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Aliado do inverno: descubra como escolher o secador ideal para seu cabelo e bolso

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Detalhes que passam despercebidos fazem toda a diferença

O secador é um grande aliado das mulheres, especialmente naqueles dias mais frios do inverno. E para quem está em busca de um modelo para chamar de seu a busca nem sempre é fácil: com tantos modelos disponíveis é comum ficar em dúvidas de qual o melhor para o seu bolso e necessidades. Descubra o que é preciso analisar para garantir uma boa compra e fazer o dinheiro render.

POTÊNCIA 

A potência é o detalhe mais importante na ferramenta, já que é ela quem dita a temperatura que é possível alcançar. “Hoje há os caseiros, que tem de 1700 W a 2800 W. O primeiro é fraco, enquanto o outro costuma ter bom desempenho para a maior parte das funções. SE VOCÊ QUER UM QUE SEQUE MAIS RÁPIDO PODE IR PARA ATÉ 2000 W, acima disso são os profissionais, que nem sempre são boas opções para uso doméstico”, explica o beauty artistLUCIANO ALMEIDA.

Quanto maior a potência, mais rápida é a secagem. Foto: Christopher Robbins/Photodisc

Uma dúvida bastante comum é se o tipo de fio deve influenciar a escolha, o que pode ser considerado parcialmente verdade. “Se você usar um secador com potência alta em um cabelo fino e mais fraco pode danificar mais, mas basta colocar na segunda temperatura. Vale adquirir um modelo que tenha as MAIS ALTAS, PORQUE VOCÊ PRECISA DEIXAR MENOS TEMPO O SECADOR NA FIBRA, o que vai reduzir os danos”, indica o hairstylist ARILLSON CHRISTINO.

VOLTAGEM

Se você já ouviu que existem secadores bivolt, que vão funcionar em tomadas 110 V ou 220 V, é melhor esquecer essa informação. “ISSO NÃO EXISTE, PORQUE A TECNOLOGIA DO APARELHO NÃO PERMITE. Se você comprar um 220 e usar no 110, ele não vai queimar, só vai funcionar com menos desempenho. Já se for o contrário, existe o risco de queimar e até de explodir na sua mão, porque a hélice vai virar muito rápido, sobrecarregar o motor e pode sair por trás. Então analise bem”, alerta Almeida.

PESO

Também pode variar muito de uma marca para outra, e você deve levá-lo em conta, especialmente se não tem muita habilidade. “Se você fica muito tempo escovando os fios, um pesado e grande demais pode cansar os braços, e se já existe dificuldade pode ficar bem complicado de manusear. PEÇA PARA PEGAR O APARELHO E MANUSEIE UM POUCO PARA SENTIR SE ESTÁ ADEQUADO”, aconselha Christino.

TOMADA

Prefira aparelhos que com a mesma tomada que você tem em casa. Foto: nito100/iStock

Pode parecer que o tipo de tomada não é decisivo na compra, mas, acredite, faz diferença, como conta Almeida: “O secador superaquece por usar muita energia e pode causar um curto se for utilizado com adaptador de tomada. O FIO TAMBÉM DEVE SER MAIS ENCORPADO PARA GARANTIR MAIS SEGURANÇA”.

TURMALINA X CERÂMICA

Esses dois materiais são comuns nos secadores, e, apesar das inúmeras promessas, não fazem tanta diferença quando o assunto é a saúde das suas madeixas. “A CERÂMICA TENDE A AQUECER MAIS RÁPIDO, ENQUANTO A TURMALINA FICA FRIA POR MAIS TEMPO E FILTRA O AR. Mas isso faz muito menos diferença no resultado do que o manuseio certo e fazer todos os passos para a escova”, garante Christino.

TECNOLOGIA

Tecnologias como íons e luzes podem trabalhar a seu favor, mas escolha deve ser correta. Foto: RobertoDavid/iStock

Algumas ferramentas mais tecnológicas podem vir com o infravermelho, uma luz que promete tratar melhor dos fios.“ELE É PARA USO PROFISSIONAL, PARA QUANDO VOCÊ VAI FAZER UM TRATAMENTO COMO A CAUTERIZAÇÃO, porque ela sela as cutículas com uma força maior. Mas em casa, sem saber utilizar corretamente, pode ser perigoso e arrebentar o cabelo”, adverte Almeida.

ÍONS POSITIVOS E NEGATIVOS também são destacados nas caixas de vários destes produtos, e eles realmente fazem diferença, como esclarece Christino: “CARGAS NEGATIVAS FAZEM COM QUE OS CABELOS TENHAM AS CUTÍCULAS SELADAS, e são os melhores para o uso em casa. Já os com íons positivos deixam com carga estática e abrem a cutícula nos fios, ajudando em tratamentos onde é preciso que os produtos penetrem bem na fibra. Esse último é melhor deixar apenas para o salão”.

ACESSÓRIOS

A boca do secador precisa ser de qualidade, já que é ela quem ajuda a direcionar corretamente o jato de ar para o efeito que você deseja. “Alguns vem com um bico que é deFIBRA DE VIDRO, MAS ELE NÃO SEGURA TÃO BEM NO APARELHO E COSTUMA CAIR E QUEBRAR com facilidade. Se ele tiver, peça a substituição por um de plástico na loja, geralmente costumam trocar”, aponta Almeida.

No geral, os mais modernos vêm com duas opções, uma fininha e outra bem aberta. “Muitos bocais acabam sendo vendidos separadamente, e eles vem só com o estreito, que é ideal para modelar os cabelos enquanto seca, e o largo, que sopra o ar espaçadamente para secar com velocidade, mas sem alterar a forma. PARA QUEM TEM CACHOS, É UMA BOA IDEIA ADQUIRIR UM DIFUSOR”, diz Christino.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Infelizmente, toda ferramenta elétrica está sujeita a quebrar, principalmente se você usa com frequência. Por isso, nada melhor do que pesquisar antes se aquele modelo incrível tem uma assistência técnica próxima. “É INTERESSANTE SABER SE A ASSISTÊNCIA TÉCNICA É DE FÁCIL ACESSO NA HORA DE DECIDIR, porque geralmente um bom secador tem um valor relativamente alto e é bom ter amparo. São produtos que quebram, e se não tiver onde arrumar pode acabar perdendo dinheiro”, fala Almeida.

CUIDADOS COM O SEU EQUIPAMENTO

Sempre que for utilizar, preste muita atenção se todos os componentes estão no lugar, o que impede acidentes que podem ser graves, como explica Almeida: “A TELA DE TRÁS E O BICO SEMPRE DEVEM ESTAR BEM FIXOS NO APARELHO, caso contrário ele pode sugar os cabelos e a tesoura é a única solução”.

Outro cuidado é escolher corretamente os locais em que você usará o seu secador, e, claro, ficar atenta. “O BANHEIRO NÃO É UM BOM LUGAR, PORQUE É ÚMIDO E SE ENTRAR ÁGUA O SECADOR EXPLODE, não pode ter contato. Um erro que também é frequente é fazer na cama e deixar apoiado em direção ao tecido. Dependendo do material, vai superaquecer e pegar fogo. Se for apoiar, desligue”, alerta Almeida.

 

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Vacinas; Pontos de vacinação nesta sexta (24/09/2021)

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Pontos de vacinação específicos para aplicação da segunda dose conforme o fabricante da vacina, além de locais para que idosos com 85 anos ou mais tomem a dose de reforço, veja abaixo.

Segunda dose

Pontos de vacinação da segunda dose da Pfizer nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da segunda dose da Pfizer nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)
Pontos de vacinação da segunda dose da Astrazeneca nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da segunda dose da Astrazeneca nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

Pontos de vacinação da segunda dose da Coronavac nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da segunda dose da Coronavac nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

 

Dose de reforço de idosos com 85 anos ou mais

Pontos de vacinação da dose de reforço nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da dose de reforço nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

Jovens entre 13 e 17 anos

Pontos de vacinação da D1 para jovens entre 13 e 17 anos nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da D1 para jovens entre 13 e 17 anos nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

 

Adultos com 18 anos ou mais

Pontos de vacinação da D1 para adutos com 18 anos ou mais nesta sexta-feira (24/9)
Pontos de vacinação da D1 para adutos com 18 anos ou mais nesta sexta-feira (24/9)(foto: Divulgação/SESDF)

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Polícia investiga suposto superfaturamento no serviço de lavanderia em hospital público do DF

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Suspeita é de que peso da roupa, do Hospital de Sobradinho, era alterado para aumentar valor pago a empresa. Servidores e empresários são investigados; Secretaria de Saúde disse que vai colaborar com apuração.

Polícia Civil deflagra operação que investiga superfaturamento em lavanderia do Hospital Regional de Sobradinho, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nesta sexta-feira (24), uma operação que investiga superfaturamento na prestação do serviço de lavanderia do Hospital Regional de Sobradinho. A suspeita é de que o peso da roupa estava sendo alterado para beneficiar a empresa.

Ao todo, os policiais cumpriram nove mandados de busca e apreensão na capital e em Goiás. Os investigadores estiveram na Secretaria de Saúde, na casa de servidores públicos, de empresários e na sede da lavanderia.

Os investigadores informaram que receberam denúncia anônima em junho. Segundo os policiais, funcionários públicos e administradores da lavanderia são suspeitos de participação no esquema.

Em nota, a pasta disse que vai colaborar com as investigações, “disponibilizando toda as informações solicitadas pela polícia, de maneira transparente e de acordo com a legislação”. A operação foi batizada de “Roupa Suja”.

Policial civil em operação que investiga fraude em lavanderia de hospital do DF — Foto: PCDF/Divulgação

Policial civil em operação que investiga fraude em lavanderia de hospital do DF — Foto: PCDF/Divulgação.

A investigação, da Delegacia de Repressão à Corrupção (DRC), identificou que as roupas tinham o peso aumentado, para que o valor cobrado na lavanderia fosse maior que o normal. Com o pagamento maior, ocorria o desvio das verbas públicas.

Segundo os policiais, há indícios de que a pesagem era feita de forma “absolutamente irregular e precária”, sem “as devidas cautelas formais”. A falta dos procedimentos, de acordo com os agentes, “viabiliza adulteração de valores”.

Aumento de valores

 

Policiais civis investigam lavanderia de hospital público do DF — Foto: PCDF/Divulgação

Policiais civis investigam lavanderia de hospital público do DF — Foto: PCDF/Divulgação

Além da alteração no peso das roupas para a lavagem, os policiais também identificaram que o serviço sofreu aumentos progressivos, “bastante significativos e aparentemente irrazoáveis”. Por exemplo, o montante desembolsado pelo poder público para custear a lavanderia subiu 300% de 2018 para 2019.

Em 2020, o valor subiu novamente, aproximadamente 60%. Segundo os policiais, o aumento chama a atenção mesmo que seja considerado os índices regulares de inflação.

De acordo com a Polícia Civil, o contrato vigente entre a Secretaria de Saúde e a lavanderia é de R$ 3 milhões. Entretanto, o termo aditivo atual é o terceiro e o montante movimentado pela pasta é de R$ 6 milhões para custear o serviço.

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Hospital de Santa Maria reativa atendimento médico domiciliar

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Parado há dois anos, o serviço voltou a funcionar em agosto e já foram feitas mais de 260 visitas a pacientes

Desde que foi reativado em 2 de agosto, depois de ficar paralisado durante dois anos, o Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (Nurad) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) já prestou mais de 260 serviços médicos e assistenciais para pacientes em suas residências, atingindo, nesta quinta-feira (23), a média de seis visitas por dia.

A equipe, formada por dez profissionais de saúde do HRSM, faz atendimentos semanais ou mensais, dependendo do estado clínico do paciente | Fotos: Ascom/ Iges-DF

Com a reativação do Nurad, voltaram a ser atendidos, em suas próprias residências, bebês prematuros ou abaixo do peso, além de pacientes com doenças agudas, crônicas ou degenerativas e enfermos que já não têm cura, mas que continuam a receber assistência para aliviar o sofrimento físico e mental que enfrentam.

Também voltaram a receber assistência os pacientes cadastrados no Programa de Oxigenoterapia Domiciliar da Secretaria de Saúde (SES), parceira do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF) nesse e em outros projetos. A SES fornece oxigênio e os materiais necessários para os enfermos, enquanto a equipe do Nurad presta atendimento a esses pacientes.

O Nurad foi desativado em agosto de 2019 e retomou as atividades neste ano a partir da mobilização da superintendência do HRSM, da Diretoria de Atenção à Saúde e da Assessoria de Planejamento do Iges-DF, que administra a unidade hospitalar.

O serviço é prestado por dez profissionais de saúde do HRSM, entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas e assistentes sociais. Dependendo do estado clínico do paciente, o atendimento é semanal ou mensal.

Para o superintendente do HRSM, Ubiraci Nogueira, a retomada dos serviços do Nurad é importante porque, além de levar assistência aos pacientes, contribui para desocupar diversos leitos no hospital. “Dessa forma, podemos atender um número maior de pacientes sem perder a qualidade dos serviços prestados”, explica.

*Com informações do Iges-DF

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Covid-19: DF começa nova antecipação da segunda dose da Pfizer

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Expectativa é atender até 240 mil pessoas

© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.

O governo do Distrito Federal (DF) realiza, a partir de hoje (23), uma nova antecipação de segunda dose da vacina contra a covid-19, voltada a pessoas que tomaram a primeira dose do imunizante da Pfizer/BioNTech.

Quem tomou a primeira dose da vacina e teve a previsão da segunda dose marcada para até o dia 27 de outubro poderá ter o complemento da imunização a partir desta quinta-feira.

A expectativa é atender até 240 mil pessoas nessa condição. Os locais de vacinação estão listados no site da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Não há necessidade de agendamento.

Ontem, o DF começou a aplicar a dose de reforço para pessoas com 85 anos ou mais, desde que tenham pelo menos seis meses da primeira dose ou da dose única (no caso da Janssen). Também ontem teve início o agendamento da dose de reforço para imunossuprimidos, cuja aplicação começará na segunda-feira (27). Agência Brasil

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Hran é referência em atendimento a pessoas com síndrome de Down

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Serviço contempla mais de 1,8 mil pacientes e familiares com acolhimento multidisciplinar, que deve ser agendado por telefone

Equipe do hospital atua com cerca de 30 profissionais

O Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é referência não apenas no Distrito Federal e região do entorno, mas para outros estados do país, no atendimento a pessoas com síndrome de Down. São cerca de dois mil pacientes cadastrados, contemplando desde gestantes que recebem o diagnóstico da trissomia do cromossomo 21 a outras faixas etárias de público.

Crianças de diferentes idades encontram acolhimento e serviço especializado no Hran | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF

Assim, bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos encontram atendimento humanizado e interdisciplinar no local. Segundo a coordenadora do CrisDown, a terapeuta Carolina Vale, o serviço atende atualmente 1.878 pacientes. A equipe possui em torno de 30 profissionais, entre fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, psicólogo, nutricionista, assistente social, geneticista, pediatra, cardiopediatra, neuropediatra e clínico geral.

A coordenadora do serviço explica que o trabalho é interdisciplinar e foi pensado assim para proporcionar um olhar integral aos pacientes: “O intuito do CrisDown, quando construímos o serviço, foi facilitar essa interlocução entre as áreas e evitar que os pacientes ficassem andando na rede em busca de atendimento com diversos profissionais”.

Um dos pacientes atendidos é o pequeno José Pedro, de 3 anos e 8 meses. Acompanhado da mãe, a professora Eliane Dourado, ele foi acolhido no serviço assim que nasceu e passa por sessões semanais de fisioterapia e terapia ocupacional, além de ter acompanhamento com o ortopedista e a pediatra. “A equipe é muito acolhedora e o atendimento é sempre muito humanizado. Os profissionais são muito comprometidos e solícitos com as nossas necessidades”, avalia Eliane.

A também professora Ana Lúcia Silva de Souza, mãe de Rafael, de 2 anos e 4 meses, leva o filho ao CrisDown desde quando ele tinha dois meses de vida e diz estar satisfeita com o acolhimento recebido. “Viemos participar de uma palestra e, desde então, ele está aqui sendo atendido. O desenvolvimento dele tem sido surpreendente. Ele já está andando, já fala algumas palavras”, comemora.

Pandemia

“Empoderamos as famílias para acreditar que é possível que no futuro esses pacientes se tornem pessoas capazes de desenvolver habilidades essenciais para autonomia e independência”Carolina Vale, coordenadora do CrisDown

Carolina Vale lembra que, com a pandemia, foi necessário repensar a forma de atendimento. “A gente precisava fazer alguma coisa, pois os pacientes tinham perdido muito em termos de desenvolvimento global – motor, cognitivo e de fala – e isso nos angustiava”, relata.

“São seis pacientes pela manhã e seis à tarde”, detalha a terapeuta. “Geralmente, os pais entram junto para acompanhar as atividades e poder auxiliar em casa, mas cada família fica distante, dentro da sala, seguindo os protocolos recomendados”. Mesmo com as dificuldades impostas pelo momento, diz Carolina, o serviço acolheu quase 100 pacientes em 2020.

O serviço

O CrisDown nasceu em 2013 e funcionou primeiramente na Unidade Básica de Saúde (UBS) da 905 Norte. Atualmente, o serviço está disponível no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde era a creche. A entrada é separada do hospital, proporcionando mais tranquilidade aos pacientes.

É preciso entrar em contato por WhatsApp (99448-0691) e agendar. “Antes era acolhimento aberto, era possível receber muitas pessoas. Hoje, em função da pandemia, isso mudou. Passamos a trabalhar com agendamento e atendemos três famílias às sextas pela manhã”, esclarece a coordenadora. Quando chegam ao CrisDown, as famílias conversam com a equipe. Após esse acolhimento, é feita a estratificação de risco.

Após essa etapa, explica a gestora, o paciente é classificado de acordo com o risco. “Os vermelhos [marcados com identificação dessa cor] possuem prioridade, e então é feito o agendamento de acordo com a necessidade”, explica.

“Aqui, investimos no presente para modificar o futuro. É preciso oferecer oportunidade e possibilidade para que [os pacientes] possam se desenvolver. Empoderamos as famílias para acreditar que sim, é possível que no futuro [esses pacientes] se tornem pessoas capazes de desenvolver habilidades essenciais para autonomia e independência”, salienta.

*Com informações da Secretaria de Saúde

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Saúde disponibiliza 11.936 vagas para o reforço em pessoas imunossuprimidas

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Agendamento começa nesta quarta-feira, às 14h, e a vacinação a partir da próxima segunda-feira (27)

Começa nesta quarta-feira (22) o agendamento da dose de reforço contra covid-19 para pessoas com alto grau de imunossupressão. O agendamento deve ser feito no site vacina.saude.df.gov.br por aqueles que se enquadram nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. A vacinação começará na próxima segunda-feira (27) e vai até sexta-feira (1º/10) em 19 pontos específicos que poderão ser escolhidos no ato do agendamento. Ao todo, serão disponibilizadas 11.936 vagas, e haverá aplicação das doses em todos os dias da próxima semana.

Antes de agendar, é necessário se cadastrar no mesmo site. Veja o passo a passo e os critérios para agendamento na arte abaixo:

Arte: Secretaria de Saúde do DF

O sistema irá reconhecer se quem preencheu faz tratamento no SUS. Neste caso, no cabeçalho do comprovante de agendamento constará a informação se é preciso, ou não, apresentar laudo médico. Serão aceitos laudos com validade de até seis meses.

Reforço

“A imunização desse grupo será por agendamento, pois, neste momento, o Ministério encaminhou doses apenas para a metade desse público. É necessário comprovar a situação de saúde. Estão aptos a tomar a dose de reforço todos aqueles acima de 18 anos que tenham tomado a segunda dose ou dose única há mais de 28 dias e que se enquadrem na descrição proposta pelo Ministério da Saúde”, destaca o diretor da Vigilância Epidemiológica, Fabiano dos Anjos.

A vacina a ser utilizada para a dose adicional deverá ser, preferencialmente, do laboratório Pfizer-BioNTech ou, de modo alternativo, do laboratório Janssen ou AstraZeneca.

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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