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Photoshop ganha versão completa para iPad

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Versão final do Photoshop CC para os tablets da Apple chega em 2019

Adobe

Sem limitações: Photoshop para iPads será igual ao dos Macs

São Paulo — A Adobe anunciou nesta segunda-feira (15), durante seu evento Adobe MAX 2018, uma nova versão do Photoshop para iPad. Ao contrário das versões anteriores, com menos recursos e ferramentas, o novo aplicativo será completo. O programa, inclusive, compartilha a mesma base de código do Photoshop CC para Macintosh.

O app permitirá aos usuários abrir e editar um arquivo .PSD em um iPad “usando as mesmas ferramentas com que já estão familiarizados”, conforme destacou Pam Clark, diretora responsável pelo gerenciamento da linha Photoshop, no blog da Adobe. Os documentos ficarão salvos na nuvem e poderão ser acessados depois no computador. Também será possível fazer o caminho inverso: um trabalho iniciado no computador poderá ser finalizado no tablet.

As mudanças na interface são sutis. De acordo com a Adobe, a barra de ferramentas traz todos os recursos tradicionais e o sistema de camadas. As diferenças estão nos tamanhos de alguns botões e na possibilidade de controlar o aplicativo com os dedos ou com uma caneta.

“Estamos repensando toda a experiência de usuário para um dispositivo moderno baseado em toque”, disse a executiva da empresa. “Desenhamos o Photoshop no iPad com os gestos naturais em mente para agilizar os fluxos de trabalho.”

A criação de uma versão completa do software para um tablet como o iPad era inviável até pouco tempo atrás, como a própria Clark ressaltou. “Foi só recentemente, com aparelhos mais poderosos, que pudemos transformar isso em um experimento real dentro da Adobe”, escreveu a diretora. A ideia, segundo ela, veio de dois engenheiros por trás do Photoshop, que receberam o aval da Adobe para tentar recriar o programa nos iPads — mas foram orientados a ficar quietos caso não desse certo. O experimento, no entanto, foi positivo.

Computadores e mobile mais próximos

A ideia de levar um app completo de desktops para tablets — e vice-versa — não é exclusiva da Adobe. A Microsoft já trabalha com essa ideia de “aplicativos universais” na chamada Plataforma Universal do Windows (UWP) no Windows 10, e a Apple, responsável pelos Macs e iPads, vem testando essa possibilidade. A empresa inclusive mostrou alguns resultados neste ano na WWDC, sua conferência anual para desenvolvedores, mas sua solução ainda está em fase de testes. Mais novidades devem vir em 2019, na próxima edição do evento.

No caso do Photoshop CC para iPad, uma edição prévia foi disponibilizada pela Adobe já nesta segunda-feira (15). O aplicativo finalizado, versão 1.0, será lançado só no ano que vem.

FONTE: PORTAL EXAME

 

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O timbre original

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O reconhecimento de voz é a área da inteligência artificial que mais cresce — graças ao estalo pioneiro do HAL de ‘2001 — Uma Odisseia no Espaço’

Obsessivo, o diretor americano Stanley Kubrick (1928-1999) pediu ao ator canadense de escola shakespeariana Douglas Rain que durante dois dias seguidos repetisse as frases que seriam ditas pelo computador HAL 9000, o vilão de 2001 — Uma Odisseia no Espaço, de 1968. Mais de cinquenta vezes o intérprete entoou os versos de um clássico do cancioneiro inglês, Daisy Bell, de 1892 — variava o tom, ora monótono, ora acelerado, soltando as cordas vocais ou apenas murmurando as palavras. Rain, ou melhor, a voz de Rain, deu vida a um dos mais celebrados personagens da história do cinema, pai e mãe da inteligência artificial como a conhecemos hoje. O ator morreu no domingo 11, aos 90 anos, de causas não reveladas — seu legado, o timbre aveludado, reconfortante e amigável que emprestou à máquina imaginada por Kubrick a partir do livro de Arthur C. Clarke, foi o pontapé inicial dos mecanismos de reconhecimento de voz que proliferam agora na chamada internet das coisas. Sem Rain, não teríamos a Siri dos iPhones ou a Alexa da Amazon.

O canadense não foi escolhido à toa. “Era preciso um computador que parecesse vir de lugar nenhum”, diz o professor de linguística Jack Chambers, da Universidade de Toronto. “O inglês do Canadá soa normal a ouvidos de americanos, porque as vogais não revelam a origem.” Esse “vir de lugar nenhum” é a gênese das vozes eletrônicas que grassam atualmente — nos smart­phones, nos carros, nas geladeiras, nos aparelhos de som, em quase tudo o que o ser humano de carne e osso inventou de pôr para conversar. É assim em inglês, em português, em todas as vinte línguas faladas pela Siri. A prosódia desapaixonada, quase fria, mais do que a tecnologia embarcada, é a preocupação central dos desenvolvedores de inteligência artificial.Não há guerra tecnológica mais acirrada, atualmente, que a dos comandos de voz. No campo de batalha estão gigantes como Amazon, Apple, Google, LG, Samsung e Microsoft. Trata-se de um mercado que até 2023 valerá mais de 18 bilhões de dólares, com crescimento estimado de 19% ao ano. É um valor que pode ser atribuído a HAL, a Douglas Rain e à boutade eterna da odisseia de 2001:“Sinto muito, Dave, receio que eu não possa fazer isso” ou, no original em inglês, “I’m sorry, Dave. I’m afraid I can’t do that”.

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Vai viajar nas férias? Saiba como se proteger dos hackers

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Com a chegada do verão e das férias de natal, o fluxo de pessoas aumenta em aeroportos e rodoviárias de todo o país. Isso significa duas coisas: muita gente usando o Wi-Fi público destes lugares e as entradas USB disponíveis em estações de carregamento de bateria. Por estes dois motivos, os aeroportos e as rodoviárias são os principais alvos de hackers durante essa época do ano.

Para ajudar você a manter seus dados seguros durante o período de férias, aqui estão algumas dicas de como se proteger de hackers enquanto você espera o seu avião, o seu ônibus, ou mesmo amigos e familiares em aeroportos e rodoviárias.

Cuidado com o Wi-Fi grátis

Essa é uma regra para a vida! Usar Wi-Fi gratuito é conveniente, mas também perigoso. Nestes casos, quando você conecta o smartphone à rede de internet grátis, hackers podem interferir como intermediários, ou seja, colocando-se entre você e o ponto de conexão. Assim, as informações que você compartilha ficariam expostas.

Para evitar este tipo de dor de cabeça, utilize um VPN, que permite configurar a própria rede privada no Wi-Fi público, protegendo sua atividade online dos olhares indiscretos. E se você usar um VPN, opte sempre pelo aplicativo pago, pois é sempre mais seguro. Além disso, dê preferência por navegar em site que HTTPS, em vez de HTTP.

Por fim, usar a conexão 4G do seu smartphone é sempre uma boa ideia em lugares com grande fluxo de pessoas. Isso porque, ao usar o plano de dados, a sua operadora autentica a conexão e criptografa os dados que passam por ela.

Se precisar de internet no computador ou tablet, você tambem pode sempre transformar o celular em um ponto de acesso pessoal.

Desligue o GPS, Wi-Fi e Bluetooth

Desligar o GPS, Wi-Fi e Bluetooth impede que o dispositivo se conecte a uma rede ou aparelhos com intenções maliciosas.

Use o recurso de criptografia do sistema

Ao ativar o recurso de criptografia do sistema do seu smartphone, você impede que leitores não autorizados consigam decodificar os seus dados. Tanto o Google quanto a Apple oferecem este tipo de configuração de segurança.

Está função é especialmente importante, visto que quando você está viajando, as chances de perda e roubo do seu celular são maiores.

Não use estações de carregamento públicas

Pode até parecer exagero, mas conectar o aparelho a uma porta USB de estações de carregamento públicas oferece grande risco. Muitos hackers podem usar essa mesma conexão USB para transferir malware direto para o seu dispositivo e acessar seus e-mails, mensagens de texto, fotos e contatos. Alguns podem até comandar a câmera do aparelho ou mesmo ativar o microfone.

Desta forma, use sempre o seu próprio cabo USB e adaptador CA para conectar o celular à tomada. Ou leve consigo um carregador portátil pronto para uso.

Essas são algumas dicas para curtir as férias numa boa, sem expor seus dados, e evitar dores de cabeça futuras.

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Como criar um buscador de GIFs para o Gmail

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É possível enviar arquivos GIFs em seus e-mails sem sair do cliente de e-mail do Google

Há muitos complementos que podemos instalar no Gmail para potencializar seus recursos. A dica de hoje dá a possibilidade de integrar um buscador de arquivos GIF ao cliente de e-mail do Google.

Esse add-on pode ser baixado no Marketplace da empresa ou, melhor ainda, instalar diretamente do Gmail, clicando em configurações e escolher o item “instalar complementos”, como mostra a tela abaixo.

Reprodução

Em seguida vá ao campo de busca do G Suite Marketplace e pesquise por “Gfycat: GIFs for Email”. Ao ser listado o complemento, clique na caixa para fazer a instalação e, na sequencia, a extensão pedirá autorização da sua conta. A partir daí, basta escolher sua conta do Gmail que já aparece listada e pronto. Agora o complemento está disponível na barra lateral do Gmail, como mostra a figura abaixo:

Reprodução

Para usá-lo, basta clicar nesse ícone e depois em qualquer e-mail ou abrir um e-mail novo. Então você verá uma lista com sugestões e também pode fazer uma busca de acordo com o tema desejado. Ao escolher, basta arrastar o GIF para o corpo do e-mail.

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