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Pesquisa Ibope no Distrito Federal: Ibaneis, 34%; Eliana, 17%; Rollemberg, 10%; Fraga, 9%; Rosso, 8%

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Pesquisa do Ibope sobre intenção de votos para o governo do DF, divulgada em 3 de outubro — Foto: TV Globo/Reprodução

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (3) aponta os percentuais de intenção de voto para o governo do Distrito Federal. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Votos totais

Veja os números da pesquisa estimulada, considerando todas as intenções de voto, inclusive as respostas dos eleitores que se declaram indecisos ou que votariam em branco ou nulo:

  • Ibaneis (MDB): 34%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 17%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 10%
  • Alberto Fraga (DEM): 9%
  • Rogério Rosso (PSD): 8%
  • General Paulo Chagas (PRP): 4%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Miragaya (PT): 2%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Renan Rosa (PCO): 0%
  • Brancos/nulos: 8%
  • Não sabe: 4%

Rollemberg, Fraga e Rosso aparecem tecnicamente empatados na terceira colocação.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. É o quinto levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Evolução dos votos totais

Em relação ao levantamento anterior, feito entre 24 e 26 de setembro:

  • Ibaneis foi de 20% para 34%
  • Eliana Pedrosa foi de 21% para 17%
  • Rodrigo Rollemberg foi de 11% para 10%
  • Alberto Fraga passou de 11% para 9%
  • Rogério Rosso passou de 11% para 8%
  • General Paulo Chagas foi de 3% para 4%
  • Miragaya passou de 3% para 2%
  • Alexandre Guerra se manteve com 2%
  • Fátima Sousa passou de 1% para 2%
  • Renan Rosa passou de 1% para 0%
  • Guillen se manteve com 0%
  • Brancos/nulos foi de 11% para 8%
  • Não sabe se manteve em 4%

Votos válidos

Veja, abaixo, o resultado da pesquisa Ibope considerando apenas os votos válidos. Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos.

O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Veja os índices:

  • Ibaneis (MDB): 39%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 19%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 11%
  • Alberto Fraga (DEM): 10%
  • Rogério Rosso (PSD): 10%
  • General Paulo Chagas (PRP): 4%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Miragaya (PT): 2%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Renan Rosa (PCO): 0%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 1512 eleitores de todas as regiões do DF, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: entre 30 de setembro e 2 de outubro
  • Registro no TRE: DF-07430/2018
  • Registro no TSE: BR-06512/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Rejeição

O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 53%
  • Alberto Fraga (DEM): 30%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 27%
  • Miragaya (PT): 16%
  • Rogério Rosso (PSD): 15%
  • Fátima Sousa (PSOL): 12%
  • Ibaneis (MDB): 12%
  • General Paulo Chagas (PRP): 12%
  • Alexandre Guerra (Novo): 10%
  • Guillen (PSTU): 10%
  • Renan Rosa (PCO): 9%
  • Poderia votar em todos (espontânea): 2%
  • Não sabe: 7%

O Ibope também perguntou a intenção de voto no Distrito Federal para o Senado.

Fonte: G1 DF.

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Ministro do GSI promete reforço na segurança de Bolsonaro

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“Nunca tivemos um candidato a presidente que tenha sofrido uma tentativa de assassinato”, disse ministro-chefe do GSI

Sérgio Etchegoyen: ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) afirma planejar reforço de segurança para Bolsonaro (Antônio Cruz/Agência Brasil)

Brasília – O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) vai reforçar o esquema de proteção ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, em comparação ao existente hoje para o presidente Michel Temer. Esse reforço ocorrerá não só na posse, mas também a partir de janeiro, quando o GSI assume a segurança do presidente eleito.

“Nunca tivemos um candidato a presidente que tenha sofrido uma tentativa de assassinato. Isso, por si só, já justifica o reforço no esquema de segurança”, declarou o ministro-chefe do GSI, general Sérgio Etchegoyen, em entrevista na qual explicou que “a estrutura do GSI se adapta aos novos dirigentes”.

O ministro esclareceu que “ainda existem ameaças” a Bolsonaro e que, até que elas sejam totalmente esclarecidas e disseminadas, “elas permanecem vivas” e sob atenção e cuidado da equipe de segurança. “Toda ameaça só deixa de ser ameaça quando está totalmente esclarecida”, observou.

Ao exemplificar as ameaças identificadas contra Bolsonaro, o ministro mencionou a ocorrência de um caso no Rio de Janeiro, que, de acordo com ele, foi neutralizado. “Mas outras ameaças existem”, avisou o ministro, lembrando que a estrutura de segurança será adaptada à nova família presidencial.

Depois de lembrar que Bolsonaro ainda sofre restrições por conta do atentado de que foi alvo em setembro na cidade de Juiz de Fora (MG), Etchegoyen salientou que a “sugestão já repassada à equipe do novo governo é que a segurança do presidente Bolsonaro tenha alguns cuidados a mais” e “muito mais cautela”.

Apesar de confirmar o reforço, Etchegoyen não quis falar sobre número de militares que estarão trabalhando na Esplanada dos Ministérios, Praça dos Três Poderes, Congresso e Palácio do Planalto. “Podemos assegurar que a segurança será absoluta”, avisou.

Família

Por conta do tamanho da família do presidente eleito e da existência, agora, de um vice-presidente da República, o ministro Etchegoyen reiterou que haverá aumento do contingente envolvido na segurança presidencial, mas não revelou o número de pessoas.

Como três filhos de Bolsonaro são parlamentares – Eduardo foi eleito deputado federal, Flávio assumirá uma vaga no Senado e Carlos terá um mandato de vereador -, Etchegoyen pediu ao Congresso e à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro que assumam a segurança nesses casos.

“Mandei um ofício, ao Rio e ao Congresso, sugerindo que eles assumam a segurança dos que são parlamentares”, afirmou o ministro, justificando que poderia haver questionamento de um agente do GSI, do Poder Executivo, acompanhando uma reunião parlamentar ou no plenário, por exemplo, para oferecer segurança àquele filho do presidente.

“Tanto o nosso Congresso, quanto Câmara dos Vereadores do Rio têm estrutura de segurança. Então, a nossa sugestão, em respeito à separação e autonomia dos Poderes é que, apesar de serem filhos do presidente, os Poderes a que eles pertençam respondam pela segurança deles”, declarou o ministro, ressalvando ainda que existem algumas interpretações jurídicas para esses casos, que ainda estão sendo esclarecidas. Nenhum dos órgãos, de acordo com o ministro, havia respondido às demandas do GSI até esta terça-feira.Fonte: Portal Exame

 

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Nove chefes de Estado e de Governo estão confirmados para a posse

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Informação foi dada hoje (18) pelo chefe do cerimonial do Ministério das Relações Exteriores, Carlos França

Bolsonaro: nove chefes de Estado e de Governo estão confirmados até o momento para participar da posse do presidente eleito (Adriano Machado/Reuters)

Nove chefes de Estado e de Governo, dois vice-presidentes, oito ministros de Relações Exteriores e dois dirigentes máximos de organismos internacionais estão confirmados até o momento para participar da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, no dia 1º de janeiro.

A informação foi dada hoje (18) pelo chefe do cerimonial do Ministério das Relações Exteriores, Carlos França, em entrevista coletiva para divulgar o esquema de segurança da posse presidencial, que terá eventos no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Palácio Itamaraty.

A Casa Branca comunicou ontem (17) que o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, vai chefiar a delegação dos Estados Unidos que representar o presidente Donald Trump na cerimônia de posse de Bolsonaro.

“Na diplomacia, não passamos os nomes de quem nos comunica que vem. É o governo estrangeiro convidado que faz o anúncio”, disse o chefe do cerimonial.

Os convites para a recepção do presidente eleito no Palácio Itamaraty ainda serão enviados. “Prevê-se no Itamaraty a emissão de mil convites com acompanhantes. Então esperamos de 2 mil a 2,5 mil pessoas”, afirmou França. Fonte: Portal Exame

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Assistência social: GDF “represa” recursos e perde dinheiro da União

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Desde janeiro, o Distrito Federal ganha apenas 30% de repasses federais porque mantém mais verba na conta do que poderia

O Governo do Distrito Federal (GDF) poderia ter recebido R$ 2,4 milhões para investir na área de assistência social em 2018 caso não tivesse saldo milionário com recursos federais não usados. Com o impedimento, receberá apenas R$ 770 mil até o fim de 2018, conforme estimativa do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

Desde janeiro, o DF ganha apenas 30% dos recursos previstos porque mantém mais dinheiro na conta do que poderia. O último relatório gerado pelo MDS, de 31 de outubro, mostra que havia R$ 13,4 milhões guardados. De acordo com a assessoria do órgão, para conseguir angariar o montante integral, seria preciso ter fundo inferior a R$ 1,4 milhão, segundo a Portaria nº 517 do ministério.

O valor a ser repassado aos municípios, estados e DF é calculado a partir do Índice de Gestão Descentralizada Municipal (IGDM), desenvolvido pelo MDS com o objetivo de demonstrar a qualidade da gestão local do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único (CadÚnico). O indicador varia entre zero e um. Quanto mais próximo de um, melhor o resultado da avaliação.

O dinheiro é transferido diretamente do Fundo Nacional de Assistência Social para o Fundo de Assistência Social do Distrito Federal. Para receber o dinheiro extra, é preciso ter desempenho acima de 0,55 na Taxa de Atualização Cadastral (TAC).

Entre agosto de 2015 e dezembro de 2016, a prática no DF ficou abaixo da taxa mínima de 0,55 e, por isso, a capital perdeu R$ 3 milhões. Com o recurso, seria possível capacitar profissionais para manter o banco de dados de beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico atualizado, além de melhorar a estrutura para o atendimento das famílias, por exemplo. Conforme o Metrópoles noticiou em 24 de novembro, a ineficiência do GDF pode deixar 23 mil famílias carentes sem benefício.

Basta passar em frente aos equipamentos públicos da Secretaria de Estado do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh), bem como nos 27 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), para se deparar com as imensas filas e constatar como esse dinheiro poderia amenizar a situação de sofrimento dos cidadãos que dependem dos programas do Poder Público.

Dificuldade
A capacidade de atendimento da Sedestmidh está muito aquém da demanda devido ao insuficiente quantitativo de servidores que realizam, entre outras atribuições, a atividade de cadastramento. A informação consta em nota técnica de 2017 da própria pasta anexada em processo da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF).

À época, apenas 108 profissionais estavam capacitados para a realização das entrevistas. Eram 190.390 famílias cadastradas no CadÚnico. Do total, 80.962 tinham dados desatualizados.

Após fracassadas tentativas de convênio com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) e com a Secretaria de Educação, a equipe técnica apontou a realização de Acordo de Colaboração com as Organizações da Sociedade Civil cadastradas no Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF) como alternativa para a prestação de serviço de apoio à atividade de atualização cadastral dos beneficiários.

Há três meses, a Sedestmidh informou à CGDF que o processo de contratação estava em fase de correção do edital e que o processo de inclusão e atualização cadastral é realizado por 54 servidores lotados nos Cras. “Quantitativo reduzido em relação à necessidade de atendimento, o que gera uma grande demanda reprimida e sobrecarga no sistema da Central de agendamento 156”, destacou a pasta.

Paralelamente a isso, a Sedestmidh também tem um concurso em andamento. O certame, que prevê 1,8 mil vagas, será mantido na gestão do governador eleito Ibaneis Rocha. “É uma demanda necessária. Precisamos atender bem a população carente”, afirmou, em 30 de novembro, o futuro secretário de Fazenda, André Clemente.

MPC-DF
A ineficiência no uso dos recursos é alvo de representação do Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPC-DF). O órgão denunciou o caso ao Tribunal de Contas do DF (TCDF) a fim de entender o motivo que levou o Governo do Distrito Federal ter perdido R$ 5,5 milhões. No documento, o procurador Marcos Felipe Pinheiro Lima sustenta que o Executivo local não teria cumprido as metas de atualização cadastral.

Para o MPC-DF, o deficit de ação pode ter sido provocado pela “insuficiência de pessoal nos quadros da secretaria gestora, visto que a atividade de cadastramento demanda, essencialmente, as atividades desenvolvidas por servidores responsáveis pela inserção de informações em banco de dados público”.

Outro lado
Em nota, a Sedestmidh ressaltou que não tem autonomia para fazer uso das verbas provenientes do Índice de Gestão Descentralizada Municipal. “A deliberação é do Conselho de Assistência Social, órgão responsável pela aprovação do destino dos recursos, conforme a Política de Assistência Social”, diz trecho do comunicado da secretaria.

A informação, entretanto, é contestada pelo presidente do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do Governo do Distrito Federal (Sindsasc-DF), Clayton Avelar. “O GDF tem autonomia, sim. É um recurso que não pode ser utilizado para pagamento de salário, mas para programas da assistência social”, frisou.

Segundo a pasta, a verba parada foi autorizada para pagamento da atualização do CadÚnico, em um total de 290 mil beneficiários. “E também para a compra de 500 computadores, já em fase de instalação nas nossas unidades. Também estão em processo de licitação a compra de equipamentos, como data show, notebooks e ar-condicionado”, concluiu.

A respeito dos recursos perdidos entre 2015 e 2016 por conta do baixo desempenho na atualização cadastral, a Sedestmidh pontuou que os repasses do Bolsa Família dependem de requisitos que devem ser cumpridos pelos familiares, como manter a frequência das crianças na escola e comparecer às Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

“A queda nos repasses se deve ao não cumprimento por parte de algumas famílias desses requisitos, o que impede o necessário acompanhamento cadastral. No entanto, por meio de busca ativa e interlocução com as outras áreas de governo, a Sedestmidh conseguiu melhorar o indicador citado para 0,68 em julho de 2018”, completou. 

Após a publicação desta matéria, o CAS-DF informou, em nota, que aprovou a proposta de utilização do superávit financeiro referente ao cofinanciamento federal de 2017, no qual está incluído o IGDM.

O órgão completou que a Sedestmidh apresenta bimestralmente a execução orçamentária, bem como diz como está o andamento de cada ação planejada. “Desta forma, o CAS-DF encontra-se atento com a execução orçamentária do Sistema Único de Assistência Social (Suas), em cumprimento do seu papel de exercer o controle social.”Fonte-Portal Metropoles

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