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Petrobras reduz em 1,24% o preço da gasolina nas refinarias

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Com o anúncio, o litro do combustível negociado no parque de refino da estatal custará R$1,8941

Petrobras anunciou hoje (18) uma nova redução no preço da gasolina em suas refinarias, desta vez, de 1,24%. Com o anúncio, o litro do combustível negociado no parque de refino da estatal custará R$1,8941, ou seja, 2 centavos a menos do que o preço atual (R$1,9178).

Em junho, a gasolina acumula queda de preço de 3,71% (7 centavos por litro). Nos últimos 30 dias, o recuo chega a 5,51% (11 centavos por litro).

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Economia

Brasil registra déficit de US$1,1 bi nas transações correntes em fevereiro

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No mês, os investimentos diretos no país (IDP) somaram 8,400 bilhões de dólares, informou o Banco Central

Dólar e Real: saldo negativo nas transações correntes no país (Ricardo Moraes/Reuters)

Brasília — As contas externas brasileiras apresentaram resultado negativo em fevereiro. O déficit em transações correntes (compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações) chegou a US$ 1,134 bilhão, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 25, pelo Banco Central (BC). O resultado, entretanto, foi menor do que o registrado em fevereiro de 2018, um déficit de US$ 2,043 bilhões.

De janeiro a fevereiro, o déficit registra US$ 7,678 bilhões, contra US$ 8,335 bilhões em igual período do ano passado.

Entre os dados das contas externas está a balança comercial, que registrou superávit de US$ 3,161 bilhões, em fevereiro. A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) teve saldo negativo de US$ 2,058 bilhões em fevereiro deste ano.

A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), que também faz parte das transações correntes, ficou negativa em US$ 2,409 bilhões no mês passado.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 171 milhões, em fevereiro.

Investimento estrangeiro

Em fevereiro, o resultado negativo para as contas externas não foi totalmente coberto pelos investimentos diretos no país (IDP). Quando o país registra saldo negativo em transações correntes precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior.

A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo. No mês passado, o IDP chegou a US$ 8,4 bilhões. Em igual mês de 2018, esses investimentos chegaram a US$ 4,712 bilhões. No primeiro bimestre, esses investimentos totalizaram US$ 14,266 bilhões.

Fonte Exame

 

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Economia

Membro do Fed diz que curva de juros mostra chance maior de recessão

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Presidente distrital da instituição em Chicago afirmou que o crescimento dos EUA deverá ser mais fraco neste primeiro trimestre

Dólar: para Charles Evans, economia americana volta a crescer no segundo trimestre (Adam Gault/Getty Images)

São Paulo — O presidente da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em Chicago, Charles Evans, disse que a inversão da curva de juros no fim da semana passada – quando o spread entre a T-bill de três meses e a T-note de 10 anos ficou negativo pela primeira vez em mais de uma década – indica probabilidade ligeiramente maior de a economia americana entrar em recessão.

Evans ressaltou, porém, que a tendência de achatamento da curva de juros não é uma surpresa.

Em entrevista à TV Bloomberg exibida nesta madrugada, Evans também comentou que o crescimento dos EUA deverá ser mais fraco neste primeiro trimestre, mas previu uma recuperação da atividade já no trimestre seguinte.

Evans disse ainda que a política monetária do Fed está quase no nível neutro, em que as taxas de juros nem estimulam nem prejudicam o crescimento econômico.

Evans, que vota nas reuniões do Fed este ano, também citou a desaceleração da China e a questão do Brexit – como é conhecido o processo para que o Reino Unido se retire da União Europeia – como fatores de incertezas para a futura direção da política do BC americano.

Fonte exame

 

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Economia

Em crise, prefeitos vão a Brasília e negociam por Previdência

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Um terço das prefeituras fechou 2018 no vermelho, segundo levantamento do Conselho Nacional dos Municípios

Paulo Guedes: ministro da Economia falará a prefeitos sobre seu papel na nova Previdência (Pilar Olivares/Reuters)

A segunda-feira é dia para líderes municipais mostrarem que a crise financeira vai além da União e dos estados. Uma série de prefeitos chega à capital hoje para a 75ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos, na qual encontram-se com nomes como o ministro da Economia Paulo Guedes.

Guedes falará aos prefeitos, na programação oficial, na palestra “A nova Previdência e os municípios”, às 14h05. Também participa o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Segundo informou a organização a EXAME, mais de 70 prefeitos já haviam confirmado presença até a última sexta-feira.

Os municípios também entram na reforma da Previdência apresentada pelo governo em fevereiro. Na proposta, servidores estaduais e municipais terão a contribuição aumentada para 22%, embora a mudança deva ser aprovada antes pelas câmaras municipais.

A expectativa é que os prefeitos ajudem a convencer parlamentares de suas regiões a votarem a favor do governo no Congresso. Os prefeitos, a maioria tão sobrecarregada com a Previdência quanto o governo federal, devem apoiar a reforma em suas cidades. Por outro lado, cidades menores, onde parte significativa da economia é movimentada por benefícios da Previdência, podem oferecer resistência.

Em troca de apoio, Guedes prometeu, em encontro com membros da Frente Nacional dos Prefeitos em janeiro, aumentar a fatia dos impostos que são destinados aos municípios para 60%. Atualmente, municípios ficam com 20% dos tributos, ante 55% da União e 25% dos estados. Guedes afirmou que vai enviar essa proposta ao Congresso logo após aprovar a reforma da Previdência.

Além da programação oficial, prefeitos devem aproveitar a ida a Brasília para reuniões paralelas com congressistas e ministros, em meio a uma semana que promete ser tensa — diante da prisão do ex-presidente Michel Temer e a expectativa de que a reforma da Previdência comece a ser discutida na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na terça-feira.

Um terço das prefeituras fechou 2018 no vermelho, segundo levantamento do Conselho Nacional dos Municípios. Com o governo precisando de apoio, pode ser o melhor momento para negociar um alívio em troca de apoio.

Fonte Exame

 

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