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DF ganha primeiros carros elétricos

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O DF recebeu nesta segunda-feira (9), no Parque da Cidade, seu primeiro carro elétrico da história, o Brasília Ecomóvel. A novidade tem o objetivo de motivar a implantação da mobilidade elétrica inteligente no Distrito Federal.

“O carro elétrico tem tudo a ver com a proposta de desenvolvimento de Brasília, com sustentabilidade e mantendo a qualidade de vida”, disse o governador Agnelo Queiroz, que fez questão de dar uma volta com o veículo.

Ainda em fase de testes, a CEB utilizará quatro carros elétricos em sua frota para serviços de manutenção da rede e terá dois eletropostos disponíveis em Brasília para o abastecimento, sendo um dentro da sede da empresa, no SIA, e outro no Parque da Cidade.

“Esse é o primeiro passo para transformar toda a frota em elétrica. Vamos dar exemplo para o Brasil”, disse o diretor geral da CEB, Rubem Fonseca.

Os eletropostos são sonorizados e conectados ao sistema de mobilidade inteligente mobi.me. Cada usuário tem um cartão de autenticação no sistema que permite carregar em qualquer eletroposto e dar feedback ao sistema sobre a performance do carro e do carregamento da bateria.

Com isso, a CEB poderá ter acesso customizado a dados em tempo real sobre a performance do veículo, o impacto do abastecimento na rede elétrica, o tamanho da redução dos níveis de emissão, padrões de mobilidade, distância percorrida, entre outros.

Essa rede inteligente de mobilidade poderá auxiliar a formulação de políticas públicas relacionadas ao veículo elétrico, dar a origem a pesquisas de novos produtos e serviços, analisar perfil do usuário e frota, e mais.

“Esse monitoramento é muito importante para a gestão. Esse projeto é o primeiro passo de mil que daremos em frente. Futuramente, com o crescimento da indústria, vamos incorporar mais carros elétricos tanto na frota do GDF como mais carros na frota da CEB”, explicou o governador, que afirmou, ainda, que outro possível passo é o compartilhamento de veículos, nos moldes do que é feito, atualmente, com as bicicletas.

Trabalhadores da CEB passaram por um treinamento de três dias com instruções sobre o veículo e sua manutenção. Os carros têm autonomia de 120 km.

No Distrito Federal, a iniciativa é uma parceria entre a CEB Distribuição, a Itaipu Binacional, o centro de inovação e engenharia português Ceiia e a Renault Nissan. O DF é a segunda unidade da Federação a receber o projeto, que primeiro foi implantado em Curitiba, sob a responsabilidade da Itaipu e da prefeitura da cidade.

Fonte: Alô

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Zoológico de Brasília faz ‘Colônia de Feras’ com atividades para crianças

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Programa oferece 90 vagas para crianças entre 5 e 10 anos. Atividades ocorrem em duas semanas de janeiro.

Jardim Zoológico de Brasília — Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília.

O Zoológico de Brasília abre, nesta terça-feira (7), as inscrições para a “Colônia de Feras” de janeiro. Durante uma semana, crianças entre 5 e 10 anos poderão curtir as atrações do parque com visitas monitoradas e aulas de educação ambiental.

O programa custa R$ 150 e disponibiliza 75 vagas, além de 15 gratuitas para estudantes da rede pública. Os responsáveis devem preencher um formulário online a partir das 14h desta terça no site do Zoo.

A inscrição deve ser confirmada pessoalmente, após apresentação de documentos obrigatórios (veja abaixo).

Visitantes no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília

Visitantes no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília.

Os participantes da “Colônia de Feras” terão aulas sobre a fauna e a flora brasileiras pela perspectiva da preservação ambiental. As atividades serão divididas em duas turmas e vão ocorrer das 13h30 às 17h30 nos seguintes dias:

  • Entre 13 e 17 de janeiro
  • Entre 20 e 24 de janeiro

E se chover?

Zoo de Brasília terá Colônia de Feras para crianças de 5 a 10 anos de idade — Foto: Divulgação

Zoo de Brasília terá Colônia de Feras para crianças de 5 a 10 anos de idade — Foto: Divulgação.

Em caso de chuva, o Zoo informa que a programação pode sofrer alterações. A Diretoria de Educação Ambiental da instituição recomenda que as crianças estejam vestidas com roupas cumpridas e sapatos fechados com meias.

Documentos para inscrição

Alunos da rede pública

  • Declaração de escolaridade
  • Certidão de nascimento
  • Foto 3×4 (será devolvida)
  • Ingresso emitido pela bilheteria

Particulares

  • Certidão de nascimento
  • Foto 3×4 (será devolvida)
  • Ingresso emitido pela bilheteria
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Efetivação de matrículas para 2020 na rede pública do DF começa nesta terça

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Prazo acaba em 14 de janeiro e pais devem ir até a escola onde inscrição foi confirmada. Veja documentos obrigatórios.

Estudantes de escola pública do Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Mary Leal/Secretaria de Educação

Começa nesta terça-feira (7) o período de efetivação de matrículas para o ano letivo de 2020 na rede pública de ensino do Distrito Federal. Pais ou responsáveis devem ir pessoalmente à escola onde a inscrição do aluno foi confirmada para efetuar o procedimento (veja documentos obrigatórios ao final).

A confirmação é necessária para todas as etapas e modalidades de ensino – infantil, fundamental, médio ou a Educação de Jovens e Adultos (EJA) – e o prazo acaba em 14 de janeiro. O GDF prevê que, ao todo, 37,5 mil novos alunos ingressem na rede pública.

Alunos de escola pública do Distrito Federal — Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília/Divulgação

Alunos de escola pública do Distrito Federal — Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília/Divulgação

Para a confirmação das matrículas, as escolas públicas vão funcionar somente em dias úteis, nos seguintes horários:

  • Das 8h às 12h
  • Das 14h às 17h

Segundo a Secretaria de Educação, quem não efetivar a matrícula perde a vaga e terá que aguardar o período de inscrições para as remanescentes. A pasta alerta que, nesta etapa, as chances de que o aluno estude em uma unidade distante de casa é maior.

Documentos necessários

No site da secretaria, é possível confirmar o endereço da escola onde o aluno está pré-matriculado. Para isso, é preciso digitar o nome completo do estudante (sem acentos ou cedilhas) e a data de nascimento dele.

Novos alunos já podem verificar onde irão estudar em 2020 — Foto: SEEDF/Divulgação

Novos alunos já podem verificar onde irão estudar em 2020 — Foto: SEEDF/Divulgação

Segundo o GDF, se algum dos documentos estiver indisponível na data da efetivação da matrícula, o responsável poderá apresentá-lo “posteriormente”. Veja lista abaixo:

Documentos obrigatórios:

  • Certidão de Nascimento (original e cópia)
  • CPF
  • Duas fotos 3×4
  • Comprovante de residência
  • Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH (conforme lei distrital nº 4.379/2009)

Documentos obrigatórios por etapa/modalidade:

  • Educação Infantil: cópia do cartão de vacina atualizado
  • Ensino fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA): Declaração Provisória de Matrícula (Deprov) ou histórico escolar

Documentos obrigatórios dos responsáveis:

  • Registro Geral (RG)
  • CPF

Filas

Nesta segunda-feira (6), o Centro de Ensino Médio (CEM) 1 de Brazlândia amanheceu com cerca de 50 famílias acampadas dentro da unidade. Muitos pais aguardavam a oportunidade para trocar o turno das aulas.

“Fazer fila em frente às unidades não garante vagas remanescentes na rede pública”, disse a Secretaria de Educação.

Famílias acampam no Centro de Ensino Médio 1 de Brazlândia para tentar vagas remanescentes ou trocar turno das aulas — Foto: TV Globo/Reprodução

Famílias acampam no Centro de Ensino Médio 1 de Brazlândia para tentar vagas remanescentes ou trocar turno das aulas — Foto: TV Globo/Reprodução.

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Aconteceu

Propina no Detran: delegados e policiais embolsam mais de R$ 19 milhões

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Grupo envolvia também a participação de despachantes, donos de pátios de apreensão e comerciantes.

Um total de R$ 842 mil em dinheiro foi apreendido na operação, sendo R$ 558 mil na casa de uma servidora
(foto: Ministério Público de Minas Gerais/Divulgação)

Mais de R$ 19 milhões foram desviados em propinas por organização criminosa composta por delegados, policiais civis e militares, despachantes, comerciantes e donos de pátios de apreensão de veículos em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Minas Gerais (RMBH).

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou nesta quinta-feira (12/12) 16 pessoas que participavam das irregularidades envolvendo o Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). Foram recolhidos mais de R$ 840 mil pela força-tarefa, a maior apreensão feita neste ano pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O esquema é antigo e foram identificados crimes cometidos pelo menos desde 2011. A investigação apontou que a organização atuava em praticamente todos os serviços do Detran em Santa Luzia: liberação e transferências de veículos, realização de vistoria e leilões e contava até com a participação de policiais nos lucros de pátios de apreensão do município, licenciados ilicitamente.

Há imagens que mostram o desvio de peças e equipamentos de veículos apreendidos. A organização também fazia blitzes pela Polícia Militar (PM) para a apreensão de veículos.

“Com a liberação, ganhavam propina. Além disso, identificamos a apreensão simulada de veículos no sistema, com o objetivo de acelerar a liberação. Ele era apreendido no sistema da Polícia Civil (PC) e, em seguida, a apreensão era cancelada. O carro nem chegava a ir para o pátio”, afirma a promotora de Justiça do Gaeco Paula Ayres Lima.

A cobrança de propina era a condição para que serviços fossem executados com rapidez. De acordo com a denúncia, o delegado de polícia Christian Nunes de Andrade chefiava o esquema, ficando com metade da propina desviada e 10% dos valores dos leilões. Na casa dele, foram apreendidos carros e motos de luxo. O delegado e mais oito presos estão presos.

“O delegado Christian é o chefe do esquema e o principal beneficiário”, diz promotora.

Penas somam 208 anos

A operação, batizada de “Cataclisma”, identificou crimes de corrupção ativa, passiva, organização criminosa, peculato, inserção de dados falsos nos sistemas de informação e lavagem de dinheiro, com penas que somam 208 anos.

As investigações começaram há três anos, a partir de denúncias anônimas de pessoas lesadas pelo grupo, formado por policiais civis, militares, despachantes, comerciantes e donos de pátios de apreensão de veículos em Santa Luzia.

Segundo a força-tarefa, um dos denunciantes, um homem cuja renda é de um salário mínimo, precisou pagar R$ 140 para a liberação do documento do veículo, que havia comprado para trabalhar. Os valores de propina cobrados eram variáveis, a partir de R$ 20.

Em 28 de novembro, foram cumpridos 46 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão temporária. Somente na residência de uma servidora pública a força-tarefa encontrou a quantia de R$ 558 mil em dinheiro.

“É difícil precisar quanto foi embolsado, mas pela quebra de sigilo fiscal e bancário, os envolvidos apresentaram uma movimentação bancária incompatível”, afirma.

O grupo estima montante de R$ 19 milhões. A operação foi realizada em conjunto com o MPMG, PC, PM e Receita Estadual. A investigação também identificou esquema semelhante em Lagoa Santa, na Grande BH, ainda em apuração.

Denunciados pela Operação Cataclisma

Christian Nunes de Andrade, delegado de polícia

Marcelo Nonato Magalhães, investigador de polícia

Cláudia Márcia da Silva, investigadora de polícia

Emerson Rodrigues, servidor público municipal

Paulo Roberto Ferreira Rosa, policial civil

Wagner Tadeu Pereira Seixas, policial civil

Rodrigo Palhares Horta, policial civil

Nélio Aristeu Zeferino, policial militar

João Pedro Martins, empresário

Bárbara Flaviane dos Santos, empresária

José Moreira de Souza, gerente de pátio de apreensão

Ida do Carmo Bacelete, delegada de polícia

Any Aparecida Fernandes Bacelete Belchior Roberto de Rezende Lara, vigilante

Gliber Dias Machado, comerciante

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