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Árvore plantada por Trump e Macron morreu durante a quarentena

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A árvore dada pelo presidente francês era um simbolo de amizade entre os dois líderes

A foto do presidente americano Donald Trump e de seu colega francês Emmanuel Macron plantando um carvalho no jardim da Casa Branca no ano passado simbolizava a amizade entre os dois líderes.
Mas a relação enfrenta um desgaste desde então, por assuntos que vão do Irã ao comércio, e a árvore não sobreviveu, informou uma fonte diplomática.
Macron ofereceu a árvore a Trump durante uma visita de Estado a Washington em 2018 e os dois presidentes plantaram o carvalho diante de suas esposas e dos dos fotógrafos.
Era um gesto simbólico: a árvore era procedente de uma floresta do norte da França onde 2.000 soldados americanos morreram durante a I Guerra Mundial.
Mas poucos dias depois não havia sinais da árvore, que foi colocada em quarentena.
“É uma quarentena obrigatória para qualquer organismo vivo importado aos Estados Unidos”, anunciou ocasião Gerard Araud, embaixador francês nos Estados Unidos.
A árvore morreu na quarentena e nunca voltou ao local planejado, informou a fonte diplomática.
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Barcelona vive 5º dia de protestos após condenação de líderes separatistas

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Apesar da condenação dos líderes separatistas, a Justiça da Bélgica decidiu também deixar em liberdade condicional o líder independentista Carles Puigdemont

Catalunha: ao menos 18 pessoas ficaram feridas durante os protestos (Jon Nazca/Reuters)

A cidade de Barcelona vive nesta sexta-feira, 18, a quinta rodada de protestos após a condenação de líderes separatistas da Catalunha a penas de prisão que vão de 9 a 13 anos. A cidade espanhola voltou a registrar confrontos com a polícia na noite de quinta-feira, 17, quando um grupo de manifestantes de ultradireita e antisseparatistas tentou invadir um protesto separatista. As autoridades de saúde da Catalunha informaram que 18 pessoas ficaram feridas e a polícia local deteve 11 cidadãos.

Ao menos 46 voos com chegada ou saída da Catalunha foram cancelados nesta sexta-feira em razão de uma greve geral convocada por sindicatos pró-independência, segundo as autoridades espanholas. Os protestos bloquearam uma estrada na fronteira da região com a França em La Jonquera, a principal via em direção ao país vizinho.

O clássico entre Barcelona e Real Madrid, pela 10ª rodada do Campeonato Espanhol, programado para o dia 26 de outubro na capital catalã, foi adiado para uma data que ainda será definida pelos clubes em consequência da tensão na região.

O comitê de competição, órgão disciplinar da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), concordou com o “adiamento do jogo previsto para o dia 26 de outubro de 2019 devido a causas excepcionais”, afirma a decisão anunciada nesta Sexta.

A Justiça da Bélgica decidiu também nesta sexta deixar em liberdade condicional o líder independentista catalão Carles Puigdemont, enquanto examina a ordem de extradição emitida pela Espanha contra ele, anunciou seu gabinete em um comunicado.

Espanha: protestos em Barcelona contra a prisão de líderes separatistas da Catalunha

O juiz belga “concordou em deixá-lo em liberdade (…) sem fiança e apenas com a obrigação de comunicar seu domicílio, viagens e atividades”, afirma a nota do gabinete de Puigdemont. Ele seguiu para a Bélgica em 2017 após a tentativa de secessão da Catalunha da Espanha.

Nova votação

O líder regional da Catalunha, Quim Torra, sugeriu na quinta-feira uma nova votação sobre a independência na região espanhola durante seu mandato em resposta à condenação de seus ex-líderes pela tentativa de secessão de 2017.

“Defenderei que essa legislatura (que expira no início de 2022) seja concluída com o exercício novamente do direito à autodeterminação”, disse ao Parlamento regional. “Todos conhecemos as dificuldades impostas pela repressão e pelo medo. Mas devemos seguir em frente e não ser intimidados por ameaças e proibições”, acrescentou.

Até quarta-feira (16) à meia-noite, com vários carros em chamas em Barcelona e coquetéis molotov lançados contra a polícia, Torra não condenou os atos. Em sua participação parlamentar, pediu apenas para “isolar e separar os provocadores e agitadores dos manifestantes separatistas”, mas também que sejam investigadas as ações da polícia subordinada a seu próprio governo por supostos excessos.

O chefe do governo espanhol de esquerda, Pedro Sánchez, que durante a quarta-feira se reuniu com lideranças dos principais partidos políticos, não anunciou qualquer medida extraordinária em relação aos distúrbios, como foi reivindicado pela oposição de direita, em plena campanha para as eleições legislativas de 10 de novembro.

Entre as medidas solicitadas está a aplicação da Lei de Segurança Nacional, que colocaria nas mãos do Estado as competências quanto à segurança da Catalunha e poderia, inclusive, abrir caminho para uma intervenção da autonomia regional, como a realizada em 2017 após a tentativa de secessão. (Com agências internacionais).

 

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Terceiro dia de protestos na Catalunha termina com 33 presos e 96 feridos

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Os protestos na Catalunha começaram depois da condenação de líderes separatistas

Catalunha: manisfestantes protestam em rodovias da região (Juan Medina/Reuters)

Madri —A polícia prendeu 33 pessoas e divulgou que 96 ficaram feridas durante o terceiro dia de protestos na Catalunha, contra a sentença do Tribunal Supremo da Espanha, que condenou nove líderes independentistas à prisão, segundo balanço tornado público nesta quinta-feira.

Segundo o Ministério do Interior do país, a maior parte das detenções, 12 no total, aconteceram em Barcelona, que teve mais uma noite de barricadas, com automóveis e lixeiras incendiadas, e ataques aos agentes, com pedras, coquetéis molotov.

Outros 11 manifestantes foram presos em Lérida, cinco em Tarragona e três em Girona.

Nos confrontos, 46 integrantes do efetivo das forças catalãs de segurança, assim como da polícia espanhola, ficaram feridos.

Assim como nos dias anteriores, os bloqueios de rodovias seguiram na Catalunha, já que as principais da região também são palco de manifestações que se dirigem a Barcelona, a partir de diversos pontos da comunidade regional, para participar da greve geral marcada para sexta-feira.

 

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Trump anuncia ajuda em segurança para Guatemala, El Salvador e Honduras

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Assistência específica para Guatemala, El Salvador e Honduras foi anunciada por Trump após os três países firmarem acordos para conter emigração irregular

Presidente americano anunciou ajuda para segurança em três países pelo Twitter
(foto: Olivier Douliery/AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira que Guatemala, El Salvador e Honduras receberão “assistência específica nas áreas de ordem pública e segurança”, após  Washington firmar acordos migratórios com os três países.

“Os Estados Unidos vão aprovar em breve uma assistência específica para as áreas de ordem pública e segurança”, tuitou Trump após Washington assinar os acordos de asilo para deter a emigração irregular.
Trump comemorou que os três países estejam trabalhando para deter o tráfico de pessoas, em um  momento em que o número de imigrantes detidos na fronteira com o México cai, após o topo em 13 anos atingido em maio passado.
O secretário americano de Estado, Mike Pompeo, informou ao Congresso sua intenção de retomar a ajuda a El Salvador, Guatemala e Honduras.
“No início deste ano (…) instrui o departamento de Estado e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) que interrompessem temporariamente a ajuda a estes países até que seus governos adotassem medidas para reduzir o enorme número de emigrantes em direção à fronteira americana”, mas “para permitir um maior progresso nos esforços destes países, alguns fundos específicos (…) serão retomados”.
Segundo Pompeo, isto servirá para apoiar programas que promovam esforços conjuntos visando deter a  “imigração ilegal” a partir de El Salvador, Guatemala e Honduras.
Em maio, os Estados Unidos detiveram 144 mil pessoas na fronteira com o México, antes de firmar acordos com México, Guatemala, Honduras e El Salvador para deter a imigração ilegal.
Em setembro, o número de detidos na fronteira sul caiu a 52 mil.
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