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Homem é baleado e empurrado para fora de carro em movimento no DF; vítima morreu

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Trecho da BR-020, próximo a Sobradinho, onde homem foi baleado e empurrado para fora de carro — Foto: Google/Reprodução

Um homem de 27 anos foi baleado e, em seguida, empurrado para fora de um carro em movimento na BR-020, no Distrito Federal. A vítima morreu no local, por volta das 14h30 desta quarta-feira (3).

As informações são da Polícia Militar do Distrito Federal. Segundo a PM, o motorista fugiu e um outro passageiro, também baleado, saiu correndo de dentro do veículo.

A PM informou ao G1 que o homem estava “bastante ferido” e foi levado para o hospital sob custódia policial. Ele já tem passagem pela polícia e foi considerado “suspeito”. O homem que morreu havia saido da penitenciária nesta terça-feira (2).

De acordo com a PM, uma briga no interior do veículo motivou o crime. O caso está sendo investigado como homicídio e tentativa de homicídio. A investigação está a cargo da 13ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho.

Até a publicação desta reportagem o motorista do carro não havia sido localizado.

Fichas extensas

De acordo com as investigações, a vítima encontrada morta na rodovia havia cumprido pena por homicídio. Ele deixou o sistema penitenciário cerca de 24 horas antes de ser morto.

Já o homem hospitalizado já foi preso por roubo, tráfico de drogas, porte ilegal de arma e receptação, informou a Polícia Militar.

O veículo envolvido na ocorrência foi localizado por volta das 18h na região do Paranoá, a 20 quilômetros do local onde as duas vítimas foram encontradas. Segundo a polícia, o carro pertence ao irmão do homem que morreu.

Fonte: G1 DF.

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Polícia encontra R$1,5 milhão enterrado em quintal de ex-vereador

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Dinheiro, quase todo em notas de R$ 20, R$ 50 e R$ 100, estava envolto em plásticos para não pegar umidade

Policiais encontraram mais de R$1,5 milhão em dinheiro vivo enterrados no quintal da casa do ex-vereador José Eurípedes de Souza (Andrew Harrer/Bloomberg)

Sorocaba – Policiais encontraram mais de R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo enterrados no quintal da casa do ex-vereador José Eurípedes de Souza, nesta segunda-feira, 17, em Igarapava, interior de São Paulo. Os maços de cédulas estavam acondicionados em quatro caixas de isopor, enterradas na parte dos fundos do quintal.

A mulher do ex-vereador, Guejane Emília Flausino, que “tomava conta” do dinheiro, foi presa. Souza já estava detido desde o último dia 6 por suspeita de usura e lavagem de dinheiro. Quando exercia o mandato, ele foi preso e depois condenado por exigir “mensalinho” para aprovar projetos do prefeito da época.

O dinheiro, quase todo em notas de R$ 20, R$ 50 e R$ 100, estava envolto em plásticos para não pegar umidade. Os policiais militares fizeram escavações no quintal para localizar as caixas. Após a retirada dos volumes enterrados, eles precisaram levar o montante para um banco para a contagem das notas. A soma totalizou R$ 1.545.939,00.

De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, o ex-vereador é acusado de agiotagem. Ele fazia empréstimos com juros extorsivos a moradores da cidade e não declarava os rendimentos.

As buscas na casa foram autorizadas pela Justiça no decorrer das investigações da Operação Agio, que levou à prisão de Souza. A mulher, que estava no imóvel no momento da apreensão, foi considerada cúmplice do marido.

Segundo o Gaeco, o ex-vereador utilizava empresas de familiares e amigos para “lavar”dinheiro, incluindo lojinhas de R$ 1, espalhadas pela região de Igarapava e cidades do sul de Minas Gerais. Outros familiares do suspeito são investigados. A advogada do casal, Maria Claudia Seixas, foi contatada pela reportagem e sua assessoria informou que ela daria retorno oportunamente.

“Mesada”

Em 2015, o ex-vereador foi condenado pelo envolvimento num esquema de “mesadas” exigidas pelos vereadores para aprovar projetos de interesse do Executivo. O caso, denunciado em 2009, ficou conhecido como “mensalinho de Igarapava”.

Outros quatro vereadores à época também acabaram condenados. Souza recebeu pena de 5 anos e 8 meses de prisão, mas recorreu em liberdade. Em março deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) reduziu a pena para 2 anos e 8 meses de prisão em regime semiaberto. Fonte: Portal Exame

 

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Circo da Morte mira em grupo de extermínio formado por PMs de Goiás

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O grupo teria sido responsável por dois duplos homicídios realizados, em março de 2017, nas cidades de Caldas Novas e Santo Antônio do Descoberto

O nome da operação faz alusão, diz a PF, ao “mágico de circo que faz ilusões parecem verdade como homicídios que teriam a aparência de atos heroicos.” (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Brasília – APolícia Federal (PF) cumpre nesta terça-feira, 18, cinco mandados de prisão temporária contra policiais militares de Goiás investigados por participação em um grupo de extermínio. Batizada de Circo da Morte, a operação busca desarticular o grupo que, segundo a PF, forjava a existência de confrontos policiais para justificar homicídios.

O Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Goiás também participam da ação que conta com cerca de 60 policiais federais e dez policiais militares. Os mandados são cumpridos no município Caldas Novas.

O nome da operação faz alusão, diz a PF, ao “mágico de circo que faz ilusões parecem verdade como homicídios que teriam a aparência de atos heroicos.”

De acordo com a PF, investigações conduzidas pela Superintendência da PF no Distrito Federal apontaram para a participação de “cinco policias militares, inclusive de oficiais, em um grupo de extermínio no Estado de Goiás”.

O grupo teria sido responsável por dois duplos homicídios realizados, em março de 2017, nas cidades de Caldas Novas e Santo Antônio do Descoberto. A investigação revelou que os policiais do 26º Batalhão da PM de Caldas Novas agiam como milícia. São alvos de prisão um tenente coronel, um sargento, um 3º sargento, um cabo e um soldado.

Os investigados podem ser enquadrados nos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, constituição de milícia privada, fraude processual e corrupção passiva. A PF investiga ainda outros casos que podem guardam relação com a ação do mesmo grupo. Fonte: Portal Exame

 

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Força-tarefa recebeu mais de 500 denúncias de abuso contra João de Deus

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Promotores identificaram possíveis novas vítimas em Mato Grosso, Ceará e Rio Grande do Norte

O médium João de Deus deixa o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) após prestar depoimento na cidade de Goiânia (GO) – 16/12/2018 (Walterson Rosa/Folhapress)

A força-tarefa do Ministério Público de Goiás criada para receber e investigar supostos casos de abuso sexual cometidos pelo médium João de Deus recebeu até esta segunda-feira, 17, mensagens de 506 mulheres com denúncias contra o líder espiritual. A maioria das acusações foi feita por meio de um endereço de e-mail disponível às vítimas há sete dias. João de Deus teria abusado sexualmente de mulheres que o procuravam na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO), para se consultarem com ele.

Além dos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Pará, Santa Catarina, Piauí, Maranhão e do Distrito Federal, os seis promotores que compõem a força-tarefa registraram nos últimos dias possíveis vítimas do médium em Mato Grosso, Ceará e Rio Grande do Norte. Há ainda estrangeiras de seis países: Alemanha, Austrália, Bélgica, Bolívia, Estados Unidos e Suíça.

Uma das primeiras mulheres a denunciar abusos sexuais de João de Deus, em entrevista ao programa Conversa com Bial, foi a coreógrafa holandesa Zahira Leeneke Maus.

João de Deus foi preso preventivamente na tarde deste domingo, 16, por ordem da Justiça de Abadiânia. Ele se entregou à polícia após seus advogados passarem quase dois dias negociando os termos da entrega com os investigadores. O médium está preso no Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia, a 20 quilômetros da capital. Ele divide a cela com três advogados desde a noite de ontem, quando chegou à cadeia após prestar depoimento e fazer exame de corpo de delito.

Nesta segunda-feira, a defesa de João de Deus apresentou um pedido de habeas corpus com o objetivo de reverter a prisão preventiva do líder religioso.

 

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