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Ciência

Nasa lança satélite para medir mudanças no gelo da Terra

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A missão vai avançar no conhecimento de como as camadas de gelo contribuem para o aumento do nível do mar

Um satélite da Nasa projetado para medir com precisão as placas de gelo, geleiras, bancos de gelo marinho e vegetação foi lançado neste sábado, da Califórnia, nos Estados Unidos. Um foguete transportando o ICESat-2 decolou da Base Aérea de Vandenberg em direção à órbita polar.

O diretor da Nasa na Divisão de Ciências da Terra, Michael Freilich, disse que a missão vai avançar no conhecimento, principalmente, de como as camadas de gelo da Groenlândia e Antártida contribuem para o aumento do nível do mar.

O ICESat-2 carrega um único instrumento, um altímetro a laser que mede a altura determinando quanto tempo fótons levam para viajar da espaçonave para a Terra e voltar. A missão sucede a original ICESat, que funcionou de 2003 a 2009. As medições continuaram desde então com instrumentos aerotransportados na Operação IceBridge.

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Ciência

Último livro do Stephen Hawking responde suas questões mais frequentes

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Iniciado em 2017, a obra foi finalizada por parentes e amigos

São Paulo – Durante sua vida, o mais célebre astrofísico do século 20, Stephen Hawking, foi bombardeado com questões a respeito do universo e do futuro da espécie humana. Algumas das respostas podem finalmente ser encontradas no livro póstumo que acaba de ser lançado.

Intitulado “Breves Respostas para Grandes Questões”, o livro foi iniciado ano passado por Hawking, que faleceu em março deste ano, aos 76 anos de idade. Membros da família e amigos acadêmicos finalizaram a obra usando materiais de seu vasto arquivo pessoal.

Questões existenciais, tecnologia e universo

Na obra são abordadas questões diversas que habitavam a mente inquieta de Hawking, como a existência de Deus, o início de tudo, o que há dentro de um buraco negro, a possibilidade de prevermos o futuro ou viajar no tempo, se poderemos sobreviver no planeta Terra e se seremos superados pela inteligência artificial.

Algumas opiniões presentes no livro já eram de conhecimento do público que acompanhou a trajetória do astrofísico, como a de que os humanos não têm opção a não ser deixar a Terra. A obra pretende ser a junção de todos os pensamentos finais de Hawking sobre a humanidade, a tecnologia e o universo.

Para os acadêmicos saudosos, o cientista deixou um artigo sobre o cálculo da entropia de buracos negros, revisado por sua equipe de físicos e publicado no início deste mês.

O lançamento do livro no Brasil está previsto para o dia 14 de novembro e será publicado pela editora Intrínseca.

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Ciência

Japoneses confirmam 1º caso de meteorito a atingir edifício em 15 anos

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Meteorito de Komaki será agora enviado a uma organização com sede nos Estados Unidos para registro

Tóquio, 16 out (EFE).- Cientistas japoneses confirmaram o primeiro caso de um meteorito que atingiu um edifício no país asiático nos últimos 15 anos, anunciou o Museu Nacional de Ciências Naturais do Japão.

Trata-se de uma rocha do tamanho de uma mão e de aproximadamente 550 gramas, que foi batizada como “Meteorito de Komaki” em alusão à cidade do centro de Japão onde foi encontrado por um morador depois que o objeto atingiu o telhado de sua casa.

O meteorito caiu em Komaki em 26 de setembro e, desde então, foi analisado por cientistas do citado museu nacional para determinar sua origem e sua composição, conforme publicou nesta terça-feira o jornal japonês “Asahi”.

Os especialistas confirmaram que a rocha procede do espaço e que tem idade estimada em 4,6 bilhões de anos, similar à origem do sistema solar.

O último caso de um meteorito que caiu sobre um edifício no Japão aconteceu em 2003 em Hiroshima, no oeste do país.

Até o momento, caíram no total 52 meteoritos no arquipélago japonês que foram reconhecidos pela Meteoritical Society, a organização internacional de referência na matéria.

O Meteorito de Komaki será agora enviado a essa organização com sede nos Estados Unidos para que seja incluído no registro global de corpos celestes que caíram na Terra.

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Ciência

Alunos da UFRJ criam bioplástico que muda de cor quando alimento estraga

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Várias empresas e campanhas de conscientização vêm diminuindo o uso de sacolas, embalagens plásticas e outros derivados que causam grandes danos ao ecossistema e aos animais. Além disso, há um esforço mundial para reduzir o desperdício de comida e valorizar o uso dos recursos disponíveis.

Agora, uma iniciativa verde de estudantes de vários cursos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) traz uma alternativa bastante interessante a esse contexto: um bioplástico que pode indicar se o alimento está estragado. “Fomos premiados como melhor projeto de sustentabilidade na área de alimentos e ganhamos a consultoria do Sebrae. A ideia é internacionalizar o projeto do bioplástico, que é biodegradável e inteligente”, diz Lorena Ballerini, de 26 anos, aluna do último período do curso de Nanotecnologia, em entrevista ao Extra.

O projeto foi desenvolvido e premiado durante um hackaton promovido pela própria UFRJ e pelo Sebrae, no campus Xerém, em Duque de Caxias. Um ano depois, ele se transforma na startup Plasticor, que pretende criar embalagens ou fitas capazes de mostrar se os produtos ainda estão próprios para consumo.

Os integrantes da equipe já registraram o bioplástico na vaquinha coletiva Kickante, com o valor total de R$ 10 mil — até a manhã desta segunda-feira (15), a arrecadação tinha R$ 500, a 57 dias de seu fim. Entre os apoiadores, os alunos têm o Sindicato de Alimentos da Baixada Fluminense (Simapan), que conta com mais de 5 mil empresas associadas, das quais são mais de 2,3 mil padarias na região.

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