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Oitavo menino é retirado de caverna e Tailândia encerra 2º dia de resgates

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Os meninos, membros de um time de futebol juvenil, estavam presos no local há duas semanas

Reprodução/Facebook

Subiu para oito o total de crianças resgatadas de uma caverna inundada na Tailândia, segundo as autoridades militares do país. Os meninos, membros de um time de futebol juvenil, estavam presos no local há duas semanas. Restam ainda mais quatro crianças dentro da caverna, além do técnico da equipe, mas a operação foi dada como encerrada por hoje.

Após serem retirados da caverna, os meninos foram levados de ambulância até o hospital de Chiang Rai. Eles ficarão isolados de seus familiares enquanto realizam exames para detectar se contraíram alguma doença.

As autoridades estão se apressando para resgatar as crianças – que têm de 11 a 16 anos – e seu treinador devido às chuvas de monções que atingem a região nesta época do ano. Técnicos têm bombeado água para fora da caverna e disseram que a forte chuva que caiu de madrugada não elevou o nível de água do complexo de cavernas.

Os meninos e seu técnico foram explorar o local no dia 23 de junho, após o treino de futebol, e foram surpreendidos por uma chuva que inundou o local. As equipes de buscas levaram 10 dias para localizar o grupo, que se abrigou numa parte seca do complexo.

O caso tomou proporções internacionais e o governo dos Estados Unidos enviou técnicos para ajudar no resgate. Na missão de ontem, participaram 13 mergulhadores estrangeiros e cinco membros da Marinha tailandesa. Na noite de quinta-feira, um ex-mergulhador tailandês morreu enquanto trabalhava como voluntário nos esforços de resgate colocando cilindros de oxigênio ao longo da rota utilizada para chegar às crianças.

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Turquia tem áudios do momento em que Khashoggi foi assassinado, diz jornal

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O governo turco teria dois áudios do momento em que o jornalista Khashoggi foi assassinado na embaixada saudita na Turquia

Jornalista Jamal Khashoggi, assassinado na Arábia Saudita

Khashoggi: no áudio é possível ver os assassinos repassando o plano, diz jornal

Ancara – O governo da Turquia dispõe de duas gravações de áudio da morte do jornalista opositor saudita Jamal Khashoggi, assegurou nesta sexta-feira um jornalista do jornal “Hürriyet” com fontes no Executivo.

Uma das gravações consiste em um áudio de sete minutos tomados durante o assassinato, no qual se escutam gritos do repórter enquanto é estrangulado, supostamente com uma corda ou um saco plástico.

O segundo áudio são 15 minutos de conversa entre os 15 agentes sauditas que chegaram a Istambul no mesmo dia em que Khashoggi foi assassinado no consulado do seu país, 2 de outubro.

Essa gravação corresponderia aos minutos prévios à entrada do repórter saudita na legação diplomática.

“Aproximadamente 15 minutos antes que Khashoggi chegasse (ao consulado) estão falando entre eles sobre como realizar o assassinato. Repassam o plano preparado e lembram as responsabilidades (de cada um)”, afirmou o jornalista Abdukladir Selvi no “Hürriyet”.

O jornalista também destacou que o governo turco dispõe dos registros telefônicos dos 15 suspeitos e que esta informação contradiz a versão das autoridades sauditas sobre a ausência de uma ordem superior para executar o assassinato.

O procurador-geral saudita anunciou ontem o pedido de pena de morte para cinco dos 18 acusados do assassinato de Khashoggi e voltou a assegurar que a morte do jornalista aconteceu por causa de uma “briga”.

O ministro das Relações Exteriores turco, Mevlüt Çavusoglu, ressaltou que a versão de Riad lhe parecia contraditória e insistiu que se tratava de um assassinato premeditado e planejado.

Çavusoglu propôs na quarta-feira uma investigação internacional do caso, algo que Riad rejeitou.

Fonte: Portal Exame

 

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Passagem do ciclone Gaja mata 11 pessoas na Índia

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Mais de 80 mil já foram deslocadas por conta dos impactos do ciclone Gaja na Índia

Ciclone Gaja mata dezenas de pessoas na índia

Ciclone Gaja: mais de 20 mil famílias foram deslocadas

Nova Délhi – Pelo menos 11 pessoas morreram nesta sexta-feira após a passagem do ciclone Gaja, que tocou terra nesta madrugada no sul da Índia, e causou também graves danos materiais e obrigou dezenas de milhares de pessoas a saírem de suas casas.

O Gaja causou a morte de 11 pessoas em sua passagem pelo estado de Tamil Nadu, informou em sua conta do Twitter o partido governante da região, o AIADMK, em mensagem atribuída ao chefe de Governo, Edappadi K. Palaniswami.

“Foram reportados danos à nossa infraestrutura (…) O ciclone fez cair postes da luz e árvores, embarcações dos pescadores e casas foram danificados”, disse à Agência Efe o secretário da Autoridade de Gestão de Desastres de Tamil Nadu, Satya Gopal.

A fonte disse que 81.948 pessoas de 22.849 famílias foram evacuadas por causa da chegada do ciclone.

O Gaja se debilitou de tempestade ciclônica severa para tempestade ciclônica nesta madrugada e se espera que nas próximas horas se enfraqueça ainda mais enquanto se move para o oeste, informou o Departamento Meteorológico da Índia na sua conta do Twitter.

O ministro de Interior indiano, Rajnath Singh, garantiu a Palaniswami “toda” a ajuda possível por parte do Governo central, escreveu ele mesmo na sua conta da mesma rede social.

O litiral indiano costuma sofrer a passagem de ciclones, o último deles há um mês, quando oito pessoas morreram devido ao ciclone Titli, qualificado de “muito severo”.

Em dezembro do ano passado, o ciclone Ochkhi causou cerca de 80 mortes no sul da Índia.

Fonte: Portal Exame

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Coreia do Norte vai expulsar americano que entrou ilegalmente no país

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A Coreia do Norte afirma que o cidadão americano confirmou que entrou ilegalmente no país a pedido da CIA

Kim Jong Un, líder da Coreia do Norte

Coreia do Norte: um homem com o mesmo nome tentou entrar na Coreia do Norte pela fronteira com o Sul

A Coreia do Norte decidiu expulsar um cidadão americano que entrou ilegalmente no país em outubro, informou a agência estatal KCNA.

O homem, identificado como Lawrence Bruce Byron, está preso desde que entrou na Coreia do Norte, procedente da China, em 16 de outubro.

“Durante seu interrogatório, declarou que entrou ilegalmente no país por ordem da CIA”, afirmou a KNCA.

“As autoridades competentes decidiram expulsá-lo do país”, completa a agência estatal.

Um homem com o mesmo nome foi detido na Coreia do Sul quando tentava atravessara a fronteira entre as Coreias em novembro de 2017, informou a imprensa de Seul.

Byron, natural da Louisiana e com idade por volta de 50 anos, foi expulso na ocasião para os Estados Unidos.

Ele disse às autoridades de Seul que pretendia facilitar as negociações entre Estados Unidos e Coreia do Norte, segundo a imprensa.

Fonte: Portal Exame

 

 

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