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Tratamentos pouco invasivos – e eficientes – para o corpo e o rosto

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Em muitos casos, esses procedimentos são ainda mais decisivos do que as famosas cirurgias plásticas

cirurgia plástica não é a única alternativa. Antes dela, em muitos casos os médicos recomendam procedimentos menos invasivos ao corpo, e ainda (pasme!) mais eficientes. Confira nossas dicas de procedimentos mais simples e que dão resultado:

Barriga

Quando o assunto é diminuir medidas ou melhorar a aparência da pele, a associação de tecnologias é o que tem se mostrado mais eficaz. “Dificilmente uma pessoa escolherá tratar só gordura localizada, sem amenizar flacidez, por exemplo”, afirma o dermatologista Daniel Dziabas, de São Paulo.

Total Sculptor, um dos procedimentos recentes, realizado em consultório, une a criolipólise com contraste (tipo mais avançado que produz aumento de temperatura seguido de congelamento) com ultrassom macrofocado (que emite energia de alta intensidade).

“Os dois atuam juntos na destruição das células de gordura”, diz o médico. O protocolo inclui também estímulo muscular (por meio de corrente elétrica) e radiofrequência (aquecimento profundo que amplia a produção de colágeno). O efeito depende de cada caso, mas a promessa é que apareça em uma sessão.

Rosto

Existem atualmente diversas tecnologias para reduzir a flacidez e a perda de volume facial, como laser, ultrassom e radiofrequência. Destaca-se, porém, um procedimento pouco invasivo que utiliza fios de sustentação.

“Os do Mint Lift são feitos de polidioxanona, material naturalmente absorvido pela pele. Eles são inseridos no rosto por meio de cânulas e, fixados com garrinhas, são capazes de sustentar as estruturas da face”, explica o dermatologista Gustavo Limongi, de São Paulo.

A quantidade de fios pode variar, mas costuma-se usar um ou dois pares. De acordo com o médico, não há contraindicação para o método, que exige apenas anestesia local. Os resultados duram, em média, dois anos.

Nariz

Alguns dermatologistas recomendam experimentar a remodelação feita com preenchimento com ácido hialurônico antes de partir para a rinoplastia (cirurgia plástica no nariz). “É uma opção para pequenos ajustes, mas não deve ser considerada para maiores correções ou quando há questões de saúde envolvidas”, alerta a dermatologista Juliana Piquet, do Rio de Janeiro.

Como faria em uma ruga, a substância infla pequenos espaços das camadas internas da pele, oferecendo sustentação. Por isso, só funciona em casos mais simples, como elevar a ponta do nariz.

Diferentemente do procedimento cirúrgico, não requer tempo de recuperação e pode ser realizada em consultório médico, com possibilidade de anestesia local. O efeito lifting dura um ano em média.

Pálpebras

A flacidez não incomoda apenas quando se instala nos contornos da face ou pelo corpo. Nas pálpebras, pode deixar o olhar caído, dando a impressão constante de aparência cansada. Em geral, quem enfrenta o problema acaba optando pela remoção cirúrgica (blefaroplastia), mas a onda dos minimamente invasivos também contempla essa região.

“Com ponteira específica, semelhante a uma caneta, o ThermiSmooth aquece a superfície da pele a 45 graus, o que leva à contração do colágeno e à consequente melhora da flacidez”, explica a dermatologista Thais Pepe, de São Paulo. Segundo ela, o procedimento, feito com movimento contínuo, provoca uma leve – e suportável – sensação de calor. São necessárias de três a seis sessões para obter resultados.

Vale o investimento?

Embora não façam milagres, cosméticos com embasamento em pesquisas e tecnologia são coadjuvantes de peso na busca por firmeza da pele, preenchimento de volume e efeito lifting. Estas são algumas novidades das prateleiras:

 

(La Mer/Divulgação)

Sérum para área dos olhos,
The Lifting Eye Serum,

La Mer,
*R$ 1 250

(La Prairie/Divulgação)

Creme preenchedor
Skin Caviar Absolute Filler,
La Prairie,
*R$ 2 448

 

(Under Skin/Divulgação)

Sérum Revitalizante U.SK Desire Sculpt,
Under Skin,

*R$ 373

 

(Hinode/Divulgação)

Booster de efeito instantâneo
Age Reverse, Hinode,
*R$ 199

*preços sujeitos à alteração

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Polêmica fashion: Bermuda de ciclista faz sucesso entre as famosas

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Kim Kardashian e Anitta já usaram. Você gosta dessa tendência?

Estilo street, moda de alta costura e sportswear. Você sabe o que esses três estilos têm em comum? Hoje, eles também fazem parte da construção de uma tendência chamada “bermuda de ciclista”. A peça, de comprimento que chega quase até os joelhos, é famosa por trazer esse mix de estilos e ser despojada e ousada ao mesmo tempo.

Segundo Elle, o primeiro a ter a ideia de incluir a roupa em um desfile de moda foi o estilista Virgil Aboh na temporada de verão 2018. Depois disso, a bermuda foi adquirida por inúmeras celebridades, como: Kim KardashianAnittaBella HadidKyle Jenner.

Com uma pegada mais fashionista ou casual, a peça pode ser usada ao lado de um tênis ou até com um salto-alto para destacar a pegada moderna da roupa.

Veja algumas fotos com as celebridades usando a bermuda e me diga, você usaria?

https://www.instagram.com/p/BlB5jBVF4ip/?utm_source=ig_embed

https://www.instagram.com/p/Bix0V12FyjU/?utm_source=ig_embed

 

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Você está com o metabolismo lento? A culpa pode ser destes 4 hábitos

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Entenda o que pode estar atrapalhando seu emagrecimento

Você está seguindo a dieta e praticando exercícios físicos, mas ainda assim não consegue emagrecer? A culpa pode ser do seu metabolismo. Da mesma forma que alguns alimentos podem acelerar o ritmo do nosso corpo, outros são responsáveis por deixá-lo mais lento, o que causa cansaço, desânimo e acúmulo de calorias – impedindo a perda de peso.

O primeiro passo para descobrir o que está atrasando seu organismo é fazer um teste clínico para intolerâncias alimentares e alterações hormonais. “Se seu corpo não digere algum alimento, ele vai ficar inflamado e desacelerar o metabolismo”, explica a nutricionista Andrezza Botelho, de São Paulo. É o caso do leite e do trigo para algumas pessoas – mas antes de cortar qualquer item do seu cardápio, consulte um médico.

Descartando doenças e desequilíbrios hormonais, você pode diminuir estes hábitos inimigos do metabolismo acelerado:

1. Adicionar açúcar em bebidas e receitas

açúcar proporciona um pico de energia quase instantâneo após o consumo, mas não se engane: a sensação dura pouco e ele logo se transforma em gordura. “Além de ser um agressor da mucosa, o açúcar fermenta no estômago e pode provocar estufamento e aumento das medidas”, ressalta Andrezza. Ele também causa compulsão: quanto mais você come, mais quer comer.

(Magone/Thinkstock/Getty Images)

Para acelerar o metabolismo, Andrezza sugere cortar o açúcar de adição, aquele que você coloca no cafezinho ou no suco. Alimentos que levam o ingrediente na composição, como iogurtes e granolas, devem ser consumidos com moderação: “Se no somatório do dia aquele açúcar em outros alimentos fizer a diferença, também é bom maneirar”.

2. Usar óleos em suas preparações

Não pense que só o óleo vegetal traz problemas. Se forem aquecidos além da conta, até mesmo os óleos saudáveis (como de gergelim, abacate e de coco) podem oxidar e atrasar o metabolismo. “No dia a dia, vale diminuir o consumo da gordura aparente, como a da carne vermelha”, indica Andrezza.

3. Consumir muitos produtos industrializados

No caso de alimentos industrializados, é importante ficar atentar aos rótulos. “O excesso de conservantes inflama o organismo, já que as células não sabem o que são esses ingredientes – elas só reconhecem vitaminas, minerais e proteínas”, diz a nutricionista. Quanto mais natural sua alimentação, melhor!

4. Dormir pouco

Não pense que só a comida é capaz de alterar o metabolismo, viu? Durante o sono, o organismo produz hormônios essenciais para o emagrecimento. “Você precisa dormir bem para manter o metabolismo acelerado”, indica Andrezza.

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“Sim, eu tenho cabelos brancos e está tudo bem”

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Joanna Moura tem fios brancos desde adolescência e é um exemplo de como é possível ter uma relação mais leve com essa característica natural.

Na coluna #VamosPensarSobreBeleza da nossa edição de julho, colocamos em pauta a pressão estética que, até hoje, mulheres sofrem por causa de algo natural que chega com o tempo: o cabelo branco. Apesar de estarmos vivenciando um momento de maior aceitação na moda e na beleza, ainda é raro ver campanhas que representem essa característica. É só reparar: os comerciais de produtos ainda focam na cobertura como única opção e não em tratamentos para deixar o cabelo saudável.

Com as redes sociais e mais tipos de beleza sendo expostos, perfis como o Advanced Style mostraram para o mundo que atributos que sempre foram criticados podem ser ressignificados — e também ajudaram a desmistificar a velhice, principalmente quando relacionada à moda. A questão de gênero também fica evidente, uma vez que, na maior parte do tempo, a idade para os homens é associada à sabedoria e os cabelos brancos, a charme.

E não é preciso ter mais de 60 anos para vivenciar esse tipo de pressão. A blogueira Joanna Moura é um exemplo. Dona de fios brancos desde a adolescência, ela começou a lidar bem cedo com os estereótipos. Neste depoimento, ela relembra os primeiros fios e reforça que a ideia não é ir contra pintar o cabelo quando se tem vontade — coisa que ela mesma faz — mas retirar os julgamentos das que escolhem mantê-los como estão. Leia abaixo:

Joanna Moura, do blog Um Ano Sem Zara:

Eu tenho cabelos brancos desde que me entendo por gente. Como eles apareceram bem cedo na minha vida — lá pelos meus 18 anos — eu não me incomodei. Pelo contrário, eu era novinha, não tinha rugas, não sentia que os fios grisalhos eram um sinal de velhice, olhava pra eles e achava legal, engraçado, uma particularidade minha, um pedacinho de mim que me tornava diferente.

Mas eu sempre gostei de brincar com cabelo, e o ato de pintar e cortar fazia parte dessa brincadeira. Então, por muito tempo, eu pintei o cabelo, o que acabava escondendo os brancos. Quando me mudei para Califórnia passei um tempo sem pintar. Eu não tinha um cabeleireiro de confiança por lá e resolvi que ia pintar de novo só quando fosse para o Brasil. Eis que a raiz foi crescendo, os brancos foram ficando superaparentes e eu fui deixando, abraçando o novo look sem nenhuma nóia. Lembro do meu marido falar que eu parecia a Vampira dos X-Men — tem elogio melhor?

A verdade é que eu só me dei conta do incômodo das pessoas com cabelos brancos quando começaram a aparecer comentários nas minhas fotos do Instagram perguntando se eu estava grávida ou se a mexa bem na frente do meu cabelo era branca ou loira, ou simplesmente questionando a razão por eu ter parado de pintar. O mais engraçado é que quando alguém ia lá comentar sobre os meus grisalhos, sempre aparecia alguém para me “defender” falando que obviamente não era grisalho, a luz da foto deveria estar ruim e o loiro ficou parecendo cinza.

Achei bem louco entender que as pessoas sempre tinham que tentar achar uma justificativa para o meu cabelo estar branco. Não passava pela cabeça delas que era uma escolha minha, que eu tinha optado por não pintar e estava me sentindo bem e bonita daquele jeito mesmo. Foi então que resolvi escrever um post sobre o assunto. Falando que, sim, eu tenho cabelos brancos e que estava tudo bem.

A gente vive em uma sociedade que celebra a juventude e condena o envelhecimento. E lógico que essa pressão por permanecer jovem é muito maior nas mulheres. Consequentemente, os fios brancos acabam sendo um sinal de velhice e devem ser escondidos a todo custo, senão é sinal de desleixo, de mulher que não se cuida.

Acho que quanto mais a gente falar sobre o assunto, mais chance temos de mudar essa percepção. Hoje ter cabelo branco é um sinal de ativismo, de luta contra um padrão de beleza que restringe e força as mulheres a estarem sempre se modificando. O que eu quero é que um dia ter cabelo branco seja normal. Apenas uma escolha individual.

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