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Livros sobre direitos humanos são danificados em biblioteca da UnB; obras estão com a PF

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Por meio de nota, a administração da UnB afirmou que pedirá a abertura de investigação

Arquivo Pessoal/Divulgação

Sete livros da biblioteca central da Universidade de Brasília (UnB) foram danificados. As obras contam a história da “luta por direitos humanos” no País e estão agora sob poder da Polícia Federal para investigação.

De acordo com a TV Globo, o bibliotecário responsável afirmou que os danos são muito característicos e identificados nos sete exemplares. Segundo ele, o fato ocorre desde o começo do ano, mas a suposição é de casos isolados.

Foram quatro livros da área de direitos humanos, um sobre a história do movimento pagão na Europa e dos sobre o renascimento. Algumas das páginas rasgadas narram o fim da ditadura.

Por meio de nota, a administração da UnB afirmou que pedirá a abertura de investigação para apurar as circunstâncias dos danos e identificar os responsáveis.

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    Política BSB

    Onyx diz ter ‘certeza’ que STF julgará procedentes decretos de armas

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    Ministro participou de uma audiência na CCJ da Câmara para explicar propostas do governo sobre o tema

    O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

    O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira, 18, “ter certeza” de que o Supremo Tribunal Federal irá julgar procedentes os decretos editados presidente Jair Bolsonaro para facilitar a aquisição, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo.

    “Tenho certeza que o Supremo vai reconhecer a legitimidade do presidente de regulamentar, que na regulamentação não há nenhum ato inconstitucional e vai ser validado pelo STF um ato do Poder Executivo”, disse. Onyx participou, nesta terça-feira, de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em que foi convocado para explicar os decretos sobre as armas.

    Na semana que vem, o STF irá julgar cinco ações que questionam as alterações promovidas por Bolsonaro nas regras para se ter e portar armas. As ações foram movidas pelo PSB, Psol e pela Rede Sustentabilidade. O Psol acusa o decreto de usurpar competências que seriam do Congresso Nacional e alega que a flexibilização nas regras coloca em risco iminente a vida dos brasileiros e de quem vive, trabalha ou passeia no país.

    Para a Rede, o decreto é um verdadeiro “libera geral”, “põe em risco a segurança de toda a sociedade e a vida das pessoas” e vai favorecer “poucos abastados que podem pagar para se armar até os dentes”.

    Onyx afirmou ainda que o governo respeitou a Constituição ao editar os decretos e que está disposto a discuti-los em qualquer fórum.

    (Com Estadão Conteúdo)

     

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    Política BSB

    Líder do PSL joga toalha e contabiliza derrota das armas na Câmara

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    Derrota acachapante

    Diante da acachapante derrota ontem no plenário do Senado, o governo já conta com novo revés do decreto das armas na Câmara.

    “Perdeu o povo brasileiro aqui e vai perder lá também” – disse o líder Major Olímpio.

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    Política BSB

    Líder do governo cita jurista da Comissão da Verdade para defender Moro

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    O presidente detestava essa comissão

    Líder do governo, Fernando Bezerra citou o jurista José Paulo Cavalcante Filho para defender Moro.

    O advogado disse não ver nada demais nas declarações vazadas de Moro.

    Detalhe: Cavalcante integrou a Comissão Nacional da Verdade, que concluiu pela condenação de dezenas de militares da ditadura, todos defendidos por Bolsonaro.

    O presidente detestava essa comissão.

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