Sergio Moro (PL), Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT), principais candidatos ao governo do Paraná, votaram na manhã deste domingo (4/10). Enquanto Moro e Requião votaram em Curitiba, Sandro Alex votou em Ponta Grossa.
Moro, que lidera as pesquisas Quaest e Atlasintel com mais de 40% das intenções de voto, votou no Clube Duque de Caxias, acompanhado da esposa, usando adesivos para apoiar outros candidatos, incluindo sua esposa, Rosangela Moro, candidata a deputada federal pelo PL, e o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL).
Requião votou no Colégio Estadual Júlia Wanderley, acompanhado do pai e dos filhos, enquanto Sandro Alex registrou seu voto no Instituto de Educação Estadual Professor César Prieto Martinez, em Ponta Grossa, ao lado da esposa e dos três filhos.
Sandro Alex e Requião são os principais concorrentes para disputar o segundo turno com Sergio Moro. As pesquisas indicam percentuais variados para ambos candidatos, colocando-os como possíveis adversários no próximo turno.
Além deles, o candidato Luiz França (Missão) votou no Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, em Curitiba, aparecendo com menor percentual nas pesquisas.
A corrida ao Senado teve novidade com a decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que permitiu a participação de Deltan Dallagnol na disputa, revertendo decisão anterior. Ele concorre com outros candidatos como Filipe Barros (PL), Alexandre Curi (Republicanos), Gleisi (PT), e outros.
Neste domingo, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) registrou 468 ocorrências com urnas eletrônicas, sendo que 113 foram substituídas, principalmente por problemas na bateria e no teclado.
As fortes chuvas causaram falta de energia em mais de 300 mil locais no estado, o que afetou algumas zonas de votação, que tiveram que operar no escuro com as urnas funcionando a bateria. Também foram registradas ocorrências de alagamentos em algumas seções eleitorais.
A Segurança Pública do Paraná informou que foram registradas 26 ocorrências, incluindo boca de urna, propaganda irregular, compra de votos, desobediência, desacato, distribuição de material de campanha, crime eleitoral e desordem.
