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Sete mitos e verdades sobre a pele saudável

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ALGUNS MITOS SOBRE A PELE SÃO FREQUENTEMENTE ESPALHADOS (FOTO: PEXELS)

Apele é o nosso maior órgão, e a usamos como garantia de que estamos saudáveis. Como uma dermatologista acadêmica, frequentemente ouço “fatos” enganosos que insistem em se espalhar. Aqui estão alguns dos mitos mais comuns que podem ser esclarecidos imediatamente, e também algumas verdades nas quais você pode confiar:

“A pele se renova constantemente”

VERDADEIRO: A pele proporciona uma barreira dinâmica entre o ambiente interno do seu corpo e o mundo exterior. Na epiderme (a camada externa da pele), células chamadas queratinócitos estão constantemente se dividindo para produzir um suprimento de partículas que sobem através dessa camada e são retiradas de sua superfície. A pele é uma fonte rica de células-tronco com capacidade de se dividir e de se renovar.

“Beba dois litros de água por dia para uma pele saudável”

FALSO: A quantidade de água que você bebe não afeta diretamente a sua pele. A água é fornecida ao órgão pelo sangue que flui através da derme, a camada interna da pele; e então é perdida da epiderme, especialmente em um ambiente seco.

A água é necessária para manter a hidratação do corpo, e quando você fica seriamente desidratado, sua pele parece opaca e menos elástica. Em uma pessoa saudável, os órgãos internos — rins, coração e vasos sanguíneos — controlam a quantidade de água que chega à pele. Não há volume fixo da bebida que você precise consumir; isso simplesmente depende das quantidades que você está usando e perdendo.

O estresse pode deixar a pele doente

VERDADEIRO: Há muitos problemas de saúde na modernidad que culpamos pelo estresse, e estudos científicos demonstram que várias condições de pele são agravadas por acontecimentos na nossa vida. Possivelmente, os responsáveis são os hormônios do estresse, incluindo o cortisol (um hormônio esteróide produzido nas glândulas suprarrenais). Exemplos notáveis ​​são a alopecia areata, uma condição em que a imunidade do corpo começa a atacar os folículos pilosos, fazendo com que o cabelo caia; psoríase, outra condição autoimune que causa espessamento, descamação e inflamação da pele; e eczema, uma inflamação cutânea com comichão na pele que ocorre frequentemente acompanhado de asma, rinite alérgica e outras alergias. Infelizmente, um surto dessas condições de pele é exatamente o que você não precisa quando está estressado ou sob pressão.

“Comer chocolate causa acne”

FALSO: Acne vulgaris, a acne comum em “adolescentes” que pode persistir até os 30 e 40 anos, é resultado da interação nos efeitos hormonais nas glândulas da pele, além da resposta imune do órgão a poros bloqueados e micróbios que vivem nele. Comer uma dieta rica em gordura não é saudável por muitas razões, mas não causa acne. Na verdade, alguns comprimidos prescritos para acne grave, como a isotretinoína oral, são melhor absorvidos quando as pílulas são ingeridas com uma refeição gordurosa — e isso pode incluir chocolate.

Chocolate amargo (Foto: Marco Verch/Flickr)

CHOCOLATE AMARGO (FOTO: MARCO VERCH/FLICKR)

“Sabão em pó causa eczema”

FALSO: O eczema é uma condição em que a pele fica seca, vermelha e com coceira. É causada por uma combinação de fatores genéticos (como sua pele é feita) e efeitos ambientais, levando à inflamação. Sabonetes, detergentes e sabão em pó podem irritar a pele e contribuir para o ressecamento porque removem o óleo dela (assim como o líquido de limpeza remove a gordura dos pratos). Sabões em pó biológicos contêm enzimas — proteínas que quebram gorduras e outras proteínas para remover manchas —, e elas podem irritar uma pele sensível, o que piora o eczema. É importante que todo o sabão em pó seja completamente retirado das roupas antes de ser usado, para evitar irritações da pele.

“Marcas brancas nas unhas = deficiência de cálcio”

FALSO: As unhas são produzidas na matriz, uma área sob a pele na borda superior da unha. Se a matriz estiver machucada, colidida ou mordida, ocorre uma irregularidade na haste em desenvolvimento e o ar pode ficar preso ali. Isso resulta em uma marca branca quando a unha cresce. O cálcio é importante para unhas saudáveis ​​(assim como para os ossos e dentes), mas essas marcas brancas não são um sinal de deficiência dele.

“Sol é bom para você”

VERDADEIRO E FALSO: Muitas pessoas têm uma sensação agradável em um dia ensolarado, mas há bons e maus efeitos desta prática. A luz solar inclui uma mistura de diferentes comprimentos de onda de luz: alguns são visíveis ao olho humano, alguns são mais curtos do que as cores que podemos ver — são os chamados ultravioletas (UV) — e outros são mais longos, como o infravermelho. Comprimentos de onda diferentes têm efeitos diferentes na pele.

O UVB é usado pela pele para fabricar vitamina D, essencial para a saúde dos ossos. Sem exposição ao sol, essa vitamina deve ser obtida a partir da alimentação. Dermatologistas usam comprimentos de onda específicos de UVA e UVB em doses cuidadosamente controladas para reduzir a inflamação da pele; um tratamento valioso para algumas condições do órgão.

Porém, quando ficamos expostos a muito UV, o DNA das células da pele pode ser danificado, levando a um crescimento descontrolado — o que é a base do câncer. Como uma regra simples, a menos que você tenha uma doença ou tratamento que prejudique seu sistema imunológico, a luz solar é boa para você com moderação, mas sempre evite ficar queimado.

Mantenha simples

Os princípios básicos para manter a pele saudável são principalmente o senso comum. Você deve lavar a pele regularmente para remover a sujeira, mas não tanto a ponto de remover a umidade essencial e substâncias à prova d’água presentes nela. Use um hidratante se a sua aparência estiver seca — uma pomada oleosa funciona melhor, a não ser que você tenha propensão a acne. Neste caso, você deve usar um creme à base de água não oleosa. Evite o estresse, se possível, faça uma dieta saudável e beba água quando sentir sede. E, finalmente, proteja sua pele de muito sol com um chapéu, roupas ou protetor solar.

*Sara J. Brown é professora de dermatologia molecular e genética na Universidade de Dundee. O artigo foi originalmente publicado em inglês no The Conversation.

Fonte Galileu

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Sandálias sucesso nos anos 90 estão de volta

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Ícones de sua época, as plataformas de borracha prometem retornar com tudo!

Já sabemos que a moda é cíclica. Basta olhar para as passarelas de qualquer semana de moda e ver o retorno de tendências que bombaram em décadas passadas. E foi entrando nessa onda de rememorar sucessos, que a marca Steve Madden trouxe de volta suas famosas sandálias plataformas de borracha.

A partir de uma parceria com a Urban Outfitters, as sandálias queridinhas dos anos 90 retornam em edição limitada, com duas opções de modelo. As versões em estilo “chinelo de dedo” custam 70 dólares (cerca de R$ 276) e estão disponíveis nas cores rosa chiclete, amarelo neon e preta. Já os modelos de tira reta saem por 60 dólares o par (aproximadamente R$ 236) e podem ser encontrados nas cores preto, laranja e prateado.

“Desde o princípio, as plataformas têm sido tudo para nós”, disse Madden no anúncio oficial. “Então percebemos que agora era o melhor momento para reinventar esses modelos.”

 (@stevemadden/Instagram)

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As 5 dúvidas mais comuns sobre cuidado das unhas

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Alongamentos estragam a unha? Esmaltes escuros a enfraquecem? Saiba alguns mitos e verdades

Cuidar das unhas se tornou uma das principais rotinas da beleza feminina. Cada vez mais surgem tendências e novas colorações de esmaltes. Mas, além de acompanhar as novidades, é também essencial entender um pouco mais sobre a saúde das suas unhas.

Para saber quais são os mitos e verdades na área das unhas, a equipe de CLAUDIA conversou com as manicures Jay e Diana, especialistas do Espaço Soul, em São Paulo. Confira:

 (Amir Mukhtar/Getty Images)

Alongamentos estragam a unha?

MITO: Com a manutenção, cuidados corretos e não alergia aos componentes do processo, o alongamento não estraga as unhas naturais. Porém é importante cuidar e hidratar as unhas.

Alongamento em fibra de vidro é melhor do que o de gel?

MITO: Não necessariamente. Existem diversos tipos de alongamentos, como de acrílico, fibra de vidro, gel e tips. Você deve escolher o seu pensando no que irá se adaptar melhor à sua rotina e o que está dentro do seu orçamento.

Um fator que cria um diferencial entre os diferentes tipos é a troca de cor. O alongamento com fibra de vidro é resistente e tem a vantagem de suportar a acetona, facilitando a troca de esmalte em casa. Já o de gel é um pouco mais barato, porém corrói mais facilmente com acetona.

 (PeopleImages/Getty Images)

Tirar as cutículas com frequência prejudica as unhas?

VERDADE: “A cutícula é mesmo a proteção das unhas. Por isso, o ideal é sempre retirá-las superficialmente, mantendo um formato bonito sem prejudicá-las”, afirma Jay.

Uma dica para quem se incomoda com o rápido crescimento das peles é praticar uma rotina de cuidados cujo o principal foco é a hidratação. Os produtos que podem ser utilizados são as manteigas e os óleos específicos para as cutículas.

 (debbiehelbing/Getty Images)

Lavar muita louça prejudica as unhas?

VERDADE: O contato em excesso com a água pode estragar sua manicure. Isso porque a unha é feita de várias camadas de queratina (proteína) e a penetração excessiva de água pode deixar as camadas amolecidas.

Uma dica para evitar os problemas é usar luvas ao manipular produtos, aplicar hidratantes de mão e cutículas e reaplicar a top cot periodicamente.

 (mikroman6/Getty Images)

Esmalte escuro enfraquece as unhas?

MITO: A cor do esmalte não interfere na saúde das unhas. O que é verdade é que é interessante deixar as unhas sem esmalte de vez em quando, já que o excesso de produto pode deixá-las amareladas.

 

 

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Toxina botulínica pode ser usada em rugas, cicatrizes e diminuição de suor

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Ela vendo sendo utilizada há 30 anos para tratar rugas de expressão, melhorando o envelhecimento cutâneo

A toxina botulínica vendo sendo utilizada há 30 anos para tratar rugas de expressão, melhorando o envelhecimento cutâneo. A toxina botulínica neutraliza a ação da acetilcolina, que é um neuromodulador e relaxa a musculatura diminuindo a força das rugas de expressão. A aplicação é feita de forma superficial sem efeitos colaterais importantes.

A toxina botulínica também é usada para o tratamento da hiperidrose e, quando aplicada nas axilas, diminui a quantidade de suor por sete a oito meses.

No 14º World Congress of Cosmetic Dermatology – Lima 2019, foi enfatizado o potencial da toxina botulínica para o tratamento de alterações dermatológicas como rugas de expressão, excesso de suor, rosácea, hidrosadenite, desidrose, herpes simples, cicatrizes hipertróficas e queloides.

No caso de qualquer trauma na pele, como um corte cirúrgico, a toxina pode ser utilizada ao redor do mesmo para evitar a tensão excessiva no local. Além disso, a toxina botulínica pode ser aplicada nas cicatrizes espessas, vermelhas e doloridas, que são chamadas hipertróficas. A toxina botulínica pode ser injetada com agulhas delicadas dentro da cicatriz para diminuir a inflamação e a fibrose e, dessa forma, melhorar a aparência da mesma. São utilizadas cerca de 1 a 2 unidades de toxina botulínica para cada centímetro quadrado da cicatriz. Os resultados aparecem por volta de 15 dias após esta aplicação.

Esse tratamento pode ser realizado a cada 15 dias, de duas a quatro sessões para diminuir o tamanho das cicatrizes hipertróficas e também para o tratamento de queloides. A injeção da toxina botulínica nas cicatrizes é ligeiramente dolorosa.

O mecanismo de ação envolvido no tratamento das cicatrizes com toxina botulínica ainda não é totalmente esclarecido. A ação dessa substância é bastante ampla e age em receptores neuro-hormonais, modulando a inflamação. Também há referências de melhora do eritema da rosácea quando tratada com toxina botulínica.

A equipe da dra. Denise Steiner publicou um trabalho utilizando 10 unidades de cada lado do rosto de toxina botulínica para tratamento do flushing, com melhora significativa.

Enumeramos mais uma utilização interessante do uso da toxina botulínica para tratamento de cicatrizes hipertróficas e queloides.

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