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Headclub: conheça a plataforma com cursos online para quem ama beleza

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Os pacotes oferecem videoaulas com profissionais renomados, como Marco Antonio de Biaggi e Celso Kamura, e têm valor revertido em produtos

Se você anda pensando em trabalhar ou empreender no segmento de beleza (ou simplesmente adora esse universo) vai adorar conhecer o Headclub, plataforma que oferece cursos online com os profissionais mais renomados no mercado. Recém-lançada pelo grupo Worldcomexx, reúne conteúdos relevantes e essenciais para quem quer investir na área.

A  ideia é justamente democratizar o acesso à informação de profissionais de peso, responsáveis pelas belezas de capas e ensaios das principais revistas do país, além de cortes e styling de diversas  celebridades. Na lista dos “mestres” estão: Andrea Romano, Celso Kamura, Charles Veyiga, Deise Garcia, Jhon Prado, Marco Antônio de Biaggi, Maurício Pina, Paulo Persil, Robson Trindade e Sergio G. Cada um deles divide com os assinantes o que sabem (e fazem) de melhor em suas carreiras de sucesso.

Ao fazer a inscrição na Headclub, o aluno pode escolher entre os conteúdos disponíveis (videoaulas, editadas como séries e divididas em temporadas), na data e horário que desejar.  Cada “box” de conteúdo custa 550 reais – a inscrição dá direito a 400 reais em produtos de cabelo (de marcas como Joico, Revlon Professional, American Crew, Mediterrani).

Serviço: www.headclub.com.br

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Como a alimentação pode influenciar na oleosidade produzida pela pele

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Entenda de que maneira alguns alimentos que fazem parte do dia a dia contribuem para o aumento do sebo e da acne.

(Voyagerix/Thinkstock)

Ela influência em praticamente todos os aspectos da nossa vida e nem sempre lhe damos a atenção necessária. Já sabe do que estamos falando? Isso mesmo, da alimentação. Cada comida que entra na dieta impacta o organismo e não é diferente quando pensamos na saúde da pele. Um exemplo são os alimentos que têm o poder de interferir na produção de óleo pelas glândulas sebáceas e incentivar o aparecimento de espinhas.

“Quando pensamos na dieta isoladamente, ela não é a única responsável pelo aumento da oleosidade e da acne, mas muitos estudos comprovam que ela pode ser um fator que contribui para o crescimento dessas condições, principalmente para quem já tem a tendência genética a possuí-las”, explica o nutricionista Carlos Basualdo, da clínica Mais Excelência Médica.

Qual é a relação dos alimentos com a pele oleosa?

A pele é um órgão excretor, que ajuda a eliminar várias substâncias que não servem para o organismo através da oleosidade produzida. “O problema é que quando passamos a consumir alimentos muito gordurosos e tóxicos em grandes quantidades, o fígado sozinho não consegue fazer todo o trabalho de eliminação dessa gordura e a pele também passa a excretá-la junto ao sebo”, diz o dermatologista Dr. Damiê De Villa, dermatologista do Kurotel – Centro Médico de Longevidade & Spa.

Além disso, as células do corpo fazem processos de inflamação e desinflamação enquanto estão trabalhando e esses movimentos ocorrem também durante a manutenção do tecido cutâneo. Ao ingerirmos comidas com alto índice glicêmico, como açúcares e carboidratos, o organismo precisa produzir mais insulina para quebrá-las. O porém é que quando está presente em grande quantidade, esse hormônio que controla a taxa de glicose acaba aumentando o processo celular inflamatório, influenciando na ação das glândulas sebáceas, elevando a produção de sebo e o aparecimento da acne.

O que deve ser evitado?

Para ter uma dieta saudável, o ideal não é eliminar grupos de alimentos como um todo, mas, sim, incluí-los na alimentação de maneira equilibrada. “Doces, massas, pães e itens industrializados, que no geral apresentam alto índice glicêmico, devem ser consumidos pontualmente. O problema não é comer de vez em quando, mas criar um hábito de todos os dias após o almoço ingerir uma sobremesa, por exemplo”, ensina o nutricionista Carlos Basualdo.

Alimentos com grande quantidade de gordura, como frituras, carnes gordurosas e manteiga, também não são recomendados e podem ser substituídos por opções que contenham gorduras boas, como as oleaginosas, azeite de oliva e o abacate, que por serem antioxidantes ajudam a diminuir as reações inflamatórias da pele.

O que incluir na dieta?

“A pele oleosa é extremamente complexa e precisa sempre ser renovada, pois, devido ao excesso de gordura, ela possui a tendência ao crescimento de bactérias, fungos e ao acúmulo de substâncias. Por isso, esse tipo de pele acaba sendo mais propenso a ter acne. E quando pensamos na nutrição, o que fazemos é preferir alimentos que favoreçam essa restauração e o equilíbrio cutâneo”, diz Carlos Basualdo, nutricionista da clínica Mais Excelência Médica.

Na hora de completar a dieta em busca dessa harmonia, alimentos que contenham vitaminas, minerais importantes (como o magnésio), fibras, ômega 3 e gordura boa são essenciais. “O ideal é uma alimentação com índice glicêmico baixo, formada por produtos que não vão criar picos de glicose no organismo. Além disso, é importante incluir o máximo de comidas vindas da terra, como frutas, verduras e legumes, que são anti-inflamatórios naturais”, completou o dermatologista Dr. Damiê De Villa, do Kurotel – Centro Médico de Longevidade & Spa.

Além dos alimentos, é necessário sempre lembrar de hidratar o corpo. A ingestão de água é essencial para que diversos processos químicos aconteçam – inclusive a renovação cutânea – e o indicado é beber cerca de dois litros por dia.

Eles são mesmo vilões da pele?

Certos alimentos são conhecidos por serem vilões da oleosidade e das espinhas. Porém, como falamos até aqui, o grande problema não está em incluí-los na dieta uma vez ou outra, mas, sim, em seu consumo excessivo. Entenda abaixo qual a reação do corpo após a ingestão de alguns desses nutrientes e por que eles podem ser prejudiciais.

Chocolate

Sua fama de piorar a aparência da pele é grande, porém o ponto negativo desse alimento não está no cacau em si, mas no açúcar que ele contém. Por ser doce, o chocolate eleva o índice glicêmico do corpo rapidamente, o que faz com que o organismo produza mais insulina e, em alta quantidade, esse hormônio acaba incentivando a produção de sebo pelas glândulas sebáceas. Mas nem todo chocolate causa essa reação e versões com alto teor de cacau e os amargos, que não possuem grandes quantidades de glicose, são boas opções para quando bate aquela vontade de uma sobremesa.

Leite

Por ser composto de carboidrato e gordura, o leite também eleva o índice de insulina no sangue, aumentando a reação inflamatória geral do corpo e a oleosidade. Além disso, para as pessoas que possuem intolerância a ele, o seu consumo em excesso pode gerar uma acne alérgica.

Álcool

Além de prejudicar outros fatores da saúde e até da pele, o álcool também pode influenciar na secreção das glândulas sebáceas por ser transformado em glicose durante a digestão.

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Quem malha trabalha melhor

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Desatenção, memória fraca e raciocínio lento estão com os dias contados. A solução para aumentar a sua produtividade é calçar o tênis e treinar!

Procura mais qualidade de vida? Pretende dar um up na saúde e afastar o risco de doenças?  Se você respondeu sim para essas perguntas, já sabe: o caminho é praticar atividade física. Mas os exercícios vêm ganhando espaço, também, na agenda de quem deseja aumentar a produtividade e o rendimento no trabalho. Tem muita gente trocando o salto alto pelo tênis, ao menos por meia horinha, para ganhar mais energia, melhorar o foco, a concentração e até o raciocínio.

Para a empresária Margareth Budziak Molina, da cidade de Lapa (PR), os treinos são fundamentais para recarregar a energia e a disposição. “Malho há mais de 10 anos, já fiz crossfit, jump, zumba, e hoje faço pilates e musculação. Percebo diversos benefícios físicos e emocionais, como o alívio do estresse, aumento da imunidade e da flexibilidade, além de me sentir mais disposta para trabalhar”, conta. Proprietária da empresa Molina 100% Fitness, que revende peças da ​DiCorpo, do Rio Grande do Sul, a empresária ainda encontra nas idas à academia uma ótima oportunidade de negócios. “Visto as peças da marca e acabo conquistando mais clientes que ficam encantadas com a qualidade, a beleza e o preço das peças”.

Coach de Desenvolvimento Pessoal e Profissional, a paulistana Cristina Dias, também é adepta da prática de exercícios para o bem-estar físico e mental. “Procuro frequentar a academia de 5 a 6 vezes por semana. Como tenho flexibilidade de horário, organizo minha rotina para treinar por duas horas, diariamente, mesmo que isso implique em trabalhar até mais tarde ou nos finais de semana. Para mim, malhar é uma necessidade não apenas física, mas também mental, emocional e espiritual. Me sinto mais produtiva, ágil e atenta para resolver com mais assertividade situações que surgem ao longo do dia”, conta.

A ciência explica

Pesquisas recentes realizadas em diversos países indicam que a prática de modalidades cardiovasculares, como correr, pedalar, dançar ou nadar, provoca uma grande melhora na atividade cerebral, em comparação com pessoas que levam uma vida sedentária. Um estudo realizado pela University of Illinois, nos Estados Unidos, concluiu que os treinos estimulam a produção dos neurônios ligados às funções e habilidades cognitivas, como a memória e o raciocínio.

Suar a camisa também aumenta o fluxo sanguíneo em todo o corpo e colabora com a liberação de neurotransmissores como a endorfina, que promove a sensação de bem-estar, melhora o humor e a concentração, além da dopamina, responsável por várias funções cerebrais como atenção, motivação, cognição e aprendizagem. Ou seja, se você está ansiosa ou deprimida, uma caminhada intensa, por meia hora, já pode te deixar mais animada.

Esse aumento do volume sanguíneo também potencializa a oxigenação muscular, com o consequente aumento no pique para trabalhar e realizar outras atividades. É por isso que quanto mais praticamos atividade física, mais dispostas e animadas ficamos, e menos cansaço sentimos.

Quer ganhar uma graninha extra?

(DiCorpo/Divulgação)

Ser revendedora DiCorpo tem sido um ótimo negócio para quem busca a independência financeira e quer ser dona do seu tempo. De acordo com a empresa, os investimentos iniciais são um dos menores dentro do segmento de venda-direta. Com apenas R$ 89 você adquire o Kit Revendedora para iniciar suas atividades, sem a necessidade de fazer um estoque inicial. Outro ponto positivo: não existe valor mínimo para efetivar um pedido e sim quantidade mínima de 10 peças. Além da lucratividade, que pode chegar a 67% por item, a empresa oferece premiações. E você nem precisa fazer pedidos todos os meses, basta fazer no mínimo um pedido por coleção, lançadas 4 vezes ao ano. Acesse o site da marca e saiba mais.

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Como lidar com a queda de cabelos no pós-parto e manter os fios bonitos

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Metade das mães é afetada por esta condição, cuja causa é hormonal ou nutricional – e não tem nada a ver com a amamentação.

Na imensa maioria dos casos, cabelos de gestante são a vivência de um sonho: fortes, brilhantes e praticamente sem queda. Quem opera essa maravilha são os hormônios femininos – estrógeno e progesterona –, que durante a gravidez são dominantes e estão em plena atividade. Seria uma delícia se ficasse assim para sempre!

Só que, para cerca de 50% das mulheres, a situação muda bastante entre o segundo e o quarto mês do pós-parto: nessa fase pode começar a famosa queda de cabelos, que se estende por um período entre quatro e seis meses.

O tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, conta que a perda pode ser de até 30% a 50% dos fios. E as mães que estão nessa situação só conseguem se perguntar: por quê???

Causas da queda dos cabelos no pós-parto

Antes de qualquer coisa, uma informação muito importante: a queda de cabelos no pós-parto não tem nada a ver com a amamentação. Mães que estejam amamentando e mães que estejam dando fórmula para seus bebês correm exatamente o mesmo risco de ver muitos e muitos fios caindo da cabeça nessa fase.

Isto posto, vamos lá. A principal causa da queda dos cabelos no pós-parto é a alteração hormonal – ou a regularização hormonal.

Lembra que falamos lá no começo que os hormônios femininos dominam o período gestacional? Pois então: uma hora, isso passa. “Após o nascimento, as taxas hormonais voltam à normalidade. Os hormônios masculinos, que durante a gestação estavam em baixa, voltam ao seu patamar e os cabelos começam a cair”, explica o ginecologista e obstetra Franco Loeb Chazan.

Infelizmente, não há nada que possa mudar essa situação, já que se trata de um ajuste do organismo. Nenhum remédio, vitamina ou “fórmula milagrosa” fará a queda ser interrompida. “É um processo natural. Do mesmo jeito que começou, a queda cessa e a produção de novos fios volta ao normal”, diz Adriano.

Outra causa comum da queda de cabelos no pós-parto é o estresse. Colocar um bebê (às vezes, mais de um – olá, mães de gemelares!) no mundo e se adaptar à nova rotina não é exatamente uma tarefa simples. E muitas mulheres acabam sentindo isso na pele e nos cabelos.

A dermatologista Fabiane Kumagai Lorenzini, da Clínica Lorenzini, afirma que esse tipo de queda melhora em aproximadamente seis meses, mesmo sem tratamento.

Enquanto isso, você pode procurar ficar mais calma com a ajuda da meditação. Sabemos que não é exatamente simples, mas alguns apps de meditação podem lhe ajudar muito!

Por fim, a deficiência nutricional também pode colaborar para a queda de cabelos no pós-parto. Não é raro a mulher simplesmente esquecer de comer no meio da correria da nova vida de mãe – mesmo que seja o segundinho, pois cada filho é uma nova montanha-russa. Resultado: cabelos em queda livre.

Para resolver este problema, é importante dar atenção à alimentação e comer alimentos ricos em nutrientes como ferro, zinco e vitaminas do complexo B. Algumas sugestões para você acrescentar ao cardápio: frutas secas (uva passa, ameixa e damascos secos), oleaginosas (castanhas e amêndoas, por exemplo), banana, legumes, vegetais verde-escuros, peixes, ovos e leite.

Pode ficar tranquila, pois nenhum destes alimentos prejudica o bebê durante a amamentação.

Se você achar a queda dos cabelos no pós-parto exagerada…

… Não pense duas vezes e passe por uma consulta com um tricologista (é o médico especializado em cabelos e couro cabeludo) ou um dermatologista. Estes profissionais poderão efetuar exames específicos, como a tricoscopia (uma investigação do couro cabeludo), e pedir exames de laboratório se considerarem necessário verificar se você está com algum problema de tireoide ou de anemia.

Como manter os cabelos bonitos no pós-parto (mesmo com a queda)

Não é porque seus cabelos estão caindo que você vai deixá-los para lá, sem tratamento, sem brilho e com carinha de falta de esperança, né? Confira as dicas da dermatologista Carla Bortoloto para que eles fiquem bonitos e sua autoestima melhore:

– Invista nas máscaras

Uma vez por semana, aplique máscaras de tratamento e de hidratação nos cabelos. Elas mantêm a umidade natural, fecham as escamas dos fios e devolvem sua sedosidade.

– Penteie e prenda os cabelos com delicadeza

Evite puxá-los com brutalidade, porque os fios já estão fragilizados. E deixe os rabos de cavalo ou tranças frouxos.

– Dê um tempo do secador, da chapinha e do baby-liss

A alta temperatura desses aparelhos desidrata os fios, deixando-os mais frágeis e quebradiços.

– Leia os rótulos dos produtos

Mulheres que estejam amamentando não devem usar nenhum produto com amônia, chumbo e metais pesados, pois eles são absorvidos pelo couro cabeludo e são passados para o bebê pelo leite. E eles são extremamente prejudiciais à saúde.

– Aceite a ajuda da tecnologia dermatológica

Alguns tratamentos podem ajudar a recuperar a saúde do seu couro cabeludo e estimular o crescimento dos novos fios. Um dos mais indicados é a mesoterapia capilar, que não tem contraindicação para quem amamenta, pois sua aplicação é localizada e não interfere no leite.

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