Nossa rede

Política BSB

Pelos interesses de Renan, Jucá apela a Eunício

Publicado

dia

Serviço terceirizado incomoda correligionário

Dupla afiada (Andressa Anholete/AFP)

Renan Calheiros detesta expor suas digitais. Agora, ele incumbiu Romero Jucá de pedir a Eunício Oliveira para recorrer da assinada por Marco Aurélio Mello, que impede o Senado de realizar votação secreta na eleição do próximo presidente.

Eunício não gostou da estratégia de Renan, que tenta institucionalizar uma batalha que interessa mais a ele do que a qualquer outro mortal.

Não por acaso, embora discorde da canetada de Marco Aurélio, Eunício resiste a dizer publicamente se vai ou não pedir ao departamento Jurídico do Senado para tentar derrubar a decisão do ministro do Supremo. Fonte: Portal Veja

Comentário

Política BSB

Em palestra na UnB, Dilma diz que ”há uma luz no meio do túnel”

Publicado

dia

Ex-presidente participou de lançamento de um livro que reúne artigos de Fernando Haddad, Eugênio Aragão e da própria Dilma

Ex-presidente esteve em Brasília para lançar livro editado em inglês com artigos de petistas
(foto: Claudia Dianni/CB/D.A Press)

Na conclusão de uma palestra proferida nesta quinta-feira (13/6), na Universidade de Brasília, a ex-presidente Dilma Rousseff disse que “há uma luz no meio do túnel”. À pergunta sobre se estava se referindo aos diálogos entre integrantes da Lava-Jato publicados pelo site The Intercept, ela disse que se referia ao povo na rua. “Não importa se é pela vaza-jato. O importante é que o povo saiba o que acontece na Lava-Jato”, disse. Segundo Dilma, “a mobilização das pessoas vai criar lideranças”.

A petista participou nesta quinta-feira (13/6) do lançamento do livro In Spite of You: Bolsonaro and the New Brazilian Resistance  (Apesar de você; Bolsonaro e a Nova Resistência Brasileira), editado pelo inglês Conor Foley, doutor em filosofia e direito internacional e pesquisador do Centro de Direitos Humanos da Universidade de Nottingham. Segundo ele, o livro foi escrito em inglês, “para falar ao mundo o que está acontecendo no Brasil”. O livro reúne artigos de Dilma, Fernando Haddad, Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça no último governo da presidente Dilma, entre outros autores.

“Eu estou indo para a China daqui a pouco, e o Aragão me fez mudar a rota para Brasília, para estar aqui hoje (nesta quinta-feira — 13/6), o que não é exatamente uma linha reta, mas, como estamos em tempos tortuosos, eu aceitei, com prazer”, disse no início de sua fala de cerca de uma hora em que disse ter mais clareza do processo iniciado entre 2013 e 2014, que passou pelo processo de impeachment que a afastou da presidência da República em 2014 e culminou na eleição do presidente Jair Bolsonaro.De acordo com a ex-presidente, está em curso um processo de instauração de um projeto “neoliberal, neofascista de permanência da supremacia branca no poder”. Dilma disse a João Vicente Goulart, filho do ex- presidente João Goulart, deposto no golpe militar de 1964, presente no evento, que o país passa por um processo de expropriação de ativos que não é novo e repete aspectos que precederam o golpe militar.

Ver mais

Política BSB

Em 1ª entrevista após caso Moro, Lula afirma que ex-juiz é mentiroso

Publicado

dia

O ex-presidente expressou também estar sereno. ”A máscara vai cair. O que vai acontecer, eu não sei”

(foto: Isabela Lanave/EL País/AFP)

Em entrevista gravada, na quarta-feira (12/6), e exibida nessa quinta-feira (13/6), pela emissora sindical TVT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar a condução de seu caso pelo então juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça e Segurança Pública. “Ele (Moro) estava condenado a me condenar porque a mentira havia ido muito longe”, disse. Para Lula, tanto Moro quanto o procurador Deltan Dallagnol são “mentirosos” e disse que o procurador “deveria ter sido preso”.

O ex-presidente expressou também estar sereno. “A máscara vai cair. O que vai acontecer, eu não sei”, e completou: “Eu estou mais tranquilo hoje, por que a minha tranquilidade é daquele que sabe que é honesto. Que sabe que Deus sabe que eu sou honesto. O Moro sabe que eu sou honesto.”

Instituições como a Polícia Federal, disse Lula, “não podem ser manipuladas por moleques irresponsáveis” e atribuiu a eles a culpa pela desestabilização das estatais. Segundo ele, a PF e o Ministério Público estão “a serviço de interesses americanos” e não de combate à corrupção.

É a primeira vez que o ex-presidente se manifesta depois da divulgação das supostas conversas entre o procurador da República, Deltan Dallagnol, e o ministro da Justiça — então juiz responsável pela condenação do ex-presidente —, Sergio Moro.

Bolsonaro

Lula afirmou ainda, na entrevista à Rede TVT, que o País “pariu essa coisa chamada Bolsonaro”. Segundo ele, isso foi resultado de uma série de fatos políticos que começaram com o movimento “Volta, Lula”, passando pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a chegada do então vice-presidente Michel Temer à Presidência.

O ex-presidente afirmou que, quando começou o movimento “Volta, Lula”, foi “obrigado” a fazer um discurso num evento no Anhembi, em São Paulo, falando que não era candidato, mas sim Dilma, “por direito”. Lula disse que, a partir do “Volta, Lula” e do anúncio de que não seria candidato começou a haver um afastamento dos empresários.

Ele admitiu que poderia ter discutido a volta ao governo porque “tinha tanta vontade de fazer o que não tinha feito”, mas que a candidatura à reeleição era de Dilma, “por direito”. Lula disse, então, que na segunda campanha de Dilma, o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), então candidato a presidente, “fez a bobagem que fez” de não reconhecer a vitória do PT e pedir recontagem de votos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Depois, afirmou, teve o impeachment, a chegada de Temer ao poder e a eleição de Bolsonaro.

General nacionalista

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em entrevista exibida pela Rede TVT na noite desta quinta-feira, 13, que general que não é nacionalista não merece ser general. Na crítica à ala militar do governo do presidente Jair Bolsonaro, Lula disse que general que aceita se subordinar a um presidente que bate continência para a bandeira dos Estados Unidos não merece ser general.

O ex-presidente disse que sempre teve uma boa relação com os militares e que é preciso ter consciência de que eles existem para defender a soberania nacional.

Mídia

O ex-presidente também defendeu a regulação dos meios de comunicação e fez críticas à Rede Globo. “É preciso regular os meios de comunicação, não podem poucas famílias serem donas dos meios de comunicação.”

Judiciário

Na entrevista, Lula criticou o sistema judiciário, em especial, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministério Público (MP). “A bem deste País, a Suprema Corte tem que ter coragem de assumir papel de guardiã da Constituição”, e, mais tarde, disse, “eu espero que a Suprema Corte recupere o padrão de confiança que nunca pode perder”. À Operação Lava-Jato, Lula teceu mais críticas: “(O procurador Deltan) Dallagnol não poderia mais pegar na Bíblia porque mentiu”.

E fez uma provocação: “Eu não precisava de advogado. Se tem um cara que não precisava de defesa sou eu, porque o meu processo é 100% decisão política. Não tem nada de processo”.

Ver mais

Política BSB

Ao vivo: Relatório da reforma da Previdência é lido em comissão especial

Publicado

dia

https://youtu.be/BHePsafGi4IDeputados governistas e de oposição chegam cedo ao plenário da comissão especial para garantir as primeiras inscrições para a discussão

Com mais de uma hora de atraso, começou às 10h36 desta quinta-feira (13/6), na Câmara dos Deputados, a reunião da reunião Comissão Especial da Reforma da Previdência voltada para a apresentação do relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) sobre o tema (PEC 6/19).

O início dos trabalhous só foi possível depois que novas exigências da oposição foram aceitas pelo presidente do colegiado, deputado Marcelo Ramos (PL-AM ).

Ao contrário do que ele e o relator pretendiam, hoje o relatório será lido na íntegra e o tempo de conclusão dessa etapa ainda é incerto, pode terminar à noite ou até amanhã, sexta-feira (14/6). Antes da leitura do documento, 16 líderes de partidos irão se manifestar por até cinco minutos .

A oposição também conseguiu o compromisso do presidente e do relator da comissão especial de que não haverá data certa para votação da proposta no colegiado. Marcelo Ramos trabalhava com a possibilidade de que isso acontecesse até o fim deste mês na comissão especial.

Sessão para leitura do relatório e parecer do relator da Comissão Especial da Reforma da Previdência
(foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados )

Outra exigência da oposição, acordada desde ontem, é que, na fase de discussão da proposta, que deve começar na próxima terça-feira (18/6), todos os parlamentares inscritos para discutir o relatório, membros ou não da Comissão Especial, tenham fala garantida. Membros do colegiado têm tempo de 15 minutos, cada, não membros têm, cada um, 10 minutos e os líderes partidários ou de bloco parlamentar, também têm tempo adicional, que varia conforme do tamanho de suas bancadas.

O acordo de ontem, em que a oposição se comprometeu a não obstruir a reunião, passou a ser ameaçado depois que o grupo não foi avisado de uma entrevista coletiva dada pelo relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) no fim do dia na qual ele adiantou pontos do relatório.

Relatório

Segundo adiantado ontem pelo relator, mudanças no Beneficio de Prestação Continuada (BPC) – pago a idosos de baixa renda e portadores de deficiência -, na aposentadoria rural e o modelo de capitalização proposto pelo governo ficarão fora de parecer.

Moreira sinalizou ainda que a idade mínima para aposentadoria das professoras será de 57 anos, menor que a prevista na proposta do governo: 60 anos. O tempo de contribuição das mulheres para se aposentar, segundo o relator, se manterá em 15 anos.

O relator também adiantou que, ao contrário do que querem governadores e prefeitos, estados e municípios devem ficar de fora do relatório em um primeiro momento, mas poderão ser reincluídos se houver acordo com os governadores sobre o texto.

“É o diálogo, é buscar maioria, essa é a função do parlamento para construir uma proposta viável ao país. Esse é o nosso esforço e conversamos com todos”, explicou.

https://youtu.be/BHePsafGi4I

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade