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Preço da gasolina sobe em 15 Estados, diz ANP

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Na média nacional, os preços médios avançaram 0,06% entre as semanas, de R$ 4,722 para R$ 4,725

 

Foto: Marcelo Brandt/G1

Ribeirão Preto – O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 15 Estados brasileiros na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Em outros 11 Estados e no Distrito Federal (DF) houve recuo.

Na média nacional, os preços médios avançaram 0,06% entre as semanas, de R$ 4,722 para R$ 4,725.

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,29% na semana passada, de R$ 4,499 para R$ 4,512, em média.

No Rio de Janeiro, o combustível saiu de R$ 5,116 para R$ 5,068, em média, queda de 0,94%.

Em Minas Gerais houve alta no preço médio da gasolina de 0,16%, de R$ 4,951 para R$ 4,959 o litro.

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Governo indica especialista em TI para vaga no conselho da Petrobras

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O professor Nivio Ziviani já publicou diversos livros sobre algorítimos e fundou empresas de tecnologia

Professor de tecnologia foi indicado no lugar do geólogo John Forman, condenado pela CVM (UFMG/.)

O governo federal indicou o professor Nivio Ziviani para assumir uma vaga no conselho de administração da Petrobras. O especialista na área de tecnologia da informação deve assumir o lugar do geólogo John Forman, que abdicou à vaga no colegiado por já ter sido condenado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

No comunicado, a Petrobras afirma que a indicação do professor será submetida aos procedimentos internos de governança corporativa, “incluindo análises de conformidade e integridade necessárias ao processo sucessório da Petrobras, que envolvem apreciação pelo Comitê de Indicação, Remuneração e Sucessão do Conselho de Administração, pelo Conselho de Administração e, posteriormente pela Assembleia Geral de Acionistas”.

O Professor Ziviani é graduado em Engenharia Mecânica pela UFMG, com mestrado em Informática pela PUC-RJ e Ph.D. em Computer Science pela Universidade de Waterloo, Canadá. É um especialista em tecnologia da informação, sendo destacado acadêmico e empreendedor.

Publicou vários livros sobre algoritmos e mais de 120 artigos em periódicos acadêmicos e conferências. Foi Professor Titular do Departamento de Ciência da Computação da UFMG, sendo Professor Emérito desde 2005 e membro titular da Academia Brasileira de Ciências desde 2007. Recebeu, ao longo de sua carreira, vários prêmios e honrarias, entre elas a Ordem Nacional do Mérito Científico, nas classes de Comendador (2007) e Grã Cruz (2018).

Como empreendedor fundou várias empresas, como Kunumi, Neemu, Akwan Information Technologies e Miner Technology Group. O Professor Ziviani é também co-criador da máquina de busca TodoBR.

“A indicação do Professor Ziviani para o Conselho de Administração da Petrobras é consistente com a ênfase dada à tecnologia da informação no processo de mudança transformacional para a maximização da geração de valor para os acionistas e o Brasil”, afirmou a companhia.

O governo Bolsonaro já havia indicado o economista João Cox e o almirante da Marinha Eduardo Bacellar Leal Ferreira para o conselho. O almirante, inclusive, deve presidir o colegiado.

Por ser controlador e acionista maioritário, o governo federal tem direito a indicar oito dos 11 membros do conselho de administração da petroleira. As outras três vagas são indicadas por acionistas menores.

Fonte: Portal Veja

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Economia

Casa cheia, fala curta: debut global de Bolsonaro é marcado pelo não dito

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Presidente usou um terço do tempo disponível; sessão estava lotada mas recepção da plateia foi fria, sem aplausos quando ele entrou e poucos no encerramento

Jair Bolsonaro discursa no Fórum Econômico Mundial em Davos (Arnd Wiegmann/Reuters)

São Paulo – O presidente Jair Bolsonaro fez hoje a sua estreia no palco internacional no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

A sessão estava lotada, com fila para ingresso, mas a recepção da plateia foi fria, sem aplausos quando ele entrou e poucos no encerramento.

O discurso foi curto, como já havia sido antecipado pelo presidente. Apesar dos 45 minutos reservados para a sessão, Bolsonaro falou por 6 minutos e fez uma sabatina de cerca de 7 minutos com o presidente do Fórum, Klaus Schwab. No total, usou cerca de um terço do tempo disponível.

Na única parte que não estava no discurso antecipado à imprensa, o presidente disse estar emocionado e se dirigiu a plateia afirmando que “o Brasil precisa de vocês e vocês com toda certeza em parte precisam do nosso querido Brasil”.

Ele destacou sua própria vitória eleitoral, com pouco tempo de televisão e recursos, e ter assumido um país em “profunda crise ética, moral e econômica”.

A uma plateia formada em grande parte por investidores, o presidente prometeu “trabalhar pela estabilidade macroeconômica, respeitando os contratos, privatizando e equilibrando as contas públicas”.

Não houve detalhes sobre o programa de privatizações, como havia sido especulado, sobre a reação do país diante da crise na Venezuela ou sobre a decisão recente de sair do Pacto Global da Migração.

“Vamos defender a família e os verdadeiros direitos humanos; proteger o direito à vida e à propriedade privada e promover uma educação que prepare nossa juventude para os desafios da quarta revolução industrial, buscando, pelo conhecimento, reduzir a pobreza e a miséria”, destacou Bolsonaro.

Ministros

Bolsonaro havia dito ontem, já em Davos, que seu discurso havia sido “feito e corrigido, por assim dizer, por vários ministros”.

Foram citados todos que o acompanham na comitiva: Paulo Guedes, da Economia, Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública (“o homem certo para o combate à corrupção e o combate à lavagem de dinheiro”) e Ernesto Araújo, das Relações Exteriores.

“Nossas relações internacionais serão dinamizadas pelo ministro Ernesto Araújo, implementando uma política na qual o viés ideológico deixará de existir”, disse Bolsonaro.

O trecho sobre Araújo foi revelador já que ele é visto justamente como um dos membros mais ideológicos da equipe e um possível obstáculo para os planos liberais de Guedes.

Meio ambiente

O meio ambiente e sua compatibilização com o desenvolvimento foram um dos principais temas da sessão.

“Somos o país que mais preserva o meio ambiente. Nenhum outro país do mundo tem tantas florestas como nós. A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território e cresce graças a sua tecnologia e à competência do produtor rural. Menos de 20% do nosso solo é dedicado à pecuária. Essas commodities, em grande parte, garantem superávit em nossa balança comercial e alimentam boa parte do mundo”, disse Bolsonaro no discurso.

No entanto, ele não falou das mudanças climáticas, citadas como um dos maiores riscos para o planeta nos relatórios do próprio Fórum.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse recentemente que o presidente aceitou ficar no Acordo de Paris, apesar de ameaças durante a campanha.

Metas econômicas

“Gozamos de credibilidade para fazer as reformas de que precisamos e que o mundo espera de nós”, disse Bolsonaro no discurso sem citar nenhuma especificamente. Depois, questionado por Schwab sobre quais seriam, ele citou as reformas da Previdência e a Tributária.

Jair Bolsonaro também estabeleceu como meta em seu discurso colocar o Brasil entre os 50 melhores países para fazer negócios, uma referência ao ranking Doing Business do Banco Mundial; o país subiu 14 posições no último levantamento, mas está no 109º lugar entre 190 países.

O presidente também prometeu diminuir a carga tributária, promessa vista por grande parte dos economistas como inviável, pelo menos em um primeiro mandato, devido ao tamanho do rombo fiscal.

Uma novidade foi a “defesa ativa da reforma da OMC, com a finalidade de eliminar práticas desleais de
comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais.”

O presidente concluiu a sua fala repetindo seu lema de campanha (“Deus acima de tudo”) e afirmando que nossas relações trarão infindáveis progressos para todos.”

(Com Carlo Cauti, de Davos) Fonte: Portal Exame

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Economia

INSS vai ganhar mais poder para detectar fraudes em benefícios

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O governo indica que ao menos 16% desses benefícios podem ser cancelados

INSS: a economia obtida com a medida provisória deve ultrapassar os R$ 9,8 bilhões anuais (Exame/EXAME)

Brasília – O governo federal vai ampliar o poder de fogo do INSS para identificar fraudes em benefícios, o que deve potencializar a economia que será obtida com a medida provisória (MP) editada na semana passada para combater essas irregularidades, disse ao Estadão/Broadcast o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim.

O texto dá ao INSS acesso às bases de dados da Receita Federal, do SUS e do FGTS, e o cruzamento dessas informações ajudará a apontar outros benefícios com indícios de irregularidade para além dos 3 milhões que já estão no radar da equipe econômica e que passarão por um extenso pente-fino.

Os prognósticos do governo indicam a possibilidade de 16% desses benefícios serem cancelados, mas Rolim acredita que o índice pode ser facilmente superado. Por isso, a economia obtida com a MP deve ultrapassar os R$ 9,8 bilhões anuais. Além disso, a estimativa não inclui os valores de benefícios pagos indevidamente, porque eram fraudados ou foram desembolsados por liminar judicial já revertida, e que o governo pretende recuperar.

Para o secretário, a medida mostra que o governo está fazendo o dever de casa antes de propor uma reforma da Previdência, mas “nem de longe vai resolver o problema”. “O desafio não vai ser resolvido só com combate à fraude. Vai ajudar, mas não é só isso”, diz Rolim, que participa das discussões sobre a proposta de reforma que será levada ao Congresso. Ele evitou dar detalhes, afirmando que tudo precisa ser validado com o presidente Jair Bolsonaro.

Revisões

O programa de revisão dos benefícios ocorrerá até o fim de 2020, mas a MP prevê a possibilidade de extensão até 2022. “Acredito que o estoque a gente zera antes (do fim de 2020), mas ninguém sabe o que virá dos novos cruzamentos de dados”, diz Rolim. “O INSS analisa em média 135 mil processos por ano. Precisaríamos quase três décadas, sem o bônus, para analisar esses processos – e pagando muitos benefícios indevidos. Fora os que vão continuar aparecendo todo ano”, afirma.

A partir dos dados não sigilosos das declarações de Imposto de Renda, será possível identificar, por exemplo, se algum beneficiário do BPC (pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda) tem imóvel em seu nome: “Se uma pessoa que recebe BPC tem em seu nome um imóvel de R$ 1 milhão, já acende a luz vermelha.”

O governo já tem identificados casos de pessoas que acumulam o BPC com uma renda formal de R$ 8 mil mensais, que têm aposentadoria por invalidez e trabalham, ou ainda que são empresários e ao mesmo tempo segurados especiais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Portal Exame

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