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Orquestra Sinfônica e Quarteto de Cordas levam Beethoven ao Cine Brasília nesta terça

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Maestro Claudio Cohen rege a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (Foto: Tony Winston/GDF/Divulgação)

Maestro Claudio Cohen rege a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (Foto: Tony Winston/GDF/Divulgação)

Em “turnê” especial para relembrar a obra e os 190 anos de morte do compositor Beethoven, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro faz concerto gratuito nesta terça-feira (10) no Distrito Federal. A apresentação começa às 20h, no Cine Brasília (106/107 Sul), e a entrada é por ordem de chegada.

O espetáculo contará com narrativas musicais que compõem a obra prima do músico, que viveu entre 1770 e 1827 e marcou a transição do Classicismo ao Romantismo.

Abrindo a noite, a participação especial é do grupo Quarteto de Cordas, composto por músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional. Tocando violinos, violoncelo e viola, o grupo abre a sequência de três apresentações do concerto.

Outra participação será do renomado pianista e solista Fabio Martino, responsável por interpretar a última obra para piano composta por Beethoven. Na apresentação, a regência será do maestro e violinista Claudio Cohen.

Segundo Cohen, a intenção do concerto é “mostrar ao público as diferentes fases de composição do Beethoven” e fazer com que eles percebam aos detalhes diversas obras do artista.

Concerto

Para a apresentação, a Orquestra preparou três sequências: o “Quarteto de cordas nº 2”, a “Sinfonia nº 8 em Fá maior”, e o “Concerto para piano nº 5 em Mi bemol maior”.

O Quarteto de Cordas mostra a fase clássica de Beethoven, seguida da “pequena sinfonia” – romântica e madura. Para encerrar a noite, o último concerto para piano, representando a fase mais reflexiva e filosófica do compositor.

Até o fim do ano, o Ciclo Ludwig van Beethoven vai apresentar nove sinfonias que reúnem concertos para violino, piano e orquestra, além de aberturas sinfônicas e obras especiais do artista.

Ciclo Beethoven da Orquestra Sinfônica

Data: 10 de outubro (terça)
Hora: 20h
Local: Cine Brasília – 106/107 Sul
Entrada gratuita por ordem de chegada

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Cultura

Jammil faz luau na capital no fim de semana

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Nomes consagrados da cena brasiliense também sobrem ao palco ao lado da banda baiana.

Divulgação

O Luau do Jammil  promete agitar a noite de sábado (22) na Capital Federal. Com as músicas que prometem ser sucesso no próximo verão, a banda baiana vai sacudir a galera em um show no Iate Clube Brasília. Nomes consagrados da cena brasiliense também sobrem ao palco. O ingresso custa 91 reais (masculino) e 71 reais (feminino), disponíveis para venda pelo site sympla.com.br/luaudojammil. Os valores são referentes à meia-entrada e primeiro lote, sujeitos à alteração sem aviso prévio.

A banda chega na cidade com grandes novidades para o público, a começar pelo novo hit Rega, trilha sonora da novela Segundo Sol, que conta a história da Bahia e do Axé. O hit é o primeiro de uma série de quatro canções que vão embalar o público até o verão e que fazem parte do EP, que será lançado em 2019.

Com o cantor Levi Lima a frente desde 2011, a banda tem comemorado nos últimos anos ainda uma série de conquistas. Além de prêmios como o Jovem Brasileiro em 2013, na categoria Melhor Música, o grupo foi indicado ao Grammy Latino no ano anterior pelo DVD Jammil Na Real, que unia 10 clipes e um documentário sobre a Estrada Real, que conta a saga do ouro no Brasil.

Serviço
Lual do Jammil
Data: 22 de setembro, sábado
Hora: a partir das 16h
Local: Iate Clube Brasília – Setor de Clubes Esportivos Norte Trecho 2 Conjunto 4 – Asa Norte, Brasília/DF

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Cultura

Manifestantes ocupam Ministério da Cultura por políticas para movimentos de matriz africana

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Ato envolve cerca de 25 pessoas. Acampamento acontece no 9º andar do prédio.

Manifestantes ligados à cultura africana em ocupação no Minc (Foto: Arquivo Pessoal)

Manifestantes ocuparam na noite desta terça-feira (7) um prédio do Ministério da Cultura, em Brasília. O protesto é da Frente Liberta Matriz Africana (Flama) e envolve cerca de 25 pessoas.

Entre outros pontos, pede a implementação do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos de Matrizes Africanas e de Terreiros.

Também quer que a presidência da Secretaria Especial de Políticas de Igualdade Racial seja ocupada por um conselheiro eleito pelo Conselho Nacional de Igualdade Racial.

Até a manhã desta quarta (8), os manifestantes estavam acampados no 9º andar do prédio, que fica próximo ao Parque da Cidade.

Panelas e suprimentos trazidos para ocupação no Minc (Foto: Arquivo Pessoal)

Eles querem falar com o ministro, Sergio Sá Leitão. No entanto, como ele está em viagem, a expectativa é de que outro representante se reúna o grupo.

Para o ocupação, os manifestantes também levaram panelas e alimentos. O protesto é pacífico. Não há informação sobre depredação.

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Cultura

Música na Árvore leva experiência musical gratuita ao seio de Brasília

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Grupos de música instrumental se apresentam nos três dias de evento

Novo projeto de Dillo D’Araujo, GuitarrÁfrika se apresenta três noites seguidas. (foto: Gui Campos/Divulgação)

Com o mote música e natureza, o Música na Árvore volta para a inédita edição dedicada ao estilo instrumental. Iniciativa de André Trindade, o evento busca oferecer conscientização ambiental e boa música. “O Música na Árvore sempre teve a pegada de pegar bens culturais e levar ao público gratuitamente”, explica.

Ele defende que a música instrumental merece mais espaço do que tem, e define como bem cultural pela riqueza que pode proporcionar em termos experimentais. “Queremos democratizar a música experimental, que é referência para tantos artistas e as pessoas não param para escutar às vezes, chamam de chato”, defende.

Duas atrações se apresentam por dia a partir desta quinta-feira (25/7), em frente ao Conic. Novo projeto do guitarrista Dillo D’Áraujo, GuitarrÁfrika percorre os três dias da programação e ainda divide a agenda com o contraste entre pop e underground de Transquarto, a brasilidade jazzística de Mario Noya e o saxofone experiente de Leo Gandelman.

Fusão de Matizes

Experimental é como se encaixa o estilo de Dillo D’Áraujo, que, movido pela vontade de fazer som distinto, viajou em pesquisa à África, onde colheu referências para o projeto GuitarrÁfrika.

O afrobeat e outros rítmos do continente ancestral foram fundidos à tupiniquim guitarrada, gênero tradicional paraense. Apesar de os ingredientes serem bastantes conhecidos e explorados por músicos, “a fusão é nova”, segundo ele.

“Eu estava em busca de uma contribuição inédita ao fundir essas matizes, além de outras”, revela o guitarrista, que se apresentará acompanhado do baixista Lucas Tufas e do baterista Robinho Batera.

O público poderá observar Dillo tocar uma oil can, instrumento africano incorporado a sua nova sonoridade. O músico aguarda lançamento de “álbum visual” gravado ao vivo, com imagens das passagens por África e Chile.

Programação 

25/7 (quarta): Transquarto e GuitarrÁfrika

26/7 (quinta): Mario Noya e GuitarrÁfrika

27/7 (sexta): GuitarrÁfrika e Leo Gandelman

 

Serviço

Música na Árvore

CONIC (SHCS Edifício Venâncio).  Em 25 a 27 de julho. Com GuitarrÁfrika, Leo Gandelman, Transquarto e Mario Noya. Entrada franca. Classificação indicativa livre
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