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MP-DF aciona Justiça contra secretário de Saúde por falta de máquinas de ressonância

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Gestor e sub são acusados de ‘não tomar medidas efetivas’ para adquirir equipamentos. Governo gastou R$ 18 milhões tendo que terceirizar serviço, diz MP.

Ministério Público do Distrito Federal entrou com ação de improbidade na Justiça contra o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, e a subsecretária de Administração Geral, Marúcia Valença de Miranda. Eles são acusados de “não tomar medidas efetivas” para adquirir equipamentos de ressonância magnética.

De acordo com a ação, o governo gastou R$ 18 milhões com a terceirização do serviço, por não adquirir os aparelhos, entre 2015 e 2017.

À Justiça, o MP faz um pedido liminar (com urgência) para que a secretaria adote em até 60 dias “todas as medidas cabíveis para adquirir e instalar, no mínimo, três aparelhos de ressonância magnética”.

Na ação, o órgão também requer que os dois gestores fiquem com os direitos políticos suspensos por cinco anos, sejam exonerados e multados em até 100 vezes o valor dos salários que recebem. Por fim, a promotora Marisa Isar, da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde, pede pagamento de danos morais.

A promotora também criticou o fato de os pacientes terem de fazer exames fora da rede pública. “De acordo com relatos de médicos, o exame feito fora do hospital enseja dificuldades com o transporte do paciente em ambulância até clínicas particulares. No caso da área de neurocirurgia no Hospital de Base, inviabiliza o fluxo de assistência aos pacientes do pronto-socorro, situação que aumenta o risco de morte e de complicações neurológicas”, declarou.

Secretaria de Saúde do Distrito Federal (Foto: Raquel Morais/G1)

Secretaria de Saúde do Distrito Federal (Foto: Raquel Morais/G1)

Situação

De acordo com o MP, o único equipamento em funcionamento na rede pública de saúde, que já se encontrava obsoleto, quebrou definitivamente e não foi substituído há dois anos. “Por esse motivo, foi instaurado processo administrativo para a compra de, pelo menos, três novos aparelhos, cuja necessidade havia sido reconhecida desde 2011.”

“Quando já havia termo de referência pronto e pareceres de todos os órgãos técnicos e de assistência confirmando os locais onde os equipamentos seriam instalados, a SES cancelou o procedimento sob a justificativa de criar um grupo de trabalho para definir quantos aparelhos de ressonância magnética e tomógrafos seriam necessários para atender toda a rede pública”, continuou o MP.

O órgão afirmou ainda que, até março deste ano, havia 10.340 pessoas aguardando na fila de espera para um exame de ressonância. A mais antiga delas esperava desde 2014. A demanda era de 653 solicitações por mês para pacientes internados e 2.003 procedimentos eletivos.

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Política BSB

Os 300 milhões de reais de Eunício

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Dinheiro devolvido ao erário

De saída (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Eunício Oliveira aproveitará a reta final à frente do Congresso para bater bumbo sobre sua gestão. Ele anunciará, por exemplo, que o Senado devolveu ao Tesouro 303 milhões de reais nos últimos dois anos: 203 milhões em 2017 e o restante ao longo de deste ano. Fonte: Portal Veja

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Política BSB

O ponto onde Bolsonaro e os independentes se encontram

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Quase todos contra Renan Calheiros

Sonhando em voltar ao comando (Evaristo Sá/AFP)

Um projeto une Jair Bolsonaro a quinze senadores que se autointitulam independentes: impedir Renan Calheiros de voltar à presidência do Senado.

A depender dos primeiros capítulos da próxima legislatura, se não surgirem alternativas, há a possibilidade de parlamentares de PDT, Rede, PSB (os tais independentes) apoiarem David Alcolumbre (DEM), até aqui, o preferido do futuro governo para comandar a Casa.

Entretanto, no bloco pluripartidário, capitaneado por Randolfe Rodrigues e Cid Gomes, ainda há resistências importantes a Alcolumbre. O próprio Cid não curte a ideia de fechar com o quadro do DEM. Fonte: Portal Veja

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Política BSB

MPF recorre contra sentença de Gabriela Hardt

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Juíza substituta de Sergio Moro tem sentença constestada

Gabriela Hardt: sentença contestada pelo MPF (//Reprodução)

O Ministério Público Federal recorreu contra a sentença da juíza Gabriela Hardtna ação penal que investigou pagamento de propina nas obras do Complexo Petroquímico Suape, em Pernambuco.

Segundo a sentença da magistrada, a Odebrecht pagou R$ 32,5 milhões em propinas a ex-executivos da Petrobras e da Petroquisa.

Entre os condenados estão Rogério Santos de Araújo, ex-diretor da Odebrecht, Olívio Rodrigues Junior, doleiro, Isabel Izquierdo, representante do Banco Société Générale, e Maurício de Oliveira Guedes, ex-gerente da Petrobras.

Hardt é juíza substituta da 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná. Ela assumiu as ações da Lava-Jato após a saída de Sergio Moro, que comandará o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Fonte: Portal Veja

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