homem”, avalia. Hemerson esclarece que a taxa de infecção é maior na faixa etária dos 31 aos 50 anos porque é um público que está em atividade comercial e social. “A ideia do isolamento é exatamente pegar essas pessoas mais ativas e bloqueá-las”, completa.

Insumos e contratações
Tendo em vista o aumento de casos do coronavírus, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES-DF) divulgou a abertura de seleções para contratações de profissionais de saúde. Médicos do trabalho, infectologistas, imunologistas, pneumologistas, psiquiatras, clínicos gerais, psicólogos e fisioterapeutas serão convocados para trabalhar durante seis meses.

De acordo com o informe do instituto, a seleção “será feita com base em análise curricular e servirá para atender as demandas de urgência e emergência da população na rede de saúde pública no combate ao novo coronavírus”. Os salários variam entre R$ 3.783,93, para psicólogos, e R$ 14.330,40, para médicos intensivistas.

A Secretaria de Saúde também divulgou que abriu dispensa de licitação para compra emergencial de equipamentos de proteção individual (EPIs). A medida publicada em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), na noite de quarta-feira, tem como objetivo facilitar o combate à disseminação da Covid-19 no DF. A pasta pretende adquirir macacões para pulverização, sapatilhas, luvas, avental, capotes e máscaras para o abastecimento pelos próximos seis meses.

Aniversário adiado
O GDF confirmou, na noite de ontem, a suspensão das festividades programadas para o 60° aniversário de Brasília, em virtude da pandemia do coronavírus. A decisão foi tomada diante da previsão de pico da doença no período e da impossibilidade de planejamento dos eventos. A festa ainda não tem nova data definida.

Transmissões
Há três tipos de transmissões pelo novo coronavírus:

» Importada: acontece quando um viajante retorna ao país e percebe-se que ele contraiu a doença durante uma viagem.

» Local: quando uma pessoa tem contato com algum infectado e contrai a doença na mesma cidade, sem viajar. Por exemplo, uma pessoa que apresentou a enfermidade após entrar em contato com algum diagnosticado.

» Comunitária: é quando os órgãos de saúde e o paciente não conseguem identificar a origem da infecção.

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Escolas poderão oferecer ensino à distância para continuar o ano letivo

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Com a possibilidade de prorrogar o prazo da suspensão de aulas, governo local determinou que as escolas ofereçam a modalidade de ensino a distância aos alunos. Com 191 casos confirmados da Covid-19, GDF vai alugar 20 leitos de UTI

Desde 16 de março, escolas públicas e privadas do DF estão com as portas fechadas devido à pandemia do coronavírus. Previsão é de que as instituições voltem às atividade em 6 de abril
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

À medida que cresce o número de casos confirmados de pacientes com coronavírus no Distrito Federal, aumentam também as incertezas a respeito da volta à normalidade e à rotina. Com as portas fechadas desde 16 de março, as escolas do Distrito Federal se preparam para voltar às aulas por meio do ensino a distância (EaD). A medida vale caso o prazo para o fim da suspensão (previsto para 4 de abril) se estenda.

Neste cenário, a partir de 6 de abril, alunos das redes pública e privada de ensino devem dar continuidade ao ano letivo. No caso das escolas públicas, a decisão vale, a priori, apenas para os 80 mil estudantes do Ensino Médio. O cronograma passa depois aos anos finais do Ensino Fundamental, e, por último, aos anos iniciais. No entanto, ainda não há data para o início dessas etapas.

Segundo a Secretaria de Educação, os jovens terão acesso ao conteúdo pela plataforma on-line Moodle. Para tanto, é necessário usar um computador ou smartphone com Internet. Para acessar as aulas, que terão vídeos e conteúdos interativos, é preciso login e senha. O órgão está treinando professores e coordenadores para a utilização pedagógica da ferramenta. Primeiramente, quatro mil professores do Ensino Médio farão o curso.

De acordo com a pasta, cerca de 90% dos estudantes da rede pública de ensino têm acesso à internet por celular. Para atingir todos os alunos, a Secretaria de Educação articula com operadoras de planos de dados o oferecimento de pacotes aos demais. Em nota oficial, o órgão disse que está dialogando com emissoras de TV e rádio para viabilizar a disponibilização dos conteúdos nesses veículos. “Podcasts também poderão ser utilizados”, afirma o texto.

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) criticou a determinação. Em um comunicado oficial assinado pelo diretor Samuel Fernandes, ele afirma que o ensino a distância é inadequado para crianças e adolescentes. “A EaD cumpre um papel específico no processo educativo, porém não supre a necessidade de situações de aprendizagem dos estudantes da educação básica no que se refere as aulas presenciais”.

Na visão do diretor do sindicato, teleaulas não podem substituir os encontros presenciais, principalmente na educação básica. “Ao divulgar que irá prover de Internet gratuita os estudantes do DF que não possuem esse serviço em casa, ou oferecer teleaula por canal aberto de TV numa cidade em que 90% da população tem televisão, o GDF busca se desvencilhar das críticas sobre o fornecimento de EaD para crianças e adolescentes”, alfineta.

No caso da rede particular, algumas escolas já estão adotando a modalidade. Rodrigo de Paula, diretor do Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinproep-DF), explica que mais da metade das 600 escolas privadas já se preparavam para oferecer aulas on-line. “A gente lamenta a situação, porque é um problema de saúde, mas não tem alternativa”.

Medidas emergenciais

Com 195 casos confirmados de Covid-19, o Distrito Federal segue sendo a terceira unidade da federação com maior incidência do vírus no país. Ainda não há nenhuma morte por coronavírus no DF, e um caso foi curado: a advogada Daniela Teixeira, conselheira federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Houve, porém, aumento no número de internações hospitalares: seis pessoas apresentam quadro grave da infecção e cinco estão em estado crítico. A maioria dos infectados, no entanto, está em isolamento domiciliar, sendo que 121 tem quadro leve e 64 casos com diagnóstico clínico. A Secretaria de Saúde deixou de divulgar os casos suspeitos.

A pasta anunciou algumas medidas para reforçar o combate ao coronavírus. Uma delas é a suspensão de afastamentos legais de 1.620 servidores da Saúde que estavam de férias, licenças ou abonos. Segundo o órgão, isso representa 5% da força de trabalho total. Outra decisão é o investimento de R$ 21,6 milhões em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Maria Auxiliadora, no Gama. A unidade de saúde faz parte do grupo Santa, que informou que 20 leitos serão alugados para o GDF pelo prazo de 12 meses, que podem ser prorrogados por igual período, repetindo-se por mais cinco anos.

Além disso, o Executivo local publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de ontem extratos de contratos para compra de medicamentos usados no tratamento de doenças hepáticas, respiratórias e para hemodiálise, mais de R$ 2,6 milhões. Não existe, contudo, expectativa de quando os insumos estarão disponíveis. Enquanto isso, o Corpo de Bombeiros publicou aviso de licitação para a compra de 10 mil testes rápidos de diagnóstico de Covid-19.

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