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Trump prepara pronunciamento sobre muro na fronteira dos EUA

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Caso o Congresso não aprove a construção da barreira e Trump use a lei de emergência nacional, o presidente enfrentará desafios legais

Donald Trump: presidente dos Estados Unidos pressiona Congresso e economia nacional para construção de muro fronteiriço (Jim Young/Reuters)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda está indeciso sobre declarar emergência nacional com o argumento da segurança na fronteira com o México, uma manobra que afirmou, nos últimos dias, que poderia empregar para financiar um muro na divisa com o país vizinho. A informação foi dada por autoridades do governo americano.

Caso o Congresso não aprove a construção da barreira e Trump use a lei de emergência nacional, o presidente enfrentará desafios legais. Não está claro, além disso, de onde os fundos para um muro viriam naquele cenário.

A construção do muro na fronteira com o México tem sido o principal impasse entre republicanos e democratas para pôr fim à paralisação do governo americano, que já chega ao 19º dia. À meia-noite (de Brasília) desta terça para quarta-feira, Trump fará um pronunciamento à nação, quando poderá anunciar uma decisão. Fonte: Dow Jones Newswires. Fonte: Portal Exame

 

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Secretário da Saúde desiste de concorrer ao cargo de premiê do Reino Unido

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Com a saída de Matt Hancock, seis concorrentes continuam na disputa pelo cargo de primeiro-ministro britânico, no qual Boris Johnson é o favorito

Reino Unido: na votação de quinta-feira (13), Boris Johnson foi o candidato mais votado e recebeu 114 votos (Alkis Konstantinidis/Reuters)

Londres – Boris Johnson, o mais bem cotado para suceder a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, passou a ser pressionado para falar à mídia sobre seus planos em relação à saída britânica da União Europeia nesta sexta-feira, quando outro de seus rivais desistiu da disputa pela liderança.

O secretário da Saúde britânico, Matt Hancock, abandonou a luta pela sucessão de May no comando do Partido Conservador, dizendo que este procura um candidato para o presente, não o futuro, o que deixa seis concorrentes em um páreo no qual Johnson é o franco favorito.

Ele recebeu o apoio de 114 dos 313 parlamentares conservadores na primeira rodada da votação na quinta-feira, muito mais do que o secretário das Relações Exteriores, Jeremy Hunt, que ficou em segundo com 43 votos, enquanto outros três foram eliminados.

O tema que domina a disputa é como e quando o país deixará a UE e quem está mais bem posicionado para resolver a crise, que mergulhou o establishment político no caos depois do referendo de 2016 sobre a ruptura com o bloco.

May renunciou à liderança conservadora depois de fracassar três vezes em conseguir a aprovação do Parlamento ao seu acordo de separação. A UE vem repetindo que não renegociará o acordo.

Os rivais miraram em Johnson, que prometeu a desfiliação até 31 de outubro com ou sem um pacto.

Ele sustenta que, se o Reino Unido estiver preparado para um Brexit sem acordo, a UE se curvará ao seu argumento para remover o chamado backstop da Irlanda do Norte para evitar a volta de uma fronteira dura com a Irlanda caso um futuro acordo comercial combinado não se concretize.

Mas ele ainda não concordou em participar de debates na televisão, o primeiro dos quais ocorre no domingo, o que provocou acusações de que o ex-chanceler extravagante está fugindo de perguntas difíceis por medo de que deslizes custem caro.

“Só podemos ter esse debate se o favorito nesta campanha tiver um pouco mais de coragem em termos de encarar a mídia, participar de debates, participar do debate na TV”, disse Hunt à rádio BBC.

Com Johnson tão à frente na primeira rodada da votação, a mídia britânica passou a especular que alguns rivais podem desistir para permitir uma frente mais unida em desafio ao homem que liderou a campanha oficial de saída da UE em 2016.

Uma segunda rodada da votação ocorre na próxima terça-feira, quando a disputa se reduz a dois candidatos. Os 160 mil membros da base conservadora escolherão o novo líder até o final de julho.

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Catedral de Notre-Dame recebeu apenas 9% das doações prometidas até agora

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Segundo o governo, as grandes empresas querem, antes de fazer as doações, saber exatamente como o dinheiro será usado

Notre-Dame: o incêndio de 15 de abril provocou uma onda de solidariedade na França, com a multiplicação de promessas de doações (Christophe Petit Tesson/Pool/Reuters)

Dois meses após o incêndio que devastou parcialmente a Catedral de Notre-Dame de Paris, apenas 9% dos 850 milhões de euros prometidos para sua restauração foram repassados, embora as autoridades esperem que o montante seja alcançado

O incêndio, que destruiu parte do telhado da catedral em 15 de abril, provocou uma onda de solidariedade na França, com a multiplicação de promessas de doações – de pessoas físicas a pessoas jurídicas, como a gigante LVMH e a Kering.

Até agora, porém, apenas 80 milhões de euros foram arrecadados, correspondendo a pequenas doações de indivíduos.

O ministro francês da Cultura, Frank Riester, confirmou o número nesta sexta-feira (14), citando várias causas para explicar a diferença entre o que foi prometido e o que foi recebido. O valor já havia sido informado pela rádio France Info.

“Primeiro, há pessoas que prometem doar e que não doam (…), mas, acima de tudo — e isso é normal —, as doações serão pagas em função do andamento das obras”, argumentou Riester.

“Estão sendo feitos acordos com os grandes doadores”, acrescentou o ministro, dizendo que assim será possível que as doações sejam feitas em um marco legal.

Riester ressaltou que “a onda de generosidade deve continuar” e lembrou que a situação da catedral continua frágil, já que a abóbada “ainda pode desabar”.

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Itamaraty promove Forster, favorito a ser embaixador nos EUA

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A cadeira de embaixador está vaga desde o dia 3, quando o diplomata Sérgio Amaral voltou ao Brasil

(foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press )

O diplomata Nestor Forster foi um dos promovidos nesta quarta-feira, 12, à primeira classe da carreira, em uma lista assinada no Itamaraty. Desde janeiro o diplomata é o nome mais cotado para assumir a Embaixada do Brasil nos EUA e a promoção é considerada a etapa final para abrir caminho para que o presidente Jair Bolsonaro o convide a assumir o posto.

A cadeira de embaixador está vaga desde o dia 3, quando o diplomata Sérgio Amaral voltou ao Brasil.
Se for convidado a assumir a embaixada em Washington, Forster ainda deverá passar por sabatina no Senado. A lista das promoções circulou hoje no Itamaraty e será publicada no Diário Oficial nos próximos dias.

Forster foi o responsável por apresentar o atual ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para conhecer Olavo de Carvalho em um encontro na casa do escritor, em Virgínia, nos EUA. Forster e Olavo de Carvalho, que se tornou um ideólogo do governo Bolsonaro, são amigos de longa data.

O diplomata também teve papel central na articulação da agenda de Bolsonaro em Washington, em março, quando o brasileiro se reuniu com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca. Ele ajudou a organizar, por exemplo, o encontro de Bolsonaro com pensadores conservadores e de direita. A convite do presidente, participou do jantar com os intelectuais americanos e se sentou ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro, um dos articuladores de política externa do governo. Após a visita presidencial, o nome de Forster como futuro embaixador do País nos EUA ganhou força.

Ele é parte do quadro da embaixada brasileira na capital dos EUA. Atualmente, é um dos ministros-conselheiros da embaixada, cargo logo abaixo do posto principal, e fica responsável por questões administrativas, migratórias e de diplomacia pública – como relações com sociedade civil.

A proximidade com o governo Bolsonaro fez com que Forster participasse de reuniões dos integrantes do governo em Washington. Na última passagem de Araújo pela capital americana, o ministro acompanhou o chanceler nas reuniões com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, e com o assessor de Segurança Nacional, John Bolton.

 

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