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Ministro do Trabalho deve levar adiante reforma trabalhista, diz Temer

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Segundo o presidente, Vieira de Mello é um nome “de grande experiência” e traz para a equipe “décadas de atuação na área jurídica”

Brasília – O presidente Michel Temer deu posse, nesta terça-feira, 10, a Caio Vieira de Mello como novo ministro do Trabalho. Ele assume o cargo em substituição a Helton Yomura, afastado na semana passada após ser alvo da Operação Registro Espúrio, da Polícia Federal.

Em seu discurso, Temer destacou que o novo ministro deve levar adiante a reforma trabalhista e outras transformações que acredita ainda poderão ser feitas, apesar do pouco tempo que tem à frente do governo. “Nós temos seis meses pela frente, há quem diga que é um período curto, mas para quem tanto fez em dois anos, seis meses representa uma quarta parte de dois anos. E se fizermos nesses seis meses o que fizemos em uma quarta parte desses dois anos, vamos avançar mais ainda.”

Segundo o presidente, Vieira de Mello é um nome “de grande experiência” e traz para a equipe “décadas de atuação na área jurídica, mas sobretudo na área da justiça trabalhista”. “É plena a nossa confiança na capacidade técnica e também na sua vocação para o diálogo”, elogiou.

Temer disse ainda que o novo ministro “acumula conhecimento valioso” principalmente para retomada da criação de postos de trabalho, destacando que somente este ano já são mais 280 mil carteiras assinadas. “Temos feito tudo pelo emprego no sentido mais amplo, recuperamos credibilidade da economia e, com isso, naturalmente, estamos recolocando país no trilho do crescimento.”

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Alberto Fraga: “Se o Frejat desistir, vou disputar a vaga ao governo”

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Até então pré-candidato ao Senado pela coalizão encabeçada por Jofran Frejat (PR) ao Governo do Distrito Federal (GDF), o deputado federal Alberto Fraga (DEM) afirmou à coluna nesta segunda-feira (16/7) que pretende ser o novo cabeça da chapa caso o ex-secretário de Saúde mantenha a decisão de desistir da corrida pelos votos a governador do DF.

“Se o Frejat desistir, também vou disputar a vaga para o governo. Fechamos um acordo com ele, pois era o mais bem colocado nas pesquisas. Caso ele realmente saia do páreo, as negociações voltam ao início”, declarou o democrata.

O impasse sobre a possível desistência de Frejat abalou o cenário político na última sexta-feira (13). O preferido dos brasilienses para ocupar o Palácio do Buriti, segundo recentes pesquisas, chegou a afirmar que “não venderia a alma ao diabo”, em referência às pressões sofridas por aliados da chapa.

Fonte: Caio Barbieri/Metrópoles

 

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Rosso espera escolha de Frejat para decidir se concorrerá ao GDF

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Foto, Michael Melo/Metrópoles

Após ventilar a hipótese de concorrer ao Governo do Distrito Federal (GDF), o deputado federal Rogério Rosso (PSD) decidiu esperar mais um pouco para ter certeza de que o ex-secretário de Saúde Jofran Frejat (PR) desistirá da corrida eleitoral.

A decisão por aguardar o grupo de Frejat foi tomada em conjunto com representantes da terceira via, grupo de seis partidos coordenado pelo senador Cristovam Buarque (PPS). Na manhã desta segunda-feira (16/7), integrantes se reuniram e traçaram a estratégia.

“Vamos aguardar a decisão de Frejat. O PDT também pediu para esperar. Trabalhamos desde o início pela união dos grupos de oposição ao governador Rodrigo Rolemberg. Nossa aliança está sólida e, caso Frejat continue, vamos trabalhar pela união dos grupos. Caso ele não venha a concorrer, vamos pedir o apoio dele e de seus aliados para a nossa coligação. Portanto, em respeito à história e liderança do Frejat, vamos aguardar a sua decisão e, seja ela qual for, vamos respeitar”, declarou Rosso.

De acordo com Cristovam, em eventual desistência de Frejat, o melhor nome que se apresenta é o do deputado federal do PSD. “Mas vamos aguardar para ver como termina esta confusão do grupo de Frejat, como termina tudo isso. Esperamos que não dure mais de um dia”, destacou o senador.

Fonte: Isadora Teixeira/Metrópoles
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Novo ministro do Trabalho diz que se necessário fará uma limpa na pasta

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Caio Vieira de Mello afirmou que poderá fazer mudanças no ministério, afetado por denúncias de corrupção

BRASÍLIA (Reuters) – Ao tomar posse nesta terça-feira (10), o novo ministro do trabalho, Caio Vieira de Mello, afirmou que poderá fazer mudanças no ministério, afetado por denúncias de corrupção e cujo ex-ministro Helton Yomura foi proibido pela Justiça de entrar no prédio.

Ao ser perguntado insistentemente, depois de sua cerimônia de posse, se faria uma limpa no ministério, Vieira de Melloindicou que poderá ter que tomar medidas para sanear a pasta, ainda hoje dominada por indicações políticas.

“Se necessário, poderá ser feito. Vou examinar bem e medidas serão tomadas. O ministério tem que ser técnico, tem que funcionar tecnicamente”, disse.

Vieira de Mello é desembargador aposentado, foi vice-presidente judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região entre 2008 e 2009.

A escolha, de acordo com o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, foi pessoal do presidente Michel Temer e não teve interferências políticas.

Vieira de Mello foi indicado na tarde de segunda-feira para substituir Yomura. Na semana passada, o então ministro –ex-secretaria-executivo da pasta, indicado pelo PTB– foi impedido pela Justiça de voltar a entrar no ministério.

Dominado há vários anos pelo PTB, o ministério é o centro das três fases da operação Registro Espúrio que, em sua segunda fase chegou a fazer buscas em endereços ligados à deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), que chegou a ser indicada por Temer para comandar a pasta, mas não assumiu após um imbróglio judicial. Na primeira fase, foram alvos os deputados petebistas Jovair Arantes (GO) e Wilson Filho (PB) e Paulinho da Força (SP), do Solidariedade.

Na quinta-feira, diante de um ministério acéfalo –o secretário-executivo, Leonardo Arantes, havia sido preso há um mês, na segunda etapa da operação– Temer nomeou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, como interino, acumulando os dois cargos. Padilha concordou, mas avisou o presidente que não queria ficar na posição por muito tempo.

Vieira de Mello disse que fará um “exame apurado” de todas as situações nos próximos dias. Perguntado se seis meses de governo não é pouco tempo, disse que isso não era um problema para ele e que acredita que poderá colaborar.

O novo ministro disse ainda que há uma “tensão muito grande entre capital e trabalho”, mas que não vê necessidade de mudança na reforma trabalhista. “É muito precário emitir opinião sem uma aplicação efetiva da reforma”, disse, acrescentando, no entanto que se mudanças forem consideradas necessárias no futuro, podem vir a ser feitas.

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