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Dólar tem forte queda acompanhando apetite por risco no exterior

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Às 9:08, o dólar recuava 1,00%, a 5,7810 reais na venda

Dolar (halduns/Getty Images)

O dólar abriu em queda em relação ao real nesta segunda-feira, acompanhando o cenário mais otimista no exterior em meio a reaberturas de grandes economias, mas as incertezas políticas domésticas permanecem no radar dos agentes do mercado.

Às 9:08, o dólar recuava 1,00%, a 5,7810 reais na venda. Na B3, o dólar futuro operava em queda de 1,06%, a 5,799 reais.

O dólar negociado no mercado interbancário fechou o último pregão, na sexta-feira, em alta de 0,33%, a 5,8392 reais na venda.

Nesta segunda-feira, o Banco Central realizará leilão de swap tradicional de até 12 mil contratos com vencimento em setembro de 2020 e fevereiro de 2021, para rolagem de contratos já existentes.

 

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Economia

Dólar oscila sem viés definido com cautela sobre casos de Covid-19 nos EUA

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Pedidos semanais de seguro desemprego ficam abaixo do esperado, mas mercado mantém dúvida sobre recuperação da economia americana

Dólar: moedas emergentes perdem valor com medo de Covid-19 nos EUA (Pixabay/Reprodução)

O dólar oscila sem direção definida na tarde desta quinta-feira, com o avanço dos casos de coronavírus nos Estados Unidos impondo doses de cautela no mercado financeiro.

Às 14h30, o dólar comercial subia 0,1%, sendo vendido por 5,352 reais. O dólar turismo também se mantinha com variação inalterada, cotado a 5,64 reais.

Na véspera, o país voltou a registrar novo recorde de diário com mais de 60.000 infectados. De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, já são mais de 3 milhões de infectados no país. Autoridades do Federal Reserve vêm reforçando a visão de que a maior economia do mundo não vai apresentar forte recuperação sem que a doença tenha sido controlada.

Apesar do tom mais pessimista que se desenha no mercado de câmbio, a moeda americana passou a manhã inteira em terreno negativo contra o real, refletindo os pedidos semanais de auxílio desemprego dos EUA, que vieram abaixo do esperado. De acordo com o Departamento de Trabalhos dos Estados Unidos, foram feitos 1,314 milhão de pedidos de seguro desemprego na última semana.

Embora ainda alto em relação aos números pré-pandemia, a quantidade confirmou a tendência de queda e ficou abaixo dos 1,375 milhão de pedidos projetados por economistas. O dado publicado na semana passada também foi revisado para de baixo, de 1,427 milhão para 1,413 milhão de pedidos.

Desde o início da pandemia, o dado tem servido como um termômetro de curto prazo para avaliar os impactos da doença na economia. O número vem caindo de forma constante desde meados de abril, quando atingiu o pico de 6,648 milhões de pedidos em apenas uma semana.

Logo após a divulgação do resultado, o dólar passou a perder força contra as principais moedas emergentes, como o peso mexicano e o rublo russo. Porém, o peso mexicano também virou para alta, acompanhando o movimento do real, da lira turca e da rúpia indiana

 

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Economia

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Dinheiro viria de aumento de repasse federal a fundo que ajuda a bancar educação básica. Auxílio para infância pode chegar a R$ 200

 

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Economia

Com pandemia, 57% das empresas exportadoras tiveram redução de receita

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Número se refere aos meses de abril e maio e indicam desaceleração no recuo em relação ao bimestre anterior, quando queda foi de 80%, diz CNI

Trabalhadores carregam containers em porto no Estado de Santa Catarina (Paulo Prada/Reuters)

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Economia

Dólar recua após vendas no varejo dispararem

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Dado aumenta otimismo sobre recuperação da economia brasileira, mas casos de Covid-19 nos EUA seguem pressionando os mercados

Dólar: moeda recua, após dois pregões de alta (Yuji Sakai/Getty Images)

O dólar recua contra o real, nesta quarta-feira, 8, com o maior otimismo sobre a recuperação da economia brasileira, após o IBGE divulgar os dados de vendas no varejo referentes ao mês de maio, quando o setor apresentou crescimento mensal de 13,9%. A expansão da atividade ficou acima das projeções de mercado, que esperava um aumento de 6% nas vendas.

Às 15h10, o dólar comercial caía 0,4% e era vendido por 5,366 reais. O dólar turismo, com menor liquidez, recuava 0,4%, cotado a 5,65 reais.

Para Arthur Mota, economista da Exame Research, o resultado das vendas no varejo foi muito bom por mostrar o início da recomposição do setor ainda no meio do segundo trimestre. “A pancada no varejo no trimestre será menor do que esperávamos há dois meses e tem motivado uma revisão mais positiva para a economia”, afirmou.

No ambiente externo, o dólar também opera misto frente a outras moedas emergentes, subindo contra o a lira turca e a rúpia indiana, mas perdendo valor em relação ao peso mexicano e ao rublo russo.

O que motiva a maior cautela nos mercados é os casos de coronavírus nos Estados Unidos, que voltou a bater novo recorde diário, na véspera, registrando mais de 60.000 novos infectados em 24 horas. De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, já são 2.996.098 casos confirmados no país e 131.480 mortes.

Ontem, o Federal Reserve voltou a dizer, por meio de seu vice-presidente de supervisão, Randal Quarles, que o futuro da economia americana segue “altamente incerto”, apesar de alguns dados econômicos, como os últimos payrolls, tenham apontado para uma recuperação mais rápida do que o esperado.

“O Covid-19 ainda não ficou para trás. Nós sabemos que o sistema financeiro ainda vai enfrentar mais desafios”, disse Quarles.

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Economia

Após “fundo do poço”, varejo surpreende com avanço de 13,9% em maio

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Apesar do avanço, alta não foi suficiente para o setor recuperar as perdas de março e abril, que refletiram os efeitos do isolamento social

Varejo (Paulo Whitaker/Reuters)

As vendas no varejo do Brasil registraram aumento recorde em maio com menor impacto do isolamento social, mas o setor recuperou apenas parte das perdas dos dois meses anteriores devido às restrições para combate ao coronavírus.

Em maio, as vendas varejistas subiram 13,9% na comparação com o mês anterior, melhor taxa desde o início da série histórica em janeiro de 2000, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

O resultado positivo se dá depois de perda recordes de 16,3% em abril, após queda de 2,8% em março.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve perda de 7,2%, terceira taxa negativa consecutiva.

“Foi um crescimento grande percentualmente, mas temos que ver que a base de comparação foi muito baixa. Se observamos apenas o indicador mensal, temos um cenário de crescimento, mas ao olhar para os outros indicadores, como a comparação com o mesmo mês do ano anterior, vemos que o cenário é de queda”, explicou o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Mas os resultados foram melhores do que as expectativas em pesquisa da Reuters, de alta de 6,0% na comparação mensal e de queda de 12,1% por cento sobre um ano antes.

(Divulgação/IBGE)

As decisões de fechar lojas físicas e outros estabelecimentos por todo o país devido ao surto de coronavírus pesaram em cheio sobre o consumo, bem como as incertezas trazidas pela pandemia em torno da economia e do trabalho.

Mas de acordo com o IBGE, de todas as empresas consultadas na pesquisa, 18,1% relataram impacto do isolamento em suas receitas em maio, contra 28,1% em abril.

Em maio, todas as atividades pesquisadas registraram ganhos. O maior crescimento percentual foi visto em Tecidos, vestuário e calçados, de 100,6%.

As vendas de Móveis e eletrodomésticos subiram 47,5%, enquanto de Outros artigos de uso pessoal e doméstico aumentaram 45,2%.

O setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que tinha recuado em abril, viu aumento de 7,1% nas vendas em maio.

No varejo ampliado, houve crescimento de 19,6% sobre abril, sendo que a atividade de Veículos, motos, partes e peças registrou alta de 51,7%, enquanto a de Material de construção aumentou 22,2%.

 

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Economia

IGP-DI avança 1,60% em junho com pressão no atacado e varejo, diz FGV

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Os Bens Intermediários registraram alta de 2,75% em junho, pressionados pelo avanço de 12,11% dos combustíveis e lubrificantes para a produção

Homem usando máscara entra no shopping Cidade São Paulo em meio a pandemia de Covid-19 (Amanda Perobelli/Reuters)

Os preços no atacado aceleraram a alta e voltaram a subir no varejo, levando o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) a avançar 1,60% em junho, contra alta de 1,07% no mês anterior, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A expectativa em pesquisa da Reuters junto a economistas era de um avanço de 1,39%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador, acelerou a alta a 2,22% no mês, de 1,77% em maio.

Os Bens Intermediários deixaram para trás o recuo de 0,09% em maio e registraram forte alta de 2,75% em junho, pressionados principalmente pelo avanço de 12,11% dos combustíveis e lubrificantes para a produção.

Para o consumidor os preços voltaram a subir, com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), que responde por 30% do IGP-DI, ganhando 0,36% em junho, ante recuo de 0,54% no mês anterior.

Os preços de Transportes passaram a subir 1,05% de queda de 2,06% antes, enquanto Alimentação acelerou a alta de 0,37% para 0,57%.

Por sua vez, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) teve avanço de 0,34% em junho, de 0,20% no período anterior.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

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