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Presidente argentino descarta vetar lei do aborto, caso seja aprovada

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Depois de ser aprovado no Congresso, o projeto para a legalização do aborto até a 14ª semana de gestação, será votado no Senado no dia 8 de agosto

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, descartou vetar a legalização do aborto, como lhe foi pedido no fim de semana por vários hierarcas da Igreja Católica, caso seja aprovada pelo Congresso.

“O presidente deixou claro que sua convicção sobre a importância de um debate republicano implica em respeitar o resultado desse acordo e não vetar a lei”, declarou nesta terça-feira (10) o chefe de gabinete, Marcos Peña, ao término da habitual reunião de ministros.

A iniciativa que legaliza a interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana de gestação já foi aprovada em um primeiro debate pela Câmara de Deputados e será votada no Senado em 8 de agosto.

Peña respondeu assim ao pedido de vários religiosos, entre os quais se destaca o do arcebispo de La Plata, monsenhor Víctor Fernández, que na segunda-feira, na missa de Tedeum pelo Dia da Independência, pediu a Macri para vetar a lei caso obtenha a aprovação da Câmara alta.

Fernández solicitou a Macri que imite a atitude de seu homólogo uruguaio, Tabaré Vázquez, que em 2008 vetou a descriminalização do aborto em seu país, embora quatro anos depois a norma tenha sido finalmente aprovada.

O chefe de gabinete declarou que a relação institucional do governo com a Igreja “é muito boa” e assinalou que no governo “temos sido muito respeitosos” com a posição contra o aborto expressada pelas autoridades eclesiásticas.

“Não sentimos que haja um conflito” por termos promovido o debate, insistiu Peña, pois a discussão faz parte do “desenvolvimento da vida republicana do país”.

O debate no Congresso sobre a legalização do aborto foi promovido por Macri, que, entretanto, sustentou que pessoalmente é “a favor da vida”.

Na América Latina, o aborto é legal no Uruguai e em Cuba. Também é permitido na Cidade do México.

Em quase todos os outros países só pode ser feito em caso de risco de vida para a mulher, quando há inviabilidade do feto, ou se a gravidez for fruto de um estupro. Em El Salvador, Honduras e Nicarágua é totalmente proibido.

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Trump chama de “traiçoeiras” discussões sobre sua possível destituição

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Segundo o ex-diretor interino do FBI, o procurador-geral adjunto teria discutido quantos membros do gabinete apoiariam a destituição de Trump em 2017

Trump: “Esta foi a ilegal e traiçoeira ‘apólice de seguro’ em plena ação”, afirmou o presidente (Chip Somodevilla/Getty Images)

Donald Trump afirmou, nesta segunda-feira, que as discussões sobre a possibilidade de invocar a Constituição para afastá-lo da presidência dos Estados Unidos fazem parte de um movimento “traiçoeiro e ilegal” contra ele.

O procurador-geral adjunto dos Estados Unidos Rod Rosenstein teria discutido quantos membros do gabinete apoiariam a destituição de Donald Trump do cargo de presidente dos Estados Unidos em 2017, segundo admitiu o ex-diretor interino do FBI Andrew McCabe em entrevista transmitida no domingo.

McCabe sustentou que a possibilidade de invocar a 25ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos foi apresentada por Rod Rosenstein, depois que Trump demitiu o diretor do FBI James Comey, em 9 de maio de 2017.

McCabe e Rosenstein “parecem que estavam planejando um ato muito ilegal e foram descobertos”, reagiu Trump no Twitter.

“Esta foi a ilegal e traiçoeira ‘apólice de seguro’ em plena ação”, continuou ele.

Trump tem atacado constantemente as investigações federais sobre os supostos vínculos de sua campanha presidencial com a Rússia, rotulando-as de uma “caça às bruxas” que busca sabotar sua presidência.

A “apólice de seguro” sobre a qual escreveu se refere a uma mensagem de texto ambígua enviada à sua amante por um importante investigador do FBI em agosto de 2016 e que alude às suas preocupações sobre a candidatura de Trump. Um texto que segundo o presidente indica a conspiração contra ele.

“Eu quero acreditar no caminho que estabeleceu no escritório de Andy – de que não há como ele ser eleito -, mas temo que não possamos correr esse risco”, escreveu o investigador Peter Strzok. “É como uma apólice de seguro no caso improvável de que morra antes dos 40 anos”.

Trump repente demitiu Comey em meio a tensões pela investigação do FBI sobre as possíveis ligações entre a campanha do presidente republicano em 2016 e o governo russo.

Fonte Exame

 

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Explosões na cidade síria de Idlib deixam pelo menos 13 mortos, diz ONG

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De acordo com a Defesa Civil, várias equipes de resgate estão socorrendo os civis que estão área onde aconteceram as explosões

Guerra na Síria: mais de 400 pessoas morreram na região no ano passado (Anas Alkharboutli/Getty Images)

Beirute — Pelo menos 13 pessoas morreram nesta segunda-feira e 25 ficaram feridas em duas explosões que aconteceram na cidade de Idlib, no norte da Síria, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Entre os 13 mortos há dez civis, enquanto as demais vítimas ainda não foram identificadas, indicou a ONG.

O Observatório não explicou mais detalhes nem a origem dessas duas explosões, e acrescentou que, segundo sua última apuração, pelo menos 475 pessoas morreram, entre civis e combatentes, desde abril do ano passado nesta região.

A Defesa Civil Síria, cujos membros são conhecidos como “Capacetes Brancos”, também informou sobre a dupla explosão em Idlib, que causou “vários civis mortos”, mas não especificou o número.

Segundo o texto, várias equipes de resgate dos “Capacetes Brancos” estão socorrendo os civis que estão área onde aconteceram as explosões.

Idlib atualmente está sob controle da Organização de Libertação do Levante, como é denominada a coalizão armada criada em torno do antigo braço da Al Qaeda.

Por sua vez, a província onde fica a cidade, de mesmo nome se transformou no último bastião opositor ao presidente sírio, Bashar al Assad.

Fonte Exame
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Governo de Maduro anuncia “grande show” na fronteira com a Colômbia

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Evento vai coincidir com show promovido pela oposição na cidade onde estão as cargas de ajuda humanitária enviadas pelos EUA

Venezuela: País passa por onda de protestos por conta de crise política e econômica (Andres Martinez Casares/Reuters)

Caracas – O governo de Nicolás Maduro anunciou nesta segunda-feira que nos próximos 22 e 23 será realizado um “grande show” com o lema “Mãos fora da Venezuela” na fronteira com a Colômbia, que coincidirá com o show em apoio à ajuda humanitária que será realizado na sexta-feira na cidade colombiana de Cúcuta.

“Aceitamos uma proposta de uma grande quantidade de artistas venezuelanos que pediram para fazer um encontro cultural, um grande concerto pela paz, pela vida”, disse o ministro de Informação, Jorge Rodríguez, em declarações à emissora de televisão estatal “VTV”.

Rodríguez não esclareceu quais artistas se apresentarão neste evento que acontecerá na ponte Simón Bolívar, que liga Venezuela e Colômbia, mas disse que dois dias de shows é pouco, dada a quantidade de “irmãos de todas partes do mundo que querem participar”.O ministro afirmou que o evento se trata de uma “mensagem de denúncia contra a agressão brutal à qual tentam submeter o povo venezuelano”.

No próximo sábado também será realizado outro “grande show” no lado colombiano da fronteira, em Cúcuta, chamado “Venezuela Aid Live”, que foi anunciado no dia 14 de fevereiro pelo empresário britânico Richard Branson, fundador do Grupo Virgin.

Nessa cidade estão armazenadas toneladas de ajuda humanitária que esperam para serem enviadas à Venezuela, país que há quase cinco anos sofre de escassez de remédios, enquanto os alimentos só podem ser adquiridos a preços que maioria dos venezuelanos não pode pagar.

O presidente da Colômbia, Iván Duque, e o líder do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela em janeiro, destacaram na última sexta-feira a importância deste evento para mobilizar o mundo em apoio à ajuda humanitária para o país.

Entre os artistas convidados estão Anitta, J Balvin, Luis Fonsi, Alejandro Sanz, Juanes, entre outros.

Fonte Exame

 

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