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Brasília

Inmet prevê pancadas de chuvas em áreas isoladas nesta terça-feira no DF

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Os moradores do Distrito Federal devem manter o guarda-chuva preparado. Após dois meses com chuvas acima da média histórica, o tempo chuvoso promete continuar em abril. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a tendência é de que as precipitações fiquem mais intensas a partir da segunda quinzena de abril.
Nesta terça-feira (3/4), o céu deve permanecer de nublado a encoberto com pancada de chuvas em áreas isoladas. Durante a madrugada, os termômetros registraram temperatura mínima de 18°C e podem marcar até 29°C ao longo do dia. A umidade relativa do ar fica entre 95% e 50%.
Em março, normalmente são registrados 180,6 milímetros de chuva, no entanto, o mês fechou com 242 milímetros, um volume maior 14% do que o previsto. Em fevereiro a situação não foi diferente, o mês terminou com 272 milímetros acumulados de chuva, cerca de 25% a mais dos 217,5 milímetros estimados.

Abastecimento

Com o aumento nas precipitações, o nível dos reservatórios continua subindo. De acordo com a última medição, divulgada nesta segunda-feira (2/4) pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa), a barragem do Descoberto está com 75,4% da capacidade total e a de Santa Maria com 48,9%.

 

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Política BSB

Em grupo do PSL, líder critica e depois ameniza relação com Maia

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Deputados do partido do presidente também reclamaram que só o DEM tem espaço na Esplanada e protestaram pela falta de proximidade com o governo

Jair Bolsonaro e Vitor Hugo: líder do governo na Câmara cria novo desgaste para a Previdência (Facebook/Reprodução)

Brasília — Diante do clima tenso entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), usou o grupo de WhatsApp do partido para criticar a chamada “velha política”, logo após visitar o presidente. “Nosso presidente está certo e também convicto de suas atitudes”, escreveu Vitor Hugo.

“As práticas do passado não nos levaram ao caminho em que queremos estar. Todos nós, em particular do PSL, somos agentes para ajudar a mudar a situação em que nos encontramos”, escreveu. “Temos a possibilidade de escolher de que lado estar… somos todos a nova política.”

Brasília — Diante do clima tenso entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), usou o grupo de WhatsApp do partido para criticar a chamada “velha política”, logo após visitar o presidente. “Nosso presidente está certo e também convicto de suas atitudes”, escreveu Vitor Hugo.

“As práticas do passado não nos levaram ao caminho em que queremos estar. Todos nós, em particular do PSL, somos agentes para ajudar a mudar a situação em que nos encontramos”, escreveu. “Temos a possibilidade de escolher de que lado estar… somos todos a nova política.”

Irritado com ataques de bolsonaristas nas redes sociais, Maia disse ao jornal O Estado de S. Paulo que o governo é um “deserto de ideias”. O presidente rebateu dizendo que o perdoava “pela situação pessoal que vive” – numa referência a prisão do padrasto da mulher de Maia, o ex-ministro Moreira Franco.

No fim da tarde, Vitor Hugo voltou a publicar no grupo. Desta vez em um tom mais apaziguador, com referência à importância de Maia para a aprovação da reforma da Previdência. “O apoio do Maia é importante para a aprovação da Nova Previdência e também do pacote de lei anticrime. Ele mesmo tem sinalizado que cabe ao governo montar sua base e queremos crer que o PSL é pedra fundamental nesse processo”, afirmou.

Ele contou que esteve reunido ao longo da semana com Maia e que também conversou com o ministro da Justiça, Sérgio Moro. “Nesse momento tenso, precisamos buscar pontes.”

Deputado de primeiro mandato, mas com experiência técnica na Câmara, Vitor Hugo tem trabalhado para vencer a falta de vivência política para exercer a função de líder do governo. Ele convocou uma reunião da bancada para esta terça-feira, 26. A reportagem tentou contato com o deputado mas não teve retorno.

Já o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), criticou a articulação política do governo e afirmou que “é um grande equívoco continuar fazendo essa diferença entre nova e velha política”. Ao Estadão/Broadcast, Waldir avaliou que Bolsonaro e Maia estão numa “acirrada disputada pelo nada”. “O governo não precisa de oposição nesse momento. As ações de algumas pessoas do Executivo e do Parlamento criam um tsunami maior do que qualquer pessoa.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte Exame

 

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Política BSB

Justiça liberta mais um preso na operação que levou Temer à prisão

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Carlos Jorge Zimmermann estava preso em caráter temporário, diferentemente dos outros oito presos na operação, cuja reclusão é preventiva

Prisão de Temer: ex-presidente terá habeas corpus julgado nesta quarta-feira (27) (Ricardo Moraes/Reuters)

A desembargadora Simone Schreiber, plantonista do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, determinou na tarde deste domingo, 24, a libertação de Carlos Jorge Zimmermann. Foi o segundo preso da Operação Descontaminação a ter o pedido de habeas corpus acatado. Na ação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, na semana passada, foram levados à cadeia o ex-presidente Michel Temer, o ex-ministro Moreira Franco e outras oito pessoas.

No despacho, a desembargadora estende a Zimmermann a decisão que libertou ontem Rodrigo Castro Alves Neves. Os dois foram presos em caráter temporário, diferentemente dos outros oito presos na operação, cuja reclusão é preventiva. Eles são acusados de receber recursos da Eletronuclear por meio de contratos fictícios e repassar para o ex-presidente.

A desembargadora entendeu que prisões temporárias e preventivas para efeito de interrogatório de investigados, conforme justificado pelo juiz Marcelo Bretas, são inconstitucionais. Para ela, ferem igualmente os princípios de não autoincriminação e de presunção de inocência.

Fonte Exame

 

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Política BSB

Ex-diretor da Dersa pede liberdade a novo juiz da Lava Jato

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Paulo Vieira de Souza está preso desde 19 de fevereiro, apontado como operador de propina da Odebrecht e do PSDB

Paulo Vieira de Souza: ex-diretor da Dersa pediu a revogação de sua prisão preventiva (José Cruz/Agência Brasil)

São Paulo – O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza pediu a revogação de sua prisão preventiva ao juiz Luiz Antonio Bonat, novo magistrado da Lava Jato em Curitiba. Vieira de Souza está preso desde 19 de fevereiro, apontado como operador de propina da Odebrecht e do PSDB. Ele nega qualquer irregularidade. Bonat solicitou, agora, a manifestação do Ministério Público Federal.

Fonte Exame

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