Nossa rede

Brasília

No DF, 38 mil estão retidos na malha fina do Imposto de Renda

Publicado

dia

Do total, 14 mil devem receber, a partir desta semana, cartas com notificações do Fisco. A partir daí, é possível fazer retificadora

Agência Brasil – EBC

No Distrito Federal, 38 mil declarações do Imposto de Renda ainda estão retidas na malha fina. Do total, 14 mil contribuintes, ou 36%, vão receber, a partir desta semana, carta com notificação do Fisco para retificarem os documentos antes de serem intimados para comprovação dos dados informados ao Leão. No Brasil, o aviso será encaminhado a 383 mil cidadãos.

Neste ano, mais de 85,8 mil contribuintes do Distrito Federal caíram, em algum momento, na malha do Imposto de Renda, causando prejuízo de R$ 68.051.249,87 à Receita. Nesta quinta-feira (4/10), ainda havia cerca de 38 mil pessoas presas na peneira.

Quem receber a notificação vai ter a oportunidade de regularizar a situação para escapar da multa de ofício – que corresponde a 75% do débito não pago – prevista em caso de intimação oficial.

Delegada da Receita Federal em Brasília, a auditora fiscal Bárbara Cristina Costa de Oliveira explica que não há prazo para fazer a retificação, mas o ideal é que o contribuinte notificado tome as devidas providências o quanto antes.

É preciso fazer o mais rápido possível, antes de receber a intimação. Não há como precisar uma data porque ele pode ser intimado em até cinco anos. Enquanto é apenas uma notificação, um aviso, e não uma intimação, há espontaneidade. Depois da intimação, fica complicado

Bárbara Cristina Costa de Oliveira, auditora fiscal e delegada da Receita Federal em Brasília

Os principais motivos de retenção das declarações em 2018 foram omissão de rendimentos e dedução indevida de despesas médicas, dependentes e pensões alimentícias.

Na capital do país, foram apresentadas mais de 820 mil declarações referentes ao exercício de 2018, o que significa que em 10,4% delas foram encontradas inconsistências. No ano anterior, os brasilienses apresentaram mais de 853 mil informes à Receita. Desses, 114 mil foram pegos na malha fiscal, ou 13,3% do total.


Como regularizar a situação
Para retificar as informações apresentadas de forma incorreta ou incompleta na declaração, é possível seguir dois caminhos:

Multa de ofício
O contribuinte que não regularizar a situação poderá ser intimado formalmente para comprovação das divergências.

Depois de receber intimação, não será mais possível fazer correções na declaração. Qualquer exigência do Fisco será acrescida de multa de ofício de, no mínimo, 75% do imposto não pago ou que foi desembolsado em valor menor do que o devido.

Restituição
Quem não está na malha e pagou imposto a mais durante o ano deve ser restituído. O próximo lote de restituição a ser liberado pela Receita Federal é o quinto e está previsto para 15 de outubro. O sexto deve ser pago no dia 16 de novembro e o sétimo, em 17 de dezembro.

Atraso na entrega da declaração
Quem não entregou a declaração do IR pode pagar multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido apurado na declaração, ainda que integralmente pago, sendo que o valor mínimo é de R$ 165,74 e o valor máximo é de 20% do imposto sobre a renda devido.

Fonte: Metrópoles
Comentário

Política BSB

O Pires da Nova Política

Publicado

dia

Transição bem-sucedida

Sergio Moro em entrevista ao Fantástico (Reprodução/TV Globo)

No último governo da ditatura militar de 64, sempre que o presidente João Figueiredo via sua autoridade contestada ameaçava chamar o Pires. No caso, o ministro do Exército, o general Walter Pires. Nem o Pires salvou Figueiredo do desfecho melancólico de deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos.

No primeiro governo civil da chamada Nova República, vez por outra o presidente José Sarney também ameaçava chamar o Pires. O ministro do Exército à época atendia pelo nome de Leônidas Pires Gonçalves. Serviu a Sarney com lealdade, e ao contrário de Walter, jamais pensou em colaborar para que o tempo político se fechasse.

O Pires do governo do capitão, mas não só dele é Sérgio Moro, juiz até um dia desses, ministro da Justiça e da Segurança Pública desde então. Bolsonaro chamou Moro para investigar o laranjal do PSL, o partido da Nova Política. O presidente do Senado chamou Moro para descobrir quem tentou fraudar a recente eleição naquela casa.

Moro é mais seletivo do que os outros Pires. É bem verdade que Bolsonaro não lhe pediu para apurar os rolos de Onyx Lorenzoni, duas vezes envolvido com dinheiro de caixa dois. Mas provocado sobre o assunto, Moro foi logo dizendo que Onyx já pedira perdão. Logo, ele não tinha por que investigá-lo.

Os rolos de Queiroz e de Flávio Bolsonaro? Moro não viu razão para se preocupar com eles. Quebrou a cara quem duvidou que Moro fosse capaz de fazer com sucesso a transição entre o judiciário e a política.

Fonte Veja

 

Ver mais

Política BSB

Preferida dos Bolsonaro rejeita críticas a Carlos: ‘É minha inspiração’

Publicado

dia

Alana Passos (PSL) segue os passos de Carlos

Carlos e Alana Passos: amizade (reprodução/Reprodução)

Única parlamentar do Rio com livre acesso à família Bolsonaro, a deputada estadual Alana Passos (PSL) diz que o estilo pitbull de Carlos Bolsonaro (PSC) é a grande inspiração de seu mandato.

Nem a confusão em que Carlos se meteu nos últimos dias, ao fritar publicamente o ministro Gustavo Bebianno, assusta a deputada.

“Tenho enorme admiração. Vejo a postura dele como de proteção, antes do Jair ser o presidente, é o pai dele”, diz.

“Carlos tem uma conversa direta, sem intermediários, com seus eleitores. É nele que me inspiro na hora de conversar com os meus”, afirma.

Desde o início do mandato, Alana, que frequenta a casa de Jair Bolsonaro, mantém contato com o presidente.

“Bolsonaro tem me dado suporte, por exemplo, no projeto para implantar escolas militares no Rio”, diz.

Fonte Veja

 

Ver mais

Política BSB

Reunião com a Globo pode ter sido estopim para Bolsonaro fritar Bebianno

Publicado

dia

Bolsonaro se sente traído por Bebianno

Bebianno e Bolsonaro: amizade desfeita (Marcos Corrêa/PR)

Uma das razões para a irritação exagerada de Jair Bolsonaro com o  ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, é um profundo sentimento de traição.

Como Bebianno sustenta, os dois, de fato, trocaram áudios nos últimos dias.

Num deles, Bolsonaro dá uma bronca em seu ministro porque ele marcou uma reunião com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, no Palácio do Planalto.

No áudio, Bolsonaro diz: “Como você coloca nossos inimigos dentro de casa?”

Bebianno vinha atuando para abrir um canal de diálogo com a emissora. A relação entre Bolsonaro e a Globo está muito estremecida desde o escândalo das movimentações suspeitas feitas por assessores de Flávio Bolsonaro.

Bolsonaro achou exagerada a maneira como a emissora se comportou com relação ao caso.

Ver o auxiliar se movimentar para abrir esse canal com “os inimigos” ajudou a colocar lenha na fogueira em que Bolsonaro queimou Bebianno em público.

Evidentemente, não é algo razoável. Mas o “capitão” já demonstrou que o equilíbrio não é uma de suas qualidades.

Fonte Veja

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade