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Agência do Trabalhador oferece 131 vagas no DF; salários chegam a R$ 8 mil

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Maior número de oportunidades é para vendedor pracista, com 50 vagas. Veja lista.

Atendimento na agência do Trabalho no DF durante pandemia da Covid-19 — Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília.

Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, as unidades da Agência do Trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quinta-feira (14), 131 vagas de emprego. Entre as oportunidades, quatro são para analistas de desenvolvimento de sistema, com salário de R$ 8.255,97. Para concorrer, é preciso ter nível superior completo e experiência na área.

As agências também oferecem vagas para chefe de confeitaria (1) e para técnicos de planejamento de obras (1), agrícola (1) e de enfermagem (20). Para todas elas, é preciso ter ensino médio completo.

Segundo a agência, o maior número de ofertas é para vendedor pracista, com 50 oportunidades. O salário oferecido é de R$ 1.184, mais benefícios. Veja lista de outras oportunidades:

  • Açougueiros;
  • Ajudante de açougueiros;
  • Ajudante de carga e descarga de mercadoria;
  • Analista de recursos humanos;
  • Artífice de manutenção
  • Auxiliar administrativo;
  • Auxiliar de limpeza;
  • Churrasqueiro;
  • Confeiteiro;
  • Empacotador;
  • Fiscal de caixa;
  • Operador de caixas;
  • Repositor de supermercados;

Os interessados em concorrer às vagas devem acessar o aplicativo “Sine Fácil” – disponível para Android e IOS – ou ir até uma das agências do trabalhador, de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h.

Retorno de atendimento presencial

Após ter o funcionamento suspenso por conta da pandemia, as unidades retomaram o atendimento presencial na última terça-feira (12). No entanto, das 18 agências, três não voltaram a funcionar: Guará, Itapoã e a localizada na Câmara Legislativa do DF.

Para o retorno das atividades, o governo do DF determinou que o respeito às orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Secretaria de Saúde. Segundo o GDF, os usuários devem utilizar máscaras de proteção individual, norma obrigatória estabelecida no decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB), desde 30 de abril.

Além disso, as agências devem manter o distanciamento entre os usuários por meio de uma fita isolante branca, além de sinalizar a interdição de alguns dos assentos.

Grupo de risco

Idosos estão no grupo de risco e precisam de cuidados especiais  — Foto: Diorgenes Pandini/NSC

Idosos estão no grupo de risco e precisam de cuidados especiais — Foto: Diorgenes Pandini/NSC.

De acordo com a Secretaria de Trabalho do DF, as agências do Trabalhador não devem atender presencialmente pessoas que se enquadram nos grupos de risco para o novo coronavírus.

Segundo a pasta, esses usuários devem entrar em contato com a “Central Alô Trabalho” por meio do telefone 158, e dos aplicativos “Sine Fácil” e Carteira de Trabalho Digital”.

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Saúde recebe 30 respiradores do governo federal

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Os aparelhos serão distribuídos para cinco hospitais da rede pública

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal ganhou mais 30 respiradores (ventiladores pulmonares) para reforçar a estrutura dos hospitais públicos do Distrito Federal e ampliar a capacidade de atendimento da rede. O repasse foi feito nesta segunda-feira (6) pelo Ministério da Saúde e beneficiará cinco unidades hospitalares.

Os aparelhos são essenciais para o tratamento de pacientes com a Covid-19, uma vez que realizam a função que deveria ser feita pelos pulmões.

Em junho, a Secretaria de Saúde recebeu 200 respiradores do Ministério da Saúde só para atender aos casos graves de Covid-19. Os equipamentos foram distribuídos em 13 hospitais públicos e já estão ajudando pacientes acometidos pela doença.

“Novamente, o governo federal e o ministro Eduardo Pazuello reforçam a saúde pública do Distrito Federal com mais essa entrega. Essa aquisição será de extrema importância para enfrentar o pico da pandemia e garantir um atendimento de qualidade à população”, afirmou o secretário de Saúde, Francisco Araújo.

Os equipamentos entregues pelo Ministério da Saúde costumam ser divididos entre os modelos mecânico ou de transporte e emergência. Desta vez, todos os 30 ofertados são mecânicos.

A distribuição

Hospital de Base (HB) – 10

Hospital Regional de Samambaia (HRSam) – 7

Hospital Regional de Taguatinga (HRT) – 6

Hospital Regional da Asa Norte (Hran) – 6

Hospital Regional do Guará (HRGu) – 1

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Bolsonaro sonda Major Vitor Hugo para Ministério da Educação

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Apesar de criticado pelos parlamentares, Vitor Hugo se mostra na Câmara um homem de confiança do governo e cumpridor de tarefas

Major Vitor Hugo: deputado é o líder do governo na Câmara (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) entrou na lista de cotados para assumir o Ministério da Educação (MEC). O parlamentar recebeu no domingo ligação do presidente Jair Bolsonaro para sondar a possibilidade. Na segunda-feira, 6, os dois tiveram um almoço, fora da agenda, no Palácio do Planalto, em que discutiram a educação do País.

Entre os assuntos, falaram sobre educação básica e profissionalizante, temas que Bolsonaro quer atenção especial. O presidente não quer abrir mão das pautas ideológicas para o País mas tem ressaltado que essa bandeira não precisa ser algo beligerante, como era tratado pelo ex-ministro Abraham Weintraub.

Apesar de criticado pelos parlamentares, Vitor Hugo se mostra na Câmara um homem de confiança do governo e cumpridor de tarefas. Além disso, o deputado informa ter mestrado e é sempre elogiado por Bolsonaro, por ter sido o 1º colocado em sua turma na formação militar.

Major do Exército, Vitor Hugo é mestre em operações militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e é formado em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras e em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio, entre outros títulos. Bolsonaro disse a interlocutores que vai sentir a receptividade do nome de Vitor Hugo para o MEC entre os apoiadores.

Até agora, a resistência tem partido de dentro do governo. O fato de o deputado não ser general, a patente mais alta, tem gerado resistência da ala militar, que queria alguém mais velho. Vitor Hugo tem 43 anos.

O MEC está sem titular desde a saída de Weintraub, no último dia 18, após o governo ser pressionado a fazer um gesto de trégua ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-ministro chamou integrantes da Corte de “vagabundos” em reunião ministerial. Bolsonaro chegou a escolher o professor Carlos Alberto Decotelli para a pasta. O governo, porém, pediu que ele deixasse o cargo após questionamentos a seu currículo.

No domingo, o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, avisou que não vai ser ministro após convite de Bolsonaro. Conforme o jornal O Estado de S. Paulo revelou, o presidente foi pressionado pela ala ideológica do governo e por militares para não colocar Feder no comando do MEC.

Encontro

Antes do almoço com Vitor Hugo, Bolsonaro recebeu pela manhã Aristides Cimadon, reitor da Universidade do Oeste de Santa Catarina. O encontro não foi registrado na agenda oficial, mas confirmado por fontes do Planalto e pessoas ligadas ao reitor.

Cimadon também entrou na lista de cotados no último final de semana, com apoio do senador Jorginho Mello (PL-SC), mas saiu do gabinete presidencial sem garantia de que será o escolhido. Outros candidatos que já haviam sido sondados antes da nomeação de Decotelli, voltaram a ser considerados.

Entre eles, Marcus Vinícius Rodrigues, que presidiu o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) , e do reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Anderson Correia. Ele chefiou a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os dois são próximos a militares e atuaram na gestão do ex-ministro Ricardo Vélez. Também seguem cotados Sérgio Sant’Ana ex-assessor de Weintraub, e Ilona Becskeházy, secretária de Educação Básica do MEC. Ela, porém, perdeu força na ala ideológica do governo, por ter atuado na campanha presidencial de Ciro Gomes (PDT).

Há ainda o evangélico Benedito Guimarães Aguiar Neto, que foi reitor da Universidade Mackenzie e hoje é presidente da Capes.

 

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Caixa deposita saque emergencial do FGTS para nascidos em fevereiro

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Valor será creditado nesta segunda-feira pelo banco

 

Brasília, DF, Brasil: Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Caixa inicia, nesta segunda-feira (6), o pagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para trabalhadores nascidos em fevereiro. O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões, para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O pagamento do saque emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do saque emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

O pagamento será realizado conforme calendário a seguir:

Mês de nascimento Dia do crédito na conta poupança social digital data para saque em espécie
fevereiro 06 de julho 08 de agosto
março 13 de julho 22 de agosto
abril 20 de julho 05 de setembro
maio 27 de julho 19 de setembro
junho 03 de agosto 03 de outubro
julho 10 de agosto 17 de outubro
agosto 24 de agosto 17 de outubro
setembro 31 de agosto 31 de outubro
outubro 08 de setembro 31 de outubro
novembro 14 de setembro 14 de novembro
dezembro 21 de setembro 14 de novembro

O calendário foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador e contém dados que correspondem a valores de crédito na conta de armazenamento digital social, quando os recursos podem ser usados ​​em estatísticas eletrônicas, além de dados a partir de quando os recursos disponíveis estão disponíveis para saque em espécie ou transferência para outras contas.

Caso não haja movimentação na conta de economia social digital até 30 de novembro deste ano, o valor será devolvido à conta do FGTS com devida remuneração do período, sem prejuízo para o trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer a emergência, poderá solicitar pelo Aplicativo FGTS até 31 de dezembro de 2020.

A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o saque emergencial do FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 – opção 2, Internet Banking Caixa e APP FGTS.

Mais informações na Radioagência Nacional:

Agência Brasil

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Avião dos Emirados Árabes pousa em Brasília com 10 toneladas de materiais doados para combate ao coronavírus

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Ação faz parte da Operação Covid-19, coordenada pelo Ministério da Defesa. Distribuição aos estados será realizada pelo Ministério da Saúde.

Boeing 787 Dreamliner da empresa Etihad Airways pousa em Brasília com 10 toneladas de materiais de saúde doados pelos Emirados Árabes — Foto: TV Globo/Reprodução

Uma carga de 10 toneladas de materiais de saúde doados ao governo brasileiro pelos Emirados Árabes Unidos chegou em Brasília na manhã desta segunda-feira (6). Entre os insumos estão máscaras, testes rápidos para detecção da Covid-19, luvas e roupas médicas para uso no combate ao novo coronavírus.

O avião com as doações partiu de Abu Dhabi, capital do país, e pousou às 5h30 na Base Aérea de Brasília, no setor militar do Aeroporto Juscelino Kubitschek. Equipes do Ministério da Defesa ficaram responsáveis pela logística.

A ação faz parte da Operação Covid-19, do governo federal, que auxilia no transporte de insumos de saúde para todo o país. A distribuição é coordenada pelo Ministério da Saúde (saiba mais abaixo). O G1 questionou a pasta sobre o destino dos materiais, mas não obteve retorno até publicação desta reportagem.

Carga de 10 toneladas de materiais de saúde doados pelos Emirados Árabes chega em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Carga de 10 toneladas de materiais de saúde doados pelos Emirados Árabes chega em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Pandemia

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgados neste domingo (6), os Emirados Árabes registravam 50.857 casos de coronavírus e 321 mortes. O número da doença no país está crescendo. Há um mês, no dia 6 de junho, eram 37.642 infectados e 274 óbitos.

Já no Brasil, de acordo com dados levantados pelo consórcio de veículos da imprensa, o país registrava 1.604.585 casos confirmados da Covid-19 e 64.900 mortes até a noite deste domingo (6).

Operação Covid-19

De acordo com o Ministério da Defesa, em três meses de operação, a Força Aérea Brasileira (FAB), transportou 350 toneladas de materiais de saúde. Ao todo, foram 1.038 horas de voo, o suficiente para dar mais de 11 voltas ao planeta.

O Ministério da Defesa atua ainda em descontaminações de espaços públicos, sendo 2,6 mil ações desse tipo dese o início da pandemia. Além disso, a pasta afirma que entregou 570 mil kits de alimentação.

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DF ultrapassa 700 mortes por Covid-19, e casos chegam a 59,8 mil; veja registros por região

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Boletim desta segunda-feira (6) traz mais 16 óbitos e 2.003 novas infecções em relação à noite de domingo (5). Ocupação de UTIs da rede privada chega a 92,8%; índice em hospitais públicos é de 65,7%.

Coronavírus Sars-Cov-2 em imagem de microscópio eletrônico — Foto: NIAID-RML/Handout via Reuters

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou, no início da tarde desta segunda (6), mais 16 mortes pelo novo coronavírus na capital. Com isso, o número de óbitos chega a 715. Segundo a pasta, 63 vítimas moravam em outros estados, mas buscaram atendimento no DF.

O número de contaminados também aumentou e chegou a 59.857. São 2.003 a mais que o total contabilizado até a noite de domingo (5). Ceilândia é a região com a maioria dos casos, são 7.835 registros.

Conforme o painel da secretaria, às 9h35, 92,86% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) reservados para pacientes com Covid-19, em hospitais particulares do DF, estavam ocupados. Na rede pública o índice pela manhã era de 65,7% (veja detalhes abaixo).

Entre as mortes registradas no fim de semana, uma vítima estava internada no hospital de campanha instalado no Estádio Mané Garrincha. Este é o primeiro óbito no local desde a inauguração. A unidade foi criada para receber casos considerados leves.

O G1 questionou a Secretaria de Saúde sobre perfil e histórico do paciente, mas não obteve respostas até a última atualização desta reportagem.

Perfil dos infectados
Ainda segundo o painel do GDF, a maioria dos pacientes é mulher (52,3%) e tem entre 30 e 39 anos.

Casos por faixa etária:

Menor de 19 anos: 4,1 mil
20 a 29 anos: 11,8 mil
30 a 39 anos: 16,2 mil
40 a 49 anos: 13,4 mil
50 a 59 anos: 8,1 mil
Mais de 60 anos: 6,3 mil
Já conforme o boletim divulgado no domingo (5), que detalha o local de residência dos infectados, a maior parte dos casos está em Ceilândia, seguida pelo Plano Piloto e Samambaia. Veja abaixo:

Ceilândia: 7.835
Plano Piloto: 4.095
Samambaia: 4.013
Taguatinga: 3.957
Gama: 2.734
Paranoá: 2.175
Águas Claras* (Inclui Arniqueiras) 2.137
Guará: 2.119
Sobradinho I: 2.106
São Sebastião:1.899
Santa Maria: 1.868
Planaltina: 1.794
Recanto Das Emas: 1.671
Riacho Fundo I: 1.098
Itapoã: 994
Brazlândia: 782
Riacho Fundo II: 748
Sudoeste/Octogonal: 746
Vicente Pires: 741
Jardim Botânico: 730
Lago Sul: 719
Scia (Estrutural): 648
Núcleo Bandeirante: 477
Lago Norte: 464
Cruzeiro: 448
Sobradinho II: 426
Candangolândia: 398
Parkway: 326
Varjão Do Torto: 81
SIA: 60
Fercal: 34
Ocupação das UTIs no DF
Leitos de UTI no Hospital Regional de Santa Maria, no DF — Foto: Iges-DF/Divulgação
Leitos de UTI no Hospital Regional de Santa Maria, no DF — Foto: Iges-DF/Divulgação

Conforme a Sala de Situação do governo do Distrito Federal, que monitora a ocupação dos hospitais durante a pandemia, na manhã desta segunda-feira (6), 92,86% dos leitos de UTI para Covid-19, nos hospitais particulares estavam ocupados. Na rede pública, a taxa de ocupação era de 65,7% – incluindo os leitos comprados em hospitais particulares.

Na semana passada, uma decisão da Justiça do Distrito Federal determinou que o GDF divulgue os dados da Central de Regulação de leitos. A medida também impede que o governo local considere os leitos bloqueados para calcular a taxa de ocupação.

Números de leitos de UTI

  • Hospitais Privados: 229 vagas/ 208 ocupadas
  • Hospitais públicos: 580 vagas / 381 ocupadas
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Reforma tributária vai incluir imposto sobre dividendos, afirma Guedes

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O ministro disse que a reforma está pronta para ser enviada ao Congresso, mas que o que atrapalha é a falta de acordo político

Paulo Guedes: ministro afirmou que a reforma tributária está pronta para ir ao Congresso (Adriano Machado/Reuters)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo incluirá tributação de dividendos na reforma tributária. “Não quero tributar empresa, mas se o dinheiro sair para o acionista, aí você tributa o dividendo. Não é possível que alguém pague zero sobre dividendo enquanto o trabalhador paga 27,5%”, afirmou.

Em evento virtual promovido pela Associação Brasileira de Indústria de Base (Abdib), o ministro disse que quer, nos próximos dois a três meses “ir entrando na reforma tributaria”. Ele acrescentou que a ideia é apresentar o IVA Federal (Imposto sobre Valor Agregado) e reduzir ao longo do tempo impostos sobre pessoas jurídicas.

Guedes rebateu ainda as críticas de que a reforma tributária está atrasada em um ano. “É uma politização do que realmente ocorreu”, afirmou.

Guedes disse ainda que os projetos do chamado pacto federativo “não são prioridade agora” e que pretende avançar nos próximos “60 a 90 dias” com a modernização de marcos regulatórios.

Ele reforçou a necessidade de aprovação de novas regras para a atração dos recursos privados e citou as regras do setor de petróleo e gás. “O marco regulatório do petróleo não é satisfatório, queremos mudar de partilha para a concessão”, afirmou.

De acordo com o ministro, esses projetos podem ser aprovados em até três meses. O ministro também citou o projeto de autonomia do Banco Central entre as prioridades do governo nos próximos meses.

Guedes voltou a dizer que, mesmo se o governo triplicasse o investimento público, não seria suficiente para a necessidade da economia brasileira. “O governo não tem recurso para gastar em infraestrutura, precisamos atrair capitais”.

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