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Ano de 2016 prova que sua senha não protege mais nada

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Um dos alertas que a indústria de tecnologia faz há anos é de que as senhas não são mais suficientes para proteger ninguém. E o ano de 2016 fez o favor de lembrar a todo mundo que isso é mais verdade do que nunca. Uma senha não tem mais o poder suficiente para manter seus dados seguros.

O ano foi recheado de casos de perfis online de destaque hackeados, incluindo os de grandes CEOs da tecnologia. A situação mais notória foi a de Mark Zuckerberg, que teve três contas pessoais invadidas ao longo do ano, no Twitter e no Pinterest (duas vezes). Sundar Pichai, CEO do Google, também teve sua conta no site Quora invadida. O Twitter da Netflix foi hackeado neste mês.

A questão é que os métodos de ataque de força bruta têm ficado cada vez mais sofisticados, tornando mesmo as senhas mais complexas fracas quando se trata de um ataque direcionado. Mesmo os grandes nomes da tecnologia têm sido incapazes de manter seus perfis seguros com apenas uma palavra-chave.

Para piorar a situação, os casos de vazamentos de senhas têm se tornado cada vez mais frequentes e notórios. Recentemente, o Yahoo revelou que 1 bilhão de contas tiveram seus dados roubados, mas o fato é que esse tipo de brecha acontece toda hora, e muitas delas não chegam ao nosso conhecimento. A sua combinação de e-mail e senha já pode estar circulando na internet sem você saber em uma dessas listas, só esperando alguém fazer o teste.

Assim, a recomendação que deixamos para 2017 é para que ative a autenticação em duas etapas em todos os serviços que for possível para manter-se seguro. Uma senha mais forte pode te ajudar um pouco, mas o que realmente pode fazer diferença é não a repeti-la nos outros serviços que você usa. Assim, se uma conta online sua for invadida, pelo menos o hacker não ganhará acesso a outras com a mesma combinação de e-mail e palavra-chave.

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No radar: Taxa de desemprego, Apple, balanços e o que mais move o mercado

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Balanço da Apple desagrada investidores e exerce pressão sobre índice Nasdaq, em que os papéis da companhia têm forte peso

APPLE: as ações da empresa subiram mais de 2% nesta sexta-feira e chegaram a ser negociadas por pouco mais de 236 dólares / REUTERS/Thomas Peter/File Photo (Thomas Peter/Reuters)

Depois da recuperação impulsionado por dados da economia americana no dia anterior, os mercados globais retomam o tom negativo nesta sexta-feira, 30. Além da permanente preocupação com os efeitos dos confinamentos na Europa, os investidores repercutem negativamente o resultado corporativo da Apple. Na véspera, a ação chegou a cair mais de 5% no pós-mercado após a divulgação do balanço. A Amazon também não agradou os investidores em resultado trimestral e caiu mais de 2% o pós-mercado.

As duas companhias juntas representam mais de 20% do índice Nasdaq 100 e exercem forte pressão no, mais amplo, índice Nasdaq. Refletindo o pessimismo com as ações de tecnologia, o Nasdaq futuro caía mais de 1,5% no início da manhã desta sexta. Na Europa, os papéis do setor também eram negociados em queda. No continente, as bolsas oscilavam entre leves ganhos e perdas.

Taxa de desemprego

No Brasil, os investidores aguardam a divulgação da PNAD contínua pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, que deve revelar como tem comportado o mercado de trabalho no país. Na última edição da pesquisa, a taxa de desemprego havia ficado em 13,8%.

PIB na Europa

Na Alemanha, o PIB do terceiro trimestre surpreendeu positivamente as expectativas do mercado ao ficar 8,2% acima do registrado no segundo trimestre, enquanto o mercado esperava crescimento de 7,3%. Na comparação anual, porém, o PIB ficou negativo em 4,1%. Na França, o PIB também superou as estimativas ao ter crescimento trimestral de 18,2% contra a expectativa de 15,4%. Na Zona do Euro como um todo, o PIB teve alta de 12,7%, embora ainda tenha ficado 4,3% abaixo do registrado no terceiro trimestre de 2019.

Suzano

A companhia de papel e celulose Suzano registou aumento anual de 13% de sua receita líquida para 7,47 bilhões de reais, enquanto seu lucro operacional cresceu 117% para 2,17 milhões de reais no terceiro trimestre. No período, porém, a empresa teve prejuízo líquido de 1,16 bilhões de reais, menor que o de 3,46 bilhões de reais do terceiro trimestre de 2019 e melhor que o prejuízo esperado de 1,49 bilhão de reais. “A taxa de câmbio mais elevada impulsionou a receita da Suzano, sobretudo no lado das vendas de celulose no exterior”, avaliam analistas da Exame Research.

B2W e Lojas Americanas

Primeira varejista digital a apresentar o resultado do terceiro trimestre, a B2W teve reduziu seu prejuízo líquido para 36,8 milhões no período. No terceiro trimestre do ano passado, o prejuízo tinha sido de 102,5 milhões de reais. Já sua receita líquida cresceu 58,5% para 2,664 bilhões de reais. Já as Lojas Americanas tiveram lucro líquido de 49,9 milhões de reais, representando um aumento tímido de 3,5% em relação ao terceiro trimestre de 2019. Sua receita líquida aumentou 21% para 5.128,6 bilhões de reais.

Balanços

Com agenda de balanços mais morna nesta sexta, o destaque deve ficar com o da empresa de papel e embalagens Irani.

Retrospectiva

No último pregão, o Ibovespa subiu 1,27% para 96.582,16 pontos, enquanto o dólar fechou praticamente estável, sendo vendido a 5,765 reais.

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Assinatura de serviços da Apple chega hoje; entenda como funciona

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Por aqui, o pacote de serviços custa 26,50 reais por mês no plano individual; o mais caro custa 37,90

Apple: assinatura do pacote de serviços deve ficar disponível hoje (David Paul Morris/Bloomberg/Getty Images)

Ainda não é claro se a notícia vale para o Brasil. Por aqui, o pacote de serviços custa 26,50 reais por mês no plano individual (e dá permissão para o uso da Apple Music, Apple TV, Apple Arcade e a 50 GB de armazenamento no iCloud. O plano mais caro (por 37,90), chamado de Familiar, dá direito a 200 GB no iCloud — uma quantidade e tanto para ser compartilhada com até cinco pessoas —, além de englobar também todos os demais serviços oferecidos pela gigante.

Os planos do Brasil ainda não incluem o plano mais completo, que engloba a assinatura do Fitness Plus, que será voltado para exercícios e bem-estar do usuário. Segundo Maestri, a expectativa é lançar a novidade ainda nesse trimestre. O aplicativo vai incluir treinamentos para ioga, ciclismo, corrida, exercícios core e de força, bem como outros, e custará 9,99 dólares sozinho. No plano Premier (que ainda não aparece no site da Aplle brasileira), o consumidor terá exercício a todos os outros serviços da casa mais o Fitness por 29,95 dólares mensais.

O anúncio vem pouco depois da Apple divulgar o seu balanço para o terceiro trimestre do ano. Uma surpresa, visto que a expectativa era muito menor do que o que realmente aconteceu. Nesta quinta-feira, o faturamento divulgado para o terceiro trimestre foi de 64,7 bilhões de dólares, com um lucro de 12,6 bilhões de dólares (0,73 centavo de dólar por ação).

As boas novas foram impulsionadas exatamente pelo setor de serviços da companhia, que vem crescendo ao longo dos anos. O segmento teve uma alta de 16,2% ante 2019 e receita total de 14,5 bilhões de dólares. Em todo o ano fiscal, a divisão acumula faturamento de 53,7 bilhões de dólares e já é responsável por 22% da receita da Apple.

A Apple não é a primeira empresa a investir em um pacote de serviços robustos para atrair novos (e velhos) clientes. A Amazon, por exemplo, oferece seu pacote de assinaturas (o Prime) por 9,90 reais no Brasil. Com ele, o usuário consegue acessar o serviço de streaming da companhia, bem como ter frete grátis na hora das compras.

Quem sabe a próxima guerra, em vez de ser do streaming, será de um pacote de serviços robusto o suficiente para o cliente. É esperar para ver.

 

 

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Spotify supera os 300 milhões de usuários ativos

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Principal fonte de renda, os assinantes são agora 144 milhões

ANTALYA, TURKEY – FEBRUARY 27: A mobile phone screen displays the logo of Spotify in Antalya, Turkey on February 27, 2020. (Photo by Mustafa Ciftci/Anadolu Agency via Getty Images)

Gigante do streaming musical, a sueca Spotify anunciou nesta quinta-feira (29) que superou os 300 milhões de usuários ativos no terceiro trimestre, dos quais 45% são assinantes pagos, apesar de uma perda líquida registrada para o período.

O número de usuários ativos alcançou os 320 milhões (+29% em um ano) no final de setembro.

Principal fonte de renda, os assinantes são agora 144 milhões (+27%).  Desse modo, o grupo cumpre seu objetivo anunciado em julho, de alcançar entre 312 e 317 milhões de usuários, deles entre 140 e 144 milhões de assinantes.

Spotify, cuja sede fica em Estocolmo, mas que tem cotação na Bolsa de Nova York, espera alcançar entre 340 e 345 milhões de usuários (dos quais paguem entre 150 e 154) até o fim do ano.

No entanto, após uma mudança de rumo no terceiro trimestre de 2019, o Spotify sofreu uma perda de 101 milhões de euros no período de julho a setembro de 2020 devido, em grande parte, a um aumento dos gastos de operação.

Durante o trimestre, o grupo realizou uma quantidade de negócios de cerca de 2 bilhões de euros (2,35 bilhões de dólares), um aumento de 14% em um ano, segundo seu relatório financeiro.

Em relação ao resultado de exploração, no qual o Spotify esperava uma perda entre 70 e 150 milhões, esta foi de apenas 40 milhões de euros (47 milhões de dólares) durante o período entre julho e setembro.

Durante o trimestre, “as horas de consumo global superaram os níveis pré-covid”, destaca o grupo

 

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Sob pressão, Apple pode estar desenvolvendo o seu próprio buscador

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A companhia de Cupertino enfrenta uma investigação de órgãos antitruste dos Estados Unidos por favorecer o buscador do Google no iPhone

APPLE: os iPhones agora permitem que notificações e a luz do iPhone sejam regulados para a hora de dormir / REUTERS/Dado Ruvic/Illustration (Dado Ruvic/Illustration/Reuters)

A Apple está trabalhando no desenvolvimento de seu próprio buscador que poderia ser um concorrente do Google. E a justificativa para isso é que a empresa está sendo pressionada justamente pelos acordos que tem com a sua possível nova rival no mercado de serviços de pesquisa na internet.

Isso começou a ficar claro com a atualização do sistema operacional iOS para a versão 14 (veja o que mudou). Conforme lembrar o Financial Times, uma das novidades é que a Apple passou a exibir seus próprios resultados de pesquisa e realizar o redirecionamento direto quando usuários fazem consultas na tela inicial.

Parece pouco, mas este já é um grande avanço para a Apple que em 2018 contratou John Giannandrea, ex-chefe de pesquisa do Google. Com isso, a companhia ganhou um grande reforço para a construção de um mecanismo de busca próprio e que pudesse se tornar um rival do antigo empregador de Giannandrea.

Google e Apple estão na mira de órgãos antitruste nos Estados Unidos por práticas anticompetitivas no mercado e que enfraquecem a concorrência. Uma dessas práticas investigadas é o uso do Google como buscador padrão dos dispositivos da Apple no navegador Safari, presente no iPhone. A empresa da maçã teria ganhado pelo menos 1,5 bilhão de dólares para isso.

A estratégia do Google, que recentemente foi processado, é aumentar ainda mais o uso de seu buscador, que garante bilhões de dólares em receita com resultados patrocinados na busca. Do faturamento de 41,1 bilhões de dólares no primeiro trimestre deste ano, uma fatia de 82% veio das receitas com publicidade. O percentual equivale a 33,7 bilhões de dólares.

Isso acontece com certo hábito. A Bloomberg já noticiou que o Google pagou 1 bilhão de dólares para a Apple com este objetivo ainda em 2014. Uma estimativa feita por analistas ao The Verge aponta que a fabricante do iPhone já recebeu pelo menos 9 bilhões de dólares da gigante de Mountain View com estes acordos.

Seria um movimento interessante para uma empresa que cada vez mais quer expandir sua marca para além (e ao interior) do iPhone. A Apple já tem o seu próprio carregador, o seu próprio fone de ouvido, o seu próprio processador, o seu próprio sistema operacional. Talvez esteja na hora da companhia ter também o seu próprio buscador.

A Apple não comenta o projeto. É justificável. De qualquer forma, a construção de um rival para o Google poderia levar anos para acontecer, sem contar o investimento que teria que ser empenhado – algo que pode não ser um problema para uma empresa que já vale algo próximo de 2 trilhões de dólares.

 

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Instagram passa a permitir lives com até 4 horas de duração

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Até então, a rede social só permitia a transmissão de conteúdo ao vivo durante com até 1 hora de duração

nstagram: empresa atualizou seu aplicativo para permitir lives mais longas (NurPhoto/Getty Images)

Há quem diga que o mundo virou uma grande live durante a quarentena. O Instagram talvez aposte nisso. Nesta semana, a rede social decidiu aumentar o limite de tempo de transmissões ao vivo e agora permite que os usuários realizem lives com até 4 horas de duração.

O anúncio foi feito no Twitter da companhia, que ainda informa que a atualização do aplicativo inclui também a possibilidade de salvar as transmissões por um período de até 30 dias antes que elas desapareçam da plataforma.

Até então, o Instagram permitia a transmissão de lives com até 60 minutos de duração. Por este motivo, era comum que usuários procurassem outras plataformas para transmitir seus vídeos ao vivo, tal como o Twitch e o Facebook, por exemplo.

Outra novidade é que os perfis do Instagram agora ganham o recurso “Live Now”. Por meio da ferramenta, é possível explorar quais transmissões ao vivo estão acontecendo naquele momento.

O recurso de transmitir algum conteúdo ao vivo foi adicionado ao Instagram ainda em 2018. Durante a pandemia do novo coronavírus, a rede social viu o número de transmissões explodir na plataforma. Somente em março, durante os primeiros meses de quarentena, a companhia reportou um aumento de 70% no uso da ferramenta.

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Facebook, Google e Twitter depõem no Senado, dias antes da eleição nos EUA

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Redes sociais e YouTube fazem parte da democracia e estão sob intenso escrutínio dos legisladores às vésperas do pleito.

Varanda do Senado: gigantes de tecnologia devem falar sobre liberdade de expressão e poder de divulgação de informações em audiência (Tim Sloan/AFP/AFP)

O debate entre as gigantes de tecnologia e os legisladores americanos pode esquentar nesta quarta-feira (28). Os presidentes de Google, Facebook e Twitter — Sundar Pichai, Mark Zuckerberg e Jack Dorsey, respectivamente — vão comparecer a uma audiência virtual diante do Comitê de Comércio do Senado, para falar sobre a Seção 230 da lei de Telecomunicações, e também sobre privacidade e dominância de mídia.

Essa lei é bastante conhecida no país e antecede à criação de todas essas empresas. Algumas em mais de uma década. Estabelecida na década de 1990, ela define que plataformas de conteúdo e serviços online não podem ser processados pelo conteúdo que seus usuários compartilham ou publicam. Essa garantia jurídica permitiu que redes sociais, como o Facebook e o Twitter, ou que os canais de vídeo do YouTube, pudessem crescer livremente sem riscos.

O problema agora é que essa regra específica está sendo questionada, principalmente por legisladores republicanos, que exigem respostas das gigantes de mídias sociais: eles acusam as empresas de cercear liberdade de expressão às vésperas das eleições, escolhendo quais publicações serão marcadas ou omitidas, por exemplo. Eles demandam uma reforma na Seção 230, alegando que as redes sociais suprimem opiniões conservadoras.

A audiência é singular por dois motivos. O primeiro deles é porque ela acontece a uma semana das eleições nos EUA, que serão na próxima terça-feira, 3 de novembro. O fato de envolver o poderio de comunicação e divulgação das redes sociais será um prato cheio para os legisladores. O segundo é que essa é a primeira aparição de Sundar Pichai, do Google, e de Mark Zuckerberg, do Facebook, desde que deporam em uma audiência sobre antitruste e livre competição em julho. O assunto esquentou com o processo aberto na última semana pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o Google por monopólio no mercado de buscas online.A convocação dos executivos mostra como as redes sociais e o YouTube se tornaram parte integrante da democracia e da comunicação na vida americana. Em 2016, o Facebook foi pivô de um escândalo de manipulação de dados para mau uso eleitoral. Este ano, as empresas vieram preparadas e há meses tomam medidas, analisando conteúdo e estabelecendo políticas para lidar com o novo ciclo eleitoral. A resposta será hoje na audiência do Senado, e na próxima terça, nas urnas.

 

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sábado, 31 de outubro de 2020

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