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Bolsonaro lidera e Haddad sobe 11 pontos percentuais, diz Ibope

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Os dois líderes estão empatados na simulação de segundo turno, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (18) no Jornal Nacional

Fernando Haddad (PT) subiu 11 pontos percentuais em uma semana e está isolado em segundo lugar na corrida presidencial.

Os dados são de uma pesquisa Ibope realizada nos dias 15 e 16 de setembro e divulgada neste terça-feira (18) no Jornal Nacional da TV Globo.

Desde a última pesquisa, divulgada há uma semana no dia 11 de setembro, Haddad foi de 8% para 19% enquanto Jair Bolsonaro (PSL) foi de 26% para 28%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. Foram entrevistados 2.506 votantes.

Da última pesquisa para essa, Ciro Gomes (PDT) permaneceu em 11% enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) caiu de 9% para 7% e Marina Silva (Rede) seguiu em declínio, agora de 9% para 6%.

Álvaro Dias (Podemos) caiu de 3% para 2%, João Amoêdo (Novo) foi de 3% para 2% e Henrique Meirelles (MDB) caiu de 3% para 2% – todos dentro da margem de erro.

Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%. Os brancos e nulos caíram de 19% para 14% em uma semana, enquanto os que não souberem ou não quiserem opinar seguem em 7%.

Veja os cenários de segundo turno:

Haddad 40% X Bolsonaro 40% (brancos e nulos: 15%)

Ciro Gomes 40% X Bolsonaro 39% (brancos e nulos: 15%)

Alckmin 38% X Bolsonaro 38% (brancos e nulos: 18%)

Bolsonaro 41% X Marina 36% (brancos e nulos: 18%)

Veja a evolução da taxa de rejeição em relação à pesquisa anterior; aqui os eleitores indicam em quem não votariam de jeito nenhum e podem citar mais de um candidato:

Jair Bolsonaro: 41% para 42%

Fernando Haddad: 23% para 29%

Marina Silva: 24% para 26%

Geraldo Alckmin: 19% para 20%

Ciro Gomes: 17% para 19%

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Brasil

‘O senhor que me demita’, diz Mandetta em briga com Bolsonaro por telefone

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Em uma dura conversa, ministro da Saúde disse ao presidente que ele deveria se responsabilizar pelas mortes na pandemia

No jantar que teve com Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia na noite desta quinta — como o Radar revelou mais cedo –, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, narrou aos chefes do Legislativo o tenso diálogo que travou com o presidente Jair Bolsonaro pelo telefone.

Durante a ligação, o presidente teria dito ao ministro da Saúde que ele deveria pedir demissão e deixar o governo. Mandetta rebateu de pronto: “O senhor que me demita, presidente”.

A partir desse momento, a conversa teria esquentado ainda mais, ao ponto de o ministro da Saúde recomendar ao presidente que ele se responsabilizasse sozinho pelas mortes causadas pelo coronavírus, que já infectou 8.230 brasileiros e matou 343 pessoas.

Apesar da tensa discussão, Mandetta trabalha normalmente nesta sexta e já participou de uma série de reuniões.

Como o Radar mostrou mais cedo, depois de ser atacado publicamente pelo presidente nesta quinta, o ministro da Saúde foi jantar com os presidentes do Senado e da Câmara na residência oficial do Senado.

Na conversa, o ministro estava inconsolável. Disse aos chefes do Congresso que a situação com o presidente era “insustentável”.

Seguidamente boicotado nos bastidores pelo Palácio do Planalto, atacado nas redes sociais por aliados de Bolsonaro e agora publicamente pelo próprio chefe da República, Mandetta revelou estar no seu limite.

Na conversa, que entrou a madrugada, Mandetta disse a Maia e Alcolumbre que, por ele, está fora do governo. Bolsonaro não mereceria o empenho dele e de seus técnicos. Os chefes do Legislativo apelaram para que ele resistisse o máximo possível no cargo.

Em uma videoconferência do Valor, Maia disse que Bolsonaro “não tem coragem de tirar o ministro e mudar oficialmente a política de enfrentamento à pandemia”.

Bolsonaro deixou claro nesta quinta que teme ficar com a conta das mortes da pandemia no Brasil, se realizar mudanças no plano de combate do ministério e dos governadores. Mesmo assim, bateu duro em Mandetta.

“Mandetta já sabe que estamos nos bicando. Ele está extrapolando. Mas não posso demitir ministro em meio ao combate. Nenhum ministro meu é indemissível”, disse Bolsonaro nesta quinta.

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Brasil

‘Coronavoucher’ deve começar a ser pago antes da Páscoa, diz Onyx

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Caixa Econômica Federal lançará na terça-feira um aplicativo que permite a autodeclaração de informais fora das bases de dados do governo

O auxílio emergencial a trabalhadores informais afetados pela crise do coronavírus deve começar a ser depositado para os trabalhadores já  na próxima semana, afirmou nesta sexta-feira, 3, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. De acordo com o ministro, a partir de terça-feira, a Caixa Econômica Federal irá disponibilizar um aplicativo para que trabalhadores que não estão em nenhum banco de dados possam fazer sua autodeclaração. O prazo para a validação dos dados é de 48 horas e, após esse período, o crédito será depositado em contas bancárias da Caixa, Banco do Brasil ou entidades privadas. Logo, o dinheiro poderia ser liberado já na quinta-feira, 9, véspera do feriado de sexta-feira santa.

Para quem não tem conta em banco, será feita uma autorização de saque para as lotéricas. Segundo Onyx, há entre 15 e 20 milhões de pessoas que estão fora das bases cadastrais do governo e seriam beneficiadas por essa autodeclaração disponível pelo aplicativo. A aplicação, aliás, não deve ter custo de tráfego de dados e dowloads.

O auxílio emergencial irá disponibilizar 600 reais por pessoa (até 1.200 reais por família) como renda mínima emergencial para trabalhadores que não tem emprego formal e possuem renda familiar de até três salários mínimos (3.135 reais).

Na próxima semana, a Caixa deverá montar um calendário com o pagamento de autônomos cadastrados no INSS, Microempreendedores Individuais e informais na base do CadÚnico. Os beneficiários de Bolsa Família começam a receber o ‘coronavoucher’ no dia 16, data de pagamento mensal do programa assistencial anterior.

O presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, destaca que o banco vem trabalhando para lançar o aplicativo na terça-feira e ressaltou que ainda não há nenhuma aplicação oficial no ar ainda. Segundo ele, é possível que haja uma instabilidade inicial já que muitas pessoas tentarão acessar logo de início as plataformas do programa. “Com certeza será o aplicativo mais baixado do mundo”. Também será disponibilizada uma página da internet e uma linha telefônica para atendimento.

De acordo com o presidente da Caixa, o aplicativo dá a opção para que a pessoa não precise ir à agência, o que facilita a operacionalização em tempos de crise e, principalmente, de distanciamento social. As contas pelo aplicativo devem ser abertas com base no CPF e “no mínimo de dados possíveis”, que não foram detalhados.

O ministro da economia, Paulo Guedes, afirmou que a resposta da crise do Brasil para o pagamento de pessoas vulneráveis à crise é o mais rápido de países emergentes e equiparado a dos Estados Unidos. “Estamos reagindo rápido, porque é uma operação muito complexa”, afirmou.

Quem pode receber

O programa emergencial do governo deve beneficiar cerca de 54 milhões de brasileiros que se encaixam nos seguintes critérios:

– Tenham a partir de 18 anos;
– Não possuam emprego formal;
– Não receba benefício assistencial ou do INSS, seguro-desemprego ou faça parte de qualquer outro programa de transferência de renda do governo, com exceção do Bolsa Família;
– Tenham renda familiar, por pessoa, de até meio salário mínimo (522,50 reais) ou renda mensal familiar de até três salários mínimos (3.135 reais);
– Que não precisaram declarar Imposto de Renda em 2018 (por ter renda tributável menor do que 28.559,70 reais)

Além disso, é preciso se enquadrar em algum dos critérios abaixo:
– Não ter carteira assinada e atuar como informal ou autônomo;
– Exercer atividade como Microempreendedor Individual (MEI);
– Ser contribuinte individual ou facultativo do INSS (nos planos simplificados ou baixa renda);
– Ser trabalhador intermitente;

Para poder receber, é necessário estar inscrito no CadÚnico, um cadastro do governo federal que reúne base de dados de programas sociais, até 20 de março deste ano. Caso não esteja, é necessário fazer uma autodeclaração disponibilizada no aplicativo.

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Para 50%, coronavírus já causou impacto na situação financeira pessoal

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Segundo a pesquisa “XP com a População”, 64% das pessoas espera que o distanciamento social dure até um mês

Dinheiro: proporção de pessoas que acredita que haverá um impacto na sua situação financeira no futuro avançou de 76% para 82% (Rmcarvalho/Getty Images)

A proporção de pessoas que diz já ter sentido um impacto da crise do coronavírus sobre sua situação financeira pessoal subiu de 26% em meados de março para 50% no começo de abril, de acordo com a Pesquisa XP com a População. A margem de erro é de 3,2 ponto porcentual.

No mesmo período, a proporção de pessoas que considera que suas dívidas vão aumentar ou aumentar muito disparou de 25% para 45%, enquanto a taxa dos que esperam que seus débitos diminuam ou diminuam muito derreteu de 30% para 17%.

A proporção de pessoas que acredita que haverá um impacto na sua situação financeira no futuro avançou de 76% para 82%, estável no limite da margem de erro. A proporção dos que não enxergam impacto no futuro caiu de 21% para 15%.

Segundo a pesquisa, a proporção de pessoas que considera pequena ou muito pequena a chance de manter o emprego nos próximos seis meses subiu de 40% para 45%, enquanto os que veem chance grande ou muito grande passaram de 52% para 45%.

O levantamento também captou que 80% da população considera que o isolamento social “é a melhor forma de se prevenir e tentar evitar o aumento da contaminação pelo coronavírus.” Apenas 6% disseram que não é o melhor caminho para se enfrentar a crise, enquanto outros 12% disseram que as medidas estão sendo exageradas.

Segundo a pesquisa, 64% das pessoas espera que o distanciamento social dure até um mês. Outros 26% esperam que a duração fique em dois meses ou mais.

De acordo com o levantamento, 60% da população também discorda do isolamento vertical, com reabertura de escolas, empresas e comércio. 34% da população disse concordar com a medida.

Também 60% da população disse concordar com o adiamento das eleições municipais de 2020, enquanto 28% se disseram contra e outros 12% não responderam.

A pesquisa ouviu 1000 pessoas, por telefone, entre os dias 30 de março e primeiro de abril. A amostragem leva em conta sexo, região, idade, tipo de cidade, religião, porte do município, ocupação, nível educacional e renda.

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É Destaque

Quem poderá receber o auxílio de 600 reais? Advogado explica

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O advogado trabalhista Marcelo Mascaro explica a medida de auxílio à população durante a pandemia do covid-19

(Shutterstock/Internet)

Foi publicada, em 02/04/2020, a Lei 13.982 que, entre outras medidas, definiu o pagamento de um auxílio de R$ 600,00 por mês, durante o período de três meses, a um grupo de pessoas consideradas de maior vulnerabilidade socioeconômica, em razão da crise gerada pela pandemia do Covid-19.

Tem direito ao auxílio o maior de 18 anos, que não tenha emprego formal. Ou seja, com registro na carteira de trabalho e que não seja titular de benefício previdenciário ou assistencial, de seguro-desemprego ou de programa federal de transferência de renda (com exceção do Bolsa Família).

Além disso, também é preciso cumprir alguns critérios econômicos. Só terá direito ao auxílio quem possui renda familiar per capita de até ½ salário-mínimo, o que significa uma média de R$ 522,50, por membro da família, ou que a renda familiar mensal total seja de até 3 salários mínimos (R$ 3.135,00).

Acrescentamos que não poderá receber o auxílio quem, no ano de 2018, recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

Como último requisito, o candidato ao recebimento do auxílio deverá exercer atividade como microempreendedor individual (MEI), trabalhador informal, inclusive na condição de autônomo, ou ser contribuinte individual do Regime Geral da Previdência Social. Se for trabalhador informal, ainda deverá estar cadastrado no CadÚnico ou fazer autodeclaração em plataforma digital de que sua renda preenche os requisitos.

No máximo dois membros da mesma família poderão receber o benefício. Se o beneficiário já receber Bolsa Família, ele poderá optar pelo auxílio de R$ 600,00, se mais vantajoso. Outra peculiaridade é quanto à mulher provedora de família monoparental, que poderá cumular o valor de dois auxílios (R$ 1.200,00).

O pagamento do auxílio será feito por instituições financeiras públicas federais, que poderão fazê-lo por meio de conta, do tipo poupança social digital, de abertura automática em nome dos beneficiários, sem a cobrança de nenhuma tarifa de manutenção.

Por último, vale lembrar que, embora o auxílio de R$ 600,00 já esteja previsto em lei, ainda são necessárias algumas regulamentações do Poder Executivo para poder concretizar o seu pagamento efetivo.

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Aconteceu

“Terrorismo”, diz Bolsonaro sobre foto de covas abertas

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Ao falar com apoiadores, presidente voltou a criticar medidas adotadas para estimular o isolamento social, como o fechamento de comércios

O presidente Jair Bolsonaro chamou de “terrorismo” a imagem que mostra funcionários abrindo dezenas de novas covas no cemitério da Vila Formosa, na zona leste de São Paulo. Bolsonaro tem afirmado considerar que há “histeria” em relação à pandemia de coronavírus e, ao falar com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, na manhã desta sexta-feira, 3, voltou a criticar medidas adotadas para estimular o isolamento social, como fechamento de comércio e escolas, por causa dos efeitos negativos na economia. Reportagem do Estado mostra que, na Vila Formosa, sepultamentos diários tiveram aumento de 45% e a Prefeitura contratou 220 coveiros para compensar afastamentos na cidade.

“Esse vírus é igual uma chuva, vai molhar 70% de vocês, certo? Isso ninguém contesta. Toda a nação vai ficar livre de pandemia quando 70% (da população) for infectado e conseguir os anticorpos. Ponto final”, afirmou. Ele disse, contudo, que uma “pequena parte da população”, os mais idosos, iriam “ter problema sério”. “Sabemos que vai ter morte, ninguém nega isso.”

Segundo o dado mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de covid-19 ultrapassam 1 milhão no mundo, com mais de 50 mil mortes. Só no Brasil foram 299 mortes até a quinta-feira, 2, segundo o Ministério da Saúde. O isolamento social é considerado por organismos de saúde a forma mais eficaz de se conter a propagação do vírus.

Questionado por um apoiador sobre a imagem que mostra mais de 150 covas rasas abertas no cemitério de São Paulo, Bolsonaro respondeu apenas que considerava “terrorismo”. Ontem [quinta-feira], em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente já havia feito críticas ao prefeito Bruno Covas (PSDB), citando sua proximidade com o governador João Doria (PSDB), de quem é adversário. “Precisa disso?”, questionou o presidente.

A foto aérea repercutiu na quinta-feira, 2, após chegar à capa do jornal americano The Washington Post. Segundo funcionários, a alta demanda de sepultamentos por causa do coronavírus tem exigido a abertura de cerca de 90 covas por dia, o dobro do habitual. Já a Prefeitura afirma que são abertas 100 covas a cada três dias, o padrão, independentemente da pandemia. Segundo o município, as sequências de novas valas servem para “auxiliar na agilidade dos sepultamentos e cada necrópole tem dinâmica própria”.

Aos apoiadores na saída da residência, Bolsonaro disse que “a sociedade não aguenta ficar dois, três meses parada” e que “vai quebrar tudo”. “Você sabe o meu posicionamento. Não pode fechar dessa maneira (o comércio), E atrás disso vem desemprego em massa, vem miséria, vem fome, vem violência”, declarou.

Ao ouvir reclamações sobre demissões no comércio, Bolsonaro voltou a responsabilizar os governadores. “Por demagogia, há uma disputa entre algumas autoridades quem está mais preocupado com a vida de vocês”. Bolsonaro enfatizou que o “político tem que ouvir o povo” e afirmou que “a opinião pública aos poucos está vindo para o nosso lado”.

O presidente não falou com a imprensa que o aguardava em frente ao Alvorada e ao descer do carro fez um pedido aos apoiadores que o esperavam na frente do Palácio da Alvorada: “Chega para cá, pessoal, fica longe da imprensa”. Depois, chamou o grupo de jornalistas presentes de “urubus”. “Eu não cheguei aqui pelo milagre da facada, né? Não ganhei a eleição para perder para esses urubus aí”, disse apontando para onde os profissionais da imprensa estavam.

 

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Brasília

CLDF autoriza o aumento de R$ 63 milhões a mais em gastos com publicidade

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O total autorizado para gastos com publicidade no GDF será mais de R$ 170 milhões.

Na última terça-feira (31) a Câmara Legislativa do DF aprovou em primeiro turno o projeto do Governo do Distrito Federal que aumenta o orçamento em gastos com publicidade, o valor é de R$ 63.769.395,00 a mais, ou seja, se trata de um crédito suplementar. Com essa aprovação, o Governo do Distrito Federal poderá gastar o montante superior a R$ 170 milhões só com propaganda.

No processo de votação, houve apenas três deputados distritais que se levantaram em oposição ao projeto.

Deputado Reginaldo Veras (PDT)

“Considero que é muito dinheiro para publicidade, não voto em nenhum aumento de verba publicitária, seja do Governo, seja da CLDF. Principalmente no momento que estamos vivendo!”

Deputado Leandro Grass (Rede)

“A proposta é uma incoerência, que fica parecendo que o governo está preparando o terreno para as próximas eleições, por mais que o projeto tenha todo trâmite legal do ponto de vista jurídico, não tem a responsabilidade social perante a população do DF”.

Deputada Julia Lucy (Novo)

“A Secretaria de Comunicação do Distrito Federal não encaminhou nenhum plano de como vai utilizar esse dinheiro, o GDF já tem aprovado mais de R$ 105 Milhões de reais para ações de publicidade, não há nenhum fundamento para suplementação neste momento”.

Os demais deputados distritais defenderam o aumento dos gastos em publicidade, alguns até elogiaram a medida.

A Publicidade da CLDF

Na gestão do então Deputado Distrital Rafael Prudente (MDB), atual presidente da CLDF, o gasto com publicidade do órgão no último ano já supera R$ 29 milhões. O pior é a falta de transparência detalhada do referido gasto.

A CLDF não fez questão até a última publicação de informar quais veículos de comunicação receberam a campanha e qual o valor foi destinado. Ao contrário do GDF, que já informa de forma detalhada.

A falta de detalhamento na transparência da CLDF nos gastos milionários de publicidade é um prato cheio para manter oculto as indicações de veículos de comunicação que podem ter vínculos políticos. Ocultar dados tão importantes afastam a fiscalização da população, mantém distante questionamentos de gastos e fere a Lei de Acesso a Informação. Veja a diferença:

Exemplo de transparência completa do GDF:

 

Transparência limitada da CLDF:

O site Imprensa Pública entrou em contato com a Vice-Presidência da CLDF, Deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), O deputado é responsável pela área de comunicação do órgão, com isso perguntamos para o deputado o motivo pelo qual existe essa ocultação de dados na transparência.

Delmasso informou que não pode responder pela antiga supervisão da comunicação (Presidência da CLDF), reforçou que ele supervisiona a área de comunicação recentemente e está trabalhando para tornar a informação que questionamos transparente, disse ainda que prevê esses dados na próxima publicação programada para o mês de Abril de 2020.

 

 

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