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“Reino espacial” busca cidadãos para viverem fora da Terra em breve

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Nação de Asgardia, que foi fundada há apenas 20 meses e já tem cerca de 200 mil cidadãos, uma constituição e um líder, promete colonizar a Lua

Viena – Sente como se o mundo estivesse acabando? Quer ficar longe de tudo? Aqui está uma solução: tornar-se cidadão da nação de Asgardia e esperar que ela cumpra sua promessa de colonizar a Lua.

Asgardia foi fundada há apenas 20 meses e já tem cerca de 200 mil cidadãos, uma constituição, um parlamento eleito, e seu líder, Igor Ashurbeyli, foi empossado nesta segunda-feira.

Ele também tem ambições grandiosas. Quer criar uma comunidade de 150 milhões de habitantes em 10 anos e planeja criar “arcas espaciais” com gravidade artificial, onde os seres humanos poderiam viver permanentemente no espaço.

“Este dia certamente será registrado nos anais dos maiores eventos da história da humanidade”, disse Ashurbeyli em discurso de posse para uma audiência de várias centenas de pessoas no antigo palácio imperial de Hofburg, em Viena.

Asgardia – em homenagem a Asgard, um mundo no céu na mitologia nórdica – diz que seus cidadãos agora vivem em mais de 200 países do mundo, superando os 193 Estados-membros das Nações Unidas. Tornar-se um cidadão online do reino é gratuito.

O reino quer atrair 2 por cento da população “mais criativa” do mundo. Questionado sobre como estavam indo os trabalhos, Ashurbeyli respondeu que “o processo de seleção de cidadãos continua. Poderá envolver até testes de QI”.

Ashurbeyli, um engenheiro russo, cientista da computação e empresário, disse que pretende ter satélites fornecendo acesso à Internet em todo o mundo em cinco a sete anos, arcas espaciais dentro 10 a 15 anos e, finalmente, estabelecer um assentamento permanente na Lua dentro de 25 anos.

Asgardianos agora pagam uma taxa de associação anual de 100 euros. O reino planeja arrecadar impostos sobre as empresas e sobre a renda, que, segundo o reino, serão muito baixos.

“Para esta fase inicial da nacionalidade asgardiana… sou o principal responsável por seu financiamento, junto com vários outros doadores que são cidadãos de Asgardia”, disse ele.

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Ciência

Cientistas descobrem ecossistema gigante vivendo embaixo da terra

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Existem bilhões de organismos que vivem a 5 mil metros abaixo de nós. Saiba porque isso importa

. (NASA/Divulgação)

São Paulo — Após dez anos de estudo, uma equipe de pesquisadores do mundo todo anunciou a descoberta de um ecossistema com o dobro do tamanho de todos os oceanos do planeta. Composta majoritariamente por micro-organismos, a biosfera subterrânea tem mais diversidade que a Amazônia e as Ilhas Galápagos.

O grupo de 1.200 cientistas de 52 países que integram o Deep Carbon Observatory estima que o ecossistema possui entre 15 bilhões e 23 bilhões de toneladas de micro-organismos e que está localizado entre a crosta e o núcleo da Terra. Vivendo sob condições adversas — calor extremo, baixa nutrição, ausência de luz e pressão intensa —, os micro-organismos habitam o espaço subterrâneo há milhares de anos.

“É como encontrar todo um novo reservatório de vida na Terra”, disse Karen Lloyd, professora associada da Universidade do Tennessee, ao jornal britânico The Guardian. “Estamos descobrindo novos tipos de vida o tempo todo. Muito da vida está dentro da Terra e não em cima dela”.

Uma nova forma de existência

Para o estudo, a equipe retirou amostras de poços perfurados a mais de 5 km de profundidade e construiu um modelo do que seria o ecossistema descoberto. Os resultados sugerem que 70% das bactérias e arqueas (seres vivos semelhantes morfologicamente às bactérias) que existem hoje no planeta estejam no subsolo. A hipótese é de esses organismos tenham se movido muito pouco, despendendo menos energia do que se supunha, durante toda sua vida.

“Nós, humanos, nos orientamos para processos relativamente rápidos — ciclos diurnos baseados no sol ou ciclos lunares baseados na lua —, mas esses organismos fazem parte de ciclos lentos e persistentes em escalas de tempo geológicas”, afirma Rick Colwell, um microbiólogo da Universidade de Oregon.

A descoberta abre caminhos para as respostas de uma série de questionamentos feitos pelos cientistas, que querem saber qual é a real temperatura limite para a existência de vida (atualmente é de 122 graus Celsius), se ela surge das profundezas do planeta ou da superfície e o que o processo pode revelar sobre a evolução da vida na Terra. Fonte: Portal Exame.

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Ciência

Estudo mostra que galinha atual é símbolo do impacto do homem na natureza

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“Produzimos uma nova forma de animal em décadas, quando geralmente são necessários milhões de anos”, diz pesquisadora

Animais: existem 23 bilhões de galinhas no mundo, o triplo de todas as espécies de aves selvagens (Rodolfo Buhrer/Reuters)

O ser humano alterou completamente a morfologia das galinhas de criação em apenas algumas décadas, algo que se manifesta em corpos enormes, patas deformadas ou corações enfraquecidos, afirma um estudo publicado na revista Royal Society Open Science.

“A galinha de criação moderna é irreconhecível em comparação com seus ancestrais ou seus congêneres selvagens”, explica à AFP Carys Bennett, da Universidade de Leicester, na Inglaterra, coautora da pesquisa, que destaca “o esqueleto superdimensionado, uma composição química dos ossos e uma genética distintas”.

Oriundo do sudeste asiático, a animal foi domesticado há quase 8.000 anos, mas foi apenas a partir dos anos 1950, com a busca por ritmos de crescimento mais elevados, que começaram a formar uma nova espécie morfológica, aponta o estudo.

“Bastaram algumas décadas para produzir uma nova forma de animal, quando geralmente são necessários milhões de anos”, afirmou Jan Zalasiewicz, também da Universidade de Leicester e coautor do estudo.

Apreciada por sua carne e seus ovos, a galinha é a carne mais consumida do mundo na atualidade: Hoje, o mundo tem 23 bilhões. “A massa total de galinhas domésticas é o triplo de todas as espécies de aves selvagens reunidas”, destaca Carys Bennett.

Embora alimentem boa parte da humanidade, as galinhas de criação também representam um bom exemplo da forma como nós modificamos os organismos vivos que se desenvolvem na Terra e “um marcador potencial do Antropoceno”, o período atual, marcado pela influência do homem nos processos terrestres, destacam os pesquisadores.

“Uma evolução trágica se consideramos as consequências para estas aves”, afirma Carys Bennett. Fonte: Portal Exame

 

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Ciência

Este hábito simples pode aumentar seu QI em até 23%

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Relacionada ao grau de plasticidade do cérebro, a inteligência fluida e o QI pode aumentar com a mente descansada

. (Sxc.hu/Reprodução)

São Paulo – A atividade cerebral tem relação direta com a maneira como aprendemos e desenvolvemos a capacidade da mente. É fácil perceber que, quando estamos de “cabeça cheia”, em geral ao fim do dia, é mais difícil realizar funções que exijam um esforço mental maior, como aprender algo novo ou conversar sobre temas complexos. A solução intuitiva, diminuir a atividade cerebral, é mais simples do que parece e traz consigo vários outros ganhos.

A inteligência fluida – aquela que não trata sobre “o quanto” sabemos, mas sobre a capacidade que temos de ser criativos e resolver problemas – não pode ser melhorada apenas com o aprendizado de coisas novas. Por estar relacionada ao grau de plasticidade do cérebro, a inteligência fluida e, consequentemente, o QIdas pessoas, pode aumentar à medida que a mente esteja descansada. Por isso, o método mais indicado e que é cada vez mais falado quando o assunto é aumento do conforto cotidiano é a meditação.

Meditar acalma o cérebro e melhora a concentração

Um estudo conduzido pela Associação de Psicofisiologia Aplicada e Biofeedback mostrou que a meditação profunda, capaz de alterar e diminuir a frequência das ondas cerebrais, podem aumentar o ganho médio no QI em até 23%. Isso acontece porque, quando se encontra em baixa atividade, o cérebro consegue aumentar a capacidade de se reorganizar, tornando-se mais suscetível ao aprendizado, à criatividade e à concentração.

Além disso, melhorias significativas na memória, cognição e redução dos níveis de estresse foram percebidos em um segundo estudo publicado em 2010, como mostra o site Inc. Após quatro dias de meditação diária de 20 minutos, os participantes já demonstravam ter sua capacidade cerebral aumentada.

De acordo com o New England Journal of Medicine, para obter os benefícios da meditação citados aqui, é necessário um período mínimo de 12 a 15 minutos, ressaltando que o importante não é a duração, mas a regularidade. Fonte: Portal Exame

 

 

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