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Indicado ao BC, Campos Neto é nomeado assessor no Ministério da Economia

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Economista deve fazer parte da comitiva que irá a Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial, de 22 a 25 de janeiro

Roberto Campos Neto: economista foi nomeado assessor no gabinete do ministro da Economia, Paulo Guedes (Equipe/Divulgação)

Brasília – O economista Roberto Campos Neto foi nomeado nesta sexta-feira, 11, assessor no gabinete do ministro da Economia, Paulo Guedes. O ato foi publicado no Diário Oficial da União. Com a nomeação, Campos Neto deve fazer parte da comitiva que irá a Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial, de 22 a 25 de janeiro.

Indicado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para o cargo de presidente do Banco Central, Campos Neto ainda precisa passar por sabatina e aprovação do Senado, antes de assumir o comando da autarquia. Este processo deve ocorrer apenas em fevereiro.

Assim, sem um cargo formal no BC, Campos Neto não poderia participar do fórum, no fim de janeiro. A nomeação desta sexta, que o vincula ao Ministério da Economia, resolve a questão. Campos Neto deve ficar no cargo de assessor até que a aprovação no Senado ocorra.

Além de Campos Neto e de Bolsonaro, a comitiva brasileira a Davos deve contar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. O atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, não irá ao fórum. Fonte: Portal Exame

 

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Onyx diz ter ‘certeza’ que STF julgará procedentes decretos de armas

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Ministro participou de uma audiência na CCJ da Câmara para explicar propostas do governo sobre o tema

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira, 18, “ter certeza” de que o Supremo Tribunal Federal irá julgar procedentes os decretos editados presidente Jair Bolsonaro para facilitar a aquisição, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo.

“Tenho certeza que o Supremo vai reconhecer a legitimidade do presidente de regulamentar, que na regulamentação não há nenhum ato inconstitucional e vai ser validado pelo STF um ato do Poder Executivo”, disse. Onyx participou, nesta terça-feira, de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em que foi convocado para explicar os decretos sobre as armas.

Na semana que vem, o STF irá julgar cinco ações que questionam as alterações promovidas por Bolsonaro nas regras para se ter e portar armas. As ações foram movidas pelo PSB, Psol e pela Rede Sustentabilidade. O Psol acusa o decreto de usurpar competências que seriam do Congresso Nacional e alega que a flexibilização nas regras coloca em risco iminente a vida dos brasileiros e de quem vive, trabalha ou passeia no país.

Para a Rede, o decreto é um verdadeiro “libera geral”, “põe em risco a segurança de toda a sociedade e a vida das pessoas” e vai favorecer “poucos abastados que podem pagar para se armar até os dentes”.

Onyx afirmou ainda que o governo respeitou a Constituição ao editar os decretos e que está disposto a discuti-los em qualquer fórum.

(Com Estadão Conteúdo)

 

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Líder do PSL joga toalha e contabiliza derrota das armas na Câmara

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Derrota acachapante

Diante da acachapante derrota ontem no plenário do Senado, o governo já conta com novo revés do decreto das armas na Câmara.

“Perdeu o povo brasileiro aqui e vai perder lá também” – disse o líder Major Olímpio.

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Líder do governo cita jurista da Comissão da Verdade para defender Moro

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O presidente detestava essa comissão

Líder do governo, Fernando Bezerra citou o jurista José Paulo Cavalcante Filho para defender Moro.

O advogado disse não ver nada demais nas declarações vazadas de Moro.

Detalhe: Cavalcante integrou a Comissão Nacional da Verdade, que concluiu pela condenação de dezenas de militares da ditadura, todos defendidos por Bolsonaro.

O presidente detestava essa comissão.

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