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Iphan define normas para unificar combate a incêndios em edifícios tombados

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Portaria é publicada dias após incêndio que destruiu o Museu Nacional, no Rio. Texto tem diretrizes para saídas de emergência, sistemas de hidrantes, alarmes e outros itens.

Pessoas observam o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, na noite de domingo (2) (Foto: Leo Correa/AP)

O Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) definiu diretrizes para unificar projetos de prevenção e combate a incêndios em edifícios tombados no Brasil.

A portaria foi públicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (6), quatro dias após o incêndio que destruiu o prédio do Museu Nacional, maior museu de história natural do país, na Zona Norte do Rio.

Segundo o Iphan, o texto era discutido desde julho de 2017. O objetivo é buscar uma uniformização que atenda a todo o país, já que cada estado tem uma normativa própria sobre combate e prevenção de incêndios.

Antes da medida, o Iphan só realizava ações pontuais, como a produção de cartilhas sobre riscos ao patrimônio cultural.

Entre os pontos citados na portaria, estão:

  • Normas para saídas, iluminação e sinalização de emergência
  • Aplicação de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, fenômenos naturais que podem causar incêndios
  • Atuação da brigada de incêndio
  • Planejamento de emergência
  • Uso de sistemas de hidrantes, detecção e alarme de incêndio, extintores, chuveiros automáticos e gases para combate a chamas

As medidas também se aplicam aos bens inscritos na Lista do Patrimônio Cultural Ferroviário.

O texto mantêm a necessidade de aprovação dos projetos pelo Corpo de Bombeiros, conforme legislação local dos estados. Quando for necessário, o Iphan poderá recomendar alternativas às propostas, que deverão ser reanalisadas pelos bombeiros.

O conjunto de normas é resultado de discussões que incluíram o Ministério Público Federal e representantes dos bombeiros de todo o país, afirma o instituto.

Incêndio no Museu Nacional

O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, foi destruído por um incêndio de grandes proporções entre a noite de domingo (2) e a manhã desta segunda-feira (3). O local tinha um acervo de 20 milhões de itens, como fósseis, múmias, peças indígenas e livros raros.

As causas da tragédia ainda são desconhecidas. O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, falou sobre possíveis hipóteses, como curto-circuito e a queda de um balão. A Polícia Federal vai investigar.

Os bombeiros chegaram ao local logo após o início do incêndio, mas, segundo eles, os dois hidrantes próximos ao edifício não tinham pressão suficiente. O comandante-geral, coronel Roberto Robadey Costa Junior, disse que a falta de água atrasou os trabalhos em meia hora.

Fonte: G1 DF

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UnB oferece curso de defesa pessoal; comunidade externa pode participar

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Aula de defesa pessoal no Instituto Central de Ciências da Universidade de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Um curso de defesa pessoal que tem mobilizado estudantes e servidores da Universidade de Brasília (UnB) também está aberto a quem não é ligado à instituição.

Nas aulas, os alunos aprendem a se livrar de situações de risco e a sair do raio de ação de agressores. O grupo se reúne às quartas e sexta-feiras, das 12h às 13h30, no Instituto Central de Ciências (ICC).

As aulas são ministradas por Yvone Duarte, professora de defesa pessoal formada em serviço social com especialização em saúde mental, além de primeira brasileira a conseguir faixa preta no jiu-jítsu. Ela já foi professora da Academia de Polícia Militar de Brasília.

A professora diz que o projeto pretende combater violência física e emocional, além de fortalecer a autoconfiança e a autoestima.

Yvone Duarte, professora de defesa pessoal na UnB — Foto: TV Globo/Reprodução

“É uma tentativa de que as pessoas consigam ter recurso para se defender numa tentativa de ataque. Geralmente, quem te ataca é uma pessoa covarde, mais alta, mais forte e que te ataca por trás”, afirma.

“Não é para substituir o papel de quem está se defendendo pelo de agressor. Estamos tentando impedir a violência do outro.”

Aula de defesa pessoal no Instituto Central de Ciências da Universidade de Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

“A aula não te ensina a reagir, mas a saber como agir em uma reação adversa”, diz o estudante de direito Ítalo Daltio, um dos 42 alunos da aula.

Para a diretora de Diversidade da UnB, Susana Xavier, a busca pelo curso dá um panorama da questão da violência dentro da universidade. “A gente acolhe, cuida, orienta e dialoga. Esse é o nosso trabalho aqui”, comenta.

Os interessados nas aulas devem entrar em contato com a Diretoria da Diversidade da UnB, no campus Darcy Ribeiro, ou ligar no telefone (61) 3107-2645.

Para alunos da instituição, as aulas de defesa pessoal servem como extensão e, por isso, dão créditos aos alunos.

Fonte: G1 DF.

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Atendimento da Defensoria Pública está suspenso em três postos do Na Hora no DF

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O Na Hora DF, na Rodoviária do Plano Piloto em Brasília, funciona desde às 7h da manhã, mas com serviços reduzidos — Foto: Marília Marques/G1

O atendimento da Defensoria Pública está suspenso em três postos do Na Hora no Distrito Federal, em Taguatinga, Ceilândia e no Gama. O único posto onde as orientações jurídicas estão sendo prestadas nesta segunda-feira (15) fica em Sobradinho.

Segundo o subsecretário de Modernização do Na Hora, Mateus Lolas, o motivo é a falta de supervisores e a consequente revisão da parceria. O serviço deve ser retomado dentro de duas semanas.

“Para manter a parceria é preciso que haja um supervisor que faça a ponte entre o Na Hora e o órgão prestador dos serviços.

Com a reestruturação do termo de cooperação técnica, a Defensoria Pública vai oferecer um treinamento para advogados da Secretaria de Justiça que serão realocados nos postos do Na Hora.

Fonte: G1 DF.

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É Destaque

Senador eleito, Izalci defende PEC do teto de gastos, mas admite possibilidade de mudança

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Em entrevista ao Bom Dia DF nesta quinta-feira (11), o senador eleito Izalci (PSDB) defendeu a PEC do teto de gastos, mas admitiu a possibilidade de mudança na regra a partir de 2019. Como deputado federal, o político votou pela aprovação da lei, em 2016, que estabelece um limite para o aumento dos gastos públicos por 20 anos.

“Aquilo foi para dar uma estagnada do déficit público, que estava muito alto. Todo ano aumentando. Mas não houve nos últimos dois anos nenhum prejuízo para a educação e a saúde. Os investimentos aumentaram nos últimos dois anos”, declarou.

“Com a entrada do novo presidente, evidentemente, deve alterar tudo isso.”

Izalci também afirmou que, como senador, vai buscar dar “mais sustentação” às universidades públicas. “A maioria delas passa por dificuldade, mas precisamos rever e cobrar um pouco mais da gestão. Muitas universidades carecem de gestão mais eficiente.”

Além disso, o político prometeu combater regalias para políticos. “Temos que tirar o que é privilégio e dar tratamento como para qualquer trabalhador. Isso daí carece de uma mudança”, disse.

Ainda assim, ele não declarou se pretende abrir mão dos próprios benefícios a que terá direito como senador – por exemplo, a verba indenizatória.

Questionado sobre a formação do futuro gabinete, ele afirmou que vai continuar trabalhando “com pessoas com competência para corresponder à expectativa da população”.

“Temos que mudar muito a gestão pública, no Brasil todo. O que está faltando é planejamento, execução mais eficiente. Vamos trabalhar muito bem para representar o DF. Trazer mais recurso, acompanhando a legislação, para melhorar a condição de vida.”

Deputado federal no segundo mandato, Izalci foi eleito para a segunda vaga de senador, com 403.735 votos (15,33% dos votos válidos).

Na quarta-feira (10), a entrevista foi com a senadora eleita Leila do Vôlei, que terminou a disputa em primeiro lugar, com 467.787 votos (17,76% dos votos válidos).

Fonte: G1 DF.

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