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Dólar recua após recorde, mas segue acima de R$ 4,30

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Às 9:06, o dólar recuava 0,11%, a 4,3163 reais na venda em meio a temores generalizados sobre o impacto econômico do surto de coronavírus

Dólar: contrato mais líquido da moeda futura tinha queda de 0,15%, (Anadolu Agency/Getty Images)

São Paulo — Depois de fechar na máxima histórica de 4,3210 reais no último pregão, o dólar inciava a semana em queda contra o real, mas seguia acima de 4,30 em meio a temores generalizados sobre o impacto econômico do surto de coronavírus na China.

Às 9:06, o dólar recuava 0,11%, a 4,3163 reais na venda. O contrato mais líquido de dólar futuro tinha queda de 0,15%, a 4,319 reais.

Na última sessão, na sexta-feira, o dólar interbancário disparou 0,82%, a 4,3210 reais na venda, máxima recorde para um encerramento.

Entre 11h30 e 11h40 desta segunda-feira o Banco Central ofertará até 13 mil contratos de swap cambial para rolagem do vencimento abril de 2020.

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Economia

Dólar fecha em queda com aproximação entre Bolsonaro e Legislativo

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Mercado aumenta confiança sobre compromisso fiscal e espera o andamento de pautas econômicas no Congresso

Dólar cai 1,6% e encerra vendido por 5,367 reais. (Marcos Santos/USP Imagens)

O dólar fechou em queda nesta quinta-feira, 13, após o presidente Jair Bolsonaro sinalizar aproximação com líderes do chamado “Centrão”. A expectativa do mercado é de melhora na relação entre Executivo e Legislativo e favoreça o andamento das reformas. O dólar comercial caiu 1,6% e encerrou sendo vendido por 5,367 reais. Com variação semelhante, o dólar turismo era cotado a 5,67 reais.

Na véspera, Bolsonaro escolheu o deputado e ex-ministro de Michel Temer Ricardo Barros (Progressista-PR) para assumir o cargo de líder do governo na Câmara no lugar do Major Vitor Hugo (PSL-GO).

“O Bolsonaro fez alguns acertos com o ‘Centrão’, o que deve facilitar a aprovação de algumas medidas importantes do governo. Talvez, ele tivesse que ter feito isso desde o começo”, disse Vanei Nagem, analista de câmbio da Terra Investimentos.

Na quarta-feira, Bolsonaro se reuniu com os líderes do Congresso e, em discurso à imprensa, se comprometeu com o teto de gastos ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

A aproximação com o Legislativo ocorre após saída de membros da cúpula do Ministério da Economia por falta de avanços em pautas econômicas. Na véspera, o dólar fechou em alta, com o mercado repercutindo negativamente o pedido de demissão de Selim Mattar, então secretário especial de Privatização e Desestatização.

No exterior, o dólar operou misto contra moedas emergentes, subindo contra a rúpia indiana e levemente em queda perante o peso mexicano e o rublo russo. Entre elas, o real foi a moeda que mais se valorizou.

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Economia

Ibovespa fecha em queda e quase perde os 100 mil pontos

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Depois de abrir em alta, bolsa vira para queda conforme aumentam as incertezas sobre andamento de pacote de estímulo nos EUA

Bolsa: Ibovespa recua mais de 1% (Cris Faga/NurPhoto/Getty Images)

A bolsa brasileira fechou em queda nesta quinta-feira, 13, com incertezas sobre o andamento das negociações entre republicanos e democratas sobre novos estímulos no Estados Unidos. O Ibovespa, principal índice da B3, caiu 1,62% e encerrou em 100.460 pontos. Na mínima da sessão, o índice tocou 100.187 pontos.

“Estamos cada vez mais próximos das eleições nos Estados Unidos e se percebe que é preciso aprovar o pacote de estímulos, mas republicanos e democratas não se entendem, isso acabou derrubando as ações no mercado americano”, afirma Pedro Galdi, analista da Mirae Asset.

Pela manhã, a bolsa abriu em alta, com dados de pedidos de seguro desemprego nos EUA contribuindo para o tom positivo nos mercados. Por lá, o número de pedidos ficou em 963.000 ante a expectativa de 1,120 milhão de pedidos. Esta foi a primeira vez que o número ficou abaixo de 1 milhão desde o início da pandemia. “O resultado foi muito bom e dá sequência à desaceleração dos pedidos, ficando, finalmente, abaixo de 1 milhão”, comenta Arthur Mota, economista da Exame Research.

A aproximação entre o governo e líderes do chamado “Centrão” também repercutiu positivamente entre os investidores. Ontem, depois da “debandada” ter aumentado as dúvidas sobre a condução econômica do governo, o presidente Jair Bolsonaro se juntou com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para reafirmar o compromisso fiscal.

Em mais um sinal de aproximação, Bolsonaro também escolheu Ricardo Barros para assumir o cargo de líder do governo na Câmara no lugar do major Vitor Hugo. O mercado espera que a melhor interlocução com parlamentares ajude no andamento de pautas econômicas.

Na bolsa, as ações da Petrobras tiveram forte impacto na queda do Ibovespa, recuando cerca de 3%, acompanhando o movimento de queda do petróleo. Também com grande peso no índice, os papéis dos grandes bancos e da Vale tiveram dia de perdas.

Entre as maiores altas, as ações da Via Varejo lideram as altas do Ibovespa, subindo 3,4%, após registrar lucro líquido de 65 milhões de reais no segundo trimestre e acelerar sua frente de e-commerce. Na máxima do dia, o ativo chegou a superar os 8% de alta. As ações da Magazine Luiza até chegaram a acompanhar o tom positivo, mas cederam os ganhos, conforme a piora do clima no mercado.

Já as ações da BRF lideraram as perdas da sessão, recuando 7,9%, após apresentar resultado abaixo do esperado e autoridades chinesas terem encontrado coronavírus em frangos importados do Brasil. “O frango pode nem ser da BRF, mas só de ter esse risco de transmissão já dificulta o comércio da companhia”, afirma Ilan Arbetman, analista da Ativa.

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Saí porque Bolsonaro bloqueou CPMF; agora está deixando rolar, diz Cintra

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Ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra foi demitido em 2019, após expor planos do governo sobre imposto

Marcos Cintra: “Eu saí do governo porque o presidente da República interditou o debate. Agora, ele não só está deixando rolar, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, está vendo uma alternativa viável” (Wilson Dias/Agência Brasil)

O ex-secretário especial da Receita Federal Marcos Cintra, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro está desinterditando o debate, o que ajuda a viabilizar a criação de um tributo nos moldes da CPMF, ou seja, com base em movimentação financeira.

“Eu saí do governo porque o presidente da República interditou o debate. Agora, ele não só está deixando rolar, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, está vendo uma alternativa viável e o consenso está voltando”, disse, durante live do BTG Pactual. “O presidente, agora, desinterditou o debate”, acrescentou.

Cintra afirmou que não guarda mágoa por ter deixado o governo. Ao contrário. Disse que fica ‘felicíssimo’ ao ver que estava certo. “O Bolsonaro tem de apoiar o debate. É fundamental”, acrescentou.

Ele disse que votou contra a CPMF na Câmara dos Deputados por duas vezes em ocasiões em que o tributo não estava sendo bem implantado. “Agora, a coisa mudou. Se convencermos o presidente, talvez tenhamos alguma reforma que viabilize PIS/Cofins e conversão amigável de setores que não aceitam alíquota de 12%”, avaliou.

Na tentativa de deixar um novo imposto sobre transações financeiras mais palatável na discussão sobre reforma tributária, o ministro da economia, Paulo Guedes, tem mencionado uma série de possíveis contrapartidas.

Entre as principais, estão reduzir o custo alto do trabalho no Brasil, substituir o Bolsa Família por um programa mais abrangente, o Renda Brasil, e aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Nova CPMF não paga promessas de Guedes

Se conseguir aprovar o imposto no Congresso, no entanto — uma vitória pouco provável, devido a resistência dos parlamentares —, o ministro terá de escolher.

A equipe econômica tem dito que espera arrecadar cerca de R$ 120 bilhões com o imposto, apelidado de “e-CPMF”, por lembrar uma versão digital do antigo e impopular “imposto do cheque”, extinto em 2007. O cálculo leva em conta a alíquota de 0,2% por operação. Só para reduzir o imposto patronal cobrado na folha de trabalhadores que ganham até um salário mínimo e meio, o custo ficaria próximo de R$ 70 bilhões, segundo proposta já estudada pela equipe.

O Renda Brasil poderá ter um custo semelhante, mais do que o dobro dos R$ 33 bilhões absorvidos por ano pelo Bolsa Família, que seria extinto. Nesse caso, porém, o ministro também coloca como possibilidade de financiamento o fim de outros benefícios, como o abono do PIS/Pasep, que gasta mais de R$ 20 bilhões por ano.

Por fim, para aumentar a faixa de isenção do IR dos atuais R$ 1.900 para R$ 3.000, seriam necessários  R$ 22 bilhões ao ano, também segundo fala de Guedes.

Juntas, as três medidas já consumiram cerca de R$ 130 bilhões.

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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem para menos de 1 milhão

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Este é o nível mais baixo desde meados de março, quando as autoridades começaram a fechar negócios não essenciais para conter o coronavírus

Desemprego nos Estados Unidos (Gabby Jones/Bloomberg/Getty Images)

O número de norte-americanos que buscaram auxílio-desemprego caiu para menos de um milhão na semana passada pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19 nos Estados Unidos, provavelmente porque o vencimento de um suplemento semanal de 600 dólares desencorajou alguns de solicitarem a ajuda.

Os novos pedidos de auxílio-desemprego totalizaram 963 mil, em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 8 de agosto, ante 1,191 milhão na semana anterior, afirmou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Este é o nível mais baixo desde meados de março, quando as autoridades começaram a fechar negócios não essenciais para desacelerar a disseminação do coronavírus.

Economistas consultados pela Reuters previam 1,12 milhão de novos pedidos na última semana.

O pagamento extra de auxílio-desemprego expirou em 31 de julho. O presidente Donald Trump assinou no sábado um decreto que inclui a prorrogação do suplemento, embora tenha reduzido o pagamento semanal para 400 dólares. Mas tem havido confusão sobre o decreto.

Os Estados são obrigados a cobrir 100 dólares do suplemento, mas governadores indicaram que não têm capacidade financeira depois que as receitas foram dizimadas no combate à pandemia de Covid-19. Os 300 dólares restantes serão financiados por um programa limitado de ajuda emergencial a desastres, que os economistas estimam que pode se esgotar no início de setembro.

O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse nesta quinta-feira que o plano de Trump fornecerá 300 dólares extras por semana. Grupos da indústria e republicanos alegaram que o suplemento semanal de 600 dólares estava encorajando alguns desempregados a ficar em casa.

Muitos economistas rejeitaram o argumento e deram crédito ao suplemento pela recuperação nascente da economia ante recessão desencadeada pelo coronavírus. Um programa financiado pelo governo que oferece empréstimos a empresas para ajudar com os salários também expirou.

Novas infecções por Covid-19 estão se espalhando por todo o país, forçando as autoridades em alguns dos pontos críticos a fechar empresas novamente ou interromper a reabertura.

O relatório de pedidos de auxílio-desemprego desta quinta-feira também mostrou que o número de pessoas recebendo benefícios após uma semana inicial totalizou 15,486 milhões na semana encerrada em 1º de agosto, contra 16,09 milhões na semana anterior.

O governo informou na semana passada que a economia criou 1,763 milhão de empregos em julho, após um recorde de 4,791 milhões em junho. A economia recuperou apenas 9,3 milhões dos 22 milhões de empregos perdidos entre fevereiro e abril.

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Ainda longe do pré-covid, serviços voltam a crescer em junho após 4 meses

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Mesmo com avanço, volume ficou 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro; na comparação com o mesmo mês do ano anterior, setor teve queda de 12,1%

(Ann Wang/Reuters)

O volume de serviços do Brasil voltou a aumentar em junho depois de quatro meses de quedas diante do afrouxamento do isolamento social para contenção do coronavírus, mas ainda está distante de retornar aos níveis pré-pandemia e destaca a dificuldade de recuperação do setor.

O setor de serviços apresentou em junho avanço de 5,0% sobre maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. O resultado, entretanto, fica longe de recuperar as perdas acumuladas de 19,5% dos quatro meses anteriores.

Destacando ainda mais os impactos das medidas de isolamento sobre um dos principais setores da atividade econômica, o volume de serviços apresentou recuo de 12,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, quarta taxa negativa.

Além disso, mesmo com o resultado mensal de junho sendo o segundo mais alto da série iniciada em janeiro de 2011, o volume de serviços ficou 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas contra a Covid-19.

As expectativas em pesquisa da Reuters eram de avanço de 4,4% no mês e de queda de 14,2% no ano.

Vale destacar que os efeitos da pandemia sobre a atividade de serviços começaram a ser sentidos nos últimos 10 dias de março, acumulando retração de 18,6% entre março e maio. O recuo de 1,0% visto em fevereiro é considerado conjuntural pelo IBGE, refletindo uma acomodação frente ao fim de 2019.

Em junho, todas as cinco atividades pesquisadas apresentaram ganhos. Os destaques foram os avanços de 6,9% em transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio e de 3,3% de serviços de informação e comunicação.

“Entre os segmentos do setor (de transportes) que tiveram crescimento esse mês estão transporte rodoviário de carga, transporte aéreo de passageiros e operação de aeroportos. Com isso, o setor de transporte teve o aumento mais intenso desde junho de 2018”, disse o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Já o volume de serviços profissionais, administrativos e complementares aumentou 2,7%, o dos serviços prestados às famílias subiu 14,2% e de outros serviços teve alta de 6,4%.

De acordo Lobo, um dos principais segmentos que contribuiu para o resultado de junho foi o de restaurantes.

“Com a flexibilização, ou seja, com o aumento do fluxo de pessoas nas cidades brasileiras, (os restaurantes) começaram a abrir e a receita do segmento voltou a crescer, impactando o volume de serviços de junho”, explicou Lobo.

O índice de atividades turísticas apresentou crescimento de 19,8% em junho rente ao mês imediatamente anterior, segunda taxa positiva seguida. Nesses dois meses o ganho acumulado foi de 28,1%, mas isso depois de despencar 68,1% entre março e abril devido às medidas de contenção ao coronavírus.

Segundo a pesquisadora sênior da área de economia aplicada do Ibre/FGV, Silvia Matos, o desempenho do setor de serviços e do emprego é o que vai determinar uma recuperação efetiva da economia brasileira no pós-pandemia.

O governo estima que o PIB vai contrair 4,7% este ano, no que seria o pior resultado da série história que começou em 1900.

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Mais um corte de juros, se houver, deve ser pequeno, reforça Campos Neto

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Na última semana, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros da economia do país, a Selic, para mais uma mínima recorde, a 2%

Roberto Campos Neto: “eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e dependerão da percepção sobre a trajetória fiscal” (André Coelho/Bloomberg)

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, repetiu nesta quarta-feira, 12, em evento virtual, uma série de mensagens já expressas nas divulgações mais recentes da autarquia, a respeito de política monetária. Segundo ele, “devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno”.

“Consequentemente, eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e dependerão da percepção sobre a trajetória fiscal, assim como de novas informações que alterem a atual avaliação do Copom sobre a inflação prospectiva”, acrescentou o presidente do BC.

As considerações desta quarta-feira constam de apresentação do presidente do BC feita por videoconferência no evento “Diálogos do Conhecimento”, organizado pela Petrobras.

O evento é fechado à imprensa, mas o BC disponibilizou em seu site a apresentação de Campos Neto.

Na última semana, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros da economia do país, a Selic, para mais uma mínima recorde, a 2%. A Selic serve de referência para todas as taxas de juros da economia e, quando está baixa, estimula a economia do país, com mais crédito.

O presidente do Banco Central também disse que os setores mais afetados por isolamento social permanecem deprimidos no Brasil. Segundo ele, há uma “recuperação parcial da atividade”.

Campos Neto citou hoje, como um “desafio adicional” no período pós-covid-19, o crescimento “mais sustentável e mais inclusivo”. Além disso, destacou mudanças nas cadeias globais de valor.

Ao mesmo tempo, Campos Neto afirmou que os juros baixos e o ambiente de alta liquidez no mundo são oportunidades. “Há desafios, mas também oportunidades para se reinventar com recursos privados”, pontuou.

Liquidez

O presidente do Banco Central disse ainda que os programas dos bancos centrais durante a pandemia do novo coronavírus resultam em “grande injeção de liquidez nos sistemas financeiros”. Ao tratar das ações adotadas por governos de países emergentes, no entanto, ele ponderou que boa parte destes países tem “escopo limitado” para atuação convencional.

Campos Neto também reforçou uma ideia já expressa em outros eventos: a de que, “se não administrados adequadamente, problemas de liquidez pode se tornar problemas de solvência”.

As considerações constam de apresentação do presidente do BC feita por videconferência no evento “Diálogos do Conhecimento”, organizado pela Petrobras.

O evento é fechado à imprensa, mas o BC disponibilizou em seu site a apresentação de Campos Neto.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

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