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Economia

INPC fica estável em agosto

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Ao manter a estabilidade de preços, o INPC não seguiu a tendência do Índice de Preços ao Consumidor Amplo

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação da cesta de compras de famílias com renda até cinco salários mínimos, não registrou variação de preços em agosto. Em julho, o indicador havia ficado em 0,25%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao manter a estabilidade de preços, o INPC não seguiu a tendência do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, para todas as faixas de renda, e que registrou queda de preços de 0,09% no mês.

O INPC acumula taxas de 2,38% no ano (acima do 1,27% registrado nos oito primeiros meses de 2017) e de 3,64% em 12 meses (acima dos 3,61% dos 12 meses imediatamente anteriores).

Os produtos alimentícios tiveram queda de 0,44% em agosto enquanto os não alimentícios tiveram inflação de 0,19% no mês.

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Economia

Economistas melhoram novamente projeções para déficit primário no Brasil

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Apesar da melhora, o país fechará 2019 no vermelho pelo sexto ano consecutivo, sem conseguir economizar para pagar os juros da dívida pública

 

 

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BRASÍLIA (Reuters) – Economistas melhoraram mais uma vez as contas para os resultados primários em 2018 e 2019, com as metas fiscais sendo cumpridas com folga ainda maior, segundo relatório Prisma Fiscal divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Fazenda.

De acordo com a mediana dos dados coletados até o quinto dia útil deste mês, a estimativa passou a ser de déficit primário de 131 bilhões de reais em 2018, sobre saldo negativo de 137,260 bilhões de reais calculado antes.

Com isso, a sobra em relação à meta de 159 bilhões de reais para o ano passa a ser de 28 bilhões de reais.

O governo vem repetidamente apontando que entregará um resultado fiscal melhor que o alvo fiscal, ajudado por bilionários recursos empoçados em ministérios, para os quais a perspectiva segue sendo de não execução.

Para 2019, a projeção agora é de déficit primário de 115,504 bilhões de reais, ante 117,773 bilhões de reais no levantamento do mês passado. Como a meta para o ano é de um rombo de 139 bilhões de reais, a margem em relação ao objetivo fiscal passou, neste caso, a ser de 23,5 bilhões de reais.

Apesar da melhoria apontada nas estimativas, o país fechará 2019 no vermelho pelo sexto ano consecutivo, sem conseguir economizar para pagar os juros da dívida pública.

Em relação à dívida bruta, os cálculos foram ligeiramente melhorados no Prisma.

Para 2018, os economistas agora veem a dívida batendo em 76,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), sobre 77 por cento anteriormente. Isso apesar de a dívida já ter chegado em setembro a 77,2 por cento do PIB, segundo dados do BC.

Já para 2019, a expectativa é de que a dívida irá alcançar 78,5 por cento do PIB, sobre 78,65 por cento no levantamento Prisma anterior.

Fonte: Portal Exame

 

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Economia

IGP-10 cai 0,16% em novembro, diz FGV

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Queda do índice foi revelada pela FGV após o aumento de 1,43% registrado em outubro

Construção civil

Imagem de arquivo: O IGP-10 acumulou um aumento de 9,27% no ano

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) recuou 0,16% em novembro, após o aumento de 1,43% registrado em outubro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira, 14. A deflação foi maior que a mediana de -0,14% calculada pelo Projeções Broadcast, mas ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que ia de uma queda de 0,28% a um avanço de 0,01%.

No caso dos três indicadores que compõem o IGP-10 de novembro, os preços no atacado medidos pelo IPA-10 tiveram queda de 0,37% no mês, ante uma elevação de 1,92% em outubro. Os preços ao consumidor verificados pelo IPC-10 apresentaram crescimento de 0 29% em novembro, após a alta de 0,52% em outubro. Já o INCC-10, que mede os preços da construção civil, teve aumento de 0,27% em novembro, depois de um avanço de 0,31% em outubro.

O IGP-10 acumulou um aumento de 9,27% no ano. A taxa em 12 meses ficou positiva em 10,25%. O período de coleta de preços para o indicador de novembro foi do dia 11 de outubro a 10 deste mês. O IGP-DI, que apurou preços do dia 1º a 31 do mês passado, subiu 0 26%.

IPAs

Os preços agropecuários, mensurados pelo IPA Agrícola, caíram 1 97% no atacado em novembro, após um aumento de 1,39% em outubro, dentro do IGP-10.

á os preços dos produtos industriais, que são medidos pelo IPA Industrial tiveram alta de 0,16% este mês, após o avanço de 2 10% em outubro.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram elevação de 0,03% em novembro, ante uma elevação de 1 52% em outubro.

Os preços dos bens intermediários tiveram avanço de 0,30% este mês, após aumento de 2,53% anteriormente. Já os preços das matérias-primas brutas apresentaram redução de 1,68%, depois da alta de 1,65% em outubro, informou a FGV.

Fonte: Portal Exame

 

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Economia

Setor de serviços recua 0,3% em setembro, diz IBGE

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No mês anterior, o dado foi revisado de uma alta de 1,2% para avanço de 1,4%

Rio – O volume de serviços prestados teve um recuo de 0,3% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços revelados nesta quarta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, o dado foi revisado de uma alta de 1,2% para avanço de 1,4%.

O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde uma queda de 3,1% a um avanço de 2,3%, com mediana negativa de 0,1%.

Na comparação com setembro do ano anterior, houve alta de 0,5% em setembro deste ano, já descontado o efeito da inflação. Nessa comparação, as previsões iam de queda de 1,3% a aumento de 3,9%, com mediana positiva de 1,0%.

A taxa acumulada pelo volume de serviços prestados no ano ficou negativa em 0,4%, enquanto o volume acumulado em 12 meses registrou perda de 0,3%.

Desde outubro de 2015, o órgão divulga índices de volume no âmbito da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Antes disso, o IBGE anunciava apenas os dados da receita bruta nominal, sem tirar a influência dos preços sobre o resultado. Por esse indicador, que continua a ser divulgado, a receita nominal ficou estável (0,0%) em setembro ante agosto. Na comparação com setembro do ano passado, houve aumento na receita nominal de 3,2%.

Fonte: Portal Exame

 

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