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DF registra 24 mil casos de dengue e número de mortes sobe para 26

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Até 25 de maio eram 21.441 ocorrências prováveis da doença e 21 óbitos. Fercal, Planaltina, Sobradinho são as regiões com mais registros de pacientes com vírus transmitido pelo Aedes aegypti.

Casos de dengue disparam no DF — Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Os casos de dengue no Distrito Federal aumentam a cada semana. Segundo o último boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta terça-feira (11), a capital teve 24.041 ocorrências prováveis da doença até 1º de junho deste ano.

Antes, o número de registros de pacientes com vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti chegava a 21.441 até 25 de maio – um crescimento de 12%.

O número de mortos pelo vírus transmitidos pelo mosquito Aedes Aegypti também aumentou. De acordo com a pasta, 26 pessoas não resistiram à dengue. A secretaria ainda investiga outras nove suspeitas de morte pela doença. Até então, o DF havia registrado 21 óbitos.

De acordo com o subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero, o crescimento de casos está relacionado a vários fatores. O principal seria o alto índice de chuvas, que aumentou a proliferação do mosquito Aedes aegypit.

Região Norte

A região Norte do DF – Fercal, Planaltina e Sobradinho e Sobradinho II – é a que concentra a maior incidência de casos. Nesses lugares, as ocorrências prováveis de dengue passaram de 3.197 para 5.033 – 1.836 registros a mais.

Tendas

Pacientes com suspeita de dengue em nove regiões do Distrito Federal estão recebendo atendimento emergencial em tendas montadas ao lado de hospitais regionais e de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) (veja endereços abaixo). Todas funcionam das das 7h às 19h, de domingo a domingo.

Paciente com suspeita de dengue recebe soro em tenda de hospital de campanha montada no DF — Foto: Breno Esaki/Saúde-DF

Paciente com suspeita de dengue recebe soro em tenda de hospital de campanha montada no DF — Foto: Breno Esaki/Saúde-DF

Confira os endereços das nove tendas

  • Varjão

UBS 1 – Vila Varjão, quadra 5, nº 5, conjunto A, lote 17

  • Candangolândia

UBS 1 – Área Especial, quadra 5/7

  • Itapoã

UBS 1 – QD 378, Área Especial, Del Lago

  • Planaltina

Estacionamento do Hospital Regional de Planaltina

  • Estrutural

UBS 1 – Área Especial 2, Avenida Central

  • Sobradinho II

UBS 2 – Rodovia DF-420, Setor de Mansões, n°1

  • São Sebastião

Quadra 102, conjunto 1, lote1 São Sebastião

  • Ceilândia

St. N Quadra QNN 27 Área Especial D – Ceilândia

  • Samambaia

Estacionamento do Hospital Regional de Samambaia

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Bolsonaro vai assinar MP para vender bens apreendidos do tráfico de drogas

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Em solenidade agendada para as 17h30 no Palácio do Planalto, a assinatura da nova MP contará com a participação de Moro e Onyx

Bolsonaro: presidente vai assinar MP que facilita a venda de bens confiscados de traficantes (Alan Santos/PR/Flickr)

Brasília — O presidente Jair Bolsonaro assina nesta segunda-feira uma medida provisória que acelera o processo de venda de bens apreendidos do tráfico de drogas e autoriza a contratação temporária de engenheiros em projetos de construção de presídios.

Em solenidade agendada para as 17h30 no Palácio do Planalto, a assinatura da nova MP contará com a participação dos ministros da Justiça e Segurança Publica, Sergio Moro, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Moro, que já havia se pronunciado em favor dessas iniciativas capitaneadas por sua pasta, estará novamente em um evento público ao lado de Bolsonaro após a revelação de supostas conversas dele quando era juiz da Lava Jato com procuradores da força-tarefa da operação em Curitiba.

Apesar do episódio, o presidente tem dado respaldo a Moro e na sexta-feira disse ser “zero” a possibilidade de demiti-lo.

Segundo o Ministério da Justiça, as novas regras sobre itens confiscados dão maior eficiência e racionalidade na gestão de bens apreendidos como produtos de crimes relacionados a drogas.

“Será possível transformar, mais rapidamente, os bens apreendidos em recursos financeiros para aplicação em investimentos sociais. Os valores arrecadados com a venda já poderão ser utilizados em políticas públicas antes mesmo do fim do processo judicial”, disse o ministério em comunicado.

“Além disso, os Estados receberão recursos para estruturar as polícias de modo mais célere e para aplicação em ações mais direcionadas. Por fim, serão reduzidos os custos de manutenção de espaços para guarda desses bens, gerando economias que permitirão a União e os Estados investir em outras necessidades”, acrescentou.

O ministério disse ainda que a MP também inclui, no âmbito do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), autorização para contratação temporária de engenheiros, o que vai agilizar a análise dos projetos de construção de presídios.

 

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Guedes quer ajustar relatório da reforma

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Equipe do ministro vê “pegadinha” em cálculo; relator Samuel Moreira diz que está aberto ao diálogo, mas que não vai abandonar seu relatório

Paulo Guedes: equipe do ministro vai buscar negociar ajustes no relatório da reforma da Previdência com o relator da proposta (: Andrew Harrer/Bloomberg/Bloomberg)

Brasília — A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, vai buscar negociar ajustes no relatório da reforma da Previdência com o relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). O relator e o secretário Especial de Previdência, Rogerio Marinho, já conversaram informalmente neste fim de semana, depois das duras críticas ao parecer feitas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Samuel disse no domingo, 16, que está aberto ao diálogo. “Meu relatório está sujeito a mudanças. Não é um decreto. Preciso proteger o relatório e não vou abandoná-lo. Mas vou para o diálogo novamente”, afirmou. Nesta segunda-feira, o relator se reúne com sua equipe para fazer um balanço.

Segundo apurou a reportagem, Marinho se reuniu NP domingo com técnicos para uma análise dos pontos que poderão sofrer ajustes. A preocupação agora, de acordo com uma fonte, é evitar um desgaste maior.

BPC

Guedes passou a concordar com a retirada das mudanças do BPC, benefício pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, depois que percebeu a importância dessa assistência nas regiões mais pobres do País.

Ele foi contra a exclusão das regras que abrangiam Estados e municípios – pois muitos estão quebrados e é “lá onde o povo vive” – e às mudanças nas regras para servidores, que possibilitam antecipar os privilégios de se aposentar com o último salário da carreira aos servidores mais antigos.

O que desagradou à equipe econômica e pegou os técnicos de surpresa foram outros pontos que, mesmo fora da mira dos partidos que compõem o Centrão (hoje os principais fiadores na negociação pela aprovação da reforma), foram alterados na versão do texto apresentada na última quinta-feira.

Embora a criação de um regime capitalizado, segundo o qual os novos trabalhadores contribuiriam para contas individuais e poupariam para suas aposentadorias futuras, fosse uma das principais bandeiras de Guedes, a sinalização de Maia de que a discussão poderia ficar para o segundo semestre já havia dado o tom do desfecho para esse ponto.

 

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Ministério Público Federal vota lista tríplice à PGR nesta terça-feira

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Procuradores federais de todo o país vão às urnas nesta terça-feira (18) para escolher a lista tríplice com os nomes dos indicados à Procuradoria-Geral da República (PGR). Neste ano, nove homens e uma mulher estão inscritos para a disputa promovida pela Associação Nacional dos Procuradores da República, a ANPR.

O mandato da atual procuradora-geral Raquel Dodge termina em setembro. Desde 2001, a lista é feita para que integrantes do Ministério Público Federal (MPF) indiquem quem acreditam ser o mais preparado para comandar a instituição.

Três nomes são escolhidos e enviados ao presidente da República, que tem a palavra final. Neste ano, no entanto, a eleição tem como pano de fundo a possibilidade de Jair Bolsonaro(PSL) indicar alguém que não esteja na lista.

A professora de direito comparado da USP, Maristela Basso, acha difícil o presidente fugir das três indicações. Para ela, ignorar a lista não seria uma boa estratégia de Jair Bolsonaro e o nome escolhido poderia encontrar dificuldades na liderança do MPF.

“Ele traria um constrangimento para a classe dos procuradores se dissesse que ‘nenhum dos três que sugeriram eu quero, eu quero outro’, já que esse outro pode não ser o líder dos procuradores da República. Pode acontecer, mas não seria uma boa estratégia. Traria um certo mal-estar”, afirmou Maristela.

Além do receio de Bolsonaro não escolher alguém da lista tríplice, há também a possibilidade de Raquel Dodge permanecer no cargo pela via direta do presidente, já que não se inscreveu para concorrer na eleição.

A procuradora-geral da República sinalizou que está disposta a comandar a PGR por mais dois anos. “Eu estou à disposição tanto da minha instituição quanto do país para uma eventual recondução, não sei se isso vai acontecer”.

Desde a tradição de formação da lista tríplice, o vencedor para o cargo não foi acolhido pelo presidente apenas duas vezes: na primeira edição do documento e, mais recentemente, em 2017, quando o então presidente Michel Temer escolheu Raquel Dodge.

A votação desta terça-feira ocorre das 10 horas às 18 horas nas unidades do MPF de todo o país.

*Com informações da repórter Marcella Lourenzetto

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