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PM autua 120 condutores por alcoolemia durante o fim de semana

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Dois motoristas precisaram ser encaminhados à delegacia por apresentarem nível alcoólico considerado crime

A Lei Seca completa 10 anos nessa terça-feira (19/6)(foto: PMDF/Divulgação)

O primeiro fim de semana após o início da Copa do Mundo terminou com 120 condutores autuados por dirigir sob influência de álcool no Distrito Federal. As ações ocorreram entre sexta-feira (15/6) e domingo (17/6) e foram realizadas pela Polícia Militar. Dois motoristas precisaram ser conduzidos à delegacia por estarem com nível alcoólico acima de 0,3mg por litro de ar alveolar, índice considerado crime.

Além dos condutores autuados por ingerir bebida alcoólica, 19 motoristas foram flagrados conduzindo sem ter carteira de motorista, quatro foram multados e presos por estar com a habilitação suspensa e 135 veículos foram removidos ao pátio do Detran por infrações diversas.

Lei Seca completa 10 anos 

Em 2017, 303 pessoas foram vítimas de acidentes fatais no trânsito do Distrito Federal. Pelo menos em 113 casos houve combinação de álcool ou drogas com direção, segundo os exames de toxicologia do  Instituto Médico Legal (IML). Na próxima terça-feira (19/6), completam-se 10 anos que a Lei Nº 11.705/2008, mais conhecida como Lei Seca, entrou em vigor, com o objetivo de reduzir a guerra no trânsito.

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    PCDF prende quatro suspeitos de tráfico de drogas em Taguatinga Norte

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    A Operação Angulis investigava o grupo havia seis meses, por meio de filmagens. Os quatro foram presos em flagrante esta manhã

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    Médico acusado de deformar rosto de pacientes no DF e em Goiás é solto, mas não poderá atender

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    Prazo da prisão temporária venceu na quinta-feira. Mesmo em liberdade, ele não pode exercer medicina.

    Médico Wesley Murakami, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    O médico Wesley Murakami, acusado de deformar o rosto de pelo menos 15 pacientes, foi solto da cadeia. A prisão temporária dele venceu na última quinta-feira (17). Ele estava preso desde 21 de dezembro.

    O processo corre em sigilo. À época, a justificativa era de que a prisão dele era necessária para preservar as vítimas. Questionada nesta terça (22), a Polícia Civil não informou se ainda existe ameaça às vítimas nem se ele foi indiciado.

    “Nesse período [em que ele esteve preso], mais duas vítimas compareceram. Caso haja alguma possibilidade de coação, por parte do médico, uma nova prisão pode ser decretada pela Justiça”, informou a instituição. O G1 não conseguiu contato com a defesa dele.

    Registro suspenso

    Mesmo respondendo em liberdade, Murakami não pode exercer a medicina. O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) suspendeu dele.

    De acordo com o sistema do CRM-DF, o registro profissional dele consta como alvo de “interdição cautelar” desde 14 de dezembro. Isso significa que Wesley Murakami não pode exercer a profissão em todo o território nacional por tempo indeterminado, até o julgamento de processo ético.

    Na ocasião, a defesa do médico informou ao G1 que ele não fazia mais atendimentos desde que surgiram as primeiras denúncias. E que vai entrar com recurso junto aos Conselhos de Medicina de Goiás e do DF para que ele possa restabelecer a atividade.

    Empresário Alexandre Garzon, atendido pelo médico Wesley Murakami  — Foto: Reprodução/TV Globo

    Empresário Alexandre Garzon, atendido pelo médico Wesley Murakami — Foto: Reprodução/TV Globo

    Investigação

    De acordo com as investigações, as vítimas de Murakami relatam que foram convencidas por ele a fazer a bioplastia – um tratamento estético onde uma substância chamada PMMA é usada para preenchimento cutâneo –, com a promessa de um resultado perfeito.

    O polimetilmetacrilato (PMMA) era injetado sob a pele por meio de uma seringa, com o objetivo de mudar a forma do rosto ou do corpo. Os pacientes denunciaram que ficaram com o rosto deformado.

    Uma das vítimas é uma professora de Brasília, que preferiu não se identificar. Ela declarou ter procurado o médico em 2014 para reduzir marcas de espinha, mas saiu do consultório convencida a fazer a bioplastia. Pagou R$ 5 mil.

    “Eu fiquei deformada, fiquei com vergonha de ir para a escola”Fonte: Portal G1

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    SOS DF: pagamentos acima de R$ 300 mil passarão por análise prévia

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    Os auditores irão examinar licitações, compras e contratação de pessoal nas áreas de Saúde, Educação e obras


    A Controladoria-Geral do Distrito Federal publicou portaria, nesta segunda-feira (21/1), definindo como será feito o acompanhamento dos processos referentes a licitações, compras e contratação de pessoal no âmbito dos órgãos e entidades do governo local envolvidos no SOS DF – um pacote de medidas nas áreas de infraestrutura, saúde e educação que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos brasilienses.

    No caso da Saúde, contratos acima de R$ 6 milhões e pagamentos acima de R$ 450 mil só serão liberados após passar pelo crivo da Controladoria. Quanto à área de Educação, os valores sujeitos à análise prévia são R$ 4 mil e R$ 350 mil, respectivamente. Já a Novacap, responsável pelo pacote de obras, terá de submeter à CGDF contratos acima de R$ 3,5 milhões e pagamentos superiores a R$ 300 mil.

    De acordo com a regra, o acompanhamento realizado pela Controladoria-Geral deve observar prioritariamente processos que envolvam as seguintes ações: mutirões da saúde; manutenção dos hospitais; recuperação de escolas; abertura de delegacias; operação tapa buracos; conservação de meio-fio; abertura de vias; sinalização; tenda da cidadania; reforço na manutenção da ordem pública; limpeza das galerias pluviais; coleta de lixo; poda, manutenção, remoção e arborização; manutenção da iluminação pública e troca das lâmpadas.

    O controlador-geral, Aldemario Araújo Castro, também estabeleceu que a análise prévia poderá ocorrer ao longo de todo o procedimento anterior à contratação, inclusive nos casos de dispensa, inexigibilidade de licitação, entre outros, até o momento da assinatura do contrato.

    Com base na portaria, não serão objeto de análise prévia os pagamentos referentes às seguintes despesas: pessoal e encargos sociais e demais custeios relacionados às folhas de pagamento; a auxílio funeral; suprimento de fundos de caráter secreto; a formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep); e sentenças judiciais.

    Mais poder à Controladoria
    Na primeira semana do ano, Ibaneis assinou decreto ampliando a atuação da Controladoria-Geral. O texto estabelece que todos os dirigentes das unidades de controle interno sejam servidores de carreira.

    O documento ordena, ainda, que todas as pastas do GDF cumpram os prazos das solicitações feitas pelos servidores ao órgão de controle e que estes tenham acesso a todas as dependências físicas e documentos que solicitarem. Outra norma é a utilização de formato que permita a divulgação das informações em dados abertos.

    O objetivo das medidas é “combater, com mais efetividade, os atos de corrupção, desvio, fraude e improbidade administrativa”, segundo explicou o próprio governador.

    Fonte: Portal Metrópoles

     

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