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Livros sobre direitos humanos são danificados em biblioteca da UnB; obras estão com a PF

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Por meio de nota, a administração da UnB afirmou que pedirá a abertura de investigação

Arquivo Pessoal/Divulgação

Sete livros da biblioteca central da Universidade de Brasília (UnB) foram danificados. As obras contam a história da “luta por direitos humanos” no País e estão agora sob poder da Polícia Federal para investigação.

De acordo com a TV Globo, o bibliotecário responsável afirmou que os danos são muito característicos e identificados nos sete exemplares. Segundo ele, o fato ocorre desde o começo do ano, mas a suposição é de casos isolados.

Foram quatro livros da área de direitos humanos, um sobre a história do movimento pagão na Europa e dos sobre o renascimento. Algumas das páginas rasgadas narram o fim da ditadura.

Por meio de nota, a administração da UnB afirmou que pedirá a abertura de investigação para apurar as circunstâncias dos danos e identificar os responsáveis.

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    Política BSB

    O Pires da Nova Política

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    Transição bem-sucedida

    Sergio Moro em entrevista ao Fantástico (Reprodução/TV Globo)

    No último governo da ditatura militar de 64, sempre que o presidente João Figueiredo via sua autoridade contestada ameaçava chamar o Pires. No caso, o ministro do Exército, o general Walter Pires. Nem o Pires salvou Figueiredo do desfecho melancólico de deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos.

    No primeiro governo civil da chamada Nova República, vez por outra o presidente José Sarney também ameaçava chamar o Pires. O ministro do Exército à época atendia pelo nome de Leônidas Pires Gonçalves. Serviu a Sarney com lealdade, e ao contrário de Walter, jamais pensou em colaborar para que o tempo político se fechasse.

    O Pires do governo do capitão, mas não só dele é Sérgio Moro, juiz até um dia desses, ministro da Justiça e da Segurança Pública desde então. Bolsonaro chamou Moro para investigar o laranjal do PSL, o partido da Nova Política. O presidente do Senado chamou Moro para descobrir quem tentou fraudar a recente eleição naquela casa.

    Moro é mais seletivo do que os outros Pires. É bem verdade que Bolsonaro não lhe pediu para apurar os rolos de Onyx Lorenzoni, duas vezes envolvido com dinheiro de caixa dois. Mas provocado sobre o assunto, Moro foi logo dizendo que Onyx já pedira perdão. Logo, ele não tinha por que investigá-lo.

    Os rolos de Queiroz e de Flávio Bolsonaro? Moro não viu razão para se preocupar com eles. Quebrou a cara quem duvidou que Moro fosse capaz de fazer com sucesso a transição entre o judiciário e a política.

    Fonte Veja

     

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    Política BSB

    Preferida dos Bolsonaro rejeita críticas a Carlos: ‘É minha inspiração’

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    Alana Passos (PSL) segue os passos de Carlos

    Carlos e Alana Passos: amizade (reprodução/Reprodução)

    Única parlamentar do Rio com livre acesso à família Bolsonaro, a deputada estadual Alana Passos (PSL) diz que o estilo pitbull de Carlos Bolsonaro (PSC) é a grande inspiração de seu mandato.

    Nem a confusão em que Carlos se meteu nos últimos dias, ao fritar publicamente o ministro Gustavo Bebianno, assusta a deputada.

    “Tenho enorme admiração. Vejo a postura dele como de proteção, antes do Jair ser o presidente, é o pai dele”, diz.

    “Carlos tem uma conversa direta, sem intermediários, com seus eleitores. É nele que me inspiro na hora de conversar com os meus”, afirma.

    Desde o início do mandato, Alana, que frequenta a casa de Jair Bolsonaro, mantém contato com o presidente.

    “Bolsonaro tem me dado suporte, por exemplo, no projeto para implantar escolas militares no Rio”, diz.

    Fonte Veja

     

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    Política BSB

    Reunião com a Globo pode ter sido estopim para Bolsonaro fritar Bebianno

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    Bolsonaro se sente traído por Bebianno

    Bebianno e Bolsonaro: amizade desfeita (Marcos Corrêa/PR)

    Uma das razões para a irritação exagerada de Jair Bolsonaro com o  ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, é um profundo sentimento de traição.

    Como Bebianno sustenta, os dois, de fato, trocaram áudios nos últimos dias.

    Num deles, Bolsonaro dá uma bronca em seu ministro porque ele marcou uma reunião com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, no Palácio do Planalto.

    No áudio, Bolsonaro diz: “Como você coloca nossos inimigos dentro de casa?”

    Bebianno vinha atuando para abrir um canal de diálogo com a emissora. A relação entre Bolsonaro e a Globo está muito estremecida desde o escândalo das movimentações suspeitas feitas por assessores de Flávio Bolsonaro.

    Bolsonaro achou exagerada a maneira como a emissora se comportou com relação ao caso.

    Ver o auxiliar se movimentar para abrir esse canal com “os inimigos” ajudou a colocar lenha na fogueira em que Bolsonaro queimou Bebianno em público.

    Evidentemente, não é algo razoável. Mas o “capitão” já demonstrou que o equilíbrio não é uma de suas qualidades.

    Fonte Veja

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