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Coronavírus: presídios do DF somam 1.231 infectados

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Segundo governo, são 980 presos e 251 policiais penais diagnosticados. Até esta quinta (18), dois detentos e um servidor morreram pela Covid-19 na capital.

Presos do Presídio da Papuda em Brasília, em imagem de arquivo. — Foto: Gláucio Dettmar/CNJ

Chegou a 1.231 o total de infectados pelo novo coronavírus entre detentos e policiais penais do sistema prisional do Distrito Federal. Os dados, divulgados na noite desta quinta-feira (18) pelas secretarias de Saúde e de Segurança Pública, apontam:

  • 980 presos infectados
  • 251 policiais penais infectados

Até esta quinta, dois detentos e um policial penal haviam morrido vítimas da Covid-19. No início de junho, o DF registrou o primeiro caso de uma detenta infectada (veja perfil dos casos abaixo). Antes disso, todos os contaminados nos presídios eram homens.

Além dos casos nas unidades administradas pelo governo do DF, a Penitenciária Federal de Brasília tinha, até o mês passado, um infectado. O G1 pediu atualização da situação na unidade mas, até a publicação desta reportagem, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) não havia enviado resposta.

Casos entre detentos

Presos do Presídio da Papuda em Brasília, em imagem de arquivo. — Foto: Gláucio Dettmar/Agência CNJ

presos do Presídio da Papuda em Brasília, em imagem de arquivo. — Foto: Gláucio Dettmar/Agência 

De acordo com a Secretaria de Saúde, entre os detentos com coronavírus, 862 estão recuperados. Outros 115 ainda têm infecções ativas, divididas entre:

  • Caso grave: 1
  • Casos moderados: 2
  • Em análise: 112

Ainda segundo a pasta, a maioria dos contaminados tem entre 20 e 29 anos, mas 138 são idosos. O boletim aponta que 46 pacientes têm comorbidades – doenças que podem agravar o quadro.

Casos entre servidores

Detentos do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília — Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação

Detentos do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília — Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação

Já quanto aos servidores infectados, a Secretaria de Segurança Pública afirma que 19 policiais são casos ativos e 232 estão recuperados. Os profissionais contaminados trabalham nas seguintes unidades:

  • Centro de Detenção Provisória (CDP): 40 policiais penais
  • Centro de Detenção Provisória II (CDP II): 3 policiais penais
  • Centro de Internamento e Reeducação (CIR): 40 policiais penais
  • Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I): 53 policiais penais
  • Penitenciária do Distrito Federal II (PDF-II): 55 policiais penais
  • Centro de Progressão Penitenciária (CPP): 27 policiais penais
  • Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE): 24 policiais penais
  • Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF): 3 policial
  • Área administrativa da Sesipe: 5 servidores

 

 

 

 

 

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Sargento do batalhão escolar da PM morre por Covid-19 no DF

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Feitosa, como era conhecido, fazia parte da reserva. Neste ano, três policiais da ativa foram vítimas da doença; corporação registra 763 infectados.

Sargento Feitosa, do 4º Batalhão Escolar da Polícia Militar no DF, é 3ª morte por Covid-19 na corporação — Foto: Arquivo pessoal

Um sargento da Polícia Militar morreu, no último sábado (11), por Covid-19. Durante a pandemia, outros três militares da corporação morreram em decorrência do novo coronavírus. Em todo o Distrito Federal são 902 óbitos pela doença.

Conhecido como sargento Feitosa, o militar da reserva remunerada atuava no 4º Batalhão Escolar. Ele deu entrada em um hospital particular, no Gama, na manhã de sábado, com 80% no pulmão comprometido. O homem chegou a ser entubado, mas não resistiu e faleceu no mesmo dia.

Segundo o último balanço, a PM já registra 763 casos de infecção entre os militares. A corporação informou que, até domingo (12), havia 338 policiais afastados em decorrência da doença e 421 já se recuperaram.

De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde, atualizado na noite de domingo (12), há 835 profissionais de segurança pública infectados pelo novo coronavírus e quatro mortes.

Vítimas

Um policial militar, de 50 anos, foi uma das primeiras vítimas da Covid-19 no DF. O sargento foi o 5º óbito confirmado na capital, no dia 2 de abril. Antes de morrer, ele ficou internado por uma semana em um hospital particular.

Entre os profissionais de segurança que também foram vítimas da doença está um policial penal, que trabalhava no Complexo Penitenciário da Papuda. Francisco Pires de Souza, de 45 anos, morreu no dia 17 de maio.

Policial penal Francisco Pires de Souza trabalhava na Papuda e foi primeira morte por Covid-19 registrada no sistema penitenciário do DF — Foto: Arquivo pessoal

Policial penal Francisco Pires de Souza trabalhava na Papuda e foi primeira morte por Covid-19 registrada no sistema penitenciário do DF — Foto: Arquivo pessoal

Já entre detentos, de acordo com o mais recente boletim da Secretaria de Saúde, havia 1.524 presos infectados pelo coronavírus até a noite de domingo e três óbitos.

Hospital da Polícia Militar

O governo do DF chegou a anunciar em abril a instalação de 86 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital da Polícia Militar, especificamente para o enfrentamento da Covid-19. O espaço seria usado também pela população em geral. Contudo, não houve contratação.

A dispensa de licitação para as aquisições foi publicada no diário oficial no dia 28 de abril. Entretanto, em junho, o governo anulou o contrato, de R$ 85 milhões.

A justificativa do GDF para o cancelamento foi que “não houve o cumprimento de cláusulas contratuais”, como projetos e prazos estipulados no acordo.

Coronavírus no serviço público

Além dos servidores da Segurança Pública, 2.846 profissionais de saúde testaram positivo para Covid-19. Entre os infectados, dez morreram.

Em todo o DF, a Secretaria de Saúde registra 70.712 contaminados e 902 mortes.

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Águas Claras: homem é baleado por policiais após denúncia de violência doméstica

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Caso ocorreu neste domingo (12), em condomínio no Distrito Federal; empresário de 35 anos foi atingido na perna. Em outra ocorrência na região, comerciantes foram rendidos por assaltantes.

Homem é baleado na perna após resistir à prisão, em caso de agressão no DF, segundo Polícia Civil; caso ocorreu em prédio de Águas Claras — Foto: TV Globo

Um homem foi baleado na perna, neste domingo (12), após resistir à prisão, segundo a Polícia Civil. De acordo com a corporação, o empresário, de 35 anos, agrediu a esposa durante uma briga no elevador do prédio onde mora, em Águas Claras, no Distrito Federal.

O caso ocorreu no condomínio Mirante Jequitibá, e um vizinho acionou a polícia. Após ser atingido, o homem foi levado para o Hospital de Base. A ocorrência foi atendida pela 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga). A mulher informou que não vai registrar queixa contra o marido (veja detalhes abaixo).

De acordo com a Polícia Civil, quando a corporação chegou no local, o homem estava “alterado e agressivo”. Ele desacatou os policiais e, durante a prisão, entrou “em luta corporal” com os agentes e tentou pegar uma faca para agredi-los.

A polícia, então, atirou duas vezes na perna do suposto agressor, “em razão do risco oferecido aos agentes”. O estado de saúde dele não havia sido atualizado até a publicação desta reportagem.

Reação ‘desproporcional’

Segundo a mulher, o marido a empurrou no elevador durante uma discussão, mas depois que ela e o companheiro entraram em casa, a situação já havia sido resolvida.

A mulher disse ainda que vai registrar um boletim de ocorrência contra os policiais porque achou a ação da corporação “desproporcional”, e também disse que não vai fazer os exames de corpo de delito.

O casal está junto há nove anos e, de acordo com os vizinhos, esse não é o primeiro episódio de violência envolvendo a família.

Roubo em mercado

Ainda no domingo (12), por volta das 21h30, na região do Areal, próximo à Águas Claras, dois homens armados entraram em um mercado e renderam os donos do estabelecimento que estavam no local.

De acordo com o Polícia Militar, os assaltantes fizeram ameaças e chegaram a disparar a arma, mas o disparo não atingiu ninguém. Eles também agrediram o irmão do comerciante com chutes na cabeça.

Os suspeitos fugiram levando cinco celulares da loja e, até a última atualização dessa reportagem, eram procurados pela polícia.

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Criança de 2 anos é atropelada por caminhão, no DF, e socorrida de helicóptero em estado gr

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Acidente aconteceu na manhã desta sexta-feira (10), em Taguatinga. Em Santa Maria, carro da PM capotou.

Criança de 2 anos é atropelada por caminhão, no DF, e socorrida de helicóptero em estado grave — Foto: CBMDF/Divulgação

Uma criança de dois anos foi socorrida em estado grave após ser atropelada por um caminhão, na manhã desta sexta-feira (10), em Taguatinga. O menino foi levado ao Hospital de Base por um helicóptero do Corpo de Bombeiros.

Segundo os militares, a criança estava acompanhada da mãe e da irmã no momento do acidente, na Qs 7, próximo a um albergue. Com o impacto, o menino sofreu traumatismo craniano. No momento do socorro ele estava inconsciente.

Criança de 2 anos é atropelada por caminhão, no DF, e socorrida de helicóptero em estado grave — Foto: CBMDF/Divulgação

Criança de 2 anos é atropelada por caminhão, no DF, e socorrida de helicóptero em estado grave — Foto: CBMDF/Divulgação.

O motorista do caminhão não se feriu.

Ao todo, 12 bombeiros atuaram nos primeiros socorros ao menino. A dinâmica do acidente não foi informada.

Acidente com carro da PM

Carro da PM capotou em Santa Maria, nesta sexta-feira (10) — Foto: Arquivo pessoal

Carro da PM capotou em Santa Maria, nesta sexta-feira (10) — Foto: Arquivo pessoal

Em outro acidente, dessa vez em Santa Maria, um carro oficial da Polícia Militar capotou, na quadra QR 211. O veículo parou com as rodas para cima e ficou com a frente destruída.

Até a publicação desta reportagem, a PM não havia informado o estado de saúde dos militares que estavam na viatura.

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Cobras apreendidas após estudante ser picado por Naja ‘estão magras e com lesões’, diz Zoológico de Brasília

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Polícia Civil suspeita que estudante de veterinária, que permanece hospitalizado, seria proprietário de 16 serpentes encontradas em haras. Três colegas de Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul prestaram depoimento nesta sexta (10).

Serpente exótica apreendidas pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental, no Zoológico de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

As 16 cobras apreendidas em um haras, na região de Planaltina, no DF, após um estudante de veterinária ser picado por uma naja “estão magras e com lesões nas escamas”. A informação é do Zoológico de Brasília, que vai ficar responsável pelas serpentes encontradas na quinta-feira (9).

Investigações da Polícia Civil apontam que Pedro Henrique Santos Krambeck Lehm, de 22 anos, é o proprietário dos animais. O jovem permanece internado em um hospital particular e deve ter alta da UTI até sábado (11).

Três colegas dele, incluindo o rapaz que teria abandonado a naja, na última quarta-feira (8), perto de um shopping, no Lago Sul, foram ouvidos pela 14ª DP, do Gama, nesta sexta (10). Pedro Henrique deve prestar depoimento “assim que estiver em condições” (veja detalhes abaixo).

De acordo com a gerente da clínica cirúrgica do Zoológico de Brasília, Fernanda Mergulhão, a equipe de medicina veterinária e de biologia fez a coleta de sangue e a análise clínica e comportamental das serpentes.

“Os animais provavelmente não viviam nas condições ideais para um réptil, com umidade adequada, com frequência de alimentação adequada, justamente, pela escore corporal desses animais”, disse a veterinária.

Segundo o zoo, a naja que picou o estudante não saiu da caixa. Conforme os biólogos, o animal está estressado e pode atacar de novo. “Como não tem soro contra o veneno da serpente no Brasil, a orientação, por enquanto, é ninguém mexer”, explicou a veterinária.

Fernanda Mergulhão disse também que as 17 serpentes, incluindo a naja, ficarão em quarentena por 20 dias, “para certificar que elas não apresentam nenhuma doença que possa ser transmitida aos outros animais”. Elas devem ficar no zoo até haver uma definição dos órgãos ambientais para o destino das serpentes.

Tráfico de animais silvestres

Serpente apreendida em haras passa por exames no Zoológico de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Serpente apreendida em haras passa por exames no Zoológico de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

O acidente com o estudante de medicina veterinária Pedro Henrique Santos Krambeck Lehm revelou, segundo a Polícia Civil, um esquema de tráfico de animais silvestres no Distrito Federal. Segundo o delegado Ricardo Bispo, da 14ª Delegacia de Polícia, do Gama, o princípio da investigação começou para saber a origem da naja que picou Pedro Henrique.

Conforme os policiais, na casa do jovem, no Guará, foram encontrados objetos que indicavam que no local eram criadas outras serpentes. “A investigação revela um possível esquema de tráfico de animais. Vamos investigar a origem dessas cobras, como chegaram no Brasil”, disse o delegado.

Cobra Naja que picou estudante de veterinária é encontrada perto de shopping no DF — Foto: BPMA-DF/Divulgação

Cobra Naja que picou estudante de veterinária é encontrada perto de shopping no DF — Foto: BPMA-DF/Divulgação

Segundo o delegado Ricardo Bispo, da 14ª DP, os jovens são de classe média e classe média alta e cursam medicina veterinária em uma instituição particular. A Faculdade Faciplac, do Gama, confirmou ao G1 que Pedro Henrique estuda na instituição.

Em nota, a instituição disse que “o Centro Universitário do Planalto Central Aparecido dos Santos (UNICEPLAC), assim como a coordenação do curso de Medicina Veterinária, informam que não tinham conhecimento da posse de nenhuma cobra ou outros tipos de animais silvestres entre os alunos”.

Cobra encontrada em chácara, no DF, após denúncia anônima que envolve tráfico de animais silvestres — Foto: Afonso Ferreira/G1

Cobra encontrada em chácara, no DF, após denúncia anônima que envolve tráfico de animais silvestres — Foto: Afonso Ferreira/G1

Os pais do jovem chegaram a importar dez doses do soro antiofídico dos Estados Unidos. No entanto, não foi necessário usar a medicação que será doada, conforme afirmou a família.

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Homicídios no DF aumentam 36% em junho na comparação com maio de 2020

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Roubos em comércios, tentativas de latrocínio, furtos a pedestre e latrocínio também tiveram crescimento. Dados são da Secretaria de Segurança Pública.

Local onde idoso foi amarrado, assassinado e corpo foi deixado em porta-malas de carro no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

O Distrito Federal registrou aumento de 36% no número de homicídios no mês de junho, em comparação com o mês de maio deste ano. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública, foram 25 ocorrências em maio e 34 em junho.

O balanço, divulgado na última semana, aponta que roubos em comércios, tentativas de latrocínio, furtos a pedestre e latrocínio também tiveram crescimento no mês passado. Em junho foram 50 ocorrências de roubos a comércios, 11 tentativas de latrocínio, 107 furtos a pedestre e 2 latrocínios (veja tabela abaixo).

Ao G1, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que cinco dos seis Crimes Contra o Patrimônio (CCP) monitorados pela pasta tiveram queda de 24,5% em 2020, na comparação com os números de 2019. A SSP diz que “o único tipo de crime que não apresentou redução, o roubo em residência, contabilizou número igual ao do mesmo período do ano passado, com 225 ocorrências” (leia íntegra da nota abaixo).

Crimes registrados em 2020

Crime Maio de 2020 Junho de 2020
Homicídio 25 34
Latrocínio 0 2
Lesão corporal seguida de morte 1 –
Roubo a pedestre 1.471 1.391
Roubo a veículo 155 140
Roubo a transporte coletivo 100 77
Roubo em comércio 41 50
Roubo em residência 26 17
Furto em veículos 472 375
Tentativa de homicídio 51 51
Tentativa de latrocínio 4 11
Estupro 45 32
Furto a pedestre 90 107
Total 2.481 2.287
Fonte: Secretaria de Segurança Pública

O que diz a Secretaria de Segurança

“A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) informa que cinco dos seis Crimes Contra o Patrimônio (CCP) monitorados de forma prioritária pela pasta marcaram queda de 24,5%, no comparativo do primeiro semestre de 2020 e de 2019. Único tipo de crime que não apresentou redução, o roubo em residência, contabilizou número igual ao do mesmo período do ano passado, de 225 ocorrências cada.

Destaque para redução nos registros de roubo a transeunte, de 26,6%. Nos roubos de veículo e em comércio, por exemplo, a redução foi de 25,7% e 21,2%, respectivamente. O roubo a transporte coletivo obteve queda de 25,4%. Furto em veículo também, com 19% de crimes a menos registrados.

Houve redução de 11,2% nos registros de furtos em comércio em todo o DF. Sendo 1.777 ocorrências de janeiro a junho deste ano. Em igual intervalo do ano passado, 1.797 crimes da mesma natureza. Cabe destacar que esse cenário não representa somente casos de arrombamento, mas também de pequenos furtos.

As vítimas de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), no comparativo do primeiro semestre, que agrupam o homicídio, o latrocínio e a lesão corporal seguida de morte, também marcaram queda de 6,5%. Homicídios caíram em 6,9%. As tentativas reduziram em 11%.

Feminicídios contabilizaram 15 casos, no primeiro semestre de 2019. Em igual intervalo de 2020, oito vítimas (sete vidas preservadas). O DF não registrou nenhum feminicídio nos meses de fevereiro e de maio deste ano.

Latrocínio foi a única natureza criminal, do hall de crimes analisados mensalmente pela SSP/DF, que apresentou aumento. Sendo de 12 ocorrências, de janeiro a junho de 2019, frente a 20 registros em 2020. Em contrapartida, tentativas de latrocínio caíram em 30,3%.

Cabe destacar que, para se ter um panorama mais preciso sobre a incidência criminal no DF, é importante que os dados estatísticos elaborados pela SSP/DF sejam comparados com o mesmo período dos anos anteriores.

É preciso levar em conta diversos fatores sazonais ao comparar meses diferentes, pois determinados crimes tendem a aumentar ou a diminuir em determinados períodos.

Com objetivo de reduzir índices de criminalidade, a SSP/DF coordenou mais uma fase da Operação Vita Salutem (Proteção de Vidas), no último fim de semana. Instituições, agências e órgãos nos eixos da segurança, mobilidade, fiscalização e prestação de serviços públicos participaram da ação. A operação ocorreu em Planaltina, Gama, Recanto das Emas e Santa Maria.”

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Estudante de veterinária é picado por cobra Naja e internado em estado grave no DF

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Suspeita é de que homem criava animal em casa; espécie é uma das mais venenosas do mundo. Soro para tratamento precisou ser encomendado de São Paulo.

Cobra da espécie Naja, em imagem de arquivo — Foto: Wikimedia Commons

 

Um estudante de medicina veterinária, morador do Distrito Federal, foi picado por uma cobra da espécie Naja, considerada uma das mais venenosas do mundo. O caso ocorreu nesta terça-feira (7) e o rapaz foi internado em estado grave em um hospital particular no Gama.

A suspeita é de que ele criava o animal em casa. A reportagem questionou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) se o estudante tinha autorização para criar o animal, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

A espécie Naja não existe na fauna brasileira, é natural da África e Ásia. Por conta disso, o hospital precisou encomendar o soro para tratamento da ferida do estudante. O pedido foi feito ao Instituto Butantan, em São Paulo.

O medicamento foi enviado da capital paulista para Brasília na noite de terça-feira (7) e já está sendo administrado à vítima.

Riscos

A infectologista Joana D’arc Gonçalves explica que a Naja “é um gênero que pode produzir acidentes graves”.

“[A espécie libera] uma neurotoxina que vai atuar no sistema nervoso central, que pode levar à paralisia respiratória”, disse.

Ainda de acordo com a especialista, o fato da espécie não ser brasileira faz com que seja “muito complexo fazer o diagnóstico e o tratamento adequado”.

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terça-feira, 14 de julho de 2020

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