Nossa rede

Tecnologia

Coreia do Norte ameaça EUA após declaração de Obama sobre ciberataque

Publicado

dia

A Coreia do Norte se pronunciou oficialmente sobre o ataque sofrido pela Sony e o envolvimento do presidente norte-americano no caso. Na semana passada, Barack Obama culpou diretamente os coreanos e prometeu revidar; então o Departamento de Defesa do país asiático afirmou que os americanos precisam se desculpar.

Em um longo comunicado publicado nesse domingo, 21, pela agência de notícias estatal, a Coreia do Norte informou ter provas de que a Casa Branca influenciou o enredo de “A Entrevista”, filme que teria provocado o ataque à Sony por retratar de forma debochada a morte do líder coreano Kim Jong Un.

Embora cumprimente o grupo Guardiôes da Paz por ter encabeçado os ataques que fizeram a Sony desistir de lançar o filme, o governo coreano nega qualquer envolvimento com o caso. Diz, ainda, que os EUA os culparam numa tentativa de colocar a opinião mundial contra o país.

O FBI, que num primeiro momento isentou os adversários de participação no atentado, mudou de posição apresentando evidências de que o ataque é semelhante a outro que teria sido realizado pela Coreia do Norte, em março, à do Sul. Mas a prova foi considerada fraca pelos coreanos.

“É de conhecimento geral que o método de guerra cibernética é quase igual no mundo todo. Diferentes tipos de programas de hacking e códigos são utilizados no ciberespaço”, defende-se a Coreia. Se alguém usou programas feitos nos EUA para atacar uma empresa dos EUA, seria possível concluir que os americanos se atacaram, ironizam.

Por fim, o país comandado por Kim Jong Un ainda afirma que a ameaça de Obama não será comparável à retalhação preparada pela Coreia, que promete ações contra a Casa Branca, o Pentágono e todo o continente americano. Também convoca outros grupos independentes, como o Guardiões da Paz, para agir contra os EUA.

Fonte: Olhar digital

Clique para comentar

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

Tecnologia

TikTok e WeChat serão banidos nos Estados Unidos a partir de domingo

Publicado

dia

Por

O banimento será um golpe duro no TikTok, que tem cerca de 80 milhões de usuários americanos e 1 bilhão no mundo todo

TikTok: briga com os EUA parece ter chegado ao fim — e resultado não é favorável (Hollie Adams/Bloomberg)

Parece que a guerra entre Donald Trump e o TikTok finalmente chegou ao fim, mas com vítimas pelo caminho. Isso porque o presidente americano deu um ultimato: a partir de domingo, os aplicativos chineses TikTok e o WeChat serão banidos de todas as lojas de aplicativos utilizadas no país, seja no iPhone, seja na Play Store, do Google.

“A ação de hoje prova mais uma vez que o presidente Trump vai fazer tudo que estiver a seu poder para garantir nossa segurança nacional e proteger os americanos das ameaças do Comunismo Chinês”, afirmou o secretário de comércio Wilbur Ross em comunicado. “Com a direção do presidente, nós tomamos ações significativas para combater a maliciosa coleta de dados de cidadãos americanos”, continuou.

O banimento será um golpe duro no TikTok, que tem cerca de 80 milhões de usuários americanos e 1 bilhão no mundo todo, segundo estimativas. E mais um capítulo entre a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China — que não cessou mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus. De um lado, Trump afirma que o aplicativo é responsável por ceder dados dos usuários ao governo chinês. Do outro, o aplicativo nega veementemente a acusação. Até mesmo a conta mais popular no app chinês é de uma americana, a adolescente Charli D’Amelio, 16 anos, que ficou famosa por fazer coreografias de músicas que viralizaram no TikTok. Com 85 milhões de seguidores, ela tem hoje o perfil mais popular do aplicativo — perder os EUA, então, significa perder muito.

A briga parecia ter tido um fim quando, nesta segunda-feira, a Oracle, empresa de tecnologia americana, anunciou nesta que seria “provedora oficial da tecnologia chinesa nos Estados Unidos”. O acordo parece não ter sido o suficiente para estancar a situação, que tomou novos contornos apenas quatro dias após o anúncio.

Segundo a Bloomberg, os termos do acordo parecem não atender às preocupações de segurança nacional manifestadas por autoridades do governo americano, incluindo o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo. O que pode ter sido pólvora o suficiente.

A Microsoft e a Oracle estavam em uma disputa sobre uma suposta compra do TikTok para evitar que ele fosse banido dos Estados Unidos sob suspeita de espionagem internacional e ameaça à soberania americana. A discórdia pode ter sido semeada pelo presidente global do Facebook.

Mark Zuckerberg teria dito a Trump que o crescimento das companhias chinesas de internet poderia “prejudicar os negócios americanos”. Sendo americana, a Oracle, especializada no desenvolvimento e comercialização de hardware e softwares e de banco de dados, resolveria os problemas do governo americano com o TikTok sem efetivamente comprá-lo.

Em entrevista  em julho, Fabro Steibel,d iretor executivo do Instituto Tecnologia Social (ITS), afirmou que a situação se “tratava de um momento novo”. “Mas se tem essa ideia de que, ao você ter aplicativos que coletam dados a tantos momentos, e se você der esses dados a outro país, você estará ameaçando a soberania do seu próprio país. E o que está dentro desse tema de soberania?”, questiona Steibel. “Você tem o reconhecimento facial, o TikTok tem um percentual alto de reconhecimento da população indiana e brasileira. Não é tão diferente da coleta que o Instagram faz, por exemplo, mas a simbiose com o governo chinês cria um uso para esses dados que não é o mesmo utilizado pelo Facebook, que não compartilha os dados com o governo americano. E aí você tem a soberania ameaçada”, diz Steibel.

Não é exatamente que o TikTok ou o WeChat têm de dar as informações dos usuários ao governo chinês. O que acontece é que, pelas regras da China, o governo chinês tem uma participação societária “ou acesso aos sistemas de quase todos os negócios”. Para driblar a situação, a opção do aplicativo gigante foi tentar vender suas operações nos EUA — mas nem isso parece ter sido o suficiente para o governo americano.

O WeChat, com 1,2 bilhão de usuários no mundo todo no segundo trimestre de 2020 segundo a consultoria de dados alemã Statista, também tem muito a perder com o banimento.

Apesar de tudo, as empresas não foram as primeiras a sofrer proibições do governo americano. No ano passado a Huawei, maior fornecedora telecom do mundo, foi colocada na lista negra dos EUA pelo presidente Donald Trump por “ameaçar a segurança americana”, o que proibia a empresa de fazer negócios com qualquer empresa americana. A companhia dependia fortemente de seu acordo com o Google para o fornecimento do sistema operacional Android para seus dispositivos e recentemente anunciou que seus dispositivos terão um sistema operacional próprio.

Ver mais

Tecnologia

A Apple contra todos: Epic Games, Spotify, Microsoft, Google e Facebook

Publicado

dia

Por

As empresas acusam a Apple de monopolizar a sua loja de aplicativos

Apple: a fabricante do iPhone cobra comissão de 30% de desenvolvedores que vendem apps na loja da empresa (VCG / Colaborador/Getty Images)

As brigas da Apple com outras gigantes de tecnologia parecem não ter fim. Na última terça-feira, 15, a disputa que já estava quente com a Epic Games apagou em incêndio, quando a empresa americana afirmou que a fama do principal aplicativo da desenvolvedora, o Fortnite, já estava “em queda” e que eles precisavam iniciar uma batalha judicial para “se tornarem mais famosos”. Como se não bastasse esse embate, um outro vem sendo traçado entre a Apple, a Microsoft, o Google e o Facebook — que acusam a maçã de monopolizar a sua loja de aplicativos e permitir que apenas os seus próprios sejam aproveitados pelos usuários de iPhones e iPads. Mas quem perde mais com essa discussão?

A resposta não é exata. Ter seus aplicativos na App Store é uma grande jogada, pensando que a Apple é a segunda maior fabricante de celulares no mundo, com 25,15% do mercado global, atrás apenas da Samsung, que tem 31,04%, segundo a companhia irlandesa StatCounter. Fato é que, para os desenvolvedores, o preço para estar no radar da Apple é alto — e às vezes pode não valer a pena (é dai que vem a briga com a Epic Games). Isso porque a Apple cobra uma comissão de 30% sobre qualquer transação que acontece nos apps disponíveis em sua loja de aplicativos. “A ideia da Apple é ter um sistema de pagamentos fortes. Para se adequar a política de dados atuais, é importante colocar formas de associar um usuário do Fortnite, por exemplo, a uma conta da Apple. Essa associação cria, a quem vende o jogo, um potencial para entender o cliente fora do jogo”, explica Fabro Steibel, diretor executivo do Instituto Tecnologia Social (ITS).

A batalha com a Epic Games estourou no mês passado, e o jogo “Fortnite”, como resposta, lançou uma campanha contra a Apple chamada #FreeFortnite (#LiberteOFortnite, em português), na qual dava presentes anti-Apple para seus jogadores. O fato de a Epic não estar mais presente na App Store significa que os jogos não podem mais ser vendidos para cerca de 1 bilhão de usuários de iPhones, iPads e Macs. Dor de cotovelo ou medo de perder receita?

Segundo o site americano Business Insider, a Apple afirmou que “o interesse no aplicativo tinha caído em 70% em julho deste ano se comparado a outubro de 2019”. “Esse processo parece ser parte de uma campanha de marketing feita para aumentar o interesse no Fortnite”, afirmou a companhia — jogando ainda mais lenha na fogueira.

Em uma auditoria realizada no congresso americano em julho, quando perguntado sobre a relação a acusação de monopólio nos apps da loja dos dispositivos iOS, o presidente da empresa, Tim Cook, afirmou que as medidas são uma “forma de aumentar a segurança dos dispositivos”. Sobre as comissões de 30%, Cook afirma que desde 2008 o valor tem sido o mesmo. “São portanto dois pontos centrais: o bloqueio de um app, o Fortnite, e de um motor de games (a conta de desenvolvimento). O app tem receitas, e as receitas tem 30% abocanhado pela apple. Dessa forma, o motor é usado por diversas empresas, e bloqueá-lo pode tirar outros players do mercado”, continua Steibel.

Mas outras empresas têm reclamado da atitude da gigante americana.

Apesar de permitir o aplicativo da Amazon, é impossível comprar livros para o Kindle em iPhones, por exemplo, uma vez que a companhia criada por Steve Jobs tem seu próprio serviço de compra de livros, o Apple Books.

É também possível instalar o aplicativo do Google Play Filmes, ver a biblioteca se o usuário já tiver comprado filmes, mas não adquirir novas produções nos dispositivos Apple, visto que ela tem seu próprio serviço de compra de filmes e outros podem ser adquiridos no streaming Apple TV+.

É daí que vem a queixa da Microsoft e do Google. Ambas as empresas alegam que as regras da maçã restringiram o que seus aplicativos de jogos podem fazer no iOS. Por exemplo, o serviço da Microsoft xCloud não está disponível no sistema operacional e o aplicativo de games do Facebook… simplesmente não tem games.

A Apple afirma que os aplicativos de streaming de games do tipo são permitidos em sua loja de aplicativos, mas com algumas condições: os jogos nos serviços da Microsoft e no do Google precisam ser baixados individualmente, e não diretamente dentro de apenas um aplicativo.Steibel acredita que essas brigas e discussões tendem a escalar em um futuro próximo. “Só vai aumentar. Na China vemos brigas como essas a todo tempo, e o que estamos vendo é uma discussão séria, internacional, sobre concentração de mercado similar ao que vimos quando o mercado finaceiro surge, e é regulado”, explica.

Os serviços de streaming de games do Google, o Stadia, no entanto, quer agir como uma plataforma para desenvolvedores e jogadores, sendo responsáveis individualmente pela decisão de quais games farão ou não parte de suas plataformas, mas a Apple quer ter um controle sobre quais jogos serão colocados, analisando cada um deles individualmente. O que quer dizer que, se um serviço destreamingde games tem 100 jogos, cada um deles será analisado e listado individualmente pela Apple — o que pode aumentar expressivamente o valor que a marca de Steve Jobs pode faturar em cima de cada um deles, uma vez que, como já foi citado anteriormente, a companhia recebe cerca de 30% dos lucros dos apps publicados em sua loja.

Agora a Apple pisou também no calo do aplicativo sueco de streaming de música, o Spotify, com o lançamento de seu pacote de assinaturas, o Apple One. Segundo o Spotify, o pacote de serviços aumenta ainda mais o monopólio da Apple. “Mais uma vez, a Apple está usando a sua posição dominante e práticas injustas para tirar vantagem de seus consumidores e privando seus clientes ao favorecer apenas seus próprios serviços. Nos queremos que as autoridades tomem uma ação urgente para restringir o comportamento anti-competitivo da Apple, que, caso não seja checado, irá causar um prejuízo irreparável na comunidade de desenvolvedores e ameaçar a nossa liberdade de ouvir, aprender, criar e nos conectar”, disse a empresa em um comunicado enviado à imprensa americana.

A Apple Music, serviço de streaming da companhia, passou dos 60 milhões de assinantes em junho deste ano, enquanto o Spotify tem mais de 138 milhões de inscritos. Mas o temor é claro, uma vez que as ações da companhia caíram em até 7% um dia depois do pacote da Apple.

Para Steibel, nenhuma das empresas pode sair como vencedor desse jogo de xadrez — exceto a Apple, que parece ter dado um xeque-mate. “A Apple está puxando para aumentar seu domínio em outros mercados, que não o seu. Não foi ela quem puxou a briga, mas sim quem discordou do processo. E nessa briga muitos podem perder, porque atrai o tema do monopólio de mercados para o debate”, afirma.

Ver mais

Tecnologia

PlayStation 5 tem data e preço de lançamento no Brasil

Publicado

dia

Por

Em transmissão virtual, a Sony revela últimos detalhes sobre o PlayStation 5

PlayStation 5: Sony divulga preço e data de lançamento do dispositivo (Sony/Divulgação)

Ver mais

Tecnologia

E o PlayStation? O que fica e o que sai com o fim da fábrica da Sony

Publicado

dia

Por

Fechamento da fábrica brasileira gerou preocupação nos fãs da marca, mas o console ainda não deu game over

PlayStation: produto continuará a ser vendido no Brasil? (Anadolu Agency / Colaborador/Getty Images)

Na manhã desta terça-feira, 15, uma notícia balançou o mercado de tecnologia: a Sony, uma das maiores fabricantes de eletrônicos no mundo, anunciou que fechará sua fábrica em Manaus, no Brasil, em 2021 e que a partir de março do ano que vem alguns produtos não serão mais vendidos por aqui. Na véspera do evento que deve anunciar detalhes do mais novo console da companhia japonesa, o PlayStation 5, muitos consumidores ficaram ansiosos e cheios de dúvidas: afinal, o console será vendido no Brasil?

A resposta é: sim. O fato de a fábrica ser fechada não muda a importação do videogame, que ocorre desde a última versão, o PS4, lançado em 2013, que já não era fabricado no Brasil desde 2017.

A empresa não revelou o motivo por trás da decisão de parar a fabricação do videogame em território brasileiro, mas as suposições levam a crer que a decisão se deu pelas taxas impostas no país. “Sobre a produção nacional, de fato não temos mais consoles fabricados no Brasil”, disse um porta-voz da empresa na época.

A conclusão que fica é que mesmo que o console não seja fabricado no Brasil, isso não impede que ele seja comercializado por aqui. Parar as vendas do PlayStation no Brasil também seria um tiro no pé da Sony, visto que o console da marca é o preferido pelos brasileiros, sendo usado por 37,6%. O Xbox 360, rival direto do videogame, é usado por 32,8% da jogadores, segundo a consultoria de dados alemã Statista.

O evento desta quarta também continua firme e forte. Segundo a empresa japonesa, o evento terá 40 minutos, e acontecerá um dia depois de outro evento marcante para o setor de tecnologia — nesta terça-feira, 15, a Apple fará seu evento anual para revelar novidades da marca.

A Sony define o evento como “mais um olhar sobre os jogos que serão lançados com o PS5 e muito mais!”. O console da empresa deve chegar às lojas no final deste ano, bem próximo ou ao mesmo tempo que o Xbox — uma briga de titãs.

Apesar disso, o videogame da Sony é o mais utilizado pelos gamers no mundo, com uma fatia de 64,22%, enquanto o Xbox representa 35,77% e o Nintendo Switch apenas 0,01%, segundo o site irlandês StatCounter. Então, nesse quesito, não há preocupação.

Outros produtos que continuarão a ser vendidos no Brasil, como os equipamentos de soluções profissionais e a Sony Music e Pictures Entertainment. As soluções profissionais citadas pela empresa são equipamentos necessários para o trabalho das pessoas, como câmeras de vídeo para a gravação de filmes ou reportagens.

A empresa também afirma que continuará a prestar serviços de garantia e suporte ao consumidor, apesar do fechamento da fábrica. “A Sony Brasil continuará a oferecer todo suporte ao consumidor para os produtos sob sua responsabilidade comercial de acordo com as leis aplicáveis e sua política de garantia de produtos”, afirmou em comunicado.

Os produtos que chegarão ao fim da linha em março de 2021 são os televisores, as câmeras e produtos de áudio. A empresa, em comunicado , define a decisão como uma consideração ao “ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios”. A Sony não informou, no entanto, se os aparelhos que estiverem em estoque continuarão a ser vendidos, mas os valores, segundo a empresa, não serão alterados.

Na área de televisores, a Sony realmente vinha sofrendo um pouco — e não só no Brasil. O mercado das TVs no Brasil (e no mundo), por exemplo, é dominado pela sul-coreana Samsung, líder de mercado global há 14 anos, segundo a IHS Markit. Em seguida vem a LG, com cerca de 12% do mercado. A Sony, embora seja a quarta maior fabricante de televisores, representa apenas 7% do setor. Em um mercado de televisores como o brasileiro, a saída da Sony é um prato cheio para outras fabricantes, como a própria Samsung, a LG, a Roku e a novata TLC continuarem a crescer e ocupar o espaço da companhia japonesa.

O lucro da empresa também tem caído nos últimos anos, embora esteja mais alto do que em 2016, quando atingiu seu nível mais baixo, de 67,8 bilhões de dólares. Em 2019, o lucro foi de 76,9 bilhões de dólares.

Os motivos para a saída da empresa do Brasil, embora não tão claros, não impedem que os consumidores joguem Fifa em seus consoles de última geração em um futuro próximo. O PlayStation no Brasil ainda não sofreu um game over — nem deve sofrer.

Confira a nota na íntegra:

“O grupo Sony sempre adota medidas para fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios, para responder às rápidas mudanças no ambiente externo. Nós decidimos fechar a fábrica em Manaus ao final de março de 2021 e interromper, em meados de 2021, as vendas de produtos de consumo pela Sony Brasil, tais como TV, áudio e câmeras, considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios. A Sony está tomando todas as medidas necessárias e está muito comprometida como empresa em empenhar seus esforços para garantir todos os direitos, o melhor tratamento e cuidados especiais a seus colaboradores. Sony Brasil continuará a oferecer todo suporte ao consumidor para os produtos sob sua responsabilidade comercial de acordo com as leis aplicáveis e sua política de garantia de produtos. Os demais negócios do grupo Sony no Brasil (Games, Soluções Profissionais, Music e Pictures Entertainment) continuarão a manter sua forte atuação no mercado local.”

 

Ver mais

Tecnologia

Sistema iOS 14 chega antes do iPhone 12 e estará disponível nesta quarta

Publicado

dia

Por

O novo sistema operacional do iPhone poderá ser baixado por usuários a partir de amanhã

iOS 14: sistema operacional chegará antes do novo iPhone 12 (Apple/Divulgação)

Sem iPhone 12, a Apple anunciou a chegada do novo sistema operacional para iPhone, o iOS 12, que estará disponível a partir desta quarta-feira, 16.

Segundo Tim Cook, presidente global da empresa, todos os novos dispositivos anunciados no evento de hoje (como o iPad Air) já chegarão ao mercado com as novas versões do sistema operacional.

Para os entusiastas da Apple, a má notícia foi a falta do anúncio do novo smartphone, que deve ficar somente para outubro, atrasado por causa da pandemia do novo coronavírus.

O iOS 14 tem como grande destaque uma nova forma de organizar os aplicativos na tela inicial. A função Library permite aos usuários ter aplicativos organizados de forma mais coesa e automática. Com isso, o usuário pode ter todos os aplicativos em uma página só. O sistema também sugere recomendações de organização.

O iOS 14 também traz widgets, que são como aplicativos “flutuantes” na interface da página inicial do iPhone. Eles permitem ver rapidamente informações como temperatura e notícias.

Já o aplicativo Mensagens permitirá que o usuário fixe conversas importantes no topo do aplicativo, assim como no WhatsApp. Os Memojis, animações feitas com base no rosto do usuário, também estarão de cara nova: o usuário poderá, entre outras funções, adicionar uma máscara facial para seu avatar.

A assistente virtual da Apple, Siri, ganhará uma nova roupagem com a atualização. A Siri poderá ser exibida tanto na parte de cima como na parte inferior da tela e, segundo a empresa, se tornará mais inteligente e ágil, sendo capaz de enviar mensagens de voz para os contatos e escrever textos recebidos por fala.

Em julho deste ano a Apple testou uma versão beta do iOS 14, mas os bugs (comuns em edições preliminares), não compensavam a atualização para o novo sistema.

A Apple oferece atualizações por meio de um processo chamado de over the air. Com isso, a empresa manda novas versões do sistema diretamente para os iPhones dos consumidores. Isso permite que o software esteja disponível no dia do lançamento para todos os aparelhos compatíveis.

O Google adota um processo diferente no Android, devido ao fato de o sistema ser usado por várias fabricantes no mundo todo, o que requer processos de homologação do software por diferentes empresas — tornando o processo de atualização moroso.

 

Ver mais

Tecnologia

Sony vai fechar fábrica e interromper vendas de TVs, áudio e câmeras no Brasil

Publicado

dia

Por

Distribuição do videogame PlayStation, garantia e assistência técnica de eletrônicos serão mantidos no país. Os 220 funcionários da empresa em Manaus serão demitidos.

TVs, equipamentos de áudio e câmeras fotográficas da Sony não serão vendidos no Brasil a partir de meados de 2021, segundo a empresa. Na foto, TV Bravia OLED, lançada em 2017 durante a CES, feira de eletrônicos nos EUA. — Foto: Divulgação/Sony

A Sony comunicou a varejistas na última segunda-feira (14) que em 2021 irá fechar a sua fábrica no Brasil, localizada em Manaus.

A empresa afirmou que a fabricação de eletrônicos será encerrada em março de 2021.

venda e a distribuição de segmentos como TVs, áudio e câmeras também serão encerradas em meados de 2021, de acordo com o comunicado.

A garantia e assistência técnica serão mantidas no país, assim como a venda do videogame PlayStation.

Ao G1, a assessoria de imprensa da Sony informou que a fábrica em Manaus mantinha 220 funcionários, e que todos serão demitidos.

Em nota à imprensa, a empresa disse que “sempre adota medidas para fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios, para responder às rápidas mudanças no ambiente externo”. Confira a íntegra no final da reportagem.

A atuação em outras áreas, como como a Sony Pictures e a Sony Music, não será comprometida.

Comunicado enviado pela Sony a varejistas informa sobre encerramento das operações da fábrica no Brasil. — Foto: Reprodução

Comunicado enviado pela Sony a varejistas informa sobre encerramento das operações da fábrica no Brasil. — Foto: Reprodução

 

Veja a íntegra da nota da Sony enviada à imprensa:

O grupo Sony sempre adota medidas para fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios, para responder às rápidas mudanças no ambiente externo.

Nós decidimos fechar a fábrica em Manaus ao final de Março de 2021 e interromper, em meados de 2021, as vendas de produtos de consumo pela Sony Brasil, tais como TV, áudio e câmeras, considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios.

A Sony está tomando todas as medidas necessárias e está muito comprometida como empresa em empenhar seus esforços para garantir todos os direitos, o melhor tratamento e cuidados especiais aos seus colaboradores.

A Sony Brasil continuará a oferecer todo suporte ao consumidor para os produtos sob a sua responsabilidade comercial de acordo com as leis aplicáveis e sua política de garantia de produtos.

Os demais negócios do grupo Sony no Brasil (Games, Soluções Profissionais, Music e Pictures Entertainment, incluindo Playstation) continuarão a manter normalmente sua forte atuação no mercado local.

 

Ver mais

Hoje é

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Publicidade

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade

Viu isso?