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Prédio treme e é evacuado no centro do Rio

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Até as 16h não havia informações sobre a situação do prédio

Reprodução/ Google Maps

Um edifício comercial situado na avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro, foi evacuado após sofrer tremores incomuns, na tarde desta terça-feira, 19. Os bombeiros foram ao local para verificar eventuais riscos, mas até as 16h não havia informações sobre a situação do prédio.

 

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    PCDF prende quatro suspeitos de tráfico de drogas em Taguatinga Norte

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    A Operação Angulis investigava o grupo havia seis meses, por meio de filmagens. Os quatro foram presos em flagrante esta manhã

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    Médico acusado de deformar rosto de pacientes no DF e em Goiás é solto, mas não poderá atender

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    Prazo da prisão temporária venceu na quinta-feira. Mesmo em liberdade, ele não pode exercer medicina.

    Médico Wesley Murakami, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    O médico Wesley Murakami, acusado de deformar o rosto de pelo menos 15 pacientes, foi solto da cadeia. A prisão temporária dele venceu na última quinta-feira (17). Ele estava preso desde 21 de dezembro.

    O processo corre em sigilo. À época, a justificativa era de que a prisão dele era necessária para preservar as vítimas. Questionada nesta terça (22), a Polícia Civil não informou se ainda existe ameaça às vítimas nem se ele foi indiciado.

    “Nesse período [em que ele esteve preso], mais duas vítimas compareceram. Caso haja alguma possibilidade de coação, por parte do médico, uma nova prisão pode ser decretada pela Justiça”, informou a instituição. O G1 não conseguiu contato com a defesa dele.

    Registro suspenso

    Mesmo respondendo em liberdade, Murakami não pode exercer a medicina. O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) suspendeu dele.

    De acordo com o sistema do CRM-DF, o registro profissional dele consta como alvo de “interdição cautelar” desde 14 de dezembro. Isso significa que Wesley Murakami não pode exercer a profissão em todo o território nacional por tempo indeterminado, até o julgamento de processo ético.

    Na ocasião, a defesa do médico informou ao G1 que ele não fazia mais atendimentos desde que surgiram as primeiras denúncias. E que vai entrar com recurso junto aos Conselhos de Medicina de Goiás e do DF para que ele possa restabelecer a atividade.

    Empresário Alexandre Garzon, atendido pelo médico Wesley Murakami  — Foto: Reprodução/TV Globo

    Empresário Alexandre Garzon, atendido pelo médico Wesley Murakami — Foto: Reprodução/TV Globo

    Investigação

    De acordo com as investigações, as vítimas de Murakami relatam que foram convencidas por ele a fazer a bioplastia – um tratamento estético onde uma substância chamada PMMA é usada para preenchimento cutâneo –, com a promessa de um resultado perfeito.

    O polimetilmetacrilato (PMMA) era injetado sob a pele por meio de uma seringa, com o objetivo de mudar a forma do rosto ou do corpo. Os pacientes denunciaram que ficaram com o rosto deformado.

    Uma das vítimas é uma professora de Brasília, que preferiu não se identificar. Ela declarou ter procurado o médico em 2014 para reduzir marcas de espinha, mas saiu do consultório convencida a fazer a bioplastia. Pagou R$ 5 mil.

    “Eu fiquei deformada, fiquei com vergonha de ir para a escola”Fonte: Portal G1

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    SOS DF: pagamentos acima de R$ 300 mil passarão por análise prévia

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    Os auditores irão examinar licitações, compras e contratação de pessoal nas áreas de Saúde, Educação e obras


    A Controladoria-Geral do Distrito Federal publicou portaria, nesta segunda-feira (21/1), definindo como será feito o acompanhamento dos processos referentes a licitações, compras e contratação de pessoal no âmbito dos órgãos e entidades do governo local envolvidos no SOS DF – um pacote de medidas nas áreas de infraestrutura, saúde e educação que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos brasilienses.

    No caso da Saúde, contratos acima de R$ 6 milhões e pagamentos acima de R$ 450 mil só serão liberados após passar pelo crivo da Controladoria. Quanto à área de Educação, os valores sujeitos à análise prévia são R$ 4 mil e R$ 350 mil, respectivamente. Já a Novacap, responsável pelo pacote de obras, terá de submeter à CGDF contratos acima de R$ 3,5 milhões e pagamentos superiores a R$ 300 mil.

    De acordo com a regra, o acompanhamento realizado pela Controladoria-Geral deve observar prioritariamente processos que envolvam as seguintes ações: mutirões da saúde; manutenção dos hospitais; recuperação de escolas; abertura de delegacias; operação tapa buracos; conservação de meio-fio; abertura de vias; sinalização; tenda da cidadania; reforço na manutenção da ordem pública; limpeza das galerias pluviais; coleta de lixo; poda, manutenção, remoção e arborização; manutenção da iluminação pública e troca das lâmpadas.

    O controlador-geral, Aldemario Araújo Castro, também estabeleceu que a análise prévia poderá ocorrer ao longo de todo o procedimento anterior à contratação, inclusive nos casos de dispensa, inexigibilidade de licitação, entre outros, até o momento da assinatura do contrato.

    Com base na portaria, não serão objeto de análise prévia os pagamentos referentes às seguintes despesas: pessoal e encargos sociais e demais custeios relacionados às folhas de pagamento; a auxílio funeral; suprimento de fundos de caráter secreto; a formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep); e sentenças judiciais.

    Mais poder à Controladoria
    Na primeira semana do ano, Ibaneis assinou decreto ampliando a atuação da Controladoria-Geral. O texto estabelece que todos os dirigentes das unidades de controle interno sejam servidores de carreira.

    O documento ordena, ainda, que todas as pastas do GDF cumpram os prazos das solicitações feitas pelos servidores ao órgão de controle e que estes tenham acesso a todas as dependências físicas e documentos que solicitarem. Outra norma é a utilização de formato que permita a divulgação das informações em dados abertos.

    O objetivo das medidas é “combater, com mais efetividade, os atos de corrupção, desvio, fraude e improbidade administrativa”, segundo explicou o próprio governador.

    Fonte: Portal Metrópoles

     

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