Nossa rede

Saúde

Cigarro eletrônico: descoberta a causa da doença ligada ao uso do aparelho

Publicado

dia

O acetato de vitamina E, óleo utilizado para diluir maconha, é apontado como o principal responsável pelas mortes e doenças ligadas ao cigarro eletrônico

Até o momento, o surto da doença já matou 40 pessoas e adoeceu 2.051 nos Estados Unidos. (Gabby Jones/Bloomberg/Getty Images)

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) informou que o acetato de vitamina E é um dos principais culpados pelas doenças e mortes associadas ao uso de cigarro eletrônico. A substância é um óleo utilizado para diluir maconha e foi encontrada no local primário de lesão do pulmão de 29 vítimas, incluindo duas que morreram.

“Pela primeira vez, detectamos uma potencial toxina preocupante, o acetato de vitamina E, em amostras biológicas de pacientes com danos nos pulmões associados aos vaporizadores”, disse Anne Schuchat, diretora adjunta do CDC.

De acordo com o CDC, o acetato de vitamina E é pegajoso e adere o tecido pulmonar. Os pesquisadores não sabem exatamente como isso prejudica os pulmões, mas estudos em animais estão sendo considerados para ajudar a desvendar esse mistério. A substância é comumente utilizada como um suplemento vitamínico ou ingrediente em loções para a pele.

Nos líquidos vaporizados, ela tem função de espessante ou é usado para diluir o THC, composto psicoativo da maconha. No entanto, embora seguro para ingerir, ele pode não ser seguro para inalar: ao contrário dos pulmões, o sistema digestivo tem enzimas para decompor o que comemos.

Uma pesquisa feita pelas autoridades de saúde do estado de Illinois, nos Estados Unidos, com o objetivo de identificar fatores de risco para a doença concluiu que a maioria das pessoas que utiliza cigarros eletrônicos inala nicotina. Entretanto, 21% usaram o dispositivo com THC.

Os pacientes que adoeceram apresentaram maior probabilidade de vaporizar apenas THC e de usá-lo com freqüência, ou seja, mais de cinco vezes ao dia. Essas pessoas também tinham nove vezes mais chances de comprar THC de fontes informais.

Até o momento, o surto da doença já matou 40 pessoas e adoeceu 2.051 nos Estados Unidos. Muitos pacientes acabaram internados em unidades de terapia intensiva (UTI), precisando de apoio respiratório, como ventilador mecânico ou medidas mais desesperadas para ajudá-los a respirar. A maioria são jovens e adultos do sexo masculino, mas adolescentes também foram afetados.

Segundo informações do jornal americano The New York Times, devido ao aumento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes, a FDA, agência americana que regula alimentos e medicamentos, deve anunciar em breve medidas envolvendo a proibição de cigarros eletrônicos com sabor, incluindo menta.

Na última quinta-feira (7), a Juul Labs, maior vendedora de cigarros eletrônicos dos EUA, anunciou que interromperia as vendas de cigarros com sabor de menta, depois que as últimas pesquisas nacionais mostraram que os sabores preferidos dos adolescentes são frutas cítricas e menta.

Cigarro eletrônico causa danos ao coração
Dois estudos que serão apresentados na próxima reunião da American Heart Association avaliaram o impacto do uso de cigarros eletrônicos no colesterol e na capacidade do corpo de bombear sangue.

De acordo com informações do site NBC News, no primeiro estudo, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, concluíram que o cigarro eletrônico aumenta o nível de LDL, colesterol ruim, e diminui o LDL, colesterol bom.

Já o segundo estudo avaliou por que fumar cigarros tradicionais ou eletrônicos com nicotina afeta a capacidade do coração de bombear sangue pelo corpo em repouso e durante o exercício. Os resultados mostraram que o fluxo sanguíneo dos usuários de cigarros eletrônicos diminuiu tanto durante o exercício quanto em repouso.

“Esses produtos são comercializados como alternativas saudáveis ​​e, no entanto, vemos cada vez mais evidências de que eles definitivamente não são saudáveis”, disse o autor do estudo, Florian Rader, diretor médico do Laboratório de Fisiologia Humana e diretor assistente do Laboratório Não Invasivo do Instituto do Coração Smidt no Centro Médico Cedars-Sinai em Los Angeles, à NBC News

Comentário

Saúde

SUS amplia público para vacinas contra febre amarela e gripe

Publicado

dia

A medida tem por objetivo ampliar a vacinação dos grupos mais vulneráveis

Vacina de gripe: adultos de 55 a 59 anos serão alvo de nova campanha (Tomaz Silva/Agência Brasil)

A partir de 2020, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar uma dose de reforço da vacina de febre amarela para crianças com 4 anos de idade. O Ministério da Saúde também ampliará, de forma gradativa, a vacinação contra febre amarela nos 1.101 municípios nordestinos que não faziam parte da área de recomendação de vacinação.

“Dessa forma, todo o país passa a contar com a vacina contra a febre amarela na rotina dos serviços. As novas diretrizes sobre as Campanhas Nacionais de Vacinação foram enviadas pela pasta aos estados e aos municípios em novembro deste ano para que estejam preparados para as ações do próximo ano”, segundo o ministério.

A pasta informou também que a campanha contra a gripe, realizada todos os anos entre abril e maio, contará com um novo público, os adultos de 55 a 59 anos. A medida tem por objetivo ampliar a vacinação dos grupos mais vulneráveis. “O público-alvo, portanto, representará aproximadamente 67,7 milhões de pessoas. A meta é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários para a vacinação, que já conta com crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores de saúde, idosos, entre outros”.

Segundo o ministério, as datas para início das campanhas serão definidas pelos estados, a partir do plano de implantação elaborado individualmente por eles. “O Ministério da Saúde conta com estoque suficiente para atender a demanda, a partir da solicitação de quantitativo dos estados, responsáveis por fazer a distribuição das doses aos municípios”.

 

Ver mais

Saúde

Uma nova esperança contra a doença de Chagas

Publicado

dia

Estudo avalia molécula capaz de reverter lesões no coração causadas pela doença de Chagas, que já é a terceira causa de transplante cardíaco no Brasil

Barbeiro, o inseto que causa a doença de Chagas. (Foto: Wikimedia Commons/Divulgação)

Os dados oficiais estimam que de 2 a 5 milhões de brasileiros sofrem cronicamente com a doença de Chagas. “É a terceira causa de transplante cardíaco no Brasil”, revela o cardiologista Sandrigo Mangini, do Programa Einstein de Transplantes. O mal provoca lesões em órgãos como o coração ao longo de décadas e de maneira silenciosa, levando a quadros de insuficiência cardíaca — quando a bomba que existe no peito aumenta de tamanho e não consegue mais trabalhar direito. “O tratamento clínico para Chagas não é tão bem-sucedido em comparação com outras doenças coronarianas”, explica Mangini. Daí a promessa de uma pesquisa que está sendo conduzida no Instituto Oswaldo Cruz (IOC), no Rio de Janeiro.

Os cientistas testaram uma molécula capaz de bloquear o processo de fibrose do tecido cardíaco que ocorre na fase crônica da enfermidade. “Usamos um composto que inibe o receptor da TGF-beta”, conta Mariana Whagabi, líder do estudo e pesquisadora do Laboratório de Genômica Funcional e Bioinformática do IOC. É essa proteína do sistema imune que está por trás das alterações no coração.

Os resultados foram bastante animadores. Houve reversão do processo de cicatrização e melhora da função cardíaca. Em um dos esquemas terapêuticos, foi verificada também regeneração do tecido muscular do órgão.

Publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases, o trabalho usou camundongos para testar a molécula, que é produzida pelo laboratório GSK. Os animais foram inoculados com o Trypanosoma cruzi, o protozoário que provoca a doença de Chagas. Neles, o problema ocorre de forma parecida com a dos seres humanos. “É um bom modelo”, diz Mariana.

O que é a doença de Chagas e qual seu tratamento

Para se tornar crônica em homens e mulheres, a enfermidade leva de 20 a 30 anos. Trata-se de uma doença negligenciada. Entram nesse grupo moléstias causadas por vírus, parasitas e bactérias que acometem principalmente as camadas mais pobres da população. Eis a razão do pouco interesse da indústria farmacêutica em buscar medicamentos inovadores.

Trypanosoma cruzi pode ser transmitido pelo barbeiro. Ele pica a vítima para se alimentar de sangue e, no ato, defeca, evacuando o parasita. Alimentos como açaí e cana de açúcar com restos do inseto e suas fezes são outra forma de o contágio ocorrer, além de transfusão de sangue.

Feridas são a porta de entrada do Trypanosoma cruzi no organismo. Ele viaja pela corrente sanguínea e se abriga nas células cardíacas. Na gestação, a mãe infectada também pode passar o problema para o filho.

Do ponto de vista dos sintomas, a fase aguda da doença de Chagas se assemelha com a gripe. Já na crônica, a resposta imunitária gerada pelo corpo pode deflagrar um processo inflamatório intenso que provoca lesões no coração, além de esôfago e intestino. Tudo de maneira silenciosa. Daí o surgimento de insuficiência cardíaca décadas depois.

A droga disponível hoje para o tratamento, o benzonidazol, é capaz de dar cabo do Trypanosoma cruzi nos estágios iniciais da doença. Mas alguns parasitas podem apresentar resistência a ela, sem contar que o problema quase não é diagnosticado na fase aguda.

Com isso, muitos pacientes crônicos com Chagas acabam na fila do transplante. “Ele é uma boa opção”, atesta o cardiologista Sandrigo Mangini. Isso porque essas pessoas geralmente têm de 35 a 40 anos e não apresentam outras doenças, a exemplo de diabetes, hipertensão e obstrução das artérias.

Contudo, a espera pelo novo coração pode ser demorada e, infelizmente, 30% dos pacientes acabam morrendo. “A doença de Chagas está relacionada com uma questão socioeconômica, e o transplante tem um custo alto”, diz Mangini. “É louvável qualquer estratégia nacional que busque interferir nos mecanismos desse problema”, conclui.

Ver mais

Saúde

O que a gordura tem a ver com o diabetes

Publicado

dia

Não é só o açúcar que importa na prevenção e no tratamento do diabetes. Também é preciso olhar com cautela para os alimentos gordurosos

Alimentos muito gordurosos tornam a digestão mais lenta e elevam a glicemia. (Foto: Tomás Arthuzzi/SAÚDE é Vital)

Ninguém precisa ter diabetes para saber que o problema guarda íntima relação com o açúcar. Esse é um elo que grudou na cabeça da população em geral. Mas, se é preciso lidar com a sobrecarga de glicose no sangue, vale a pena considerar outro ingrediente: as gorduras. Quem avisa são pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, que acabam de concluir uma pesquisa a respeito.

Antes de dar esse conselho, eles avaliaram nada menos que 11 264 indivíduos com diabetes. Durante mais de uma década, com alguns intervalos, essa turma respondeu a questionários sobre seus hábitos. Nesse meio-tempo, ocorreram 2 502 mortes, incluindo 646 por causas cardiovasculares.

Após esmiuçar os relatos dos participantes, os cientistas concluíram que um consumo maior de gorduras poli-insaturadas (presentes em pescados e em determinadas castanhas e sementes) estava ligado a uma menor mortalidade por doenças cardíacas em comparação com a ingestão abundante de gorduras saturadas (encontradas na carne vermelha, nos embutidos, nos salgadinhos…) e carboidratos.

O endocrinologista Rogério Friedman, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, nota que se trata de um estudo observacional — ou seja, ele não comprova causa e efeito.

“De todo modo, confirma o que outros trabalhos já apontavam e reforça a importância de certas gorduras e do equilíbrio entre elas na proteção cardiovascular”, analisa o médico. Afinal, não faltam evidências sobre o papel das monoinsaturadas no controle do colesterol e da ação anti-inflamatória das poli-insaturadas, com destaque para a mais famosa integrante da família, o ômega-3.

Estratégias que blindam as artérias são fundamentais a quem convive com o diabetes, especialmente o tipo 2. É que, nesses casos, a doença costuma vir acompanhada de excesso de peso, hipertensão, além de colesterol e triglicérides elevados, uma reunião de fatores perigosos ao coração e batizada de síndrome metabólica.

Nesse cenário, um dos maiores prejudicados é o endotélio, o tapete celular que recobre o interior dos vasos sanguíneos. Ele fica mais suscetível ao acúmulo de partículas gordurosas. “Esse mecanismo serve de estopim para a formação das placas que entopem as artérias”, observa o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Para evitar o pior desfecho, um infarto ou AVC, é preciso rever atitudes — e uma delas é quanto e quais gorduras levamos ao prato.

Como pessoas com diabetes podem equilibrar a gordura no prato

No estudo de Harvard, os americanos mencionam a dieta do Mediterrâneo como um bom modelo para os diabéticos controlarem as taxas de açúcar, colesterol e triglicérides no sangue. Ela se destaca por contemplar peixes, grãos e azeite de oliva, fontes das queridinhas gorduras mono e poli-insaturadas.

Mas leite e queijos também são apreciados pelos povos que vivem naquelas bandas. Logo, a tal saturada dá as caras no menu. “E ela pode entrar mesmo. É só não exagerar”, aconselha a nutricionista Maristela Strufaldi, da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Os experts pregam, aliás, que não é necessário excluir nenhum nutriente, mas modular as quantidades. Um alerta inclusive para quem segue a dieta low carb. Pesquisas apontam que ela até pode ajudar quem convive com diabetes tipo 2, desde que não seja tão radical. Quando esses planos alimentares ficam muito severos, abre-se espaço para o consumo abusivo de proteínas e gorduras.

Infelizmente, porém, equívocos à mesa não são raros. Veja o caso dos ômegas. “Notamos que a população consome pouco ômega-3 e muito ômega-6, fornecido pelos óleos vegetais”, exemplifica o médico Fernando Chueire, da Associação Brasileira de Nutrologia. Juntos, esses ácidos graxos atuam contra inflamações, mas o desequilíbrio pode provocar o efeito contrário, ameaçando as artérias.

O melhor é passar longe de extremismos e dos ditos milagres — caso do óleo de coco, que, segundo diretrizes médicas, deve ser consumido com muita, mas muita moderação.

E quem não gosta de linhaça não precisa tapar o nariz e engolir só para ter sua parcela de gorduras benéficas. “Não dá para transformar o gaúcho da fazenda em um esquimó”, brinca Friedman.

O preço do abuso

“Em geral, os alimentos fontes de gordura costumam apresentar uma mistura dos tipos”, aponta a nutricionista Maria Fernanda Cury Boaventura, professora da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo.

O azeite é rico em monoinsaturada, mas oferece um pouco das poli-insaturadas, por exemplo. O salmão também não é composto exclusivamente de ômega-3. Daí a sugestão de procurar conhecer a composição dos alimentos e observar os rótulos. A meta não é ficar paranoico, mas escapar dos abusos.

Quem convive com esse desbalanço dos ômegas e extrapola a cota das gorduras saturada e trans (comuns nos industrializados) bagunça mesmo o organismo. A começar pelo ganho de peso. Segundo Maria Fernanda, esse padrão também alimenta a resistência à insulina, situação que deixa a glicose sobrando na circulação.

E tem mais encrenca à vista: a hiperglicemia tardia. Ainda que o carboidrato seja o nutriente com maior impacto glicêmico — afinal, 100% dele é convertido rapidamente em glicose —, o excesso de comida gordurosa também pode contribuir para a escalada do açúcar no sangue.

Como se sabe, os lipídios (nome oficial das gorduras) desempenham inúmeras funções no organismo: auxiliam no transporte de vitaminas e na formação de hormônios, entre outras. Mas cerca de 10% deles se transformam em glicose. Assim, ao cair de boca em uma pratada gordurenta, a digestão tende a ser mais lenta e a elevação da glicemia pode ocorrer muito depois de comer.

Acontece que essa alteração tardia passa despercebida. É que a pessoa com diabetes é orientada a fazer a monitorização, na ponta do dedo, no período pós-refeição ou duas horas depois de se alimentar. Mas, quando há uma ingestão exagerada de gorduras, o pico de glicemia pode ocorrer após quatro ou cinco horas. Resultado: o sujeito nem toma conhecimento da hiperglicemia.

Se tais excessos forem corriqueiros, o corpo fica vulnerável a lesões nas artérias que irrigam os olhos, os rins, o coração… Portanto, priorizar as versões mono e poli-insaturadas, sem cair no consumo desmedido, é uma atitude que poupa os vasos e o organismo da cabeça aos pés. Viu só por que não adianta focar apenas no açúcar?

Alimentos para ficar de olho

Itens ricos em gordura saturada pedem parcimônia. Já os que têm trans devem ser evitados

Carnes gordas: cupim, picanha e bacon devem aparecer em situações bem pontuais. No geral, cortes magros (patinho, filé-mignon…) são melhores escolhas.

Embutidos: linguiça, mortadela e salame tendem a ser gordurosos e carregam boas porções de sódio, combo prejudicial aos vasos sanguíneos.

Queijos amarelos: outra turma que deve ser beliscada em ocasiões especiais. A sugestão é consumir lácteos menos engordurados no cotidiano, como cottage.

Guloseimas: biscoitos, salgadinhos, bolos e sorvetes muitas vezes levam gordura trans (hidrogenada) — a pior para a saúde. Examine o rótulo.

Itens para consumir

Abra espaço no cardápio para alimentos com um bom mix de gorduras benéficas, como os abaixo

Peixes: apostar em espécies como salmão, atum e sardinha é uma deliciosa maneira de garantir ômega-3. Só evite empanar e fritar.

Oleaginosas: nozes, avelãs, amêndoas e as brasileiríssimas castanhas-do-pará e de caju oferecem ácidos graxos protetores. Fora as vitaminas e minerais.

Sementes: as de abóbora e girassol, assim como a chia e a linhaça, incrementam o menu com as tais poli-insaturadas e outras substâncias bacanas.

Óleos vegetais: azeite de oliva é sempre festejado porque, além de gorduras boas, é rico em antioxidantes. Mas óleos de soja e canola caem bem no dia a dia.

Suplementos de ômega-3 ajudam?

Já notou que as prateleiras das farmácias estão tomadas por potes de DHA e EPA? Tais siglas se referem ao ômega-3. “Há evidências de que eles ajudem no controle dos triglicérides”, diz o nutrólogo Fernando Chueire.

Ainda assim, o médico não aconselha a ingestão sem a avaliação de um profissional, já que cada um tem necessidades específicas (às vezes supridas na alimentação).

Cuidados com o coração no diabetes

Uma pesquisa com 1 439 brasileiros realizada por SAÚDE, com a curadoria do médico Carlos Eduardo Barra Couri e o apoio do laboratório Novo Nordisk, revela que a ligação entre o diabetes e os problemas cardíacos ainda passa batida.

“Esse desconhecimento foi visto inclusive em uma parcela de pessoas de alto nível sociocultural. Imagine o que se passa com o restante da população”, conta Couri. “É preocupante!”.

Ver mais

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade