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Próximos dias serão de chuvas com trovoadas e rajadas de vento no DF

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê pancadas de chuva até quinta (5/10), mas temperaturas devem continuar elevadas

Até a quinta-feira da semana que vem (5/10), os moradores do Distrito Federal devem sair às ruas munidos de guarda-chuvas. É o que recomenda o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Isso porque as pancadas de água que voltaram, oficialmente, nesta quarta-feira (27/9), vão se estender e se intensificar no fim de semana.

Os moradores do DF festejaram o calor mais ameno por causa das chuvas desta quarta. Apesar disso, as temperaturas devem se manter elevadas nos próximos dias. O Inmet prevê mínima de 17º C e máxima de 30º C até o dia 5.

No sábado (30) e no domingo (31), haverá possibilidade de pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento. Moradores registraram, nesta quarta, precipitações que atenuaram o calor e a seca em pontos isolados.  Ainda assim, as temperaturas devem permanecer elevadas.

Até esta sexta-feira (29), a chance de chuva será de 30%, de acordo com as previsões. No sábado (30), subirá para 45% e deverá se manter assim até o próximo dia 5.

“Após o início da primavera (na última sexta-feira), começamos a atravessar um período de transição, que vai durar até novembro, quando as chuvas ficarão mais regulares”, explicou Ingrid Peixoto, meteorologista consultora do Inmet.

A especialista acrescenta que as precipitações do fim de semana ocorrerão por causa da descida de umidade da região Norte do país, associada ao calor do Centro-Oeste.

Na sexta (22), nuvens acenaram com a volta das chuvas. Porém, houve apenas chuviscos em poucas regiões. O Inmet registrou a “prévia” como “névoa úmida”. Portanto, oficialmente, a estiagem de 127 dias se encerrou nesta quarta.

O instituto prevê também, para o fim de semana, ventos de até 47km/h — como os registrados nesta quarta em Brazlândia —, o que, de acordo com a meteorologista, é capaz de derrubar galhos. “A população deve estar atenta, pois é provável que haja alguns transtornos nas ruas”, aconselha. Ingrid Peixoto alerta também para a chance de trovoadas.

A umidade deve chegar a 95% nas manhãs de sábado e domingo (31). Na tarde, o índice deve despencar para 30%.

E mais: segundo prognósticos do Inmet, haverá queda de 35mm de chuva no período acumulado até o dia 5. Mas, desta data ao dia 13, o volume deverá cair para 5 mm.

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Política BSB

Ex-diretor da Dersa pede liberdade a novo juiz da Lava Jato

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Paulo Vieira de Souza está preso desde 19 de fevereiro, apontado como operador de propina da Odebrecht e do PSDB

Paulo Vieira de Souza: ex-diretor da Dersa pediu a revogação de sua prisão preventiva (José Cruz/Agência Brasil)

São Paulo – O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza pediu a revogação de sua prisão preventiva ao juiz Luiz Antonio Bonat, novo magistrado da Lava Jato em Curitiba. Vieira de Souza está preso desde 19 de fevereiro, apontado como operador de propina da Odebrecht e do PSDB. Ele nega qualquer irregularidade. Bonat solicitou, agora, a manifestação do Ministério Público Federal.

Fonte Exame

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Política BSB

Lorenzoni pede que apuração sobre caixa 2 fique no STF

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Defesa alega que ministro foi reeleito deputado federal, o que, segundo os advogados, manteria seu caso na Corte

Onyx Lorenzoni: ministro da Casa Civil foi citado na delação da J&F. Ele admitiu ter recebido R$ 100 mil e pediu desculpas (Adriano Machado/Reuters)

São Paulo – O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, recorreu da decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que enviou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Sul investigação que apura suspeita de caixa 2.

O ministro foi citado na delação da J&F. Onyx Lorenzoni admitiu ter recebido R$ 100 mil e pediu desculpas. A defesa pede que o caso fique no Supremo, porque ele, apesar de ocupar o cargo de ministro, foi reeleito deputado federal, o que, segundo os advogados, manteria seu caso no STF. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte Exame

 

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Política BSB

Tentativa de afastar Gilmar Mendes de recurso incomoda Supremo

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Ministros da Corte consideraram trecho do despacho de Bretas uma provocação

Gilmar Mendes: decisões favoráveis a outros envolvidos na Lava Jato fez Marcelo Bretas tentar se esquivar do ministro (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Brasília — A tentativa do juiz federal Marcelo Bretas de evitar que o ministroGilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja o relator de possíveis recursos contra a prisão do ex-presidente Michel Temer incomodou integrantes da Corte. Em sua decisão, Bretas argumenta que o caso não tem relação com a Operação Calicute, que prendeu o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e que tem Mendes como relator no Supremo.

O alerta foi interpretado como uma espécie de “vacina”. Gilmar Mendes já concedeu habeas corpus a diversos ex-integrantes do governo fluminense que foram alvo da investigação ou de ações derivadas. Ministros da Corte ouvidos pelo Estadão/Broadcast em caráter reservado afirmam que a definição sobre o responsável por julgar uma eventual contestação da prisão de Temer no STF é o próprio tribunal – em última instância, o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. E consideraram esse trecho do despacho de Bretas uma provocação.

“Apenas para evitar confusões a respeito da competência para eventual impugnação desta decisão, repito que estes autos guardam relação de conexão e continência com a ação penal derivada da denominada operação Radioatividade e seus vários desdobramentos”, afirma Bretas em seu despacho. “Não há relação entre este procedimento e as ações penais derivadas das denominadas operações Saqueador e Calicute e seus desdobramentos”, completou o magistrado.

No Supremo, quando um processo é protocolado, a secretaria judiciária verifica se algum ministro é prevento para julgar o caso, ou seja, se alguma outra ação relacionada já é de competência de um dos 11 integrantes da Corte. Se ninguém se encaixar no critério, é determinada distribuição por sorteio eletrônico. Se o ministro escolhido como relator entende que não é prevento para julgar o processo, ou se considera que um colega deveria ser o relator, a ação é enviada para a presidência da Corte definir a relatoria.

O mesmo acontece se alguém contestar o fato de um ministro ter sido selecionado para relatar o processo. Neste caso, a palavra final será do presidente.

Recado

Na decisão, Bretas ainda mandou um recado ao STF, que na semana passada abriu por conta própria inquérito para apurar ameaças e críticas a ministros da Corte e divulgação de fake news. Antes de entrar no mérito, o juiz afirma que “nenhuma investigação deve ser iniciada pela autoridade judiciária”, em respeito à Constituição e ao princípio da inércia – segundo o qual o magistrado não deve agir se não for provocado.

“Não é permitido aos magistrados afirmarem, ab initio (desde o início), quais crimes merecem ser investigados e a respeito dos quais haveria elementos probatórios mínimos a justificar a atuação ministerial e/ou policial”, escreveu. Bretas afirma ainda que “esta atividade judicial espontânea” é própria de sistema inquisitoriais e “totalmente vedada a qualquer membro do Judiciário brasileiro”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte Exame

 

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