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Acidente entre duas carretas e caminhonete deixa 3 feridos na BR-080

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Segundo informações preliminares do Corpo de Bombeiros, uma das vítimas está presa às ferragens

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Um acidente entre duas carretas e uma caminhonete deixou três pessoas feridas na manhã desta terça-feira (16/8), no quilômetro 28 da BR-080, depois de Brazlândia. Segundo informações preliminares do Corpo de Bombeiros, uma das vítimas está presa às ferragens. Ainda não se sabe o estado de saúde dos envolvidos no acidente.

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Acidente entre duas motos deixa um morto e duas pessoas feridas no litoral de SP

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Mais de 50 kg de maconha são apreendidos na BR-262, em Bom Despacho

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Droga estava dentro de um carro que seguia pela rodovia nesta terça (20), segundo a PRF. Motorista do veículo, de 31 anos, foi preso.

Droga foi apreendida pela PRF durante ronda — Foto: PRF/Divulgação

Mais de 50 kg de maconha foram apreendidos na BR-262, em Bom Despacho, nesta terça-feira (20). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do carro onde estava a droga, de 31 anos, foi preso.

A abordagem ocorreu por volta das 22h30, durante ronda nas proximidades do trevo que dá acesso a Pará de Minas. A droga foi encontrada no carro.

Foram encontrados 54 tabletes maiores e 13 menores, que totalizaram o peso aproximado de 51 kg de maconha.

O homem foi preso pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado, juntamente com o veículo e a droga apreendida para a Polícia Civil de Pará de Minas.

 

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BR-153 é totalmente liberada após caminhões que bateram de frente serem retirados da pista

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Acidente aconteceu entre Wanderlândia e Araguaína, no norte do estado. Corpo de motorista que morreu no local foi identificado e está sendo liberado para a família.

Caminhão ficou completamente destruído no acidente — Foto: Divulgação/PRF

A pista da BR-153 entre Wanderlândia e Araguaína, no norte do Tocantins, foi totalmente liberada após passar 11h horas com trânsito prejudicado. A interdição da rodovia ocorreu na manhã desta terça-feira (20) após dois caminhões baterem de frente próximo a ponte do ribeirão Lajes. Um caminhoneiro morreu no local e os bombeiros foram chamados para retirar o corpo das ferragens.

A liberação total ocorreu às 20h30 de terça-feira (20), de acordo com a Polícia Rodoviária Federal. Em alguns momentos do dia a rodovia ficou totalmente fechada e em outros a passagem foi liberada no sistema pare e siga.

Chovia no momento do acidente, mas ainda não há informações sobre o que causou a colisão. Imagens feitas no local mostram que um dos caminhões ficou completamente destruído. A cabine virou uma bola de ferro retorcido e o eixo do veículo foi arrancado com a força do impacto.

O motorista Wagner da Silva Morais, de 39 anos, morreu no local. O corpo foi levado para o IML de Araguaína e deve ser liberado para a família ainda na manhã desta quarta-feira (21).

O segundo caminhão também ficou com a cabine bastante danificada. O motorista teve ferimentos e foi socorrido. Não há informações sobre o estado de saúde dele.

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Dois acidentes são registrados na manhã desta quarta-feira na BR-381, na Grande BH

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Acidente no distrito de Ravana, na Grande BH — Foto: Reprodução/TV Globo

Acidente no distrito de Ravana, na Grande BH — Foto: Reprodução/TV Globo

 

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Preso mais um fugitivo do Complexo da Papuda, no DF; 4 estão foragidos

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Paulo Henrique de Santana Pereira Souza foi preso em Cidade Ocidental; ele é suspeito de homicídio. Em 14 de outubro, 17 detentos fugiram pelo telhado do presídio.

Segundo Polícia Civil, Paulo Henrique de Santana Pereira Souza foi recapturado após fugir da Papuda — Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil prendeu, na madrugada desta quarta-feira (21), Paulo Henrique de Santana Pereira Souza, de 21 anos.Ele é um dos 17 detentos que fugiram do Complexo Penitenciário da Papuda no dia 14 de outubro. Até a publicação desta reportagem, outros quatro seguiam foragidos.

Segundo a investigação, Paulo Henrique, conhecido como Baianinho, estava preso por homicídio. Ele é suspeito de matar o dono de um bar, em São Sebastião. O detento foi localizado na casa de um familiar da namorada, no Jardim Edite, em Cidade Ocidental, região do Entorno do DF.

Ele foi levado para a 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião).

Fuga da Papuda

A fuga dos presos ocorreu pouco depois de 1h de quarta-feira (14). Câmeras de segurança flagraram o momento em que os 17 detentos usaram uma espécie de corda para sair pelo teto e escapar do CDP (veja vídeo acima).

Momentos após o caso, policiais militares, civis e penais iniciaram as buscas pelos foragidos. Ainda na quarta, onze foram localizados.

Segundo o Sindicato dos Policiais Penais do DF, a fuga desta semana é a maior dos últimos 20 anos no Complexo da Papuda. A categoria afirma que a estrutura do Centro de Detenção Provisória é antiga e precária.

Na quinta (15), a Justiça determinou a interdição da ala de onde os presos fugiram. Também ordenou a realização de reparos urgentes no local e deu prazo de 30 dias para que a Secretaria de Administração Penitenciária do DF (Seape-DF) apresente um plano de reforma, “com indicação dos ajustes que serão realizados, material a ser empregado, mão-de-obra e cronograma de entrega”.

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Jovem de 27 anos é absolvido após ficar quase 3 anos preso por crimes que não cometeu, no DF

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Lucas Moreira de Souza chegou a ser condenado a quase 80 anos de prisão, por uma série de assaltos. Justiça ainda não determinou soltura do jovem.

Presos do Presídio da Papuda em Brasília, em imagem de arquivo. — Foto: Gláucio Dettmar/CNJ

Há quase três anos, Lucas Moreira de Souza, de 27 anos, passa os dias no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Em 20 de dezembro de 2017, ele foi preso por suposto envolvimento em uma série de assaltos. Desde então, vem tentando provar a inocência.

Nesta semana, um momento de alívio. A Justiça do Distrito Federal reverteu a condenação contra ele, que havia sido sentenciado a quase 80 anos de prisão,por crimes que não cometeu. A testemunha chave foi um policial civil, que acreditava na inocência do rapaz e procurou a Defensoria Pública.

Apesar disso, ainda não há previsão de quando Lucas deve ser solto. Na terça-feira (20), o juiz responsável pelo caso deu prazo de cinco dias para que o Ministério Público se manifeste sobre a situação. Só depois disso, o magistrado deve analisar novamente a possibilidade de soltura do jovem.

Os crimes
No dia em que Lucas foi preso, ladrões roubaram um carro e cometeram uma série de assaltos, em Ceilândia. Em seguida, foram para o Recanto das Emas, onde deram continuidade à sequência criminosa.

No mesmo dia, o jovem, à época com 24 anos, estava na casa de uma tia, também em Ceilândia. Ele diz que acordou pela manhã, tomou café e, em seguida foi para a rua, onde costumava soltar pipa. Nesse momento, foi abordado por policiais civis e apontado como um dos suspeitos dos crimes. Desde então, o jovem não deixou o sistema carcerário da capital.

Após ser preso, Lucas foi investigado em três inquéritos e condenado em dois deles. Em um dos processos, ele foi apontado como responsável por cinco assaltos e uma tentativa de latrocínio – roubo seguido de morte.

Nessa ação, que chegou a ser considerada transitada em julgado – sem possibilidade de recurso –, ele foi sentenciado a 67 anos de prisão, em 4 de junho de 2018. Entretanto, a defesa conseguiu reduzir a pena para 29 anos.

Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, em imagem de arquivo — Foto: TV Globo/Reprodução

Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, em imagem de arquivo — Foto: TV Globo/Reprodução

A segunda condenação, de dez anos de prisão, veio no início de 2019, por conta de um assalto ocorrido em dezembro de 2017, no Recanto das Emas, oito dias antes da sequência de roubos que teve início em Ceilândia.

Após a prisão do jovem, policiais civis convocaram vítimas de crimes semelhantes e uma delas apontou Lucas como suspeito, mesmo sem ele apresentar as características descritas por ela. No terceiro inquérito aberto contra Lucas, não foram encontradas provas da participação dele e o processo foi descartado.

Inocência
O longo processo para provar a inocência do rapaz começou há cerca de dois anos. Um policial civil procurou a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) e pediu ajuda aos defensores. Ele, que acompanhou as investigações de perto, não acreditava que o jovem era culpado pelos crimes.

Um grupo de quatro defensores participou da defesa de Lucas: Antonia Carneiro, Fernando Calmon, Daniel de Oliveira e Jonas Monteiro. Ao G1, Antonia conta que a única prova apresentada contra o então suspeito era um reconhecimento impreciso feito por testemunhas.

“Ele estava com a tia no momento desses crimes, tomando café. Era um álibi verdadeiro, porém, infelizmente não acreditaram nele”, diz a defensora.
Daniel atribui a condenação de Lucas a inconsistências na investigação policial. De acordo com ele, o reconhecimento é uma prova falha, porque as vítimas ficam abaladas após sofrerem algum crime. “Não recrimino as vítimas, mas é um momento tenso para terem alguma certeza”, pondera.

Outro ponto destacado pelos defensores é que o criminoso tinha uma deficiência na perna e mancava ao andar. Lucas, entretanto, não tem esse problema. “Aconteceu uma série de equívocos que resultou em vários erros, como uma condenação injusta pelo Judiciário”, diz Daniel.

Além da contribuição do policial, que ajudou os defensores a fazerem um trabalho de investigação para provar a inocência de Lucas, outra prova indicou que o jovem não era responsável pelos crimes: o veículo usado pelos assaltantes foi usado para cometer outros delitos dez dias depois. Esse fato, porém, havia passado em branco pelos investigadores. A decisão sobre a inocência de Lucas partiu do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

Questionada  sobre as inconsistência na investigação, a Polícia Civil do DF não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.

Antes do ocorrido, Lucas tinhas duas passagens pela polícia. Uma por desacato e outra por tráfico privilegiado, quando ocorre a redução da pena porque o réu é primário, tem bons antecedentes, e não integra organização criminosa.

“Assim que a gente tomou conhecimento do caso, fomos até ele. Queríamos saber o que o Lucas tinha para dizer. Ele só chorava e dizia que não tinha nada a ver com isso e que não sabia o que tinha acontecido. Falou que dormiu na casa da tia. Foram três anos alegando inocência, até que a gente conseguisse provar que ele estava certo”, diz o defensor.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

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