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Clima de carnaval: Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional faz concerto com merengue

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Apresentação gratuita será nesta terça no Cine Brasília. Dominicano Ramon Orlando Valoy assina arranjos musicais.

Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional faz ensaio no Cine Brasília — Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Para entrar no clima do carnaval, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro apresenta na terça-feira (26) o concerto “Merengue Sinfônico”. A apresentação, com entrada gratuita, é no Cine Brasília às 20h.

Com a regência do maestro Cláudio Cohen, os músicos contam com a participação especial do quinteto do dominicano Ramon Orlando Valoy.

“O merengue dialoga muito bem com esse clima de pré-carnaval e vai levar todo mundo a entrar no clima”, disse Cohen em material divulgado pelo governo.

Valoy é intérprete, compositor e divulgador internacional do merengue. Ele assina os arranjos musicais que a orquestra vai apresentar.

Segundo a Secretaria de Cultura do DF, o “Merengue Sinfônico” é uma realização da pasta com o apoio da Embaixada da República Dominicana e integra as celebrações do 175° aniversário de independência do país caribenho.

Programa-se

Merengue Sinfônico

  • Data: 26 de fevereiro
  • Hora: 20h
  • Local: Cine Brasília – 509 Norte
  • Gratuito

 

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Brasília

CCBB promove bate-papo com canções de Noel Rosa e Chiquinha Gonzaga

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A iniciativa, Canto das Letras, também terá declamações das poesias de Cora Coralina. A atividade faz parte do evento Tercidade

Para comemorar o mês da terceira idade, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) recebe os escritores José Carlos Vieira e Gracia Cantanhede e o ator e compositor Victor Abrão nesta terça-feira (15/10), às 17h, na Galeria 4. As visitas vão participar de um bate-papo sobre músicas de Noel Rosa e Chiquinha Gonzaga.

O evento, chamado de Canto das Letras, também terá participações do Coletivo Poesia Pulsante e de Vera Mazzaroto, que vão declamar poesias de Cora Coralina. A atividade faz parte do Tercidade, que conta com programação todas as terças-feiras de outubro com o objetivo de oferecer vivências ao público acima de 60 anos e suas respectivas famílias.

Idealizadora do projeto, Michele Milani explica que as ações do Tercidade são multidisciplinares e têm foco em tecnologia, saúde, finanças e aposentadoria, entre outros aspectos. “Nós estamos felizes, porque temos visto o resgate de muitas pessoas por meio do projeto. O nosso objetivo é mostrar que o futuro e que a longevidade são possíveis de uma forma mais amena e caridosa e com empatia”, afirma a responsável pela iniciativa no CCBB.

Até 29 de outubro, o evento reunirá palestras, shows, intervenções artíticas, happy hour, oficinas e terapias orientais. Veja a programação completa.

Tercidade — Canto das Letras

15/10 (terça-feira)

17h

Galeria 4 do Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Asa Sul)

Entrada franca
Classificação indicativa livre

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Cultura

Festival Universitário de Cinema de Brasília começa nesta quinta-feira

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A mostra nutre o intuito de fomentar e apresentar obras produzidas por universitários de todo o país

O festival da Universidade de Brasília (UnB) abre espaço para debates acerca dos curtas exibidos
(foto: Acervo FestUni/Divulgação)

As produções audiovisuais são um dos fortes de Brasília, não é a toa que um dos principais eventos de cinema brasileiro é aqui da capital, que também atua como cenário em diversas produções cinematográficas brasileiras. É nesta onda audiovisual que tem início, nesta quinta-feira (10/10), a terceira edição do Festival Universitário de Cinema de Brasília (FestUni). A mostra nutre o intuito de fomentar e apresentar obras produzidas por universitários de todo o país.
O FestiUni nasceu em 2017, no mesmo ano do 50º aniversário da mais importante mostra de cinema da capital, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. As duas primeiras edições do Festival Universitário, inclusive, fizeram parte do grande evento audiovisual candango.
A professora da UnB Dácia Ibiapina destaca o conceito desse novo festival. “A ideia surgiu porque o Festival de Cinema de Brasília começou na UnB, por Paulo Emílio Sales Gomes, e se tornou esse grande e importante festival do país”. Em 2017, a coordenação da 50ª edição do Festival de Brasília convidou a UnB para participar das reuniões prévias e assim nasceu a ideia de criar este outro festival. “Esperamos que essa sementinha também germine ao longo de outros 50 anos”, almeja a professora.

Em meio a esta turbulência política, com cortes de verbas para as universidades públicas e sem o auxílio do Festival de Cinema de Brasília, que acontece na última semana de novembro, o FestUni foi buscar apoio dentro da própria UnB. “O contexto político é desfavorável para as universidades, para a cultura. É uma batalha que a gente resolveu travar para que o festival pudesse acontecer, então buscamos apoio da Faculdade de Comunicação da UnB, do Decanato de Extensão, da ADUnB, por exemplo”, relata Dácia Ibiapina.
Ao todo foram selecionados 21 curtas-metragens de todo o Brasil, que concorrem ao prêmio Jean-Claude Bernardet (ex-professor da UnB), homenageado que dá nome aos troféus de melhor filme, melhor direção e júri popular.
Além da mostra, oficinas também fazem parte do festival universitário e, um dos pontos-chave que a professora Dácia pontua, é a integração entre os estudantes de audiovisual e cinema dos diversos cantos do país. “Essa convivência é muito rica, o intercâmbio entre os alunos de diferentes universidades é muito importante. O festival é um espaço de formação, são muito diversificados. As aulas não são suficientes, a formação fica mais rica quando os alunos vão construindo filmes, ouvindo opiniões, conhecendo outros alunos e professores”.

3º FestUni

Auditório da ADUnB (Universidade de Brasília). De 10 a 13 de outubro. Confira a programação e mais informações no instagram @festuni. Entrada franca.
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Cultura

Paulinho Pedra Azul faz show para celebrar os 30 anos do Feitiço Mineiro

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Nas comemorações dos 30 anos do Feitiço Mineiro, estrela do Jequitinhonha se apresenta com um repertório recheado de sucessos

Paulinho Pedra Azul celebra 35 anos de carreira: “Eu me recordo da primeira vez em que cantei no Feitiço”
(foto: Ludmila Loureiro/Divulgação)

A trajetória artística de Paulinho Pedra Azul está intimamente ligada a Brasília. O cantor e compositor mineiro, originário do Vale do Jequitinhonha, tem se apresentado na cidade desde o começo da década de 1980, logo após lançar Jardim da fantasia, o disco de estreia. Aqui conquistou muitos fãs e fez incontáveis amigos.
O Feitiço Mineiro é o lugar onde ele mais tem se apresentado na cidade. “Eu me recordo da primeira vez em que cantei no Feitiço. Fiz um show na Sala Villa-Lobos e o Jorge Ferreira foi assistir. No encerramento, ele foi falar comigo no camarim e me levou para a casa que ele havia aberto há pouco tempo. Naquela mesma noite, fiz uma apresentação informal no Feitiço”, lembra.
Para se ter ideia, o artista participou das 10 últimas comemorações do aniversário do bar e restaurante da 306 Norte; e é sempre um momento muito aguardado pelos frequentadores do local. Como era de se esperar, ele está de volta, como uma das atrações da celebração dos 30 anos.
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