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IPC-S de setembro sobe 0,45%, revela FGV

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Com o resultado, o índice acumula avanço de 3,71% no ano e ganhou intensidade na leitura em 12 meses, atingindo 4,64% em setembro

São Paulo – O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) subiu 0,45% em setembro, em expansão após a alta de 0,07% registrada em agosto, conforme a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o IPC-S acumula avanço de 3,71% no ano e ganhou intensidade na leitura em 12 meses, atingindo 4,64% em setembro após 4,15% em agosto.

O resultado mensal do IPC-S ficou ligeiramente acima da mediana de 0,40% obtida em pesquisa do Projeções Broadcast com instituições do mercado e dentro do intervalo, que ia de 0,33% a 0,48%.

Na comparação com a terceira quadrissemana de setembro também houve aceleração do indicador, já que a taxa de variação naquela leitura havia sido de 0,32%.

No período, seis das oito classes de despesas registraram acréscimo: Transportes (de 0,64% para 1,09%), Habitação (de 0,26% para 0,36%), Alimentação (de 0,10% para 0,16%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,18% para 0,30%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,48% para 0,59%) e Comunicação (de 0,07% para 0,18%). Por outro lado, recuaram Vestuário (de 0,87% para 0,63%) e Despesas Diversas (de 0,41% para 0,18%).

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Brasil foi o país que mais abriu seu mercado em 2018, diz OMC

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Michel Temer adotou 16 medidas para facilitar o comércio e abrir o mercado para produtos estrangeiros

Imagem de arquivo de Michel Temer: presidente adotou medidas para pressionar abertura de mercado (Adriano Machado/Reuters)

Genebra – O Brasil foi o país que mais medidas adotou para abrir seu mercado a produtos estrangeiros, entre outubro de 2017 e outubro de 2018. Os dados foram publicados nesta terça-feira, 11, pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que destaca uma proliferação do protecionismo pelo mundo e alerta os países para que tomem iniciativas para “desescalar” a tensão.

No total, o governo de Michel Temer adotou 16 medidas para facilitar o comércio, incluindo reduções de tarifas de importação, suspensão de certas barreiras e incentivos para exportadores. Alguns impostos de importação foram eliminados, como no caso de vacinas e outros remédios. Produtos químicos, bens de capital e outros setores também foram beneficiados.

Uma de cada dez medidas para facilitar o comércio no mundo em 2018 foi adotada pelo governo brasileiro.

A constatação é uma reviravolta profunda em comparação às conclusões que a OMC tirava sobre o comportamento do Brasil até 2014, quando o País liderava entre os governos que mais medidas protecionistas adotavam.

No período avaliado, o Canadá adotou apenas uma medida para facilitar o comércio. Na União Europeia, também houve apenas uma iniciativa, contra seis na China. Nos Estados Unidos, foram duas medidas de abertura em todo o ano.

No mesmo período avaliado, o governo brasileiro iniciou apenas nove investigações antidumping, contra 12 no ano anterior e 15 em 2016. A taxa brasileira, porém, ficou distante das mais de 40 medidas antidumping iniciadas pelos americanos em 2018.

No Brasil, o governo ainda impôs dez taxas antidumping, também no mesmo período entre 2017 e 2018. O número foi inferior às 14 medidas adotadas no ano passado. A liderança, nesse caso, é da Índia, com 43 medidas. Outras 34 foram implementadas pelo governo de Donald Trump.

Mas o comportamento do governo brasileiro destoa de uma tendência mundial, com a aceleração de medidas protecionistas e a guerra comercial entre EUA e China. Ao apresentar seu informe aos países em Genebra, o diretor-geral da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, indicou que há um “aumento significativo” da cobertura do comércio mundial afetado por barreiras.

O documento é o primeiro levantamento completo das medidas adotadas no mundo diante da atual tensão entre potências. “A proliferação de medidas restritivas e as incertezas criadas por tais ações poderia ameaçar a recuperação econômica”, afirmou Azevêdo. “Peço a todos os membros que usem todos os meios de que dispõem para desescalar essa situação”, pediu o brasileiro. Fonte: Portal Exame

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Economia

Mercado de energia ultrapassa marca de US$ 241 bilhões no mundo

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Segundo a EY,  energia renovável representou 41% do volume global de negócios no terceiro trimestre

Energia elétrica. (zhengzaishuru/Thinkstock)

São Paulo – O mundo vive hoje um momento de crescimento expressivo no setor de energias renováveis e de diversificação da matriz energética.

Até setembro, o valor das transações globais de energia atingiu um recorde de US$ 241,8 bilhões de acordo com o relatório da Ernst & Young Power Transactions and Trends.

Segundo a EY,  52 contratos de energia renovável foram fechados em todo o mundo no terceiro trimestre, o que representa 41% do volume global de negócios registrado no setor de energia e serviços públicos. Os outros 59% foram transações de serviços de gás.

O mercado atingiu a marca de US$28,8 bilhões nas Américas do Sul e do Norte, o que representa quase metade (46%) do valor de transações, que totalizou US$ 61,9 bilhões no período.

Nas duas regiões, as movimentações em energia renovável alcançaram US$ 4,5 bilhões nos meses de julho, agosto e setembro, sendo que 96% deles foram realizados nos EUA.

Para o quarto trimestre (out-dez), a consultoria estima que os investimentos serão reforçados com a conclusão das discussões entre os 28 países-membros da União Europeia sobre o futuro regulatório do mercado de eletricidade na região. Fonte: Portal Exame

 

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Mercado Livre tem R$ 245 mi para emprestar a empreendedores

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O foco do aporte são os vendedores que oferecem seus produtos e serviços em seu marketplace, o maior comércio eletrônico do país

O Mercado Crédito já concedeu mais de 665 milhões de reais em crédito para vendedores online no Brasil, utilizando uma análise de pontuação própria que permite a pré-aprovação do crédito (//Divulgação)

O Mercado Livre vem disputando cada vez mais o lugar dos bancos. Por meio do Mercado Crédito, sua unidade de negócios, a empresa quer agora ampliar o oferta de crédito para os empreendedores. A empresa captou 245 milhões de reais junto de investimentos do BID Invest, instituição de setor privado do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID), e pela Captalys.

O foco do aporte são os vendedores que oferecem seus produtos e serviços em seu marketplace, o maior comércio eletrônico do país. Para esse público, a companhia já oferece maquininhas de cartão de crédito, além da possibilidade de recebimento de pagamentos sem taxas com QR Code. Em breve, esses empreendedores terão acesso a um cartão de crédito.

Segundo a empresa, esse valor tem o objetivo de impulsionar a oferta de crédito para pequenos negócios, que hoje têm acesso limitado a crédito junto às instituições financeiras. Dados do Boletim Ceper/Fundace mostram que os empréstimos para micro, pequenas e médias empresas caíram 25% desde o início de 2018, em comparação com o ano passado.

“Poderemos atender às necessidades de nossos clientes e ajudar a impulsionar seus negócios, democratizando o acesso ao crédito para micro e pequenos empreendedores”, afirma Daniel Stephens, Gerente Sênior do Mercado Crédito no Brasil.

O Mercado Crédito já concedeu mais de 665 milhões de reais em crédito para vendedores online no Brasil, utilizando uma análise de pontuação própria que permite a pré-aprovação do crédito. Os empréstimos chegam a 350 mil reais, que podem ser pagos em até 12 parcelas, dependendo da avaliação do histórico transacional do cliente. Fonte: Portal Veja

 

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