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Ônibus pega fogo em Vicente Pires, no DF, e chamas destroem veículo inteiro

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Motorista tinha mandado passageiros descerem pouco antes de chamas consumirem coletivo. Havia 16 pessoas a bordo; ninguém se feriu.

Ônibus que pegou fogo em Vicente Pires (Foto: TV Globo/Reprodução)

Ônibus que pegou fogo em Vicente Pires (Foto: TV Globo/Reprodução)

Um ônibus pegou fogo e acabou totalmente destruído nesta terça-feira (10) em Vicente Pires, no Distrito Federal. Segundo os bombeiros, o motorista relatou ter percebido uma fumaça na roda traseira esquerda. Foi aí que ele mandou os 15 passageiros desembarcarem, e em poucos minutos as chamas se propagaram por todo o veículo.

Ninguém se feriu. O automóvel fazia a linha Taguatinga Sul – Vicente Pires e o incidente ocorreu na altura da rua 7 da região. O trânsito ficou congestionado.

Durante o incêndio, o fogo acabou atingindo postes ao lado. A CEB foi acionada para vistoriar a situação.

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PM autua 120 condutores por alcoolemia durante o fim de semana

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Dois motoristas precisaram ser encaminhados à delegacia por apresentarem nível alcoólico considerado crime

A Lei Seca completa 10 anos nessa terça-feira (19/6)(foto: PMDF/Divulgação)

O primeiro fim de semana após o início da Copa do Mundo terminou com 120 condutores autuados por dirigir sob influência de álcool no Distrito Federal. As ações ocorreram entre sexta-feira (15/6) e domingo (17/6) e foram realizadas pela Polícia Militar. Dois motoristas precisaram ser conduzidos à delegacia por estarem com nível alcoólico acima de 0,3mg por litro de ar alveolar, índice considerado crime.

Além dos condutores autuados por ingerir bebida alcoólica, 19 motoristas foram flagrados conduzindo sem ter carteira de motorista, quatro foram multados e presos por estar com a habilitação suspensa e 135 veículos foram removidos ao pátio do Detran por infrações diversas.

Lei Seca completa 10 anos 

Em 2017, 303 pessoas foram vítimas de acidentes fatais no trânsito do Distrito Federal. Pelo menos em 113 casos houve combinação de álcool ou drogas com direção, segundo os exames de toxicologia do  Instituto Médico Legal (IML). Na próxima terça-feira (19/6), completam-se 10 anos que a Lei Nº 11.705/2008, mais conhecida como Lei Seca, entrou em vigor, com o objetivo de reduzir a guerra no trânsito.

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    O que o PT ganha e perde ao insistir na candidatura de Lula para a eleição

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    A incerteza sobre a candidatura do ex-presidente Lula (PT) pode colocar em risco a participação do partido nas eleições deste ano

    Apesar de todos os riscos,  o Partido dos Trabalhadores (PT) não abre mão de manter o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como a única opção da legenda à Presidência da República. Na última sexta-feira (8), mesmo atrás das grades e com a possibilidade de ter a candidatura barrada, Lula foi lançado pré-candidato oficial do partido para a corrida eleitoral em um ato em Minas Gerais.

    Preso há pouco mais de dois meses por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, Lula ainda lidera as pesquisas de intenção de voto — mas já apresenta uma sutil queda na preferência do eleitorado. Na última sondagem do Instituto Datafolha, divulgada no domingo, ele somou até 30% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, feita antes de sua prisão, Lula abocanhava 37% dos apoios.

    Por ora, o PT insiste que discutir um plano B para a disputa presidencial está fora de questão. Mas não considerar um nome alternativo, na verdade, pode ser uma estratégia do partido para garantir uma vaga no segundo turno.

    O que o partido ganha 

    No limite, o discurso de “inocente condenado e perseguido”, reforçado com frequência pelo próprio ex-presidente, tem servido como prato principal para alimentar um  partido que depende de um único personagem para sobreviver, na visão de Fernando Schüler, cientista político do Insper.

    Segundo o pesquisador, ainda que a falta de um substituto traga um certo risco, Lula é a única chance real que o PT tem para conseguir manter uma relevância política e montar uma bancada competitiva no Congresso.

    “Manter essa narrativa viva é uma maneira de segurar a militância e tentar garantir a viabilidade das candidaturas no Legislativo e no governos estaduais”, afirma.

    Na opinião do especialista, lançar um outro nome sem qualquer referência ao ex-presidente seria um verdadeiro tiro no pé. A melhor estratégia, portanto, seria aguardar o prazo final de todos os recursos na Justiça Eleitoral (onde Lula pode ser barrado pela Leia da Ficha Limpa) e investir em um efeito emocional que impulsione a transferência de votos para um eventual substituto.

    O capital político de Lula é, de fato, um grande ativo para o PT. A última sondagem do Datafolha mostra que caso ele seja declarado inelegível pelo TSE, 30% dos brasileiros votariam em um nome apoiado pelo petista. A título de comparação, a influência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, é de apenas 10%.

    Mesmo atrás das grades, o potencial de Lula traz mais um benefício: as doações de campanha. Em um ano em que as arrecadações de empresas estão proibidas, a candidatura do petista pode trazer bons resultados. Em apenas uma semana, a vaquinha virtual da campanha do petista já arrecadou mais de 263,6 mil reais em doações (segundo dados compilados no fim da tarde da última quinta-feira).

    Todos esses fatores, somados à impopularidade do presidente Michel Temer (MDB), podem dar uma vantagem para a chapa petista. “É importante ressaltar que quanto mais a situação do atual governo se afunda, mais popular fica a imagem do PT como uma alternativa eleitoral”, diz Thiago Vidal, cientista político da consultoria Prospectiva.

    O que o partido perde

    Nas últimas eleições municipais, em 2016, o PT cravou o seu pior resultado eleitoral das últimas duas décadas ao perder o comando de mais de 50% das 638 prefeituras que detinha. No mesmo ano, o partido também perdeu as rédeas com o impeachment de Dilma Rousseff, que encerrou o legado petista de 13 anos no poder.

    Por essa linha de pensamento, a incerteza na definição da chapa presidencial pode criar um isolamento na formação de alianças com os outros partidos. “Ninguém vai querer fechar aliança sem saber quem será o candidato. Quanto maior é o atraso na negociação, maior é o risco”, afirma Carlos Pereira, analista político da Fundação Getulio Vargas (FGV/EBAPE).

    Em outras palavras, manter a atual estratégia pode reduzir a capacidade do PT de aglutinar uma parceria com os demais partidos de esquerda que poderiam dar fôlego para a construção de uma chapa competitiva.

    Vidal, da Prospectiva, ressalta também que o fato de um candidato à presidência participar pessoalmente de atos e apoiar publicamente candidatos regionais contribui para que o partido tenha maior projeção nas esferas municipal, estadual e federal. Na prática, com o ex-presidente preso e a ausência de outro candidato já definido, a probabilidade do partido não conseguir formar uma bancada robusta no Congresso pode crescer.

    “O problema é que o PT criou uma relação de dependência muito forte com o Lula e agora não consegue mais descartá-lo”, diz Pereira.

    Não conseguir emplacar outro líder político aos 45 minutos do segundo tempo, de acordo com os analistas, é o que pode comprometer a sobrevivência do partido no longo prazo.

    De qualquer forma, ainda há meios para o partido conseguir um bom espaço nas eleições deste ano. A dúvida, no entanto, é saber qual narrativa vai conquistar o eleitorado.

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    Cratera de 45 metros de profundidade é descoberta na Bahia

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    O buraco foi identificado no dia 30 de maio pela empresa Dow, que detém operações na área

    São Paulo – Uma cratera de 45 metros de profundidade, 71,7 metros de comprimento e 29,7 metros de largura foi encontrada nas proximidades de Matarandiba, uma comunidade localizada na cidade de Vera Cruz, na Bahia.

    A erosão foi identificada no dia 30 de maio pela empresa Dow, que detém operações na área.

    Segundo a multinacional, para evitar que alguém chegue perto, o local foi isolado em uma extensão de 30 metros de distância e placas indicando perigo de queda também foram instaladas.

    Para EXAME, a assessoria de imprensa da Dow informou que uma barreira física maior está sendo construída com o suporte da Defesa Civil e do Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).

    Para entender a causa da abertura no solo, uma equipe de especialistas e de geólogos da Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi acionada pelo Dow. Além disso, para monitorar possíveis movimentações, a empresa instalou sensores e acionou um satélite de alta resolução que capta variações milimétricas.

    A Dow afirma ainda que “é necessário entender a estabilidade do terreno e das encostas da erosão antes de afirmar que o terreno está completamente estável”.

    Por ora, a recomendação é que os moradores não se aproximem, já que o comprimento da erosão corre o risco de aumentar.

    Cratera de 45 metros na Bahia: a recomendação é que os moradores não se aproximem do buraco, localizado nas proximidades de Matarandiba, uma comunidade localizada na cidade de Vera Cruz, na Bahia (OrtoPixel/Reprodução)

     

    Cratera de 45 metros na Bahia: a recomendação é que os moradores não se aproximem do buraco, localizado nas proximidades de Matarandiba, uma comunidade localizada na cidade de Vera Cruz, na Bahia

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